Foram encontradas 2.255 questões.
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Reduzida
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Informação não é conhecimento: o paradoxo da
era hiperconectada
Uma das características da modernidade líquida é a
abundância informacional. Milhões de dados são
produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem
conteúdo com base em nossas interações e gostos;
nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.
Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade
muitas vezes negligenciada: a de produzir
conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito
bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir
sobre as informações que adquirimos parece não ter
mais espaço no cotidiano.
Informação e conhecimento são, portanto, distintos,
ainda que relacionados. A informação se apresenta de
forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o
conhecimento implica um processo de organização,
interpretação e atribuição de sentido aos dados.
Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e
articulação entre diferentes experiências.
A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a
conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para
a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo
fragmentado de informações pode gerar apenas uma
sensação de saber, sem que haja efetiva construção
de conhecimento.
O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não
a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há
construção consistente do conhecimento. Aquele que
se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de
humildade diante do saber. Ao construir o
conhecimento, logo compreende que, quanto mais
aprender, mais ainda há a ser treinado e
compreendido.
E, assim, nasce o perigo: informação sem
discernimento se torna ruído; conhecimento sem
sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação
se torna vaidade. Diante dessas profundas
transformações na relação entre informação e
conhecimento, e do impacto da modernidade e da
tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio
não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar
pessoas que saibam o que fazer com ele.
No fim das contas, o problema da era da informação
não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de
critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja
encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar
com profundidade.
Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informaconhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a.
Acesso em: 23 fev. 2026.
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Informação não é conhecimento: o paradoxo da
era hiperconectada
Uma das características da modernidade líquida é a
abundância informacional. Milhões de dados são
produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem
conteúdo com base em nossas interações e gostos;
nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.
Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade
muitas vezes negligenciada: a de produzir
conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito
bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir
sobre as informações que adquirimos parece não ter
mais espaço no cotidiano.
Informação e conhecimento são, portanto, distintos,
ainda que relacionados. A informação se apresenta de
forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o
conhecimento implica um processo de organização,
interpretação e atribuição de sentido aos dados.
Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e
articulação entre diferentes experiências.
A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a
conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para
a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo
fragmentado de informações pode gerar apenas uma
sensação de saber, sem que haja efetiva construção
de conhecimento.
O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não
a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há
construção consistente do conhecimento. Aquele que
se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de
humildade diante do saber. Ao construir o
conhecimento, logo compreende que, quanto mais
aprender, mais ainda há a ser treinado e
compreendido.
E, assim, nasce o perigo: informação sem
discernimento se torna ruído; conhecimento sem
sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação
se torna vaidade. Diante dessas profundas
transformações na relação entre informação e
conhecimento, e do impacto da modernidade e da
tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio
não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar
pessoas que saibam o que fazer com ele.
No fim das contas, o problema da era da informação
não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de
critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja
encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar
com profundidade.
Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informaconhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a.
Acesso em: 23 fev. 2026.
“[…] o problema da era da informação não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de critérios.”.
Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho sublinhado mantém a correção gramatical quanto ao uso do acento indicativo de crase.
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Informação não é conhecimento: o paradoxo da
era hiperconectada
Uma das características da modernidade líquida é a
abundância informacional. Milhões de dados são
produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem
conteúdo com base em nossas interações e gostos;
nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.
Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade
muitas vezes negligenciada: a de produzir
conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito
bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir
sobre as informações que adquirimos parece não ter
mais espaço no cotidiano.
Informação e conhecimento são, portanto, distintos,
ainda que relacionados. A informação se apresenta de
forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o
conhecimento implica um processo de organização,
interpretação e atribuição de sentido aos dados.
Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e
articulação entre diferentes experiências.
A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a
conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para
a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo
fragmentado de informações pode gerar apenas uma
sensação de saber, sem que haja efetiva construção
de conhecimento.
O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não
a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há
construção consistente do conhecimento. Aquele que
se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de
humildade diante do saber. Ao construir o
conhecimento, logo compreende que, quanto mais
aprender, mais ainda há a ser treinado e
compreendido.
E, assim, nasce o perigo: informação sem
discernimento se torna ruído; conhecimento sem
sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação
se torna vaidade. Diante dessas profundas
transformações na relação entre informação e
conhecimento, e do impacto da modernidade e da
tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio
não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar
pessoas que saibam o que fazer com ele.
