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Durante a elaboração de seu plano de expansão, o Instituto Federal Beta destacou a necessidade de alinhar suas metas institucionais ao Plano Nacional de Educação – PNE (Lei Federal 15.388, de 2026). No que se refere à educação profissional, o Objetivo 12 do PNE busca:

Fonte: BRASIL. Lei nº 15.388, de 14 de abril de 2026. Aprova o Plano Nacional de Educação (PNE). Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 15 abr. 2026. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/lei/l15388.htm. Acesso em: 24 abr. 2026.
 

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Durante o acompanhamento de uma turma de licenciatura, a coordenação percebeu que alguns estudantes estavam ultrapassando o limite de faltas permitido. Ao orientar os docentes, destacou-se a exigência mínima de frequência prevista no Regulamento Didático do IFMT. Nesse sentido, de acordo com a Resolução CONSUP/IFMT 81, de 2020, a frequência mínima exigida para a aprovação no referido curso de graduação corresponde a:

Fonte: INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO. Conselho Superior. Resolução CONSUP/IFMT nº 81, de 26 de novembro de 2020. Aprova o Regulamento Didático do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso. Cuiabá: IFMT, 2020. Disponível em: https://drive.google.com/file/d/17ETcl0UM4w_0YCxezYifQ_N7w-sFdyhX/view. Acesso em: 24 abr. 2026. 
 

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O Instituto Federal Alfa está estruturando um novo curso técnico na área de energias renováveis. Durante as reuniões de planejamento, sua equipe pedagógica discute como organizar o itinerário formativo, destacando que este deve ir além da simples seleção de conteúdos disciplinares, buscando configurar uma trajetória formativa consistente, alinhada às demandas do mundo do trabalho e aos fundamentos científicos e tecnológicos da área.
Com base nesta situação hipotética, e segundo as disposições das Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica (Resolução CNE/CP 1, de 2021), o itinerário formativo deve contemplar a articulação de cursos e programas, configurando trajetória educacional consistente e programada, a partir de:

Fonte: BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CP nº 1, de 5 de janeiro de 2021. Define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 6 jan. 2021. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/cne/resolucoes/resolucoes-cp-2021. Acesso em: 24 abr. 2026.
 

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4248097 Ano: 2026
Disciplina: Gerência de Projetos
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT
Uma empresa de médio porte está implementando um projeto de transformação digital com múltiplas equipes interdependentes, prazos críticos e alto grau de incerteza nos requisitos. O gerente de projetos precisa garantir visibilidade das dependências entre tarefas, controle de baseline e flexibilidade para replanejamento. Considerando as características das ferramentas de gestão de projetos, qual abordagem metodológica e instrumental é a mais adequada para esse contexto? 

Fonte: PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE. Um Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK). 7. ed. Newtown Square: PMI, 2021.
 

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Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2024), o estado de Mato Grosso possui uma área territorial de 903.804,362 km², sendo o terceiro mais extenso do país, superado apenas por Pará e Amazonas. Dentro do estado, o maior (27.960,237 km²) e o menor (344,330 km²) município, em extensão territorial, são, respectivamente:
 

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Leia o trecho de notícia:

IBAMA COMBATE GARIMPO ILEGAL E DESARTICULA INFRAESTRUTURA CRIMINOSA EM MATO GROSSO

Operação Xapiri faz parte da força-tarefa de desintrusão da Terra Indígena Sararé, onde mais de 400 acampamentos utilizados por garimpeiros foram destruídos

Brasília/DF (25/08/2025) – Desde o início do mês, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) tem conduzido a Operação Xapiri-Sararé para combater o garimpo ilegal na Terra Indígena (TI) Sararé, em Mato Grosso. A ação já resultou na destruição de uma vasta infraestrutura utilizada pelos garimpeiros.

As equipes de fiscalização inutilizaram, até o momento, 100 escavadeiras hidráulicas, 317 motores estacionários, 431 acampamentos, 61 mil litros de combustível (diesel e gasolina), 43 motocicletas, 9 caminhonetes, 12 caminhões, além de outros equipamentos usados na extração ilegal de ouro.

