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Por que a coceira dos outros causa repulsa
Sentimos prazer em coçar, mas podemos ter evoluído
para evitar aqueles que coçam.
Talvez seja a sensação mais enlouquecedora
que existe.
Se você espetar seu dedo, pode simplesmente
ignorar a dor. Mas tente ignorar uma coceira
voraz. Impossível!
Por que isso acontece?
Até recentemente, os pesquisadores tinham
apenas raspado a superfície, com o perdão da expressão,
da ciência da coceira. Mas isso está começando a mudar.
Agora, os cientistas sabem que a sensação
de coceira é transmitida por uma série de processos e
neurônios específicos, o que abre o caminho para toda
uma nova série de tratamentos.
Mas, para início de conversa, por que nós nos coçamos?
Acredita‑se que os mamíferos tenham evoluído
originalmente a sensação de coceira como uma espécie
de reflexo, que os ajuda a expulsar patógenos invasores e
evitar substâncias nocivas no ambiente.
Mas, claramente, existe também um
aspecto psicológico da coceira que ainda não
entendemos totalmente.
Um exemplo é o fenômeno da coceira
contagiosa, que ocorre quando as pessoas veem alguém
se coçando e começam, subitamente, a sentir coceira.
Em 2011, o professor de dermatologia e médico
cientista Gil Yosipovitch, da Escola de Medicina Miller,
da Universidade de Miami, nos Estados Unidos, realizou
um experimento.
Ele pediu a testemunhas saudáveis e a pessoas
com dermatite atópica – um distúrbio que causa coceira
crônica – que assistissem a vídeos curtos de pessoas
se coçando ou sentadas imóveis. Os participantes
receberam uma injeção de histamina (uma substância
que causa coceira) ou uma solução salina inerte.
Os dois grupos relataram aumento da coceira,
mas o fenômeno foi mais pronunciado entre os pacientes
com dermatite atópica – 82% deles relataram aumento
da sensação de coceira depois de assistir aos vídeos das
pessoas se coçando.
Internet:<www.g1.globo.com>
Com relação a aspectos gerais do texto, julgue o item.
O núcleo do sujeito da primeira oração do período “Mas, claramente, existe também um aspecto psicológico da coceira que ainda não entendemos totalmente” (linhas de 28 a 30) é “aspecto”.
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Por que a coceira dos outros causa repulsa
Sentimos prazer em coçar, mas podemos ter evoluído
para evitar aqueles que coçam.
Talvez seja a sensação mais enlouquecedora
que existe.
Se você espetar seu dedo, pode simplesmente
ignorar a dor. Mas tente ignorar uma coceira
voraz. Impossível!
Por que isso acontece?
Até recentemente, os pesquisadores tinham
apenas raspado a superfície, com o perdão da expressão,
da ciência da coceira. Mas isso está começando a mudar.
Agora, os cientistas sabem que a sensação
de coceira é transmitida por uma série de processos e
neurônios específicos, o que abre o caminho para toda
uma nova série de tratamentos.
Mas, para início de conversa, por que nós nos coçamos?
Acredita‑se que os mamíferos tenham evoluído
originalmente a sensação de coceira como uma espécie
de reflexo, que os ajuda a expulsar patógenos invasores e
evitar substâncias nocivas no ambiente.
Mas, claramente, existe também um
aspecto psicológico da coceira que ainda não
entendemos totalmente.
Um exemplo é o fenômeno da coceira
contagiosa, que ocorre quando as pessoas veem alguém
se coçando e começam, subitamente, a sentir coceira.
Em 2011, o professor de dermatologia e médico
cientista Gil Yosipovitch, da Escola de Medicina Miller,
da Universidade de Miami, nos Estados Unidos, realizou
um experimento.
Ele pediu a testemunhas saudáveis e a pessoas
com dermatite atópica – um distúrbio que causa coceira
crônica – que assistissem a vídeos curtos de pessoas
se coçando ou sentadas imóveis. Os participantes
receberam uma injeção de histamina (uma substância
que causa coceira) ou uma solução salina inerte.
Os dois grupos relataram aumento da coceira,
mas o fenômeno foi mais pronunciado entre os pacientes
com dermatite atópica – 82% deles relataram aumento
da sensação de coceira depois de assistir aos vídeos das
pessoas se coçando.
Internet:<www.g1.globo.com>
Com relação a aspectos gerais do texto, julgue o item.
