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No Serviço de Emergência, dá entrada uma mulher de 60 anos que apresenta dor torácica súbita e intensa após episódio de vômitos repetidos. O exame físico mostra taquicardia, febre, enfisema subcutâneo cervical. Na TC de tórax, há extravasamento de contraste do esôfago distal para mediastino.
Nesse caso, a principal hipótese diagnóstica e a conduta inicial mais adequada são
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Paciente, 70 anos, foi submetido à gastrectomia subtotal por câncer gástrico. No 4º dia de pós-operatório, apresenta febre (39 ºC), taquicardia, hipotensão (PA 85 x 60 mmHg), taquipneia e alteração do nível de consciência. O exame físico revela pele fria, extremidades mal perfundidas, débito urinário reduzido.
Nesse caso, a principal hipótese diagnóstica e a conduta inicial imediata a ser adotada são
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Paciente feminina, de 48 anos, obesa, foi submetida à histerectomia abdominal há 6 dias. Evolui com dispneia súbita, taquicardia, dor torácica pleurítica e saturação de O₂ em 84%.
Exame físico: estertores discretos à ausculta pulmonar.
Nesse caso, a complicação cirúrgica mais provável e a conduta inicial mais adequada são
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Sua equipe é a responsável por um paciente de 62 anos, submetido, há 7 dias, à colectomia esquerda por neoplasia. Evolui com febre, taquicardia, dor abdominal difusa e saída de secreção purulenta pela ferida operatória.
Exame físico: abdome distendido, defesa involuntária difusa. Hemograma mostra leucocitose.
Nesse caso, a principal complicação cirúrgica e a conduta imediata adequada são, respectivamente,
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O paciente é um homem de 58 anos com diagnóstico de adenocarcinoma de cólon direito, que foi indicado para colectomia eletiva. Relata perda de 12% do peso corporal nos últimos 3 meses, inapetência e fadiga. IMC atual: 18 kg/m².
Ao exame físico, apresenta atrofia muscular difusa e hipoalbuminemia (2,8 g/dL). Não há evidências de sepse ou obstrução intestinal aguda.
Nesse caso, a conduta mais adequada em relação ao suporte nutricional pré-operatório será
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Uma mulher de 78 anos, portadora de hipertensão controlada, apresenta colelitíase sintomática e foi indicada para colecistectomia eletiva. Relata fadiga aos mínimos esforços, histórico de duas quedas nos últimos 6 meses e perda de peso não intencional de 5 kg no último ano.
No exame físico:
• IMC 20 kg/m2;
• pressão arterial 128/70 mmHg;
• FC 74 bpm;
• ausculta cardíaca normal. A avaliação laboratorial está dentro da normalidade.
Para essa paciente, a conduta mais adequada quanto à avaliação de risco cirúrgico é
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Homem de 60 anos apresenta quadro de cansaço aos esforços há 4 meses, dor abdominal e sangramento persistente nas fezes. O exame físico revela mucosas descoradas e massa palpável em quadrante inferior esquerdo.
Diante da hipótese de anemia ferropriva associada a sangramento gastrointestinal crônico, esperam-se da cinética do ferro as seguintes características:
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Uma mulher de 35 anos apresenta episódios recorrentes de mudança de coloração e dor nos dedos das mãos, ao serem expostos ao frio. Refere que os dedos ficam inicialmente pálidos e dormentes, depois arroxeados, tornando-se em seguida eritematosos e dolorosos.
Relata, ainda, fadiga, rigidez em mãos e punhos, pirose e disfagia de condução para alimentos sólidos. Ao exame, observa-se espessamento cutâneo na região das mãos, com esclerodactilia e redução da abertura oral. O exame físico pulmonar, cardiovascular e abdominal é normal. Exames laboratoriais revelam fator antinuclear (ANA) positivo, com padrão centromérico na imunofluorescência.
O diagnóstico mais provável é
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Mulher de 38 anos, com diagnóstico prévio de hipotireoidismo em uso de levotiroxina, com exames recentes (TSH e T4 livre) dentro da normalidade, procura atendimento ambulatorial por fadiga intensa, perda de 4 kg nos últimos 2 meses e náuseas recorrentes.
Ao exame físico, destaca-se hiperpigmentação difusa da pele, mais evidente em áreas expostas ao Sol. Nega febre, tosse ou sudorese noturna.
Os exames laboratoriais revelam:
• sódio sérico de 128 mEq/L;
• potássio de 6,1 mEq/L;
• cortisol plasmático matinal de 2 μg/dL (valor de referência: 5–25 μg/dL);
• hemoglobina de 13,2 g/dL;
• leucócitos totais normais com eosinofilia leve (800/μL);
• proteína C-reativa dentro da normalidade.
Com base nesses achados, a fisiopatologia mais provável da condição apresentada é
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Um homem de 64 anos procura atendimento ambulatorial por fadiga progressiva e perda ponderal não voluntária de 6 kg, nos últimos 2 meses. Relata náuseas ocasionais e desconforto abdominal difuso, sem relação com alimentação ou evacuação, e nega sangramentos. A filha notou coloração amarelada discreta na pele recentemente. Tabagista há 40 anos, faz uso ocasional de bebidas alcoólicas aos fins de semana.
Ao exame, apresenta icterícia, sem dor ou massas palpáveis. Exames laboratoriais mostram padrão colestático discreto. A tomografia abdominal evidencia lesão tumoral na cabeça do pâncreas com dilatação da via biliar. A biópsia por ultrassom endoscópico confirma adenocarcinoma pancreático.
Dos fatores a seguir, assinale o mais associado ao desenvolvimento desse tipo de tumor.
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