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Com relação à síndrome de angústia respiratória aguda (SARA), julgue os itens subsecutivos.
Classificam-se como portadores de SARA grave os pacientes que possuem índice de oxigenação entre 100 e 200 e com uso de PEEP ≥ 5 cmH2O.
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Acerca da ventilação mecânica, julgue os itens que se seguem.
Pode-se utilizar o incremento da PEEP como estratégia de redução da hiperinsuflação alveolar, desde que ocorra o aumento do volume expiratório.
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Acerca da ventilação mecânica, julgue os itens que se seguem.
Em caso de hiperinsuflação refratária às medidas convencionais, devem-se utilizar volumes correntes inferiores a 5 mL/kg e frequência respiratória abaixo de 12 irpm.
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Acerca da ventilação mecânica, julgue os itens que se seguem.
Em cirurgias esofágicas, é contraindicado o uso de ventilação mecânica não invasiva, mesmo com pressões mais baixas, para evitar a insuficiência respiratória aguda, pois a pressão positiva gerada pelo ventilador provoca a formação de fístulas traqueoesofágicas.
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Acerca da ventilação mecânica, julgue os itens que se seguem.
O modo bilevel utiliza dois níveis de pressão e é ciclado a tempo.
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Acerca da ventilação mecânica, julgue os itens que se seguem.
Deve-se utilizar a ventilação mecânica não invasiva em pacientes com edema agudo de pulmão de origem cardiogênica, com o objetivo de diminuir a necessidade de intubação orotraqueal, pois essa forma de ventilação favorece o aumento da pré-carga ventricular.
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Acerca da ventilação mecânica, julgue os itens que se seguem.
A ventilação mecânica não invasiva é contraindicada para pacientes com rebaixamento do nível de consciência, exceto para aqueles que sejam portadores de DPOC e tenham acidose respiratória.
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Homem com sessenta e oito anos de idade, portador de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), deu entrada em pronto-socorro com quadro de insuficiência respiratória seguida de parada cardiorrespiratória. Foram realizadas manobras de ressuscitação cardiopulmonar, com sucesso. Em seguida, procedeu-se à intubação orotraqueal e à instalação da ventilação mecânica, com os seguintes parâmetros: modo A/C PCV; Pins = 18 cmH2O; FiO2 = 50%; PEEP (pressão positiva ao final da expiração) = 8 cmH2O; frequência respiratória = 18 irpm; tempo inspiratório = 1,2 s. Exames complementares realizados após a intubação orotraqueal apresentaram os seguintes resultados: radiografia de tórax com presença de infiltrados pulmonares em bases bilateralmente; gasometria arterial com pH = 7,28; PaO2 = 78 mmHg; PaCO2 = 59 mmHg; HCO3 = 29 mEq/L; BE +5 e SpO2 = 92%.
Acerca do caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
No modo ventilatório por pressão controlada (PCV – pressure-controlled ventilation), o fluxo inspiratório é livre, não havendo interferência da máquina nesse parâmetro ventilatório.
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Homem com sessenta e oito anos de idade, portador de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), deu entrada em pronto-socorro com quadro de insuficiência respiratória seguida de parada cardiorrespiratória. Foram realizadas manobras de ressuscitação cardiopulmonar, com sucesso. Em seguida, procedeu-se à intubação orotraqueal e à instalação da ventilação mecânica, com os seguintes parâmetros: modo A/C PCV; Pins = 18 cmH2O; FiO2 = 50%; PEEP (pressão positiva ao final da expiração) = 8 cmH2O; frequência respiratória = 18 irpm; tempo inspiratório = 1,2 s. Exames complementares realizados após a intubação orotraqueal apresentaram os seguintes resultados: radiografia de tórax com presença de infiltrados pulmonares em bases bilateralmente; gasometria arterial com pH = 7,28; PaO2 = 78 mmHg; PaCO2 = 59 mmHg; HCO3 = 29 mEq/L; BE +5 e SpO2 = 92%.
Acerca do caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
No modo ventilatório assistido controlado (A/C), o disparo do ciclo ventilatório pode ser executado de forma espontânea pelo paciente ou controlado pela máquina.
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Homem com sessenta e oito anos de idade, portador de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), deu entrada em pronto-socorro com quadro de insuficiência respiratória seguida de parada cardiorrespiratória. Foram realizadas manobras de ressuscitação cardiopulmonar, com sucesso. Em seguida, procedeu-se à intubação orotraqueal e à instalação da ventilação mecânica, com os seguintes parâmetros: modo A/C PCV; Pins = 18 cmH2O; FiO2 = 50%; PEEP (pressão positiva ao final da expiração) = 8 cmH2O; frequência respiratória = 18 irpm; tempo inspiratório = 1,2 s. Exames complementares realizados após a intubação orotraqueal apresentaram os seguintes resultados: radiografia de tórax com presença de infiltrados pulmonares em bases bilateralmente; gasometria arterial com pH = 7,28; PaO2 = 78 mmHg; PaCO2 = 59 mmHg; HCO3 = 29 mEq/L; BE +5 e SpO2 = 92%.
Acerca do caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
Pacientes portadores de DPOC evoluem com quadro de hiperinsuflação dinâmica, que provoca aumento do trabalho ventilatório e, consequentemente, quadro de insuficiência respiratória.
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