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Foram encontradas 60 questões.

2523032 Ano: 2017
Disciplina: História
Banca: FCM
Orgão: IF Baiano
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A Guerra de Canudos representou um marco na História do Brasil. Analise as afirmativas abaixo e marque (V) para Verdadeiro ou (F) para Falso:
( ) Para os republicanos, Canudos significava um atentado contra a ordem e o progresso, a eclosão de um mundo de trevas, em que se agitavam mestiços originados de uma combinação degradante de raças, um empecilho no caminho da realização do projeto civilizatório da República.
( ) A Proclamação da República modificou a visão do poder central acerca de Antônio Conselheiro e seu movimento, que passaram a ser vistos como ameaças à ordem constituída.
( ) Por ser um local afastado de estradas, Canudos era de difícil acesso, o que dificultou as tropas republicanas em suas investidas contra os sertanejos, ao passo que beneficiou os canudenses, uma vez que esses eram conhecedores da difícil e árida terra onde o povoado se localizava.
( ) Civis Armados que integravam os vários piquetes contratados pelo Exército Brasileiro para auxiliá-los nas investidas contra os caboclos na Guerra contra os “fanáticos religiosos”, de 1913 a 1916, acabaram por se envolver nesse conflito. Esses civis eram peões das grandes fazendas da região, recrutados pelos fazendeiros – coronéis (da Guarda Nacional).
A sequência correta é:
 

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2522436 Ano: 2017
Disciplina: História
Banca: FCM
Orgão: IF Baiano
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As afirmativas abaixo referem-se à Revolução Americana.
I. A Lei do Açúcar (1764), a Lei do Selo (1765) e a Lei Townshend (1767), somadas à intervenção da Metrópole em assuntos internos, contribuíram para desencadear o processo revolucionário.
II. A Revolução Americana, com o discurso de liberdade, igualdade e direitos, pretendia extinguir a escravidão.
III. As identidades provinciais, à época da Revolução Americana, sobressaíam-se em relação ao sentimento de pertencimento nacional.
IV. O processo de independência das 13 colônias foi um projeto idealizado por estrangeiros hispânicos que almejavam aumentar seu poder político e econômico em relação à Inglaterra.
São corretas apenas as afirmativas:
 

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Este fragmento foi extraído do Manual de Redação da Presidência da República.
Uma das convenções estabelecidas na linguagem escrita consiste em apresentar ideias similares numa forma gramatical idêntica, o que se chama de paralelismo. Assim, incorre-se em erro ao conferir forma não paralela a elementos paralelos.
(Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm#_Toc26002156>. Acesso em: 09 maio. 2017.)
A seguinte sentença constitui-se de um exemplo de atendimento à regra de paralelismo:
 

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2521273 Ano: 2017
Disciplina: Pedagogia
Banca: FCM
Orgão: IF Baiano
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O modelo TPaCK abaixo refere-se a questão.
Com o objetivo de oferecer um lastro conceitual capaz de orientar o processo de incorporação das chamadas tecnologias digitais às práticas docentes, foi criado, por Punya Mishra e Matthew Koehler, em 2006, o modelo teórico TPaCK que pode ser assim representado:
Enunciado 2521273-1
(Adaptado de CRUZ, Sayonara Ribeiro Marcelino; MARTINS, Ronei Ximenes (2016).)
Disponível em: http://www.fecilcam.br/revista/index.php/educacaoelinguagens/article/
viewFile/1185/638. Acesso em 19/05/2017.
Considerando os conhecimentos sobre tecnologias aplicadas ao ensino e o esquema ao lado, pode-se afirmar:
 

