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Foram encontradas 50 questões.

Considere a sentença declarativa:
“Todas as rosas são vermelhas.”
A negação desta sentença é:
 

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Cunhado no século XX, o termo “Tigres asiáticos” se refere
 

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Contemplando o fogo
Sustento que não foi o clima frio que favoreceu o crescimento das civilizações mais avançadas. É que os habitantes de climas frios passaram mais tempo contemplando o fogo. Os povos de climas quentes têm menos necessidade do fogo para aquecê-los, por isso foram privados das divagações que vêm com a contemplação do fogo e são menos filosóficos e mais superficiais. Nos climas frios, de tanto olhar as chamas qualquer pessoa acabaria desenvolvendo, se não escatologias ou sistemas ontológicos completos, pelo menos teses. Foi contemplando o fogo de uma lareira, no último inverno, que desenvolvi a minha. Ou teria sido o conhaque?
Os povos de clima quente têm a experiência direta do sol na cabeça, os de clima frio experimentavam o sol armazenado na madeira, portanto o sol intermediado, reciclado pelo tempo. O fogo armazenado é o sol de segunda mão, quase uma versão literária. Olhar para o sol transformado em fogo domesticado leva a abstrações e ponderações, olhar para o sol original leva à cegueira. Mas tanto o sol vivo no céu quanto o sol ressuscitado no fogo podem destruir o cérebro, um fritando-o e o outro levando-o para tão longe que ele se eteriza. Não há notícia de Einsteins em regiões tropicais, mas também não há notícia de cientistas loucos. Abstrações e ponderações em overdose também podem ser fatais. Contemplar muito o fogo também enlouquece.
(VERISSIMO, Luis Fernando. O mundo é bárbaro. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008, p. 99-100)
No 2º parágrafo, Verissimo vale-se de uma lógica toda particular, segundo a qual se reforçam mutuamente os seguintes predicados atribuídos ao mesmo elemento:
 

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[...] dentro de dois ou três meses iria para o seminário. Que faríamos agora? Capitu ouvia-me com atenção sôfrega, depois sombria; quando acabei, respirava a custo, como prestes a estalar de cólera, mas conteve-se. [...] A cabeça da minha amiga sabia pensar claro e depressa.
No excerto acima, do romance Dom Casmurro, de Machado de Assis, delineiam-se traços essenciais da personalidade de Capitu, desde adolescente dotada de iniciativa, autocontrole e desenvoltura, qualidades que
 

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Instintos e civilização
Quão robusta é a ordem civilizada ocidental? A julgar pelo século XX, e mesmo sem levar em conta as duas guerras mundiais, talvez menos do que pareça. O padrão é conhecido: situações de conflito armado, cataclismos naturais e colapso econômico agudo, tragédias em massa e violências de toda ordem revelaram a fragilidade da fina superfície de civilidade e decoro sobre a qual assenta a nossa civilização. Sob o impacto do abalo provocado por grandes desastres, o comportamento das pessoas sofre uma drástica mutação: enquanto alguns, em geral poucos, agem de forma solidária e até mesmo heroica, a maior parte da população atingida regride a um estado de violência e selvageria.
Imposta a ordem do “salve-se quem puder”, tudo deságua na rápida escalada dos furtos, assaltos, saques, crimes, estupros e vandalismo. Quase que num piscar de olhos, o cordato cidadão civilizado se transforma em besta feroz, capaz das piores atrocidades.
Uma interpretação possível: o ser humano no fundo é um animal selvagem e terrível. Remova os sustentáculos elementares da ordem civilizada; dispa a camisa de força social; suspenda a vigilância e a punição aos infratores do código legal, e, em pouco tempo, retrocedemos ao que Hobbes* chamou de “estado natural”, à guerra de todos contra todos.
*Thomas Hobbes: Filósofo inglês do século XVII.
(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 124-125)
Constituem uma relação de causa e consequência, nessa ordem, os seguintes segmentos textuais:
 

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Dentre os candidatos inscritos em um exame vestibular, 30% deles concorrem a uma vaga no curso de Direito, enquanto 40% concorrem a uma vaga para o curso de Relações Internacionais. Sabendo que há candidatos que escolhem mais de um curso e que 50% dos candidatos não escolheram nem Direito, nem Relações Internacionais, a porcentagem de candidatos que escolheram estes dois cursos é
 