No fim das contas, o problema da era da informação
não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de
critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja
encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar
com profundidade.
Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informaconhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a.
Acesso em: 23 fev. 2026.
“E, assim, nasce o perigo: informação sem discernimento se torna ruído; conhecimento sem sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação se torna vaidade.”.
Assinale a alternativa correta quanto à estrutura e à pontuação do período.
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Informação não é conhecimento: o paradoxo da
era hiperconectada
Uma das características da modernidade líquida é a
abundância informacional. Milhões de dados são
produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem
conteúdo com base em nossas interações e gostos;
nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.
Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade
muitas vezes negligenciada: a de produzir
conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito
bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir
sobre as informações que adquirimos parece não ter
mais espaço no cotidiano.
Informação e conhecimento são, portanto, distintos,
ainda que relacionados. A informação se apresenta de
forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o
conhecimento implica um processo de organização,
interpretação e atribuição de sentido aos dados.
Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e
articulação entre diferentes experiências.
A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a
conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para
a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo
fragmentado de informações pode gerar apenas uma
sensação de saber, sem que haja efetiva construção
de conhecimento.
O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não
a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há
construção consistente do conhecimento. Aquele que
se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de
humildade diante do saber. Ao construir o
conhecimento, logo compreende que, quanto mais
aprender, mais ainda há a ser treinado e
compreendido.
E, assim, nasce o perigo: informação sem
discernimento se torna ruído; conhecimento sem
sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação
se torna vaidade. Diante dessas profundas
transformações na relação entre informação e
conhecimento, e do impacto da modernidade e da
tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio
não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar
pessoas que saibam o que fazer com ele.
No fim das contas, o problema da era da informação
não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de
critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja
encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar
com profundidade.
Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informaconhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a.
Acesso em: 23 fev. 2026.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Informação não é conhecimento: o paradoxo da
era hiperconectada
Uma das características da modernidade líquida é a
abundância informacional. Milhões de dados são
produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem
conteúdo com base em nossas interações e gostos;
nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.
Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade
muitas vezes negligenciada: a de produzir
conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito
bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir
sobre as informações que adquirimos parece não ter
mais espaço no cotidiano.
Informação e conhecimento são, portanto, distintos,
ainda que relacionados. A informação se apresenta de
forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o
conhecimento implica um processo de organização,
interpretação e atribuição de sentido aos dados.
Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e
articulação entre diferentes experiências.
A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a
conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para
a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo
fragmentado de informações pode gerar apenas uma
sensação de saber, sem que haja efetiva construção
de conhecimento.
O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não
a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há
construção consistente do conhecimento. Aquele que
se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de
humildade diante do saber. Ao construir o
conhecimento, logo compreende que, quanto mais
aprender, mais ainda há a ser treinado e
compreendido.
E, assim, nasce o perigo: informação sem
discernimento se torna ruído; conhecimento sem
sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação
se torna vaidade. Diante dessas profundas
transformações na relação entre informação e
conhecimento, e do impacto da modernidade e da
tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio
não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar
pessoas que saibam o que fazer com ele.
No fim das contas, o problema da era da informação
não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de
critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja
encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar
com profundidade.
Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informaconhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a.
Acesso em: 23 fev. 2026.
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era hiperconectada
Uma das características da modernidade líquida é a
abundância informacional. Milhões de dados são
produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem
conteúdo com base em nossas interações e gostos;
nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.
Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade
muitas vezes negligenciada: a de produzir
conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito
bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir
sobre as informações que adquirimos parece não ter
mais espaço no cotidiano.
Informação e conhecimento são, portanto, distintos,
ainda que relacionados. A informação se apresenta de
forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o
conhecimento implica um processo de organização,
interpretação e atribuição de sentido aos dados.
Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e
articulação entre diferentes experiências.
A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a
conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para
a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo
fragmentado de informações pode gerar apenas uma
sensação de saber, sem que haja efetiva construção
de conhecimento.
O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não
a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há
construção consistente do conhecimento. Aquele que
se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de
humildade diante do saber. Ao construir o
conhecimento, logo compreende que, quanto mais
aprender, mais ainda há a ser treinado e
compreendido.
