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Reparação duas décadas depois

Francisco Alves Mendes Filho ainda não era um mito da luta contra a devastação da Amazônia quando foi preso, em 1981, acusado de subversão e incitamento à luta de classes no Acre, em plena ditadura militar. Chico Mendes se tornaria mundialmente conhecido, dali para a frente, por comandar uma campanha contra a ação de grileiros e latifundiários, responsáveis pela destruição da floresta e pela escravização do caboclo amazônico. Por isso mesmo foi assassinado, em 22 de dezembro de 1988, na porta de casa, em Xapuri. O crime, cometido por uma dupla de fazendeiros, foi punido com uma sentença de 19 anos de cadeia para cada um. Faltava reparar a injustiça cometida pelos militares.

E ela veio na quarta-feira 10, no palco do Teatro Plácido de Castro, em Rio Branco, na forma de uma portaria assinada pelo ministro da Justiça, Tarso Genro. Antes, porém, realizou-se uma sessão de julgamento da Comissão de Anistia, cujo resultado foi o reconhecimento, por unanimidade, da perseguição política sofrida por Chico Mendes no início dos anos 80 do século passado. A viúva do líder seringueiro, Izalmar Gadelha Mendes, vai receber uma pensão vitalícia de 3 mil reais mensais, além de indenização de 337,8 mil reais.

Após assinar a portaria de anistia, Tarso Genro declarou que o assassinato de Chico Mendes está diretamente associado à perseguição sofrida pelo seringueiro durante a ditadura. “O Estado brasileiro não soube compreender o que ele (Mendes) representava naquele momento”, disse o ministro. “O Brasil pede perdão a Chico Mendes”, afirmou, ao assinar o documento. Acompanhada de dois filhos, Izalmar Mendes mostrou-se satisfeita com o resultado do julgamento. “Era a hora de limpar o nome do meu marido. Mais importante do que a indenização foi o pedido de desculpas feito pelo Estado”, disse a viúva.

O caso de Chico Mendes foi relatado pela conselheira Sueli Bellato. Emocionada, ela disse ter lido muito sobre o seringueiro morto para, então, encadear os argumentos que a fizeram acatar o pedido de reconhecimento e indenização interposto por Izalmar Mendes. Chico Mendes foi vereador em Xapuri, onde nasceu, e se firmou como crítico de projetos governamentais de graves consequências ambientais, como a construção de estradas na região amazônica.

No relatório, aprovado por unanimidade, a conselheira contou detalhes da vida de Chico Mendes, da infância pobre nos seringais ao dia em que foi assassinado. Segundo Sueli Bellato, a atuação de Mendes contra grileiros e latifundiários rendeu, durante a ditadura, um arquivo de 71 páginas redigidas por agentes do antigo Serviço Nacional de Informações (SNI). Foi por participar de um ato público, em 1980, que Chico Mendes passou a ser fichado e perseguido pelos militares. Em Rio Branco, o seringueiro fez um discurso exaltado contra a violência no campo provocada pelos fazendeiros.

Na época, Chico Mendes foi enquadrado na Lei de Segurança Nacional, acusado de “atentado contra a paz, a prosperidade e a harmonia entre as classes sociais”. Preso em diversas ocasiões, só foi definitivamente absolvido em 1.º de março de 1984, quatro anos depois, portanto, de iniciadas as perseguições. De acordo com a conselheira Sueli Bellato, embora o relatório não tenha se aprofundado na questão, foi possível constatar que Chico Mendes também foi torturado enquanto estava sob custódia de policiais federais.

Leandro Fortes. Internet: <www.cartacapital.com.br> (com adaptações).

Com base no texto de Leandro Fortes e considerando aspectos textuais e gramaticais, julgue o próximo item.

Estaria de acordo com o que estabelece a prescrição gramatical para textos escritos no nível formal da linguagem, tais como documentos oficiais, a substituição da expressão “dali para a frente” por dali pra frente.

 

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Enunciado 3033053-1

Com base na figura acima, que contém uma planilha em edição no Excel 2003, julgue o item.

