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Ao entrar na sala de aula, a professora tem uma visão panorâmica da configuração do ambiente, na qual percebe imediatamente seus componentes internos, externos, estáveis ou dinâmicos. Em uma fração de segundo, captura uma infinidade de estímulos que entram pelos olhos: as formas, o tamanho, as cores, os objetos, as dimensões, a disposição do mobiliário, as características do chão, do teto e das paredes, o tipo de iluminação, a decoração, o estilo dos móveis, a quantidade deles, o tipo e a posição das janelas, o estado de conservação ou de deterioração, o coletivo de alunos sentados, de pé, parados, inquietos, as feições, posições, vestuário, adereços, movimentos, gestos, caras e bocas. Assim, ela tem o controle visual do ambiente e da turma. Ao entrar na mesma sala com os olhos vendados, a professora parece sofrer de uma súbita amnésia visual. Ela não consegue localizar a mesa, a cadeira e se sente incapaz de escrever qualquer coisa no quadro negro. Alunos cegos e com baixa visão que entram pela primeira vez na escola e na sala de aula recebem e organizam a informação no processo de apropriação do conhecimento e construção da realidade em um contexto impregnado de padrões de referências e experiências eminentemente visuais que os coloca em situação de desvantagem.
SÁ, Elizabet Dias de; CAMPOS, Izilda Maria de; SILVA, Myriam Beatriz Campolina. Atendimento Educacional Especializado, Deficiência Visual. Brasília: SEESP/SEED/MEC, 2007.
Algumas ações podem diminuir essa desvantagem enfrentada pelos alunos com deficiência visual no ambiente escolar, tais como:
I. equipar o espaço escolar com sinalização tátil e sonora;
II. afixar mapa da distribuição do espaço da escola em relevo e com informações em Braille;
III. dispor o mobiliário da sala, de forma a facilitar a locomoção e o deslocamento desses alunos;
IV. realizar um treinamento para que adquiram autonomia nesse espaço.
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A inclusão de pessoas com surdez na escola comum requer que se busquem meios para beneficiar sua participação e aprendizagem tanto na sala de aula como no Atendimento Educacional Especializado. Conforme Dorziat (1998), o aperfeiçoamento da escola comum em favor de todos os alunos é primordial. Assim, a escola comum precisa implementar ações que tenham sentido para os alunos em geral e que esse sentido possa ser compartilhado com os alunos com surdez.
DAMÁZIO, Atendimento Educacional Especializado – Pessoa com Surdez. Brasília: SEESP / SEED / MEC, 2007; p. 14. (Adaptado).
Dadas as afirmativas sobre os processos de ensino e de aprendizagem para estudantes surdos,
I. Embora o uso da LIBRAS, por si só, não garanta um aprendizado significativo, ele é indispensável para o acesso do aluno surdo ao currículo.
II. O aluno surdo pode se beneficiar de adaptações nas atividades escolares que utilizem imagens e textos objetivos, e nas avaliações de orientações curtas e claras.
III. A presença de intérprete em sala de aula, bem como o atendimento educacional especializado bilíngue, para atender às especificidades linguísticas dos estudantes surdos, são direitos garantidos por lei.
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A deficiência intelectual (Transtorno do Desenvolvimento Intelectual) caracteriza-se por déficits em capacidades mentais genéricas, como raciocínio, solução de problemas, planejamento, pensamento abstrato, juízo, aprendizagem acadêmica e aprendizagem pela experiência. Dadas as afirmativas acerca dos processos de ensino e de aprendizagem para estudantes com deficiência intelectual,
I. Para a pessoa com deficiência intelectual, a acessibilidade não depende de suportes externos ao sujeito, mas tem a ver com a saída de uma posição passiva e automatizada diante da aprendizagem para o acesso e para a apropriação ativa do próprio saber.
II. As ações pedagógicas deverão se basear no Plano Educacional Individualizado.
III. A avaliação dos alunos com deficiência intelectual visa ao conhecimento de seus avanços no entendimento dos conteúdos curriculares durante o ano letivo de trabalho, seja ele organizado por série seja ciclos.
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Enquanto Política Pública de Inclusão, o Programa TEC NEP (Programa Educação, Tecnologia e Profissionalização para Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais) vem, desde os anos 2000, promovendo a inclusão escolar e profissional. No âmbito do Ifal, o Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Específicas (NAPNE) foi regulamentado por meio da Resolução nº 45/CS/2014. Quanto ao NAPNE do Ifal, dadas as afirmativas,
I. Entre suas finalidades estão: incentivar, mediar e facilitar os processos de inclusão educacional profissionalizante de pessoas com necessidades específicas na Instituição, e promover diálogos que incentivem o respeito à diversidade.
II. Seu público, conforme consta na Resolução, são as pessoas com necessidades específicas decorrentes de deficiências, altas habilidades/superdotação, transtornos globais de desenvolvimento e outros transtornos de aprendizagem.
