Mulher, 65 anos de idade, assintomática, com achado
incidental em ultrassonografia de abdome de cisto em cauda
do pâncreas. Realizou ressonância magnética de abdome
superior que evidenciou lesão cística na cauda do pâncreas,
medindo 2,7 cm, com comunicação com o ducto pancreático
principal, o qual tem calibre de 0,5 cm, não foram visualizados
nódulos ou vegetações dentro do cisto. Realizou
ecoendoscopia que confirmou os achados da ressonância,
sendo realizada punção do cisto para análise, a qual revelou
presença de mucina e dosagem do Antígeno
Carcinoembrionário (CEA) de 350 ng/mL. CA 19-9 sérico
normal. O diagnóstico mais provável e a conduta para essa
paciente são, respectivamente,
Qual a melhor conduta para um paciente de 67 anos de idade,
com adenocarcinoma bem diferenciado de antro gástrico,
com boa funcionalidade, estadiado clinicamente como
cT2cN+ (lesão restrita à camada muscular e com 1 linfonodo
suspeito perilesional)?
Homem, 61 anos de idade, com antecedente de hepatite C desde 2012, tratada na ocasião com resposta virológica sustentada. Apresentou, em seguimento ambulatorial, nódulo em lobo hepático direito à ultrassonografia, medindo 4,5 cm. Nega ascite, episódios de confusão mental ou hemorragia digestiva. Child-Pugh A6, Model for End-Stage Liver Disease (MELD) = 7. Alfafetoproteína de 5,5 µg/L (ref.: < 7,5 µL/L). Realizou ressonância magnética de abdome com contraste, a qual é mostrada abaixo:
O caso foi discutido em reunião multidisciplinar e optado pela abordagem cirúrgica do paciente. São apresentadas fotos do aspecto final da cirurgia a seguir:
Qual a cirurgia realizada e quais estruturas são apontadas pelas setas 1 e 2, respectivamente?
Homem, 61 anos de idade, com antecedente de hepatite C desde 2012, tratada com resposta virológica sustentada. Apresentou,
em seguimento ambulatorial, nódulo em lobo hepático direito à ultrassonografia, medindo 4,5 cm. Nega ascite, episódios de
confusão mental ou hemorragia digestiva. Child-Pugh A6, Model for End-Stage Liver Disease (MELD) = 7. Realizou ressonância
magnética de abdome com contraste, apresentada na imagem a seguir:
Baseado na imagem, qual o diagnóstico do paciente e em qual segmento hepático está localizada a lesão?
Homem, 45 anos de idade, referindo disfagia progressiva para
sólidos há 2 anos e, recentemente, para alimentos pastosos,
com dificuldade de tomar água por vezes, realizou
endoscopia há 10 meses que veio normal. Nega ser de zona
endêmica para Doença de Chagas, refere ter perdido 5 kg no
último ano. Com relação ao caso descrito, assinale a
alternativa correta.
Homem, 52 anos de idade, com história de regurgitação
noturna importante, acompanhada de leve queimação há 6
meses. Refere que pela regurgitação estava comendo menos
e perdeu 3 kg no período. Procurou atendimento médico,
sendo solicitada endoscopia digestiva alta, a qual apresentou
achado de esofagite erosiva grau A. Tentou tratamento com
inibidor de bomba de prótons por 3 meses sem resposta
clínica satisfatória. Foi indicado tratamento cirúrgico com
fundoplicatura total + hiatoplastia para tratamento de refluxo
refratário, o paciente evoluiu com disfagia importante no pós - operatório. Com base no caso apresentado, pode-se afirmar:
Homem, 68 anos de idade, com hipertensão e diabetes melito
controlados, sedentário, tabagista, com pontuação 1 pela
escala de desempenho do Eastern Cooperative Oncology
Group (ECOG). Lesão ulcerada de 8 mm na grande curvatura,
junto à transição entre corpo e antro gástrico foi observada na
endoscopia digestiva alta. A biópsia demonstrou tratar-se de
adenocarcinoma gástrico tipo difuso de Lauren.
Ecoendoscopia estadiou a lesão como cT1b (submucosa)
cN0 (sem linfonodos suspeitos). Tomografia computadorizada
normal. Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta
para o caso descrito.
Homem, 53 anos de idade, tabagista e etilista de longa data,
desenvolveu lesão em base de língua, investigada e tratada
pela oncologia como carcinoma espinocelular com
quimioterapia
e radioterapia. Na complementação
diagnóstica, foi submetido à endoscopia digestiva alta, que
evidenciou lesão elevada avançada e infiltrativa em região de
esôfago médio a 23 cm da arcada dentária superior. A biópsia
mostrou ser um carcinoma espinocelular moderadamente
diferenciado. Durante o estadiamento, a tomografia de tórax
evidenciou espessamento do esôfago médio com linfonodos
adjacentes e enfisema pulmonar. Em seguida, foi realizada
PET-CT com 18F-FDG (fluorodesoxiglicose) com achado de
hipercaptação na região do esôfago médio e em pequeno
linfonodo adjacente. Com base no caso descrito, assinale a
alternativa que apresenta a melhor opção de tratamento para
o paciente.