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Em um procedimento cirúrgico eletivo de grande porte foi necessária a transfusão de 1,5 L de sangue total e 0,5 L de plasma fresco. A doação foi realizada oito dias antes devido a dificuldades de obtenção do tipo sanguíneo B Rh negativo. Foram seis voluntários, quatro com idades entre 19 e 46 anos, um de 17 anos e um de 65 anos. Todos já eram doadores e, neste ano, já haviam realizado três procedimentos de doação, não sendo detectadas doenças hematológicas ou passíveis de transmissão.
Com relação à situação apresentada e com base na Resolução ANVISA RDC n.º 153/2004, julgue os itens subseqüentes.
A doação é permitida a menor de 18 anos de idade em situações especiais, com prévia aceitação de um médico do serviço e com justificativa por escrito na ficha do doador, além da autorização dos responsáveis legais.
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As células que compõem o sangue, ou células hematopoiéticas, exibem características diferentes de outras células, tais como tempo de vida relativamente curto, multiplicidade de tipos celulares e grande dispersão no organismo. Em um indivíduo normal, os níveis das células maduras no sangue são mantidos dentro de limites estreitos e, em resposta a emergências como perda sangüínea ou infecções, os tecidos hematopoiéticos são capazes de responder rapidamente aumentando a produção celular, exigindo uma resposta fisiológica rápida e complexa para manutenção da hemostasia.
M. A. Zago e D. T. Covas. Células-tronco: a nova fronteira da medicina. Ed. Atheneu, 2006 (com adaptações).
Com relação ao assunto abordado no texto acima e aos mecanismos de hematopoese, julgue os itens a seguir.
O PMO4 da família PMO (proteínas morfogenéticas ósseas) é responsável pela dispersão das células tronco hematopoéticas em cultura.
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As células que compõem o sangue, ou células hematopoiéticas, exibem características diferentes de outras células, tais como tempo de vida relativamente curto, multiplicidade de tipos celulares e grande dispersão no organismo. Em um indivíduo normal, os níveis das células maduras no sangue são mantidos dentro de limites estreitos e, em resposta a emergências como perda sangüínea ou infecções, os tecidos hematopoiéticos são capazes de responder rapidamente aumentando a produção celular, exigindo uma resposta fisiológica rápida e complexa para manutenção da hemostasia.
M. A. Zago e D. T. Covas. Células-tronco: a nova fronteira da medicina. Ed. Atheneu, 2006 (com adaptações).
Com relação ao assunto abordado no texto acima e aos mecanismos de hematopoese, julgue os itens a seguir.
As células-tronco hematopoéticas, descobertas na década de 40 do século passado, são abundantes na medula óssea, representando cerca de 30% de sua composição.
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As células que compõem o sangue, ou células hematopoiéticas, exibem características diferentes de outras células, tais como tempo de vida relativamente curto, multiplicidade de tipos celulares e grande dispersão no organismo. Em um indivíduo normal, os níveis das células maduras no sangue são mantidos dentro de limites estreitos e, em resposta a emergências como perda sangüínea ou infecções, os tecidos hematopoiéticos são capazes de responder rapidamente aumentando a produção celular, exigindo uma resposta fisiológica rápida e complexa para manutenção da hemostasia.
M. A. Zago e D. T. Covas. Células-tronco: a nova fronteira da medicina. Ed. Atheneu, 2006 (com adaptações).
Com relação ao assunto abordado no texto acima e aos mecanismos de hematopoese, julgue os itens a seguir.
A medula óssea, o sangue periférico, o sangue da placenta e do cordão umbilical são fontes de células-tronco somáticas para fins terapêuticos.
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O medicamento que veio do leite
As proteínas são o verdadeiro petróleo da biotecnologia.
Durante grande parte de sua história de 30 anos, o setor luta para
conseguir um suprimento regular, tirando o máximo dessas
commodities de moléculas grandes, de linhas de células extraídas
de ovários de hamsters e fontes similares. No fim da década
passada, com a chegada de uma nova classe de drogas baseadas
em proteínas, os anticorpos monoclonais, a demanda chegou a
superar a oferta. Há décadas, cientistas que criaram a
eritropoetina recombinante para rejuvenescer os glóbulos
vermelhos e os anticorpos monoclonais para combater o câncer
buscam formas alternativas de produção.
É possível que um novo biorreator — um animal gerado
pela engenharia genética para produzir uma proteína terapêutica
no leite — finalmente satisfaça essa grande expectativa.
