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Um homem de 46 anos de idade, não fumante, procedente do domicílio, foi admitido na emergência com tosse, escarro purulento, dispneia e febre, havia 3 dias. Negou comorbidades prévias e uso de medicações de uso contínuo. A radiografia de tórax evidenciou múltiplas opacidades alveolares com broncograma aéreo em terço médio de hemitórax direito e terço inferior de hemitórax esquerdo. Após a administração de oxigênio por máscara de venturi 50%, obteve-se a seguinte gasometria arterial: pH = 7,31; PCO2 = 50; PaO2 = 87; saturação de O2 = 94%; HCO3 = 25. Nesse momento, a frequência respiratória era de 26 incursões respiratórias por minuto.
Com relação ao caso clínico precedente, julgue os próximos itens.
Na impossibilidade de uma radiografia pulmonar, a realização de ultrassonografia pulmonar, à beira do leito, confirmaria o diagnóstico de pneumonia, pois seriam identificadas as linhas C, que representam a reverberação da interface pleuropulmonar, são equidistantes umas das outras e cada vez menos ecogênicas na profundidade.
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Um homem de 46 anos de idade, não fumante, procedente do domicílio, foi admitido na emergência com tosse, escarro purulento, dispneia e febre, havia 3 dias. Negou comorbidades prévias e uso de medicações de uso contínuo. A radiografia de tórax evidenciou múltiplas opacidades alveolares com broncograma aéreo em terço médio de hemitórax direito e terço inferior de hemitórax esquerdo. Após a administração de oxigênio por máscara de venturi 50%, obteve-se a seguinte gasometria arterial: pH = 7,31; PCO2 = 50; PaO2 = 87; saturação de O2 = 94%; HCO3 = 25. Nesse momento, a frequência respiratória era de 26 incursões respiratórias por minuto.
Com relação ao caso clínico precedente, julgue os próximos itens.
É correto afirmar que existe shunt pulmonar.
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Um homem de 46 anos de idade, não fumante, procedente do domicílio, foi admitido na emergência com tosse, escarro purulento, dispneia e febre, havia 3 dias. Negou comorbidades prévias e uso de medicações de uso contínuo. A radiografia de tórax evidenciou múltiplas opacidades alveolares com broncograma aéreo em terço médio de hemitórax direito e terço inferior de hemitórax esquerdo. Após a administração de oxigênio por máscara de venturi 50%, obteve-se a seguinte gasometria arterial: pH = 7,31; PCO2 = 50; PaO2 = 87; saturação de O2 = 94%; HCO3 = 25. Nesse momento, a frequência respiratória era de 26 incursões respiratórias por minuto.
Com relação ao caso clínico precedente, julgue os próximos itens.
A fadiga diafragmática, possivelmente ocorrida no decorrer da instalação da insuficiência respiratória aguda, não justifica, por si, a hipercapnia.
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Um homem de 46 anos de idade, não fumante, procedente do domicílio, foi admitido na emergência com tosse, escarro purulento, dispneia e febre, havia 3 dias. Negou comorbidades prévias e uso de medicações de uso contínuo. A radiografia de tórax evidenciou múltiplas opacidades alveolares com broncograma aéreo em terço médio de hemitórax direito e terço inferior de hemitórax esquerdo. Após a administração de oxigênio por máscara de venturi 50%, obteve-se a seguinte gasometria arterial: pH = 7,31; PCO2 = 50; PaO2 = 87; saturação de O2 = 94%; HCO3 = 25. Nesse momento, a frequência respiratória era de 26 incursões respiratórias por minuto.
Com relação ao caso clínico precedente, julgue os próximos itens.
Trata-se de um mecanismo misto para a insuficiência respiratória aguda, no qual a hipoventilação alveolar é, necessariamente, um deles.
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Uma paciente de 39 anos de idade, com antecedente de transtorno afetivo bipolar (TAB), sob acompanhamento psiquiátrico havia oito anos, deu entrada na emergência de um hospital, trazida por familiares. A paciente apresentava o seguinte quadro clínico: lentificação psicomotora, fala empastada, emagrecimento de 6 kg em 1 mês, polidipsia e poliúria, sem outras comorbidades. Ela fazia uso, nos últimos 12 meses, de carbamazepina 1.200 mg/dia, carbonato de lítio 1.800 mg/dia, hidroclorotiazida 25 mg/dia e enalapril 10 mg/dia. Ao ser examinada, apresentou regular estado geral, mucosas coradas e desidratadas (++/4+), estava afebril e acianótica. O exame neurológico mostrou escala de coma de Glasgow 11 (abertura ocular: 3; resposta motora: 5; resposta verbal: 3), sem outras alterações neurológicas, sem sinais de irritação meníngea. Os demais exames apresentaram os seguintes resultados. Pressão arterial de 130 mmHg/80 mmHg; frequência cardíaca de 122 bpm; frequência respiratória de 24 incursões respiratórias por minuto; saturação de oxigênio (ar ambiente) de 95%. Não houve outras anormalidades. Exames laboratoriais na admissão: creatinina = 1,66; ureia = 59; K = 2,8; Na = 193; pH = 7,31; HCO3 = 17,9; pCO2 = 30; pO2 = 84; e lactato = 26.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens seguintes.