III. Sua composição conta com dois representantes da assistência estudantil; dois docentes; e um técnico especializado que serão nomeados por meio de Portaria requerida pela Coordenação de Ações Inclusivas.
IV. Tem como missão promover ações que contribuam para a construção e a efetivação de práticas inclusivas, proporcionando ao estudante o acesso, a permanência com qualidade e a conclusão de seus estudos com êxito.
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A Política de Educação Especial compreende um conjunto de documentos legais e documentos orientadores. A avaliação da aprendizagem de estudantes com necessidades específicas é orientada por alguns desses documentos. Acerca dessa avaliação da aprendizagem para estudantes com necessidades específicas, dadas as afirmativas,
I. A partir da elaboração do PEI, o acompanhamento ao discente se dará de forma sistemática, compreendendo a avaliação sistemática do processo ensino-aprendizagem dos discentes acompanhados.
II. As adaptações significativas na avaliação estão vinculadas às alterações nos objetivos e nos conteúdos que foram acrescidos ou eliminados. Desse modo, elas influenciam os resultados que levam, ou não, à promoção do aluno e evitam a “cobrança” de conteúdos e de habilidades que possam estar além de suas atuais possibilidades de aprendizagem e de aquisição.
III. Fazer adaptações no sistema de avaliação não pode ser tomado como “brecha” para aprovação indiscriminada e inconsequente de alunos, nem para “empurrar” o aluno com deficiência para as séries mais avançadas, até que ele “saia” do sistema. Pelo contrário, abrir a possibilidade de adaptar o sistema de avaliação para determinado aluno, em função de suas necessidades educacionais especiais, é uma das principais vias para se conseguir avaliar a aprendizagem desse aluno com responsabilidade e profissionalismo, e poder, então, promover os ajustes que se tornam necessários no processo de ensino para garantir seu desenvolvimento educacional.
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De acordo com a Lei nº 12.764/2012, conhecida como Lei Berenice Piana, dadas as afirmativas referentes aos direitos educacionais dos alunos com TEA,
I. O direito de frequentar, exclusivamente, escolas especiais, a exemplo do Centro de Educação Especial de Alagoas Professora Wandete Gomes de Castro.
II. Tem direito ao acesso à educação e ao ensino profissionalizante.
III. Em casos de comprovada necessidade, a pessoa com transtorno do espectro autista incluída nas classes comuns de ensino regular, terá direito a acompanhante especializado.
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Diante da presença de alunos com necessidades específicas em turmas do ensino fundamental, de que forma/s o AEE pode contribuir com os processos de alfabetização e letramento?
I. Reduzindo ou eliminando as barreiras comunicacionais, por meio da utilização de materiais adaptados e de tecnologia assistiva.
II. Fazendo uso de metodologias tradicionais de ensino que consideram a classe de alunos homogênea.
III. Elaborando o Plano Educacional Individualizado, prevendo estratégias, de acordo com as necessidades específicas de cada estudante, com foco no uso social da leitura/escrita.
IV. Focando na decodificação e no uso da memorização para a aprendizagem do alfabeto, por meio de métodos, como o fônico e o silábico.
Das afirmativas, verifica-se que estão corretas apenas
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Dadas as afirmativas a respeito do Atendimento Educacional Especializado,
I. A oferta de Atendimento Educacional Especializado (AEE) deve se dar, preferencialmente, nas escolas comuns da rede regular dos sistemas de ensino; e a matrícula, no AEE, não poderá ser substitutiva à matrícula e à frequência na classe comum.
II. Em casos de Atendimento Educacional Especializado em ambiente hospitalar ou domiciliar, será ofertada aos alunos, pelo respectivo sistema de ensino, a Educação Especial de forma complementar ou suplementar.
III. É objetivo do AEE identificar estudantes que são o público da educação especial, por meio de estudo de caso.
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O atendimento aos estudantes com necessidades específicas no Ifal, dá-se a partir de sua identificação que pode ocorrer:
I. por meio da cota para Pessoa com Deficiência (PcD);
II. na matrícula: quando o estudante assinala a opção que o qualifica como Pessoa com Necessidade Específica, ou quando indica necessidade de atendimento específico; de forma espontânea: quando o discente ou a família apresenta a demanda;
III. por solicitação do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS);
IV. por identificação: quando servidores do Ifal encaminharem alguma demanda ao Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Específicas (NAPNE) e/ou Coordenação Pedagógica ou correlata.
Das afirmativas, verifica-se que está/ão correta/s
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Desde a década de 1970, as políticas de Educação Especial passaram a ter espaço na estrutura do MEC. Desde então, ocorreram muitas mudanças nessa estrutura e, atualmente, a Educação Especial está aos cuidados da/o
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