A Operação Xapiri-Sararé conta com a parceria das seguintes instituições: Ministério dos Povos Indígenas (MPI), Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Federal (PF), Força Nacional de Segurança Pública (FNSP), Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) e Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), além do apoio da Polícia Civil de Goiás (CORE/ GT3) [...].

Disponível em: https://www.gov.br/ibama/pt-br/assuntos/noticias/2025/ibama-combate-garimpo-ilegal-e-desarticula-infraestrutura- -criminosa-em-mato-grosso (adaptado). Acesso em: 28 ago. 2025.

A Terra Indígena mencionada no texto é o lar do povo:
 

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4248094 Ano: 2026
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT

Texto III

Enunciado 4630671-1

Fuente: ECOBUS. "10 Mandamientos Sostenibles". [Infografía]. Mejoramos el mundo. Disponible en redes sociales y plataformas educativas. https://www.facebook.com/ecobusplayasperu/posts/los-10-mandamientos-sostenibles-son-simples-acciones-que-puedes- -empezar-a-involu/208107628086587/. Acceso el: 27 abr. 2026.

Al diseñar una secuencia didáctica con el texto III, un profesor de español de educación primaria explora el tiempo verbal predominante en la infografía como elemento significativo para la construcción de sentido, vinculando los campos semánticos y discursivos que moviliza el género multimodal con una perspectiva sociocultural y comunicativa en la enseñanza de una segunda lengua. Por lo tanto, señala la opción que presente la secuencia metodológica más coherente:

Fuente: LUZ, F.S., de Castro, A. P., & BARROS, A. das G. M. M. (2026). ProfedELE: um recurso digital para o ensino-aprendizagem de Espanhol como língua adicional. Revista Educar Mais, 10, 1-16. Disponible en: https://periodicos.ifsul.edu.br/index.php/educarmais/article/ view/4287 . Acceso el: 29 abr. 2026.
MESQUITA NETO, José Rodrigues de; DA SILVA, Marta Jussara Frutuoso. Espanhol como língua adicional: um reflexo do ensino no Brasil. Tutóia: Diálogos, 2021. E-book (380 p.). Disponible en: https://editoradialogos.com/ebooks/espanhol-como-lingua-adicional-um-reflexo- -do-ensino-no-brasil/. Acceso el: 29 abr. 2026.
 

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4248093 Ano: 2026
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT

Texto II

Enunciado 4630668-1

Fonte: Viñeta “Los deberes, de Francesco Tonucci (Frato), 1940, publicação original: Roma, 1968. Disponível em: http://macarena-formacinparaeltrabajo.blogspot.com/2011/07/el-error-como-base-de-la-ensenanaza.html. Acceso el: 29 abr. 2026.

En el texto II, «Los deberes», se observa un error en el uso del verbo de la estructura gramatical. Teniendo en cuenta los fundamentos del Enfoque Comunicativo, los principios de las prácticas evaluativas e inclusivas y las orientaciones para la enseñanza del español en la educación básica, analiza y señala la actuación pedagógica más adecuada ante la incorrección lingüística que se refleja en la viñeta.

Fuente: DUTRA, Eduardo de Oliveira; SIMIONI, Taise. O ensino do espanhol: caminhos e perspectivas. Pontes Editores, 2017.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: Brasília: MEC, 2018.
 