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Why the Legal Immigration System Is Broken: A Short List of Problems
By David Bier
JULY 10, 2018
In no particular order, here is a list of a few problems that comprehensive immigration reform should address
1. A far too restrictive system overall. Since 1820, the United States admitted on average 30 percent more legal immigrants per capita (0.45 percent of the population per year) than it did in 2017 (0.35 percent of the population), so the current rate is low historically. More importantly, the U.S. net immigration rate − legal and illegal − ranks in the bottom third of the 50 countries with the highest percapita GDP in the world, and the U.S. share of foreign-born residents is also in the bottom third. This is at a time when population growth is at its lowest levels since the Great Depression, and the U.S. birthrate is the lowest on record. Congress should make it far easier to immigrate legally.
2. Static immigration quotas. Since 1990, Congress has not updated the quotas for the legal immigration system. During that time, the population of the United States has increased 30 percent and the economy has doubled. Quotas − to the extent that they exist at all − should be linked to economic growth (in the case of employment-based immigrants) or population growth (in the case of familysponsored immigrants), so they don’t immediately become antiquated.
3. Quotas on nationalities − the law micromanages immigrant demographics. Congress treats immigrants differently based on where they were born (literally their place of birth − they can’t even escape this system by getting citizenship in another country). No “country” (i.e. nationals or former nationals of that country) can receive more than 7 percent of the total green cards in a category. These per-country limits are why Indian immigrants sponsored by their employers may have to wait decades for a green card, while other immigrants sponsored by their employers don’t have to wait at all. Congress should repeal the per-country limits and ban discrimination based on nationality.
4. Immigrants wait in line for decades. The symptom of the low quotas and differential treatment for individual nationalities is that nationals from certain countries must wait a long time to immigrate. Siblings and adult children of U.S. citizens from Mexico and the Philippines who are receiving their green cards right now waited two decades. Those who are applying for their green cards now will die before they reach the front of the line because so many applicants have piled up in the backlog since 1998. Immigrant workers from India have had decade-long waits, but those applying right now will wait more than a century. Such wait times are not reasonable. Congress should raise the quotas, but at the same time, it should also limit wait times to no more than 5 years.
5. The president can end the refugee program unilaterally. In and of itself, the fact that the president can permit more refugees is no problem. That is important when a crisis breaks out somewhere in the world. But the idea that the president can unilaterally shut down the entire refugee program, as President Trump has almost done, is absurd. Congress should establish a floor for refugee admissions, and it should permit private refugee sponsorship by individuals, as Canada already does. The easiest way to implement private sponsorship would be to expand family sponsorship categories to extended family members and exempt immediate family of citizens and legal permanent residents who are refugees from the green card limits or, alternatively, create a new category for sponsored refugee immigrants. This category would enable U.S. citizens to have a role in the number of refugees and allow them to target refugees for aid with whom they have a personal connection.
(Adapted from www.cato.org)
S egundo o texto,
 

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O trecho abaixo foi extraído, com adaptações, do artigo "Aspectos geográficos do crescimento da cidade de São Paulo", escrito por Pierre Monbeig e publicado em 1954.
Cidadezinha de 26.040 habitantes em 1872, São Paulo não passava ainda do modesto centro administrativo de uma pequena província de 833.354 habitantes. A situação modificou-se logo. Desde 1890 a população do Estado aproximava-se de um milhão e meio, enquanto a capital atingia 64.934 habitantes. Dez anos depois, eis que S. Paulo acusa 239.820 habitantes e, em 1920, 579.033. Irá declinar esse impulso? Ao contrário, acelera-se, pois o recenseamento de 1940 revela uma população de 1.326.019 no município de São Paulo; o de 1950, 2.228.110, e uma estimativa de 1953 atribui à cidade uma população de 2.609.600. Tornou-se a maior aglomeração urbana do Brasil.
A partir de conhecimentos sobre o processo de urbanização brasileira e do trecho acima, leia as afirmações a seguir:
I. A pequena concentração demográfica de São Paulo em 1872 é explicada ao considerarmos que, à época, os grandes focos econômicos, demográficos e políticos eram Rio de Janeiro, Recife e Salvador.
II. A população do estado era maior que a da capital devido à expansão da industrialização rumo ao interior paulista, cenário da instalação das primeiras ferrovias, construídas para transportar bens manufaturados para a cidade de São Paulo.
III. O acelerado crescimento demográfico da capital, que entre 1920 e 1940 mais que dobra, se justifica pela crise e pelo declínio da economia cafeeira e a subsequente política varguista de substituição de importações, sendo São Paulo o palco principal desses primeiros investimentos industriais de base.
IV. A forte atração que as grandes cidades, sobretudo São Paulo, tiveram pós-1930 deu início a um processo de urbanização marcado pela metropolização, no qual uma excessiva polarização resultou em situações de macrocefalia urbana.
V. Embora no período analisado o Brasil não fosse um país urbanizado, o texto já apontava a tendência de a cidade de São Paulo atrair diversos migrantes e destacar-se no setor terciário, ritmo que não cessou, tornando-se uma megacidade antes mesmo do século XXI chegar.
Está correto o que se afirma APENAS em
 

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Assinale a alternativa que analisa corretamente aspectos dos fluxos migratórios no século XXI:
 

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Considere os mapas abaixo:
Enunciado 1281946-1
Assinale a alternativa que identifica correta e respectivamente os produtos agrícolas cultivados nos mapas A, B, C.
Enunciado 1281946-2
 

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