No segundo parágrafo, as conjunções “se” e “mas” são
da mesma categoria, ou seja, são subordinativas.
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Por que a coceira dos outros causa repulsa
Sentimos prazer em coçar, mas podemos ter evoluído
para evitar aqueles que coçam.
Talvez seja a sensação mais enlouquecedora
que existe.
Se você espetar seu dedo, pode simplesmente
ignorar a dor. Mas tente ignorar uma coceira
voraz. Impossível!
Por que isso acontece?
Até recentemente, os pesquisadores tinham
apenas raspado a superfície, com o perdão da expressão,
da ciência da coceira. Mas isso está começando a mudar.
Agora, os cientistas sabem que a sensação
de coceira é transmitida por uma série de processos e
neurônios específicos, o que abre o caminho para toda
uma nova série de tratamentos.
Mas, para início de conversa, por que nós nos coçamos?
Acredita‑se que os mamíferos tenham evoluído
originalmente a sensação de coceira como uma espécie
de reflexo, que os ajuda a expulsar patógenos invasores e
evitar substâncias nocivas no ambiente.
Mas, claramente, existe também um
aspecto psicológico da coceira que ainda não
entendemos totalmente.
Um exemplo é o fenômeno da coceira
contagiosa, que ocorre quando as pessoas veem alguém
se coçando e começam, subitamente, a sentir coceira.
Em 2011, o professor de dermatologia e médico
cientista Gil Yosipovitch, da Escola de Medicina Miller,
da Universidade de Miami, nos Estados Unidos, realizou
um experimento.
Ele pediu a testemunhas saudáveis e a pessoas
com dermatite atópica – um distúrbio que causa coceira
crônica – que assistissem a vídeos curtos de pessoas
se coçando ou sentadas imóveis. Os participantes
receberam uma injeção de histamina (uma substância
que causa coceira) ou uma solução salina inerte.
Os dois grupos relataram aumento da coceira,
mas o fenômeno foi mais pronunciado entre os pacientes
com dermatite atópica – 82% deles relataram aumento
da sensação de coceira depois de assistir aos vídeos das
pessoas se coçando.
Internet:<www.g1.globo.com>
Com relação a aspectos gerais do texto, julgue o item.
Há marcas de inserção do leitor no texto, o que, no entanto, é inadequado para um gênero narrativo, como o texto apresentado.
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Por que a coceira dos outros causa repulsa
Sentimos prazer em coçar, mas podemos ter evoluído
para evitar aqueles que coçam.
Talvez seja a sensação mais enlouquecedora
que existe.
Se você espetar seu dedo, pode simplesmente
ignorar a dor. Mas tente ignorar uma coceira
voraz. Impossível!
Por que isso acontece?
Até recentemente, os pesquisadores tinham
apenas raspado a superfície, com o perdão da expressão,
da ciência da coceira. Mas isso está começando a mudar.
Agora, os cientistas sabem que a sensação
de coceira é transmitida por uma série de processos e
neurônios específicos, o que abre o caminho para toda
uma nova série de tratamentos.
Mas, para início de conversa, por que nós nos coçamos?
Acredita‑se que os mamíferos tenham evoluído
originalmente a sensação de coceira como uma espécie
de reflexo, que os ajuda a expulsar patógenos invasores e
evitar substâncias nocivas no ambiente.
Mas, claramente, existe também um
aspecto psicológico da coceira que ainda não
entendemos totalmente.
Um exemplo é o fenômeno da coceira
contagiosa, que ocorre quando as pessoas veem alguém
se coçando e começam, subitamente, a sentir coceira.
Em 2011, o professor de dermatologia e médico
cientista Gil Yosipovitch, da Escola de Medicina Miller,
da Universidade de Miami, nos Estados Unidos, realizou
um experimento.
Ele pediu a testemunhas saudáveis e a pessoas
com dermatite atópica – um distúrbio que causa coceira
crônica – que assistissem a vídeos curtos de pessoas
se coçando ou sentadas imóveis. Os participantes
receberam uma injeção de histamina (uma substância
que causa coceira) ou uma solução salina inerte.
Os dois grupos relataram aumento da coceira,
mas o fenômeno foi mais pronunciado entre os pacientes
com dermatite atópica – 82% deles relataram aumento
da sensação de coceira depois de assistir aos vídeos das
pessoas se coçando.