Em busca de maior eficiência, os pesquisadores notaram que as
glândulas mamárias de vacas, coelhas e cabras, entre outras,
podem tornar-se fábricas ideais de proteína, devido à sua
capacidade de produzir grandes quantidades de proteínas
complexas. Além disso, glândulas mamárias não necessitam da
atenção constante exigida pelas culturas de células.
Scientific American Brasil, n.º 43, dez./2005 (com adaptações)
Acerca do assunto abordado no texto acima e de técnicas de produção de proteínas recombinantes, julgue os itens de 51 a 61.
A eritropoetina (EPO) produzida em leite de cabras poderia sustentar a eritropoese em pacientes portadores de hepatopatias, pois o fígado é o principal órgão secretor desse hormônio.
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O medicamento que veio do leite
As proteínas são o verdadeiro petróleo da biotecnologia.
Durante grande parte de sua história de 30 anos, o setor luta para
conseguir um suprimento regular, tirando o máximo dessas
commodities de moléculas grandes, de linhas de células extraídas
de ovários de hamsters e fontes similares. No fim da década
passada, com a chegada de uma nova classe de drogas baseadas
em proteínas, os anticorpos monoclonais, a demanda chegou a
superar a oferta. Há décadas, cientistas que criaram a
eritropoetina recombinante para rejuvenescer os glóbulos
vermelhos e os anticorpos monoclonais para combater o câncer
buscam formas alternativas de produção.
É possível que um novo biorreator — um animal gerado
pela engenharia genética para produzir uma proteína terapêutica
no leite — finalmente satisfaça essa grande expectativa.
Em busca de maior eficiência, os pesquisadores notaram que as
glândulas mamárias de vacas, coelhas e cabras, entre outras,
podem tornar-se fábricas ideais de proteína, devido à sua
capacidade de produzir grandes quantidades de proteínas
complexas. Além disso, glândulas mamárias não necessitam da
atenção constante exigida pelas culturas de células.
Scientific American Brasil, n.º 43, dez./2005 (com adaptações)
Acerca do assunto abordado no texto acima e de técnicas de produção de proteínas recombinantes, julgue os itens de 51 a 61.
No método convencional, a produção de proteínas recombinantes é realizada em biorreatores contendo grande quantidade de meio de cultura e uma matriz de fixação das células e o monitoramento das condições ambientais é freqüente.
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O medicamento que veio do leite
As proteínas são o verdadeiro petróleo da biotecnologia.
Durante grande parte de sua história de 30 anos, o setor luta para
conseguir um suprimento regular, tirando o máximo dessas
commodities de moléculas grandes, de linhas de células extraídas
de ovários de hamsters e fontes similares. No fim da década
passada, com a chegada de uma nova classe de drogas baseadas
em proteínas, os anticorpos monoclonais, a demanda chegou a
superar a oferta. Há décadas, cientistas que criaram a
eritropoetina recombinante para rejuvenescer os glóbulos
vermelhos e os anticorpos monoclonais para combater o câncer
buscam formas alternativas de produção.
É possível que um novo biorreator — um animal gerado
pela engenharia genética para produzir uma proteína terapêutica
no leite — finalmente satisfaça essa grande expectativa.
Em busca de maior eficiência, os pesquisadores notaram que as
glândulas mamárias de vacas, coelhas e cabras, entre outras,
podem tornar-se fábricas ideais de proteína, devido à sua
capacidade de produzir grandes quantidades de proteínas
complexas. Além disso, glândulas mamárias não necessitam da
atenção constante exigida pelas culturas de células.
Scientific American Brasil, n.º 43, dez./2005 (com adaptações)
Acerca do assunto abordado no texto acima e de técnicas de produção de proteínas recombinantes, julgue os itens de 51 a 61.
O uso de animais transgênicos possibilitaria a produção, em larga escala, de albumina sérica humana, podendo substituir a alta demanda de plasma para produção daquele hemoderivado.
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O medicamento que veio do leite
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Durante grande parte de sua história de 30 anos, o setor luta para
conseguir um suprimento regular, tirando o máximo dessas
commodities de moléculas grandes, de linhas de células extraídas
de ovários de hamsters e fontes similares. No fim da década
passada, com a chegada de uma nova classe de drogas baseadas
em proteínas, os anticorpos monoclonais, a demanda chegou a
superar a oferta. Há décadas, cientistas que criaram a
eritropoetina recombinante para rejuvenescer os glóbulos
vermelhos e os anticorpos monoclonais para combater o câncer
buscam formas alternativas de produção.
