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Mulher de 38 anos, com diagnóstico prévio de hipotireoidismo em uso de levotiroxina, com exames recentes (TSH e T4 livre) dentro da normalidade, procura atendimento ambulatorial por fadiga intensa, perda de 4 kg nos últimos 2 meses e náuseas recorrentes.
Ao exame físico, destaca-se hiperpigmentação difusa da pele, mais evidente em áreas expostas ao Sol. Nega febre, tosse ou sudorese noturna.
Os exames laboratoriais revelam:
• sódio sérico de 128 mEq/L;
• potássio de 6,1 mEq/L;
• cortisol plasmático matinal de 2 μg/dL (valor de referência: 5–25 μg/dL);
• hemoglobina de 13,2 g/dL;
• leucócitos totais normais com eosinofilia leve (800/μL);
• proteína C-reativa dentro da normalidade.
Com base nesses achados, a fisiopatologia mais provável da condição apresentada é
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Um homem de 64 anos procura atendimento ambulatorial por fadiga progressiva e perda ponderal não voluntária de 6 kg, nos últimos 2 meses. Relata náuseas ocasionais e desconforto abdominal difuso, sem relação com alimentação ou evacuação, e nega sangramentos. A filha notou coloração amarelada discreta na pele recentemente. Tabagista há 40 anos, faz uso ocasional de bebidas alcoólicas aos fins de semana.
Ao exame, apresenta icterícia, sem dor ou massas palpáveis. Exames laboratoriais mostram padrão colestático discreto. A tomografia abdominal evidencia lesão tumoral na cabeça do pâncreas com dilatação da via biliar. A biópsia por ultrassom endoscópico confirma adenocarcinoma pancreático.
Dos fatores a seguir, assinale o mais associado ao desenvolvimento desse tipo de tumor.
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Sobre as manifestações clínicas e laboratoriais do lúpus eritematoso sistêmico (LES), avalie as afirmativas a seguir.
I. O envolvimento das membranas serosas, como pleurite ou pericardite, pode ocorrer como manifestação da doença.
II. A trombocitose (plaquetas > 450.000/mm³) é considerada critério hematológico característico do LES.
III. A proteinúria persistente (> 0,5 g/24h) não é reconhecida como manifestação renal da doença.
Está correto o que se afirma em
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Um homem de 39 anos procura atendimento devido à dor epigástrica em queimação e episódios de diarreia aquosa. Os sintomas vêm se mantendo há mais de um ano e pioram em jejum, apresentando melhora parcial com uso de antiácidos. Nos últimos três meses, houve piora dos sintomas preexistentes, associada a perda ponderal de 6 kg. O exame físico não revelou alterações relevantes.
A endoscopia digestiva alta evidenciou múltiplas úlceras no duodeno e jejuno proximal.
Diante desses achados endoscópicos, deve-se solicitar exame laboratorial de dosagem de
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Uma mulher de 60 anos procura o pronto-socorro com quadro de dor abdominal tipo cólica em quadrante inferior e diarreia há quatro dias. Refere de seis a sete evacuações diárias, aquosas, sem muco ou sangue. Relata náuseas, mas sem vômitos ou febre. Os sintomas iniciaram cerca de uma semana após o término de um tratamento de dez dias com clindamicina para abscesso dentário. Nega doenças intestinais prévias, viagens recentes ou contato com pessoas com sintomas semelhantes.
No exame físico, encontra-se afebril, com dor à palpação no quadrante inferior esquerdo, sem sinais de irritação peritoneal. Exames laboratoriais mostram função renal preservada e hemograma sem alterações significativas.
Dos agentes a seguir, assinale o mais provável responsável pelo quadro clínico dessa paciente.
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Um homem de 70 anos procura atendimento ambulatorial devido à tosse persistente e a uma fadiga, nos últimos 3 meses. Relata também perda de peso não intencional e alguns episódios de tosse acompanhados de hemoptise. É tabagista crônico, com carga de 45 maços/ano. Nega febre ou infecções respiratórias recentes.
Ao exame físico, observa-se redução do murmúrio vesicular no terço superior do hemitórax direito.
A tomografia de tórax evidencia massa cavitada localizada no lobo superior direito. Foi agendada broncoscopia para investigação diagnóstica complementar.
