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A síndrome de lise tumoral, que pode ocorrer após início da quimioterapia devido à grande destruição de células neoplásicas, caracteriza-se pelas seguintes alterações metabólicas:
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E.K., 25 anos, modelo profissional, é muito alta e muito magra. Tabagista moderada, embora tenha se controlado significativamente durante a gestação, já com 39 semanas. História de ter iniciado com trabalho de parto hoje pela manhã, o qual foi realizado na água (parto normal em banheira com água aquecida) a pedido da gestante. Quem assistiu definiu o procedimento como muito doloroso e demorado, mas ao final mãe e filho estavam bem e contentes. Trinta minutos após, enquanto descansava com o bebê ao seio, refere dispneia progressiva e dificuldade para permanecer deitada. Quando o TRR chegou no quarto, a paciente estava pálida e muito dispneica, PA 70x30 mmHg, FC 130 bpm, T 36,2 ºC, FR 30 ipm, !$ SpO_2 !$ 80% com névoa 10 L/min. Ultrassom de cava inferior apresenta ausência de variabilidade com a respiração, visualmente a função cardíaca parece normal. Na área pulmonar à direita não foi visualizado deslizamento pleural ou linhas B, com um ponto pulmonar bem visível. Na área pulmonar à esquerda foi observado deslizamento pleural, ao menos duas linhas B por campo e nenhum ponto pulmonar. Uma proposta terapêutica inicial adequada ao caso é:
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R.T., 65 anos, com história de doença de Alzheimer, sem outras comorbidades, faz uso de donepezil 10 mg/d, memantina 14 mg/d e haloperidol 5 mg à noite para controle de agitação. Familiares referem tosse com expectoração há 7 dias, associada com piora do estado geral e febre, sendo iniciado levofloxacino 750 mg/d há 4 dias pelo geriatra responsável. Exames coletados em casa apresentam hemograma com Hb 9,5 mg/dL, VG 30%, leucócitos 15500/!$ mm^3 !$, neutrófilos 12300/!$ mm^3 !$, bastões 10%, plaquetas 180.000/!$ mm^3 !$, creatinina 1,2 mg/dL, sódio 155 mEq/L, potássio 3,0 mEq/L, magnésio 2,0 mg/dL, ureia 50 mg/dL, proteína C reativa 100 mg/L. Familiares procuraram o P.S. após o paciente apresentar perda de consciência em casa com recuperação espontânea. Ao exame, o paciente está torporoso, não responde a estímulo doloroso, PA 70x30 mmHg, FC 170 bpm, FR 20 ipm, T 36,1 ºC. ECG apresenta taquicardia, com ritmo irregular e QRS com morfologia variável em todos as derivações. Uma proposta terapêutica inicial adequada ao caso é:
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U.Y., 35 anos, tabagista, sem outras comorbidades, esposa de microempresário falido durante a pandemia por COVID-19, foi admitida no P.S. com a história de ter encontrado o esposo inconsciente no carro, com motor ligado, com portas e janelas da garagem fechadas. Quando o SAMU chegou para assistência, o empresário já estava morto. Ao exame, a paciente apresenta ansiedade importante, mostra-se um pouco confusa e desorientada, refere cefaleia intensa. PA 130x90 mmHg, FC 115 bpm, T 35,7 ºC, FR 30 ipm, !$ SpO_2 !$ de 98% em ar ambiente. Manejada com alprazolam 0,5 mg VO, permaneceu no P.S. enquanto aguardava a vinda dos familiares, quando subitamente evoluiu com perda de consciência e crise convulsiva generalizada tônico-clônica, a qual foi manejada com diazepam 10 mg EV, intubação orotraqueal e suporte em VM invasiva, modo VCV, Vc 450 mL, FR 24 ipm, PEEP 7 cm!$ H_2O !$, !$ FiO_2 !$ de 0,25. O neurologista de plantão solicitou TAC de crânio de emergência, a qual foi normal e sem particularidades. Laboratório coletado de emergência apresenta hemograma com Hb 9,5 g/dL, VG 30%, leucócitos 12000/!$ mm^3 !$, neutrófilos 9100/!$ mm^3 !$, bastões de 5%, sódio 145 mEq/L, potássio 4,5 mEq/L, creatinina 0,7 mg/dL, ureia 25 mg/dL, glicose 110 mg/dL, proteína C reativa 10 ng/L, gasometria !$ pH !$ 7,2, !$ pO_2 !$ 40 mmHg, !$ pCO_2 !$ 25 mmHg, BIC 20 mEq/L, !$ SO_2 !$ 98%, lactato 5,0 mmol/L (45 mg/dL). Qual é a proposta terapêutica inicial adequada ao caso?