Internet:<www.g1.globo.com>
Com relação a aspectos gerais do texto, julgue o item.
No subtítulo, a construção “para evitar aqueles que coçam” é uma oração subordinada adverbial.
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História de um átomo
Fui átomo de rocha, fui granito,
Fui lava de vulcão, fui flor mimosa,
Sutil perfume, nuvem borrascosa
Manchando a transparência do infinito.
Vaguei no espaço... errante aerolito
Transpus mundos de essência vaporosa.
De santos fui artéria vigorosa,
O coração formei a ser maldito.
Nasci com a Terra; gaz eu fui com ela,
Estive de Princípio na procela,
Fui nebulosa, sol, planeta agora.
Há cem mil séculos vivo m’encarnando,
Águia n’altura, verme rastejando,
Pólen voando pelo espaço a fora.
Com relação a aspectos gerais do texto, julgue o item.
No verso “De santos fui artéria vigorosa” (linha 8), o termo “de santos” funciona como complemento nominal de “vigorosa”.
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História de um átomo
Fui átomo de rocha, fui granito,
Fui lava de vulcão, fui flor mimosa,
Sutil perfume, nuvem borrascosa
Manchando a transparência do infinito.
Vaguei no espaço... errante aerolito
Transpus mundos de essência vaporosa.
De santos fui artéria vigorosa,
O coração formei a ser maldito.
Nasci com a Terra; gaz eu fui com ela,
Estive de Princípio na procela,
Fui nebulosa, sol, planeta agora.
Há cem mil séculos vivo m’encarnando,
Águia n’altura, verme rastejando,
Pólen voando pelo espaço a fora.
Com relação a aspectos gerais do texto, julgue o item.
O poema não pode ser considerado um soneto, porque apresenta esquema regular de rimas.
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História de um átomo
Fui átomo de rocha, fui granito,
Fui lava de vulcão, fui flor mimosa,
Sutil perfume, nuvem borrascosa
Manchando a transparência do infinito.
Vaguei no espaço... errante aerolito
Transpus mundos de essência vaporosa.
De santos fui artéria vigorosa,
O coração formei a ser maldito.
Nasci com a Terra; gaz eu fui com ela,
Estive de Princípio na procela,
Fui nebulosa, sol, planeta agora.
Há cem mil séculos vivo m’encarnando,
Águia n’altura, verme rastejando,
Pólen voando pelo espaço a fora.
Com relação a aspectos gerais do texto, julgue o item.
Em “m’encarnando” (linha 15), ocorre um pronome oblíquo de segunda pessoa.
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História de um átomo
Fui átomo de rocha, fui granito,
Fui lava de vulcão, fui flor mimosa,
Sutil perfume, nuvem borrascosa
Manchando a transparência do infinito.
Vaguei no espaço... errante aerolito
Transpus mundos de essência vaporosa.
De santos fui artéria vigorosa,
O coração formei a ser maldito.
Nasci com a Terra; gaz eu fui com ela,
Estive de Princípio na procela,
Fui nebulosa, sol, planeta agora.
Há cem mil séculos vivo m’encarnando,
Águia n’altura, verme rastejando,
Pólen voando pelo espaço a fora.
Com relação a aspectos gerais do texto, julgue o item.
A história de um átomo, anunciada pelo título do poema, é que um mesmo elemento vai se renovando para formar diferentes matérias.
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História de um átomo
Fui átomo de rocha, fui granito,
Fui lava de vulcão, fui flor mimosa,
Sutil perfume, nuvem borrascosa
Manchando a transparência do infinito.
Vaguei no espaço... errante aerolito
Transpus mundos de essência vaporosa.
De santos fui artéria vigorosa,
O coração formei a ser maldito.
Nasci com a Terra; gaz eu fui com ela,
Estive de Princípio na procela,
Fui nebulosa, sol, planeta agora.
Há cem mil séculos vivo m’encarnando,
Águia n’altura, verme rastejando,
Pólen voando pelo espaço a fora.
Com relação a aspectos gerais do texto, julgue o item.
A voz que se apresenta no poema fala em primeira pessoa.
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Os métodos qualitativos descrevem uma relação entre o objetivo e os resultados que não pode ser interpretada por meio de números, nomeando-se como uma pesquisa descritiva. Todas as interpretações dos fenômenos são analisadas indutivamente, segundo Fernandes.
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Caderno Container