Exames laboratoriais revelam:
• Hemoglobina: 13,4 g/dL (VR: 13,5–17,5 g/dL);
• Leucócitos: 7.200/mm³ (VR: 4.000–11.000/mm³);
• Plaquetas: 275.000/mm³ (VR: 150.000–450.000/mm³);
• Sódio sérico: 139 mEq/L (VR: 135–145 mEq/L);
• Potássio sérico: 4,1 mEq/L (VR: 3,5–5,0 mEq/L);
• Cálcio sérico: 12,5 mg/dL (VR: 8,5–10,5 mg/dL);
• Albumina sérica: 4,0g/dl (VR: 3,5-5,0 g/dL);
• Paratormônio: 5 pg/mL (VR: 15–65 pg/mL);
• Creatinina sérica: 0,9 mg/dL (VR: 0,7–1,3 mg/dL).
Com base nesse quadro clínico, o diagnóstico mais provável é
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Um homem de 28 anos vem à consulta para avaliação clínica e traz dúvidas em relação a exames pré-admissionais recentes. Refere sentir-se bem e estar assintomático. Nega história prévia de icterícia, uso de drogas intravenosas ou transfusão sanguínea.
A sorologia para hepatite B revelou:
• HBsAg: negativo;
• Anti-HBs: positivo;
• Anti-HBc: negativo;
• HBeAg: negativo;
• Anti-HBe: negativo.
Dentre as opções a seguir, assinale a que melhor descreve a situação sorológica desse paciente em relação à hepatite B.
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Um homem de 39 anos procura atendimento ambulatorial por congestão nasal persistente e dor facial há 6 meses. Nas últimas semanas, passou a apresentar tosse com hemoptise e dispneia progressiva. Refere também febre baixa recorrente, fadiga e perda de 5 kg nesse período.
Ao exame físico, observam-se úlceras na mucosa nasal, estertores crepitantes difusos em ambos os pulmões e púrpura palpável nos membros inferiores. Os exames laboratoriais revelam anemia normocítica, creatinina de 2,3 mg/dL e hematúria com cilindros hemáticos. A radiografia de tórax evidencia múltiplos nódulos, alguns cavitados, associados a opacidades bilaterais em regiões hilo pulmonares.
Esses achados sugerem, entre as hipóteses diagnósticas, uma vasculite primária associada a autoanticorpos dirigidos contra antígenos, que estão presentes no seguinte tipo celular:
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Uma mulher de 30 anos procura o pronto-socorro devido a episódios recorrentes de cólicas abdominais, intensificados nos últimos dias, acompanhados de fadiga persistente. Refere ainda episódios ocasionais de dormência em mãos e pés, além de dificuldade de concentração. Recentemente, tratou infecção de vias aéreas com antibióticos e analgésicos. Nega febre, vômitos, diarreia, icterícia, mialgia ou alteração do hábito intestinal. Não faz uso de álcool nem tabaco, e segue dieta restritiva para controle de peso.
Ao exame, apresenta-se ansiosa, porém orientada. O abdome é discretamente doloroso à palpação profunda, sem sinais de irritação peritoneal. O exame neurológico mostra redução da sensibilidade dolorosa em distribuição tipo “bota e luva”. Exames laboratoriais revelam hiponatremia leve, albumina normal e ausência de proteinúria. Apesar de negar queixas urinárias irritativas, a paciente relata episódios frequentes de escurecimento da coloração da urina.
O exame complementar mais adequado para confirmar a hipótese diagnóstica inicial é realizar
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Mulher de 60 anos, com longa história de hipertensão arterial mal controlada e tabagismo, é levada ao pronto-socorro após desenvolver cefaleia súbita, intensa, descrita como “a pior de sua vida”, durante subida de escada. Logo após o início da dor, apresentou breve perda de consciência.
No momento da avaliação, encontra-se sonolenta, com fotofobia, cefaleia difusa intensa e rigidez de nuca. O exame neurológico não identificou déficit focal. Sinais vitais: PA 186 x 106 mmHg e FC 88 bpm. A tomografia computadorizada de crânio sem contraste foi inconclusiva. A punção lombar revelou líquor xantocrômico, com aumento difuso do número de hemácias em todos os tubos coletados.
Assinale o mecanismo mais provável para a condição apresentada.
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