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Tiras do Calvin. Disponível em http://tiras-do-calvin.tumblr.com/. Acesso em 31/03/2014.
Qual dos períodos abaixo contém uma oração subordinada adverbial condicional?
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Tiras do Calvin. Disponível em http://tiras-do-calvin.tumblr.com/. Acesso em 31/03/2014.
No primeiro quadrinho, qual a função sintática da palavra “pai”?
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A extinção do “cujo”
“Cujo”? Ninguém mais diz “cujo”.
“Outro dia, alguém que acabei não anotando o nome...” em vez de “cujo nome acabei não anotando” é o tipo de construção dominante.
Acrescente-se um dado histórico. Livros de história da língua atestam usos como “Cujas [de quem] só estas coroas tã esplandecentes?” e “Cujo [de quem] filho és?”, estruturas que não são usadas nem mesmo por aqueles (como eu), que ainda empregam “cujo”.
Ou seja, sua história é bem mais longa e complexa do que pode parecer a quem simplesmente defende “cujo”. Ou seja: defendem empregos bem mais atuais do que os atestados na história mais antiga, cujos empregos não defendem mais...
O que este caso ensina?
Que as mudanças que ocorrem diante de nós podem parecer decadência, mas esta sensação não afeta as novas gerações, assim como as velhas gerações não lamentam o desaparecimento dos antigos empregos de “cujo”.
POSSENTI, Sírio. Revista Língua Portuguesa, n°101, mar/2014
Quantos fonemas possuem as palavras “complexa”, “história” e “acrescente”, respectivamente?
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A extinção do “cujo”
“Cujo”? Ninguém mais diz “cujo”.
“Outro dia, alguém que acabei não anotando o nome...” em vez de “cujo nome acabei não anotando” é o tipo de construção dominante.
Acrescente-se um dado histórico. Livros de história da língua atestam usos como “Cujas [de quem] só estas coroas tã esplandecentes?” e “Cujo [de quem] filho és?”, estruturas que não são usadas nem mesmo por aqueles (como eu), que ainda empregam “cujo”.
Ou seja, sua história é bem mais longa e complexa do que pode parecer a quem simplesmente defende “cujo”. Ou seja: defendem empregos bem mais atuais do que os atestados na história mais antiga, cujos empregos não defendem mais...
O que este caso ensina?
Que as mudanças que ocorrem diante de nós podem parecer decadência, mas esta sensação não afeta as novas gerações, assim como as velhas gerações não lamentam o desaparecimento dos antigos empregos de “cujo”.
POSSENTI, Sírio. Revista Língua Portuguesa, n°101, mar/2014
Assinale a alternativa incorreta em relação ao uso da palavra “cujo” e suas devidas flexões.
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A extinção do “cujo”
“Cujo”? Ninguém mais diz “cujo”.
“Outro dia, alguém que acabei não anotando o nome...” em vez de “cujo nome acabei não anotando” é o tipo de construção dominante.
Acrescente-se um dado histórico. Livros de história da língua atestam usos como “Cujas [de quem] só estas coroas tã esplandecentes?” e “Cujo [de quem] filho és?”, estruturas que não são usadas nem mesmo por aqueles (como eu), que ainda empregam “cujo”.
Ou seja, sua história é bem mais longa e complexa do que pode parecer a quem simplesmente defende “cujo”. Ou seja: defendem empregos bem mais atuais do que os atestados na história mais antiga, cujos empregos não defendem mais...
O que este caso ensina?
Que as mudanças que ocorrem diante de nós podem parecer decadência, mas esta sensação não afeta as novas gerações, assim como as velhas gerações não lamentam o desaparecimento dos antigos empregos de “cujo”.
POSSENTI, Sírio. Revista Língua Portuguesa, n°101, mar/2014
Julgue as afirmativas e assinale a alternativa correta.
I – O autor do texto não emprega mais a palavra “cujo”.
II – Mesmo quem defende o uso da palavra “cujo”, defende apenas o emprego atual da palavra e não aquele atestado na história antiga.
III – A sensação de decadência que afeta as velhas gerações com as mudanças que ocorrem na língua não afeta as novas gerações.
