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Mulher, 21 anos de idade, parda, primigesta, pré-natal de
risco habitual, sem intercorrências, idade gestacional de
37 semanas e 1 dia. Comparece no pronto-socorro de
obstetrícia no final da manhã, com queixa de perda de líquido
há 2 horas. A paciente nega ter realizado “teste do cotonete”
e refere quadro de urticária e dispneia na infância, ao receber
penicilina, necessitando atendimento médico. Ao exame
obstétrico, foi observada saída de líquido amniótico claro em
grande quantidade pela vagina, colo grosso, posterior,
dilatação de 1 cm, apresentação cefálica, ausência de
contrações uterinas. Cardiotocografia com padrão ativo. Foi
indicado o preparo de colo com misoprostol e posterior
indução do trabalho de parto com ocitocina, o qual se inicia
no final da tarde do dia seguinte. Qual a recomendação para
profilaxia da sepse neonatal por estreptococo do grupo B?
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Mulher, 32 anos de idade, solteira, tabagista, comparece a
primeira consulta de pré-natal. No exame clínico, é realizada
a coleta de material para a colpocitologia oncótica e
solicitação dos exames de rotina do pré-natal. Na segunda
consulta do pré-natal, os resultados estão disponíveis.
Resultado da Colpocitologia Oncótica (CCO): lesão
intraepitelial de baixo grau (LSIL); sorologias: AgHBs positivo,
AgHBe negativo. Qual a conduta neste caso?
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Mulher, 42 anos de idade, advogada, G5P2A2, com
antecedente de 2 partos normais a termo de um
relacionamento anterior, sem intercorrências durante a
gestação e partos. Com o atual marido, apresentou
2 abortamentos de primeiro trimestre, há cerca de 1 ano, sem
causa aparente. Refere quadro depressivo há 15 anos, após
a separação do primeiro marido, com tratamento
medicamentoso. Na atual gestação, apresentou alteração no
ultrassom morfológico de primeiro trimestre, sendo submetida
a biópsia de vilo corial e diagnosticada trissomia do
cromossomo 21. Comparece à consulta de pré-natal de rotina
com 20 semanas, referindo tristeza, perda de ânimo, com
dificuldade para realizar as tarefas domésticas e do trabalho.
Refere, também, perda de apetite e dificuldade para acordar.
Está ansiosa para realizar o ultrassom morfológico de segundo
trimestre, devido à possibilidade de malformações cardíacas
fetais, sente-se culpada pela alteração fetal. Assinale a
alternativa que apresenta a hipótese diagnóstica e a conduta
adequada para o caso, respectivamente.
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Mulher, 42 anos de idade, G3P2, realizou ultrassom
morfológico de primeiro trimestre com 12 semanas, sendo
observado comprimento craniocaudal compatível com a idade
gestacional calculada pela DUM, medida translucência nucal
3,5 mm, com presença de regurgitação tricúspide, e sem
outras alterações. Na sequência, foi realizado o NIPT, com
resultado de alto risco para trissomia do cromossomo 18.
Compareceà consulta com idade gestacional de 13 semanas.
Ela questiona se o resultado do NIPT é definitivo e ela deve se
preparar para uma gestação difícil e ter uma criança com
tempo limitado de vida. Assinale a alternativa que apresenta a
conduta correta.
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Mulher, 42 anos de idade, G3P2, com 2 filhos de 18 e 14 anos
de idade, de um relacionamento anterior, e atualmente, com 8
semanas de gestação. A paciente tem desejo de realizar o teste
não invasivo de rastreamento de aneuploidias, o NIPT, que uma
amiga sua fez, devido ao risco aumentado pela idade materna.
Assinale a alternativa que apresenta a conduta correta.
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Mulher, 40 anos de idade, primigesta, casada, inicia o pré-natal
e no exame clínico das mamas, palpa-se nódulo no quadrante
superior lateral da mama esquerda de cerca de 3 cm. A idade
gestacional é de 10 semanas. No exame de ultrassonografia
obstétrica, feto único e vivo. Assinale a alternativa que indica a
conduta inicial correta.