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2519842 Ano: 2017
Disciplina: História
Banca: FCM
Orgão: IF Baiano
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As assertivas abaixo referem-se ao conceito de memória, segundo o verbete do Dicionário de Conceitos Históricos.
(SILVA, Kalina Vanderlei; SILVA, Maciel Henrique. Dicionário de conceitos históricos. 2.ed., 2ª reimpressão. – São Paulo: Contexto, 2009. pp. 275-279).
Analise as afirmativas abaixo:
I. Segundo Jacques Le Goff, a memória é a propriedade de conservar certas informações, propriedade que se refere a um conjunto de funções psíquicas que permite ao indivíduo lembrar totalmente impressões ou informações passadas, ou reinterpretadas como passadas.
II. Para teóricos como Maurice Halbawchs, não existe distinção entre memória coletiva e memória histórica, pois existem, segundo ele, várias Histórias e também existem muitas memórias.
III. A memória recupera o que está submerso, seja do indivíduo, seja do grupo, e a História trabalha com o que a sociedade trouxe a público.
IV. A memória não é apenas individual. Na verdade, a forma de maior interesse para o historiador é a memória coletiva, composta pelas lembranças vividas pelo indivíduo ou que lhe foram repassadas, mas que não lhe pertencem somente, e são entendidas como propriedade de uma comunidade, de um grupo.
São corretas apenas as afirmativas:
 

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A questão refere-se ao texto a seguir. Leia-o atentamente, antes de marcar a resposta correta.
A nova maneira de organização social, praticada pela sociedade líquido-moderna de consumidores, provoca quase nenhuma dissidência, resistência ou revolta, graças ao expediente de apresentar o novo compromisso (o de escolher) como sendo a liberdade de escolha. Seria possível dizer que o mais considerado, criticado e insultado oráculo de Jean-Jacques Rousseau – o de que “as pessoas devem ser forçadas a ser livres” – tornou-se realidade, depois de séculos, embora não na forma em que tanto os ardentes seguidores como os críticos severos de Rousseau esperavam que fosse implementado.
Com muita frequência, a “localidade” a que os indivíduos permanecem leais e obedientes não entra mais em suas vidas e se confronta com eles na forma de uma negação de sua autonomia individual, ou de um sacrifício obrigatório. Em vez disso, apresenta-se na forma de festivais de convívio e pertença comunais, divertidos, prazerosos, realizados em ocasiões como a Copa do Mundo de futebol. Submeter-se à “totalidade” não é mais um dever adotado com relutância, incomodidade e muitas vezes oneroso, mas um “patriotenimento”, uma folia procurada com avidez e eminentemente festiva.
Carnavais tendem a ser interrupções na rotina diária, breves intervalos animados entre sucessivos episódios de cotidianidade enfadonha, pausas em que a hierarquia mundana de valores é temporariamente invertida, os aspectos mais angustiantes da realidade são suspensos por um breve período e os tipos de conduta proibidos ou considerados vergonhosos na vida “normal” são ostensivamente praticados e exibidos.
A função (e o poder sedutor) dos carnavais líquido-modernos está no ressuscitamento momentâneo do convívio que entrou em colapso. Tais carnavais são sessões espíritas para as pessoas se reunirem, darem as mãos e invocarem do outro mundo o fantasma da falecida comunidade.
(BAUMAN, Zygmunt. Vida para consumo: a transformação de pessoas em mercadoria. Rio de Janeiro: Zahar, 2008. Adaptado.)
Todas as palavras seguintes extraídas do texto atendem a uma mesma regra de acentuação, com EXCEÇÃO de
 

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A questão refere-se ao texto a seguir. Leia-o, atentamente, antes de marcar a resposta correta.
Uns craseiam, outros ganham fama
Ferreira Gullar
Foi em 1955 que ganhei um exemplar do livro "Tudo sobre a Crase". Tomei o ônibus que me levaria à Revista Manchete, comecei a ler o livro e, antes de descer, já havia sacado um aforismo: "A crase não foi feita para humilhar ninguém".
Esse primeiro aforismo desencadeou uma série de outros, que publiquei, meses depois, no suplemento literário do Diário de Notícias. A verdade é que, já na semana seguinte à publicação, os estudantes universitários de Curitiba, que estavam em greve, puseram uma faixa no refeitório com o meu aforismo. Mas, numa entrevista a um jornal do Recife, um crítico literário o atribuiu a Paulo Mendes Campos.
Não gostei, mas não dei muita importância, pois, no final das contas o que importa são meus poemas, que até agora ninguém atribuiu a outro poeta.
A vida seguiu até que alguém, escrevendo sobre erros gramaticais, citou o aforismo como sendo de Otto Lara. Comecei a ficar grilado, mas me tranquilizei, lembrando que o Otto deve ter me citado e o cara não guardou meu nome. Mas não demorou muito e a autoria do mesmo aforismo foi atribuída a Machado de Assis e, em seguida, a Rubem Braga.
Este, porém, já a par da confusão que se armara, decidiu esclarecer as coisas: publicou uma crônica afirmando que o verdadeiro autor do aforismo, agora tão citado, era o poeta Ferreira Gullar. Fiquei felicíssimo.
Já estava tranquilo, certo de que finalmente me tornara autor do aforismo, quando, faz uns três domingos, surge um artigo afirmando que "Carlos Drummond escreveu: 'A crase não foi feita para humilhar ninguém'". Minha esperança é que, no futuro, alguém mal informado atribua a mim, ainda que por equívoco, a autoria do aforismo que é meu.
(Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq3107201123.htm>. Acesso em: 09 maio. 2017.)
“Tomei o ônibus que me levaria à Revista Manchete, comecei a ler o livro e, antes de descer, já havia sacado um aforismo.” (1º parágrafo)
O valor semântico que se estabelece entre as frases desse período é de
 