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Assinale a única alternativa em que todas as palavras possuem ditongo.
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Pobres flores dos canteiros dos jardins regulares.
Parecem ter medo da polícia...
Mas tão boas que florescem do mesmo modo
E têm o mesmo sorriso antigo
Que tiveram para o primeiro olhar do primeiro homem
Que as viu aparecidas e lhes tocou levemente
Para ver se elas falavam.
PESSOA, Fernando. Poemas completos de Alberto Caeiro. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2007.
Qual figura de linguagem está presente nos versos 01, 02, 03 e 04?
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Revista Exame, n°1062, 02/04/2014.
“Quer ter acesso ilimitado às suas revistas favoritas?”
O uso do acento indicador de crase é facultativo, nesse caso. Indique a única alternativa em que o acento indicador de crase seja facultativo também.
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Revista Exame, n°1062, 02/04/2014.
A que gênero textual pertence o texto supracitado?
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O ROLÉ DO ROLEZINHO
O “rolé” se transformou em “rolezinho” em evolução tão rápida quanto o giro incontrolável das redes sociais
Enquanto se discute se os participantes dos rolezinhos são rebeldes com ou sem causa, pode-se discutir o significado e a origem da palavra que nomeia o fenômeno. Só não há dúvida de que a internet, ao alcance de todas as classes sociais, é o instrumento para promover os encontros. Parece também inevitável que, num encontro temperado por correrias, haja um ou outro descontrole, coisa que independe do nível socioeconômico da moçada.
Enfim, o “rolezinho” é uma torrente repentina no curso até então sereno de algum lugar ocupado por outras classes sociais. É diminutivo de “rolé”, assim, com acento agudo, como registram os dicionários. “Rolé” é parônima de “rolê”. Convém lembrar que palavras parônimas pouco diferem uma da outra na grafia ou na pronúncia.
Outra parônima de “rolé” e “rolê”, ambas oxítonas (acento tônico na última sílaba), é “role”, paroxítona (tônica na penúltima sílaba), forma do verbo “rolar” (“rodar”, “fazer girar”; e também “arrulhar”). “Rolar de rir” significa rir tanto a ponto de dobrar o corpo como um rolo.
“Rolé” significa pequeno passeio, volta. É substantivo usado só na locução “Dar um rolé”, isto é, dar um passeio, uma volta, um giro por aí. Pronuncia-se com [é] aberto. Antes de 1971, seria escrito “rolèzinho”, com o acento grave suprimido na reforma daquele ano. O acento nada importante eliminava raras dúvidas de pronúncia porque marcava a vogal subtônica dos vocábulos derivados em que figura o sufixo “-mente” ou sufixos iniciados por [z]. Assim: “pàzinha”, “cafèzinho”, “sòmente”, etc.
A palavra original, oxítona, tem acento: pá, café, só. Isso agora pouco importa. O que interessa é que, no significado e na etimologia, “rolé” se aproxima de “rolê”.
Rolê é o “movimento que o capoeirista executa agachado, de costas para o adversário, com o apoio das mãos e dos pés, para deslocar-se pelo chão”, como define o Aulete Digital. E “rolê de mergulho” é o executado com o corpo rente ao chão, lembra o Aurélio. Há a segunda acepção de rolê, usada em “bife rolê”, isto é, enrolado. Outra é a “gola rolê”, da blusa ou camisa em que o tecido envolve o pescoço.
Rolê e rolé, portanto, são aparentados porque representam coisas ou movimentos giratórios. Como “rolar”, aliás. De modo que “rolé” talvez tenha a mesma origem francesa de “rolê”, como indica o Houaiss: roulê é particípio passado de rouler, antes roueller, isto é, “enrolar”, de rouelle, depois ruele (rodela), do latim tardio rotella, diminutivo de rota, nossa roda universal. Inclusive a roda algo descontrolada em que gira o desvairado rolezinho.
MACHADO, Josué. Revista Língua Portuguesa, n°101, mar/2014.
“Só não há dúvida de que a internet, ao alcance de todas as classes sociais, é o instrumento para promover os encontros.”
Nesse período há uma oração subordinada substantiva
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