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Homem e sua companheira iniciaram tratamento para
tuberculose pulmonar há 7 dias. A equipe da unidade básica
de saúde realiza visita domiciliar a fim de avaliar os
contactantes domiciliares do caso. Na casa, além do casal,
mora a filha com 26 dias de vida, assintomática, com bom
ganho de peso, em aleitamento materno exclusivo, vacinação
de acordo com o calendário vacinal do Programa Nacional de
Imunização. Assinale a alternativa que apresenta a conduta
adequada para a criança.
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Em abril de 2024, o Rio Grande do Sul experimentou alta precipitação, que resultou em inundações generalizadas. Um estudo avaliou a incidência de leptospirose entre maio e julho de 2024 no estado do Rio Grande do Sul.
| Porcentagem de residências atingidas pelas inundações | Incidência de leptospirose (por 100.000 habitantes) |
|---|---|
| 0 - 0,1 | 0,5 |
| 0,2 - 0,6 | 1,6 |
| 0,7 - 1,2 | 3,3 |
| 1,3 - 11,0 | 7,3 |
| 11,1 - 27,9 | 21,7 |
Considerando como referência os locais com porcentagem de residências atingidas pelas inundações entre 0 e 0,1%, o risco de leptospirose na população é:
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Considere o registro a seguir, realizado no prontuário de um
homem cisgênero, 35 anos de idade, bancário. A UBS de
referência está localizada em área urbana.
S1: Dor abdominal em cólica e diarreia malcheirosa há cerca de 20 dias, sem sangue ou muco. Em uso de analgésico e anti-espasmódico com controle dos sintomas. Sem febre, perda de 1 kg nesse período, nega viagens recentes. S2: Renovação de prescrição de PrEP para HIV (profilaxia pré-exposição). Uso diário há 2 anos, esquece de tomar menos de 1 vez por semana; últimos exames há cerca de 4 meses sem alterações. Relações sexuais anais receptivas e insertivas, uso irregular de preservativo. O: Abdome timpânico, sem dor à palpação e sem massas; hidratado, anictérico.
Exames realizados há 4 meses: sorologias para HIV, sífilis e hepatites B e C: negativo; pesquisa clamídia e gonorreia retal e urinária negativas; creatinina 0,8 mg/dL. Para esse paciente, a conduta mais indicada seria pesquisa nas fezes de:
S1: Dor abdominal em cólica e diarreia malcheirosa há cerca de 20 dias, sem sangue ou muco. Em uso de analgésico e anti-espasmódico com controle dos sintomas. Sem febre, perda de 1 kg nesse período, nega viagens recentes. S2: Renovação de prescrição de PrEP para HIV (profilaxia pré-exposição). Uso diário há 2 anos, esquece de tomar menos de 1 vez por semana; últimos exames há cerca de 4 meses sem alterações. Relações sexuais anais receptivas e insertivas, uso irregular de preservativo. O: Abdome timpânico, sem dor à palpação e sem massas; hidratado, anictérico.
Exames realizados há 4 meses: sorologias para HIV, sífilis e hepatites B e C: negativo; pesquisa clamídia e gonorreia retal e urinária negativas; creatinina 0,8 mg/dL. Para esse paciente, a conduta mais indicada seria pesquisa nas fezes de:
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Mulher, 67 anos de idade, procura atendimento na sua
Unidade Básica de Saúde (UBS) para exames de rotina,
especialmente preocupada com os exames ginecológicos.
Tem vida sexual ativa, não tem comorbidades. Realizou
exame citopatológico do colo uterino aos 61 e 64 anos de
idade, e mamografia aos 65 anos. Não tem história familiar de
câncer, nem teve exames de rastreamento alterados
anteriormente. Seguindo as recomendações do Ministério da
Saúde para câncer de mama e colo de útero, qual conduta
deve ser orientada para a paciente?
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdePrincípios, Objetivos, Diretrizes e Atribuições.
- Planejamento e Gestão
Mulher, parda, 22 anos de idade, na segunda gestação.
Moradora de município de médio porte, ensino médio
incompleto. Desempregada, em união estável. Primeiro
atendimento (14 semanas) quando realiza consulta de prénatal com enfermagem. Os exames de rotina são solicitados,
incluindo sorologia para sífilis (VDRL). Exame coletado, mas
resultado não foi incluído no prontuário por falha na digitação
do laboratório no sistema. Segundo atendimento (22 semanas): Anamnese e exame físico sem alterações. Terceiro
atendimento (28 semanas): Queixa de corrimento vaginal.
Solicitado novo VDRL, que retorna reagente: VDRL 1:64.