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Mulher, 38 anos de idade, casada, parda, secundigesta com
1 parto vaginal há 7 anos, idade gestacional de 36 semanas e
5 dias. É hipertensa crônica em uso de metildopa 2 gramas ao
dia. Nos exames de rotina do pré-natal, recebeu o diagnóstico
de sorologia para HIV-1/2 positiva. Na avaliação com
34 semanas, recebeu o resultado de carga viral de
40 cópias/mL e contagem de CD4 de 476 células/mm3. Fez
uso de TARV durante toda a gestação. À ultrassonografia
obstétrica, realizada na semana anterior, o peso estimado fetal
estava no percentil 5, líquido amniótico normal e
dopplervelocimetria da artéria umbilical com aumento de
resistência e cerebral média dentro da normalidade. A
paciente comparece ao pronto-socorro de obstetrícia com
queixa de dor em baixo ventre, presença de 2 contrações
uterinas de moderada intensidade em 10 min, colo médio,
posterior, pérvio para 5 cm. Realizada cardiotografia, com feto
ativo. Qual a conduta correta para o parto e o puerpério?
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Mulher, 28 anos de idade, primigesta. Refere que tem
diagnóstico de anemia falciforme (HbSS) desde a infância
com várias crises dolorosas prévias e em acompanhamento
com hematologista. Iniciou pré-natal com 10 semanas. O nível
basal de hemoglobina era 9 g/dL, demais exames de rotina
normais, seguindo sem intercorrências desde então. Realizou
ultrassom morfológico de primeiro e de segundo trimestres
mostrando desenvolvimento fetal adequado. Com idade
gestacional de 24 semanas, comparece ao pronto-socorro de
obstetrícia com queixa de tosse seca, dor torácica em
pontada no hemitórax esquerdo, dispneia no repouso e febre
há 1 dia. Ao exame físico, apresenta-se em regular estado
geral, icterícia escleral leve, em desconforto respiratório
moderado. Ausculta: murmúrio vesicular diminuído na base
esquerda, crepitações em bases. Sinais vitais com FC de
112 bpm, PA de 100×65 mmHg, FR de 30 irpm, SpO2 de 90%
em ar ambiente e temperatura axiliar de 38,7 °C. Exame
obstétrico sem alterações. Radiografia mostrando infiltrado
alveolar em base pulmonar esquerda, sem derrame pleural
evidente. Assinale a alternativa que apresenta a principal
hipótese diagnóstica e conduta imediata, respectivamente.
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Gestante, 42 anos de idade, primigesta, com antecedente de
hipertensão arterial sistêmica (diagnosticada há 5 anos),
obesidade com IMC pré-gestacional de 38 kg/m2. Manteve
bom controle pressórico durante a gestação com uso de
metildopa 1 g/dia. Na consulta de pré-natal, com idade
gestacional de 29 semanas, apresentava peso de 102 kg,
PA de 134×84 mmHg e ausência de edema nos membros
inferiores. Na consulta seguinte, com 32 semanas, queixou-se
de “inchaço nas mãos e nos pés”. Nessa ocasião,
apresentava peso de 106,5 kg, PA de 146×94 mmHg e edema
2+ em membros inferiores e mãos.
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Gestante, 42 anos de idade, primigesta, com antecedente de
hipertensão arterial sistêmica (diagnosticada há 5 anos),
obesidade com IMC pré-gestacional de 38 kg/m2. Manteve
bom controle pressórico durante a gestação com uso de
metildopa 1 g/dia. Na consulta de pré-natal, com idade
gestacional de 29 semanas, apresentava peso de 102 kg,
PA de 134×84 mmHg e ausência de edema nos membros
inferiores. Na consulta seguinte, com 32 semanas, queixou-se
de “inchaço nas mãos e nos pés”. Nessa ocasião,
apresentava peso de 106,5 kg, PA de 146×94 mmHg e edema
2+ em membros inferiores e mãos.
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