E, assim, nasce o perigo: informação sem
discernimento se torna ruído; conhecimento sem
sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação
se torna vaidade. Diante dessas profundas
transformações na relação entre informação e
conhecimento, e do impacto da modernidade e da
tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio
não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar
pessoas que saibam o que fazer com ele.
No fim das contas, o problema da era da informação
não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de
critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja
encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar
com profundidade.
Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informaconhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a.
Acesso em: 23 fev. 2026.
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Informação não é conhecimento: o paradoxo da
era hiperconectada
Uma das características da modernidade líquida é a
abundância informacional. Milhões de dados são
produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem
conteúdo com base em nossas interações e gostos;
nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.
Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade
muitas vezes negligenciada: a de produzir
conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito
bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir
sobre as informações que adquirimos parece não ter
mais espaço no cotidiano.
Informação e conhecimento são, portanto, distintos,
ainda que relacionados. A informação se apresenta de
forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o
conhecimento implica um processo de organização,
interpretação e atribuição de sentido aos dados.
Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e
articulação entre diferentes experiências.
A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a
conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para
a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo
fragmentado de informações pode gerar apenas uma
sensação de saber, sem que haja efetiva construção
de conhecimento.
O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não
a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há
construção consistente do conhecimento. Aquele que
se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de
humildade diante do saber. Ao construir o
conhecimento, logo compreende que, quanto mais
aprender, mais ainda há a ser treinado e
compreendido.
E, assim, nasce o perigo: informação sem
discernimento se torna ruído; conhecimento sem
sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação
se torna vaidade. Diante dessas profundas
transformações na relação entre informação e
conhecimento, e do impacto da modernidade e da
tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio
não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar
pessoas que saibam o que fazer com ele.
No fim das contas, o problema da era da informação
não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de
critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja
encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar
com profundidade.
Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informaconhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a.
Acesso em: 23 fev. 2026.
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- Fundamentos de ProgramaçãoAlgoritmosConceitos Básicos de Algoritmos
- Fundamentos de ProgramaçãoComplexidade
No contexto da análise de algoritmos, as notações
assintóticas são utilizadas para descrever o
comportamento do tempo de execução em função
do tamanho da entrada. Com base nas definições
de Big O, little o e Ω, informe se é verdadeiro (V) ou
falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a
alternativa com a sequência correta.
( ) A notação Big O (O(g(n))) define um limite superior assintótico, indicando que o algoritmo cresce no máximo como g(n). ( ) A notação little o (o(g(n))) define um limite superior estrito, indicando que a taxa de crescimento é estritamente menor que g(n). ( ) A notação Ω(g(n)) define um limite intermediário assintótico, sendo comumente empregada para expressar o pior caso de execução de um algoritmo. ( ) A notação Θ(g(n)) define um limite inferior assintótico, garantindo que o algoritmo cresce pelo menos como g(n).
( ) A notação Big O (O(g(n))) define um limite superior assintótico, indicando que o algoritmo cresce no máximo como g(n). ( ) A notação little o (o(g(n))) define um limite superior estrito, indicando que a taxa de crescimento é estritamente menor que g(n). ( ) A notação Ω(g(n)) define um limite intermediário assintótico, sendo comumente empregada para expressar o pior caso de execução de um algoritmo. ( ) A notação Θ(g(n)) define um limite inferior assintótico, garantindo que o algoritmo cresce pelo menos como g(n).
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Um professor do IFCE solicitou que os alunos
projetassem a rede interna de um novo laboratório
de informática, conectando todos os
computadores de forma a minimizar o custo total e
sem gerar ciclos. O professor explicou que a estratégia consiste em
iniciar a árvore a partir de um computador
específico e, iterativamente, adicionar a conexão
de menor custo que ligue a árvore a um
computador ainda não conectado, até integrar
todos os computadores. Com base nesse cenário, qual é o algoritmo
utilizado para construir a árvore geradora de custo
mínimo?
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Na Teoria da Computação, a Tese de
Church-Turing estabelece uma relação entre o
conceito intuitivo de algoritmo e modelos formais
de computação, como a Máquina de Turing.
Embora não seja um teorema formalmente
demonstrado, é amplamente aceita como uma
hipótese sobre os limites do que pode ser
computado.
Com base nessa concepção, assinale a alternativa
que expressa corretamente o conteúdo da Tese de
Church-Turing.
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