O diagnóstico etiológico gasométrico é compatível com o caso clínico e possui as seguintes bases fisiopatológicas: comprometimento da função renal tubular em regenerar bicarbonato e consumo de bicarbonato, por hiperlactatemia.
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Uma paciente de 39 anos de idade, com antecedente de transtorno afetivo bipolar (TAB), sob acompanhamento psiquiátrico havia oito anos, deu entrada na emergência de um hospital, trazida por familiares. A paciente apresentava o seguinte quadro clínico: lentificação psicomotora, fala empastada, emagrecimento de 6 kg em 1 mês, polidipsia e poliúria, sem outras comorbidades. Ela fazia uso, nos últimos 12 meses, de carbamazepina 1.200 mg/dia, carbonato de lítio 1.800 mg/dia, hidroclorotiazida 25 mg/dia e enalapril 10 mg/dia. Ao ser examinada, apresentou regular estado geral, mucosas coradas e desidratadas (++/4+), estava afebril e acianótica. O exame neurológico mostrou escala de coma de Glasgow 11 (abertura ocular: 3; resposta motora: 5; resposta verbal: 3), sem outras alterações neurológicas, sem sinais de irritação meníngea. Os demais exames apresentaram os seguintes resultados. Pressão arterial de 130 mmHg/80 mmHg; frequência cardíaca de 122 bpm; frequência respiratória de 24 incursões respiratórias por minuto; saturação de oxigênio (ar ambiente) de 95%. Não houve outras anormalidades. Exames laboratoriais na admissão: creatinina = 1,66; ureia = 59; K = 2,8; Na = 193; pH = 7,31; HCO3 = 17,9; pCO2 = 30; pO2 = 84; e lactato = 26.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens seguintes.
No caso em tela, a insuficiência renal possui, ao menos, dois mecanismos etiológicos.
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Uma paciente de 39 anos de idade, com antecedente de transtorno afetivo bipolar (TAB), sob acompanhamento psiquiátrico havia oito anos, deu entrada na emergência de um hospital, trazida por familiares. A paciente apresentava o seguinte quadro clínico: lentificação psicomotora, fala empastada, emagrecimento de 6 kg em 1 mês, polidipsia e poliúria, sem outras comorbidades. Ela fazia uso, nos últimos 12 meses, de carbamazepina 1.200 mg/dia, carbonato de lítio 1.800 mg/dia, hidroclorotiazida 25 mg/dia e enalapril 10 mg/dia. Ao ser examinada, apresentou regular estado geral, mucosas coradas e desidratadas (++/4+), estava afebril e acianótica. O exame neurológico mostrou escala de coma de Glasgow 11 (abertura ocular: 3; resposta motora: 5; resposta verbal: 3), sem outras alterações neurológicas, sem sinais de irritação meníngea. Os demais exames apresentaram os seguintes resultados. Pressão arterial de 130 mmHg/80 mmHg; frequência cardíaca de 122 bpm; frequência respiratória de 24 incursões respiratórias por minuto; saturação de oxigênio (ar ambiente) de 95%. Não houve outras anormalidades. Exames laboratoriais na admissão: creatinina = 1,66; ureia = 59; K = 2,8; Na = 193; pH = 7,31; HCO3 = 17,9; pCO2 = 30; pO2 = 84; e lactato = 26.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens seguintes.
Após restabelecimento da volemia com cristaloide, deverá ser instituída solução hipotônica associada ao diurético amilorida.
