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Texto para a questão.

Primigesta, 39 anos de idade, é admitida com 40 semanas de gravidez para indução de parto. Apresenta antecedente de hipertensão arterial crônica, controlada atualmente com metildopa 1,5 g por dia e diabetes gestacional em uso de insulina NPH 12 unidades antes do café da manhã, 6 unidades na hora do almoço e 6 unidades às 22 horas (12-6-0-6) e insulina regular 4 unidades no café da manhã, 4 unidades no almoço e 2 no jantar (4-4-2-0). Ao exame inicial, apresenta bom estado geral, corada, normotensa e normocárdica, altura uterina de 38 cm, cefálico, BCF presente de 148 bpm, colo médio, medianizado, com 4 cm.

Considerando que será ofertada dieta pré-parto, no dia da indução, qual deve ser a prescrição de insulina?
 

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Mulher, 58 anos de idade, menopausada, refere desconforto pélvico e sensação de “peso” na região vaginal, que se acentua ao final do dia e após longos períodos em pé. Também refere dificuldade para evacuar, com necessidade frequente de realizar manobras digitais para completar a evacuação. Apresenta atividade sexual regular com uso de lubrificantes à base de óleos naturais. Durante o exame ginecológico com manobra de Valsalva, observa-se que a parede vaginal posterior ultrapassa o hímen em 2 cm e o colo uterino exterioriza-se 1 cm além do hímen. Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta terapêutica a ser considerada neste caso.
 

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Gestante, 30 anos de idade, 30 semanas de gravidez, com antecedente de prolapso de valva mitral diagnosticado na infância, comparece no pronto atendimento com queixa de taquicardia. Está muito preocupada com o bem-estar de seu bebê. Refere que tem tido cansaço a esforços pequenos, como caminhar no plano, e sente “o coração disparado” com muita frequência. Ao exame físico, apresenta bom estado geral, descorada 1+, PA de 108×70 mmHg, FC de 108 bpm, IMC de 38,2 kg/m2 , bulhas rítmicas normofonéticas com sopro sistólico ejetivo aórtico 2+/6+, murmúrios vesiculares sem ruídos adventícios. Abdome gravídico, altura uterina de 32 cm, BCF presente de 146 bpm. Diante da anamnese e exame clínico, a hipótese diagnóstica principal é de
 

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Mulher, 32 anos de idade, sem doenças prévias, em consulta 4 semanas após nascimento de seu primeiro filho. Marido é “trabalhador, mas não tem muito jeito com o filho”. O parto foi vaginal espontâneo sem complicações. Ela relata que estava bem nos dois dias em que ficou na maternidade. Entretanto, ao voltar para casa, começou a se sentir sobrecarregada, cansada, com dificuldade para dormir e, quando o bebê dorme, ela chora. Sente que não é uma boa mãe, está sem paciência, irritada, e não sente prazer em cuidar do filho. Acredita estar com os hormônios alterados. Amamentar era seu sonho, mas diz ter pouco leite e, diferentemente do seu comportamento habitual, está com aversão à proximidade com o marido, que reclama do distanciamento. Refere estar com secreção vaginal amarelada abundante e preocupada se não estaria com um problema no útero. Qual é a conduta indicada?
 

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As equipes Multiprofissionais na Atenção Primária (eMulti) são compostas por profissionais de saúde de diferentes áreas de conhecimento que atuam de maneira complementar e integrada às demais equipes da Atenção Primária à Saúde (APS). Com relação às eMulti, assinale a alternativa correta.
 

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Os gastos diretos em saúde, também chamados de out of pocket ou gastos catastróficos, referem-se aos valores que famílias e indivíduos desembolsam diretamente por serviços de saúde. Segundo a Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), do IBGE, cada vez mais as famílias brasileiras dispensam um percentual maior de sua renda mensal com gastos diretos em saúde ao longo do tempo. A edição da POF de 2019 apontava que a saúde respondia por 8% das despesas totais das famílias. Antes, em 2003, respondia por 5,1%. Sobre os gastos out of pocket com saúde no Brasil, assinale a alternativa correta.
 

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Mulher, 23 anos de idade, com 26,7 kg/m² de IMC, refere estar preocupada com suas “gordurinhas a mais”. Relata que, nos últimos meses, apresenta um a dois episódios por mês em que, em meia hora, come muito doce, principalmente chocolate. Está com medo de engordar mais. Uma amiga está tomando lisdexanfetamina e perdeu 2 kg em um mês. Não apresenta alterações no exame físico. Ao exame psíquico, não apresentou alterações. Refere ser uma pessoa pragmática, mas não se adapta bem a rotinas; já tentou fazer atividade física algumas vezes, sem muito sucesso na continuidade. Nega problemas de saúde e gostaria de poder tomar lisdexanfetamina para controlar seu peso e apetite. Qual a conduta adequada?
 

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Caraiporã é um município de médio porte com 58 mil habitantes. Aproximadamente 35% da população vive abaixo da linha da pobreza, com precariedade em saneamento básico e acesso limitado a serviços públicos. Nos últimos anos, o município notificou cerca de 12 casos novos anuais de Tuberculose (TB). Em 2024, esse número saltou para 27, com 5 óbitos, o que ocasionou uma análise da situação de tuberculose em Caraiporã com a apresentação dos seguintes indicadores:
Incidência de TB: 46,6/100 mil; Incidência de TB pulmonar: 32,8/100 mil; Coeficiente de mortalidade por TB: 8,6/100 mil; Letalidade de 18,5%; Proporção de abandono: 20,0%; Prevalência da forma pulmonar: 17,2/100 mil; Proporção da forma miliar: 1,72%.
Assinale a alternativa que descreve um indicador populacional de avaliação da qualidade da assistência aos casos de tuberculose.
 

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Homem, 58 anos de idade, em atendimento em unidade básica de saúde, refere estar “mais ou menos”. Queixa-se de intestino “um pouco preso” e boca seca. Durante a consulta diz estar se sentindo mais tenso, com pouca paciência, preocupando-se demais com pequenos problemas. Refere, ainda, tontura quando se levanta e bebe mais água para a boca seca. Fazia tratamento para pressão alta há 1 ano com captopril irregularmente. Há 2 meses, seu médico anterior disse que ele teria transtorno de ansiedade e prescreveu nortriptilina e, para hipertensão, foi substituído o captopril por enalapril, pois a pressão não baixava. No final da consulta, diz não se dar bem com remédios para a pressão. Reconhece que com frequência não toma os medicamentos para pressão, pois tem preguiça e também, eventualmente, não se lembra. Ao exame físico, apresentou PA de 150×95 mmHg, FC de 74 bpm. Além de abordar aspectos relativos a hábitos e à adesão ao tratamento, a conduta indicada seria substituir
 

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Homem, 45 anos de idade, em consulta em uma unidade básica de saúde, refere indisposição de início gradativo, redução do ânimo e da energia há 4 meses. Nesse período tem comido mais, principalmente carboidratos. Tem estado um pouco mais irritado e tem sentido menos prazer no batepapo com os amigos. A investigação clínica não identificou outros sintomas físicos ou mentais. Não apresenta alterações ao exame físico. O paciente acredita que seu caso seja falta de exercício e que, se voltar a correr com seus amigos 4 vezes por semana, como fazia até há um ano, vai melhorar. Comparece à consulta porque seu chefe disse que ele deveria procurar tratamento. Diz não acreditar em psicoterapia e não gosta da ideia de tomar antidepressivos. Além de agendar uma consulta para 4 a 6 semanas, a conduta imediata seria:
 

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