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2516691 Ano: 2017
Disciplina: Pedagogia
Banca: FCM
Orgão: IF Baiano
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O modelo TPaCK abaixo refere-se a questão.
Com o objetivo de oferecer um lastro conceitual capaz de orientar o processo de incorporação das chamadas tecnologias digitais às práticas docentes, foi criado, por Punya Mishra e Matthew Koehler, em 2006, o modelo teórico TPaCK que pode ser assim representado:
Enunciado 2516691-1
(Adaptado de CRUZ, Sayonara Ribeiro Marcelino; MARTINS, Ronei Ximenes (2016).)
Disponível em: http://www.fecilcam.br/revista/index.php/educacaoelinguagens/article/
viewFile/1185/638. Acesso em 19/05/2017.
A definição conceitual dos três tipos de conhecimentos, envolvidos no modelo TPaCK, mais abrangente, é:
 

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A questão refere-se ao texto a seguir. Leia-o, atentamente, antes de marcar a resposta correta.
Uns craseiam, outros ganham fama
Ferreira Gullar
Foi em 1955 que ganhei um exemplar do livro "Tudo sobre a Crase". Tomei o ônibus que me levaria à Revista Manchete, comecei a ler o livro e, antes de descer, já havia sacado um aforismo: "A crase não foi feita para humilhar ninguém".
Esse primeiro aforismo desencadeou uma série de outros, que publiquei, meses depois, no suplemento literário do Diário de Notícias. A verdade é que, já na semana seguinte à publicação, os estudantes universitários de Curitiba, que estavam em greve, puseram uma faixa no refeitório com o meu aforismo. Mas, numa entrevista a um jornal do Recife, um crítico literário o atribuiu a Paulo Mendes Campos.
Não gostei, mas não dei muita importância, pois, no final das contas o que importa são meus poemas, que até agora ninguém atribuiu a outro poeta.
A vida seguiu até que alguém, escrevendo sobre erros gramaticais, citou o aforismo como sendo de Otto Lara. Comecei a ficar grilado, mas me tranquilizei, lembrando que o Otto deve ter me citado e o cara não guardou meu nome. Mas não demorou muito e a autoria do mesmo aforismo foi atribuída a Machado de Assis e, em seguida, a Rubem Braga.
Este, porém, já a par da confusão que se armara, decidiu esclarecer as coisas: publicou uma crônica afirmando que o verdadeiro autor do aforismo, agora tão citado, era o poeta Ferreira Gullar. Fiquei felicíssimo.
Já estava tranquilo, certo de que finalmente me tornara autor do aforismo, quando, faz uns três domingos, surge um artigo afirmando que "Carlos Drummond escreveu: 'A crase não foi feita para humilhar ninguém'". Minha esperança é que, no futuro, alguém mal informado atribua a mim, ainda que por equívoco, a autoria do aforismo que é meu.
(Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq3107201123.htm>. Acesso em: 09 maio. 2017.)
A história narrada na crônica resume-se em descrever
 

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2514669 Ano: 2017
Disciplina: História
Banca: FCM
Orgão: IF Baiano
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Sobre a escravidão no Brasil, é correto afirmar:
 

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