O gráfico é do tipo personalizado, disponível na ferramenta Enunciado 3033053-2, denominada assistente de gráfico.
 

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Julgue o item a seguir acerca de conceitos de informática.

Provedores de e-mails na Internet criam, no momento do cadastro, sítios postais para os usuários, que são capazes de armazenar mensagens recebidas com limite de tamanho diversificado.
 

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2379525 Ano: 2008
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IBAMA
Julgue o próximo item acerca das características do Diário Oficial da União (DOU).

As nomeações e exonerações de servidores do IBAMA são publicadas na seção 2 do DOU, subordinadas ao Ministério de Meio Ambiente.
 

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2379517 Ano: 2008
Disciplina: Administração Geral
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IBAMA
Julgue o item a seguir que aborda as atividades de planejamento, de marketing e o serviço de referência em bibliotecas.

O planejamento é constituído por um conjunto de fases que se sucedem e interagem sistematicamente e, aplicado em uma unidade de informação, se faz presente no processo de formação, desenvolvimento e organização de coleções.
 

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2379486 Ano: 2008
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IBAMA
Julgue o item que se segue a respeito da catalogação anglo-americana AACR2.

O primeiro capítulo da AACR2 trata de todos os tipos de materiais e corresponde à descrição bibliográfica internacional normalizada-geral — ISBD (G).
 

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2379467 Ano: 2008
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IBAMA
Julgue o item a seguir, a respeito de segurança, senhas, criptografia, backup e arquivamento, vírus e programas de proteção e remoção.

Em um sistema de criptografia simétrico, a mesma chave é usada para criptografar e descriptografar. Em um sistema assimétrico, a chave usada para descriptografar, denominada chave pública, é diferente da chave usada para criptografar, denominada chave privada.
 

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Reparação duas décadas depois

Francisco Alves Mendes Filho ainda não era um mito da luta contra a devastação da Amazônia quando foi preso, em 1981, acusado de subversão e incitamento à luta de classes no Acre, em plena ditadura militar. Chico Mendes se tornaria mundialmente conhecido, dali para a frente, por comandar uma campanha contra a ação de grileiros e latifundiários, responsáveis pela destruição da floresta e pela escravização do caboclo amazônico. Por isso mesmo foi assassinado, em 22 de dezembro de 1988, na porta de casa, em Xapuri. O crime, cometido por uma dupla de fazendeiros, foi punido com uma sentença de 19 anos de cadeia para cada um. Faltava reparar a injustiça cometida pelos militares.

E ela veio na quarta-feira 10, no palco do Teatro Plácido de Castro, em Rio Branco, na forma de uma portaria assinada pelo ministro da Justiça, Tarso Genro. Antes, porém, realizou-se uma sessão de julgamento da Comissão de Anistia, cujo resultado foi o reconhecimento, por unanimidade, da perseguição política sofrida por Chico Mendes no início dos anos 80 do século passado. A viúva do líder seringueiro, Izalmar Gadelha Mendes, vai receber uma pensão vitalícia de 3 mil reais mensais, além de indenização de 337,8 mil reais.

Após assinar a portaria de anistia, Tarso Genro declarou que o assassinato de Chico Mendes está diretamente associado à perseguição sofrida pelo seringueiro durante a ditadura. “O Estado brasileiro não soube compreender o que ele (Mendes) representava naquele momento”, disse o ministro. “O Brasil pede perdão a Chico Mendes”, afirmou, ao assinar o documento. Acompanhada de dois filhos, Izalmar Mendes mostrou-se satisfeita com o resultado do julgamento. “Era a hora de limpar o nome do meu marido. Mais importante do que a indenização foi o pedido de desculpas feito pelo Estado”, disse a viúva.

O caso de Chico Mendes foi relatado pela conselheira Sueli Bellato. Emocionada, ela disse ter lido muito sobre o seringueiro morto para, então, encadear os argumentos que a fizeram acatar o pedido de reconhecimento e indenização interposto por Izalmar Mendes. Chico Mendes foi vereador em Xapuri, onde nasceu, e se firmou como crítico de projetos governamentais de graves consequências ambientais, como a construção de estradas na região amazônica.