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Uma paciente de 39 anos de idade, com antecedente de transtorno afetivo bipolar (TAB), sob acompanhamento psiquiátrico havia oito anos, deu entrada na emergência de um hospital, trazida por familiares. A paciente apresentava o seguinte quadro clínico: lentificação psicomotora, fala empastada, emagrecimento de 6 kg em 1 mês, polidipsia e poliúria, sem outras comorbidades. Ela fazia uso, nos últimos 12 meses, de carbamazepina 1.200 mg/dia, carbonato de lítio 1.800 mg/dia, hidroclorotiazida 25 mg/dia e enalapril 10 mg/dia. Ao ser examinada, apresentou regular estado geral, mucosas coradas e desidratadas (++/4+), estava afebril e acianótica. O exame neurológico mostrou escala de coma de Glasgow 11 (abertura ocular: 3; resposta motora: 5; resposta verbal: 3), sem outras alterações neurológicas, sem sinais de irritação meníngea. Os demais exames apresentaram os seguintes resultados. Pressão arterial de 130 mmHg/80 mmHg; frequência cardíaca de 122 bpm; frequência respiratória de 24 incursões respiratórias por minuto; saturação de oxigênio (ar ambiente) de 95%. Não houve outras anormalidades. Exames laboratoriais na admissão: creatinina = 1,66; ureia = 59; K = 2,8; Na = 193; pH = 7,31; HCO3 = 17,9; pCO2 = 30; pO2 = 84; e lactato = 26.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens seguintes.
A alteração neurológica torna indispensável o exame de imagem do sistema nervoso central, independentemente da correção da hipernatremia.
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Uma paciente de 39 anos de idade, com antecedente de transtorno afetivo bipolar (TAB), sob acompanhamento psiquiátrico havia oito anos, deu entrada na emergência de um hospital, trazida por familiares. A paciente apresentava o seguinte quadro clínico: lentificação psicomotora, fala empastada, emagrecimento de 6 kg em 1 mês, polidipsia e poliúria, sem outras comorbidades. Ela fazia uso, nos últimos 12 meses, de carbamazepina 1.200 mg/dia, carbonato de lítio 1.800 mg/dia, hidroclorotiazida 25 mg/dia e enalapril 10 mg/dia. Ao ser examinada, apresentou regular estado geral, mucosas coradas e desidratadas (++/4+), estava afebril e acianótica. O exame neurológico mostrou escala de coma de Glasgow 11 (abertura ocular: 3; resposta motora: 5; resposta verbal: 3), sem outras alterações neurológicas, sem sinais de irritação meníngea. Os demais exames apresentaram os seguintes resultados. Pressão arterial de 130 mmHg/80 mmHg; frequência cardíaca de 122 bpm; frequência respiratória de 24 incursões respiratórias por minuto; saturação de oxigênio (ar ambiente) de 95%. Não houve outras anormalidades. Exames laboratoriais na admissão: creatinina = 1,66; ureia = 59; K = 2,8; Na = 193; pH = 7,31; HCO3 = 17,9; pCO2 = 30; pO2 = 84; e lactato = 26.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens seguintes.
A administração de ddAVP (acetato de desmopressina) promoverá a correção da poliúria, da hipocalemia e da hipernatremia.
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Uma paciente de 39 anos de idade, com antecedente de transtorno afetivo bipolar (TAB), sob acompanhamento psiquiátrico havia oito anos, deu entrada na emergência de um hospital, trazida por familiares. A paciente apresentava o seguinte quadro clínico: lentificação psicomotora, fala empastada, emagrecimento de 6 kg em 1 mês, polidipsia e poliúria, sem outras comorbidades. Ela fazia uso, nos últimos 12 meses, de carbamazepina 1.200 mg/dia, carbonato de lítio 1.800 mg/dia, hidroclorotiazida 25 mg/dia e enalapril 10 mg/dia. Ao ser examinada, apresentou regular estado geral, mucosas coradas e desidratadas (++/4+), estava afebril e acianótica. O exame neurológico mostrou escala de coma de Glasgow 11 (abertura ocular: 3; resposta motora: 5; resposta verbal: 3), sem outras alterações neurológicas, sem sinais de irritação meníngea. Os demais exames apresentaram os seguintes resultados. Pressão arterial de 130 mmHg/80 mmHg; frequência cardíaca de 122 bpm; frequência respiratória de 24 incursões respiratórias por minuto; saturação de oxigênio (ar ambiente) de 95%. Não houve outras anormalidades. Exames laboratoriais na admissão: creatinina = 1,66; ureia = 59; K = 2,8; Na = 193; pH = 7,31; HCO3 = 17,9; pCO2 = 30; pO2 = 84; e lactato = 26.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens seguintes.
No plano terapêutico, até a melhora clínica, deve constar a suspensão da hidroclorotiazida, do enalapril e do carbonato de lítio que, nesse último caso, ocorrerá mediante orientação do psiquiatra, caso exista uma opção terapêutica psiquiátrica alternativa ao tratamento.
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