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No que diz respeito ao tratamento da insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, assinale a alternativa correta.
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Y.Y., 68 anos, porte atlético, com aproximadamente 70 kg, sem comorbidades, com história de dor em hipocôndrio direito há 12 horas, tipo cólica, associada com enjoo e febre. Ao exame, escleras ictéricas, PAM 90x60 mmHg, FC 105 bpm, FR 30ipm, T 38,1 ºC, !$ SpO_2 !$ 80% em ar ambiente. Optou-se pelo uso de máscara com reservatório com fluxo de !$ O_2 !$ de 10 L/min, mas o paciente evoluiu com piora da consciência e da perfusão distal, sendo necessário realizar intubação e iniciar suporte em VM invasiva, modo PCV. Nesse contexto, quais são os parâmetros a serem ajustados no equipamento de ventilação mecânica?
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N.V., 58 anos, DPOC tabágico e dislipidêmico, apresenta história de exacerbação aguda do DPOC, com internamento 30 dias atrás pelo mesmo problema. Ao exame, apresenta-se confuso, PA 160x60 mmHg, FC 125 bpm, T 36,7 ºC, FR 30 ipm e !$ SpO_2 !$ 90% com cateter nasal 2 L/min, presença de tiragem intercostal, uso de musculatura acessória, com um afundamento do abdome durante o esforço inspiratório, mas ausculta com MV diminuído difuso sem sibilos audíveis. Segundo familiar, o paciente é pouco aderente ao uso das bombinhas de corticoide e beta2-agonista de longa ação. A partir do caso, uma proposta terapêutica inicial adequada é:
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Qual é o principal diagnóstico associado à dosagem sérica da colinesterase anormalmente baixa?
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Pacientes em terapia intensiva geralmente demandam diversos dispositivos invasivos para suporte de vida, os quais podem propiciar infecções associadas à assistência (IRAS). A respeito do assunto, considere as seguintes práticas:
1. Traqueostomia precoce – prevenção de pneumonia associada à ventilação mecânica (PAV).
2. Troca de sonda vesical de demora a cada 14 dias – prevenção de infecção urinária associada à cateterismo vesical (ITU-AC).
3. Barreira máxima estéril no momento do procedimento, o que inclui utilizar campo estéril ampliado, de forma a cobrir o corpo todo do paciente (cabeça aos pés) – prevenção de Infecção de corrente sanguínea relacionada à cateter (IPCSL-CVC).
4. Aspiração de secreção subglótica – prevenção de pneumonia associada à ventilação mecânica (PAV).
É/São prática(s) recomendada(s) como medida(s) de prevenção de IRAS:
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U.F., 78 anos, apresenta história de dois episódios de síncope, uma vez em casa e outra vez no pronto-socorro. Ao exame, PA 80x40 mmHg, FC 40 bpm, T 35,8 ºC, FR 18 ipm, !$ SpO_2 !$ de 92% em ar ambiente. No momento, está colaborativo sem qualquer déficit neurológico focal. ECG apresenta onda P precedendo QRS com intervalo fixo de 0,15 seg, mas ritmo irregular com algumas ondas P não precedendo o QRS, o qual apresenta duração de 110 ms, eixo de 60 graus, seguido de T assimétricas e positivas em todas as derivações, segmento ST sem desnivelamento. Conforme diretrizes do ACLS, qual é a estratégia inicial de tratamento para esse caso?
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