Confirmado por teste rápido treponêmico (positivo). Iniciada
penicilina benzatina (2,4 milhões UI IM, 3 doses com intervalo
semanal). Parceiro não comparece para tratamento. Parto (38
semanas): vaginal em maternidade regional. Recém-nascido
com sinais de prematuridade limítrofe, baixo peso (2.300 g) e
exantema palmoplantar. Avaliação neonatal mostra VDRL
reagente e anemia. Foi realizado tratamento do recém-nascido
com penicilina procaína. Puérpera foi orientada a continuar o
tratamento após a alta. Dentre os princípios do SUS e os
atributos da APS, em qual não houve o cumprimento
adequado e levou a ocorrência da sífilis congênita neste caso?
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Mulher, 52 anos de idade, procura a atenção primária com
queixas de fogachos frequentes, sudorese noturna e
alterações de sono, com ciclos menstruais regulares e
volumosos. Qual deve ser a abordagem mais apropriada para
o manejo inicial dessa paciente, conforme as diretrizes do
Ministério da Saúde?
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Um ensaio clínico randomizado estudou a associação entre o
uso de sotatercept e morte em pacientes com hipertensão
arterial pulmonar classes II e III. Os pacientes foram
randomizados em dois grupos: 84 pacientes receberam
sotatercept e 86 placebo, a cada três semanas, durante 11
meses. Os resultados do estudo encontram-se a seguir:
Considerando os dados da tabela, é necessário tratar:
| Desfecho: morte | |||
|---|---|---|---|
| Sim | Não | Total | |
| Sotatercept | 7 | 77 | 84 |
| Placebo | 13 | 73 | 86 |
| Total | 20 | 150 | 170 |
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Há evidências crescentes, embora controversas, de que a
exposição solar crônica está associada ao risco de câncer de
mama. Estudos anteriores foram realizados em regiões com
variação sazonal na Radiação Ultravioleta (UV) e entre
participantes predominantemente de ascendência europeia.
Um estudo de caso-controle foi conduzido em Porto Rico,
onde não há flutuação sazonal significativa e há exposição
contínua à radiação UV muito alta. O estudo incluiu 307 casos
de câncer de mama e 328 controles. A análise foi estratificada
por cor da pele. A tabela a seguir mostra a distribuição dos
participantes com tom de pele mais escuro.
Com base na tabela e considerando a categoria exposição solar “baixa” como referência, qual a provável conclusão em relação à exposição solar e ao câncer de mama neste estudo?
| Exposição solar | Casos (n) | Controles (n) |
|---|---|---|
| Baixa | 53 | 54 |
| Moderada | 26 | 56 |
| Alta | 24 | 54 |
Com base na tabela e considerando a categoria exposição solar “baixa” como referência, qual a provável conclusão em relação à exposição solar e ao câncer de mama neste estudo?
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O Governo Federal lançou em 2025 o programa “Agora Tem
Especialistas”, visando ampliar o acesso da população
usuária do Sistema Único de Saúde (SUS) à atenção
ambulatorial e hospitalar especializada, incluindo consultas,
exames e cirurgias. Uma das medidas prevê a contratação de
hospitais e serviços privados, mediante venda de capacidade
ociosa, abatimento de dívidas públicas ou créditos tributários.
Este caráter da participação do setor privado no SUS é
previsto na legislação como
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A metformina tem sido o medicamento de primeira linha para
tratamento do diabetes melito tipo 2 há décadas. Ela também
demonstrou apresentar ações antivirais in vitro em estudos
com dengue, hepatite C e rotavírus. Um ensaio clínico avaliou
a efetividade da metformina na redução de desfechos
adversos graves em pacientes com COVID-19. Após
randomização, 1.433 pacientes receberam metformina,
500 mg/dia, 14 dias (GE = Grupo Experimental) e 1.548
receberam placebo (GC = Grupo Controle). O desfecho
primário do estudo foi o tempo para a recuperação sustentada
da COVID-19 (definida como ausência de sintomas por, pelo
menos, 3 dias). Os desfechos secundários foram a
hospitalização e o óbito. O resultado principal mostrou que, ao
longo de 180 dias de seguimento, 7 participantes do GE e 3
do GC apresentaram algum evento adverso classificado como
grave (razão de riscos: 2.50, IC95%: 0.65-9,66). O tempo
mediano para recuperação sustentada foi de 9 dias para o GE
e 10 dias para o GC (razão de riscos = 0,96;
IC95%: 0,89-1,03). No total, 103 participantes relataram visitas
ao pronto-socorro ou hospitalização: 54 no GE e 49 no GC
(razão de riscos = 1,25; IC95%: 0,82-1,78). Não foram
relatados óbitos. Diante dos resultados apresentados, podese concluir:
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