No relatório, aprovado por unanimidade, a conselheira contou detalhes da vida de Chico Mendes, da infância pobre nos seringais ao dia em que foi assassinado. Segundo Sueli Bellato, a atuação de Mendes contra grileiros e latifundiários rendeu, durante a ditadura, um arquivo de 71 páginas redigidas por agentes do antigo Serviço Nacional de Informações (SNI). Foi por participar de um ato público, em 1980, que Chico Mendes passou a ser fichado e perseguido pelos militares. Em Rio Branco, o seringueiro fez um discurso exaltado contra a violência no campo provocada pelos fazendeiros.

Na época, Chico Mendes foi enquadrado na Lei de Segurança Nacional, acusado de “atentado contra a paz, a prosperidade e a harmonia entre as classes sociais”. Preso em diversas ocasiões, só foi definitivamente absolvido em 1.º de março de 1984, quatro anos depois, portanto, de iniciadas as perseguições. De acordo com a conselheira Sueli Bellato, embora o relatório não tenha se aprofundado na questão, foi possível constatar que Chico Mendes também foi torturado enquanto estava sob custódia de policiais federais.

Leandro Fortes. Internet: <www.cartacapital.com.br> (com adaptações).

Com base no texto de Leandro Fortes e considerando aspectos textuais e gramaticais, julgue o próximo item.

A conjunção “E”, por ter, no período, valor adversativo, pode ser substituída pela conjunção Mas, sem prejuízo para as informações do texto.

 

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2379380 Ano: 2008
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IBAMA
1 import java.sql.*;
2 public class JoltReport {
3 public static void main (String args[]) {
4 String URL = “jdbc:odbc:CafeJolt”;
5 String username = ””;
6 String password = ””;
7 try {
8 Class.forName(“sun.jdbc.odbc.JdbcOdbcDriver”);
9 } catch (Exception e) {
10 System.out.println(“Error”);
11 return;
12 }
13 Statement stmt = null;
14 Connection con=null;
15 try {
16 con = DriverManager.getConnection (
17 URL, username, password);
18 stmt = con.createStatement();
19 } catch (Exception e) {System.err.println(“problems 20 connecting to”+URL);
21 }
22 try {
23 ResultSet result = stmt.executeQuery(
24 “SELECT programmer, cups FROM JoltData ORDER BY cups 25 DESC;”);
26 result.next();
27 String name = result.getString(“programmer”);
28 int cups = result.getInt(“cups”);
29 System.out.println(“Programmer”+name+
30 “consumed the most coffee:”+cups+” cups.”);
31 result = stmt.executeQuery(
32 “SELECT cups FROM JoltData;”);
33 cups = 0;
34 while(result.next()) {
35 cups += result.getInt(“cups”);
36 }
37 System.out.println(“Resultado total”+cups);
38 con.close();
39 }
40 catch (Exception e) {
41 e.printStackTrace();
42 }
43 }
44 }
Internet< www.java.sun>.
Considerando o trecho de código apresentado acima, julgue o próximo item.
As linhas de 7 a 12 permitem carregar o driver que informa às classes JDBC como se comunicar com a fonte de dados. No código, é usada a classe JdbcOdbcDriver e a linha 10 informa a ocorrência de erro no carregamento do driver JDBC/ODBC.
 

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Paulo, proprietário rural, decidiu instituir uma servidão ambiental em sua propriedade, por 10 anos. Procurou o órgão ambiental competente, que deu anuência à instituição da servidão. Com cinco anos do início da servidão, Paulo precisou vender o imóvel rural e encontrou um comprador, que exigiu a modificação da destinação da área, pois pretendia explorar a cultura de soja na fazenda.

Considerando essa situação hipotética, julgue o item a seguir.

A servidão ambiental instituída por Paulo será averbada na matrícula do imóvel, no cartório de registro de imóveis competente, para que, na venda da propriedade ao comprador, se verifique a existência da servidão e se altere a destinação da área.
 

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