É possível que um novo biorreator — um animal gerado
pela engenharia genética para produzir uma proteína terapêutica
no leite — finalmente satisfaça essa grande expectativa.
Em busca de maior eficiência, os pesquisadores notaram que as
glândulas mamárias de vacas, coelhas e cabras, entre outras,
podem tornar-se fábricas ideais de proteína, devido à sua
capacidade de produzir grandes quantidades de proteínas
complexas. Além disso, glândulas mamárias não necessitam da
atenção constante exigida pelas culturas de células.
Scientific American Brasil, n.º 43, dez./2005 (com adaptações)
Acerca do assunto abordado no texto acima e de técnicas de produção de proteínas recombinantes, julgue os itens de 51 a 61.
A produção de proteínas humanas no leite de animais transgênicos apresenta diversas vantagens para hemoterapia, uma vez que, ao ser consumido pelo paciente, o leite pode disponibilizar diretamente hemoproteínas e zimogênios da coagulação.
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O medicamento que veio do leite
As proteínas são o verdadeiro petróleo da biotecnologia.
Durante grande parte de sua história de 30 anos, o setor luta para
conseguir um suprimento regular, tirando o máximo dessas
commodities de moléculas grandes, de linhas de células extraídas
de ovários de hamsters e fontes similares. No fim da década
passada, com a chegada de uma nova classe de drogas baseadas
em proteínas, os anticorpos monoclonais, a demanda chegou a
superar a oferta. Há décadas, cientistas que criaram a
eritropoetina recombinante para rejuvenescer os glóbulos
vermelhos e os anticorpos monoclonais para combater o câncer
buscam formas alternativas de produção.
É possível que um novo biorreator — um animal gerado
pela engenharia genética para produzir uma proteína terapêutica
no leite — finalmente satisfaça essa grande expectativa.
Em busca de maior eficiência, os pesquisadores notaram que as
glândulas mamárias de vacas, coelhas e cabras, entre outras,
podem tornar-se fábricas ideais de proteína, devido à sua
capacidade de produzir grandes quantidades de proteínas
complexas. Além disso, glândulas mamárias não necessitam da
atenção constante exigida pelas culturas de células.
Scientific American Brasil, n.º 43, dez./2005 (com adaptações)
Acerca do assunto abordado no texto acima e de técnicas de produção de proteínas recombinantes, julgue os itens de 51 a 61.
Teoricamente, os fatores de coagulação VIII e IX são passíveis de serem produzidos em ovelhas e cabras, porém este método ainda não obteve nenhum resultado prático promissor.
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O medicamento que veio do leite
As proteínas são o verdadeiro petróleo da biotecnologia.
Durante grande parte de sua história de 30 anos, o setor luta para
conseguir um suprimento regular, tirando o máximo dessas
commodities de moléculas grandes, de linhas de células extraídas
de ovários de hamsters e fontes similares. No fim da década
passada, com a chegada de uma nova classe de drogas baseadas
em proteínas, os anticorpos monoclonais, a demanda chegou a
superar a oferta. Há décadas, cientistas que criaram a
eritropoetina recombinante para rejuvenescer os glóbulos
vermelhos e os anticorpos monoclonais para combater o câncer
buscam formas alternativas de produção.
É possível que um novo biorreator — um animal gerado
pela engenharia genética para produzir uma proteína terapêutica
no leite — finalmente satisfaça essa grande expectativa.
Em busca de maior eficiência, os pesquisadores notaram que as
glândulas mamárias de vacas, coelhas e cabras, entre outras,
podem tornar-se fábricas ideais de proteína, devido à sua
capacidade de produzir grandes quantidades de proteínas
complexas. Além disso, glândulas mamárias não necessitam da
atenção constante exigida pelas culturas de células.
Scientific American Brasil, n.º 43, dez./2005 (com adaptações)
Acerca do assunto abordado no texto acima e de técnicas de produção de proteínas recombinantes, julgue os itens de 51 a 61.
A obtenção de animais transgênicos somente é possível por meio da microinjeção de lentivírus ou transposons contendo a seqüência de ADN de interesse no pronúcleo embrionário, seguida da injeção do espermatozóide na região intracitoplasmática do gameta feminino.
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