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4248092 Ano: 2026
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT
Texto I
España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades
La evaluación indica que las políticas y leyes tratan de forma homogénea al colectivo, lo que es percibido como una forma de discriminación
Más de la mitad de los mayores de 45 años sufren edadismo laboral: "Necesitamos gente más activa"
Patricia Martín
Madrid10 MAR 2026 11:00
Actualizada 10 MAR 2026 12:23
España se ha convertido en el primer país de la UE en validar la escala de edadismo desarrollada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), en colaboración con la Universidad de Edimburgo y destinada a medir, con varios instrumentos, los estereotipos, prejuicios y discriminación por razones de edad que sufren las personas mayores. La herramienta, que ya ha sido aplicada en Moldavia, Libia, Líbano y Colombia, analiza el edadismo en sus tres manifestaciones: autoinfligido, interpersonal e institucional y su relación con la salud, el bienestar y la soledad, con el fin de ofrecer una medición rigurosa y estandarizada.
El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de "casos aislados". El análisis precisa que el edadismo presenta niveles bajos y moderados, si bien el principal foco del problema está en el ámbito institucional, donde existen leyes y políticas relacionadas con la sanidad, las pensiones, la vivienda o los servicios sociales que no se adecúan a la población mayor. Así, el 62% de los mayores considera que las políticas públicas no responden adecuadamente a sus necesidades. Y una amplia mayoría percibe que les tratan como un grupo homogéneo, cuando no lo es.
España es un país muy longevo y, en estos momentos, existen casi 10 millones de personas mayores de 65 años, lo que representa el 20,4% de la población, con una esperanza de vida de 84,1 años, de las más altas del mundo. Se trata, por tanto, de un grupo muy heterogéneo, con personas con buena salud, muchos de ellos aún en activo, mientras que a partir de los 80 se incrementa las situaciones de enfermedad y dependencia, pero también con diversidad de situaciones.
Sin embargo, según señala la escala de edadismo, los medios de comunicación suelen reflejar a los séniors como personas frágiles, dependientes o aisladas, "invisibilizando su diversidad y sus contribuciones sociales".
Efectos clínicos y emocionales

Pese a ello, en términos generales, los mayores de 65 años suelen estar orgullosos de su edad, su trayectoria vital y sus logros, aunque el edadismo afecta a la autoestima, la salud y el bienestar de las personas que lo sufren. Así, el estudio detecta que quienes padecen más discriminación por edad tiene peor estado de salud, más soledad y menor satisfacción con la vida, por lo que se trata de una problemática que tiene efectos clínicos y emocionales. De ahí que el estudio, desarrollado por el Observatorio del Edadismo de HelpAge International España con la financiación del Instituto de Mayores y Servicios Sociales (Imserso), proponga que las administraciones lo traten como un "problema de salud pública".


Fuente: MARTÍN, Patricia. España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo... El Periódico, Madrid, 10 mar. 2026. Disponible en: https://www.elperiodico.com/es/sociedad/20260310/espana-valida-escala-edadismo-mayores-127734812. Acceso el: 27 abr. 2026.
Observa los elementos resaltados en el extracto del texto I, "El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de 'casos aislados'. Marca la alternativa que expone el análisis correcto de los sentidos presentados.
 

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4248091 Ano: 2026
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT
Texto I
España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades
La evaluación indica que las políticas y leyes tratan de forma homogénea al colectivo, lo que es percibido como una forma de discriminación
Más de la mitad de los mayores de 45 años sufren edadismo laboral: "Necesitamos gente más activa"
Patricia Martín
Madrid10 MAR 2026 11:00
Actualizada 10 MAR 2026 12:23
España se ha convertido en el primer país de la UE en validar la escala de edadismo desarrollada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), en colaboración con la Universidad de Edimburgo y destinada a medir, con varios instrumentos, los estereotipos, prejuicios y discriminación por razones de edad que sufren las personas mayores. La herramienta, que ya ha sido aplicada en Moldavia, Libia, Líbano y Colombia, analiza el edadismo en sus tres manifestaciones: autoinfligido, interpersonal e institucional y su relación con la salud, el bienestar y la soledad, con el fin de ofrecer una medición rigurosa y estandarizada.
El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de "casos aislados". El análisis precisa que el edadismo presenta niveles bajos y moderados, si bien el principal foco del problema está en el ámbito institucional, donde existen leyes y políticas relacionadas con la sanidad, las pensiones, la vivienda o los servicios sociales que no se adecúan a la población mayor. Así, el 62% de los mayores considera que las políticas públicas no responden adecuadamente a sus necesidades. Y una amplia mayoría percibe que les tratan como un grupo homogéneo, cuando no lo es.
España es un país muy longevo y, en estos momentos, existen casi 10 millones de personas mayores de 65 años, lo que representa el 20,4% de la población, con una esperanza de vida de 84,1 años, de las más altas del mundo. Se trata, por tanto, de un grupo muy heterogéneo, con personas con buena salud, muchos de ellos aún en activo, mientras que a partir de los 80 se incrementa las situaciones de enfermedad y dependencia, pero también con diversidad de situaciones.
Sin embargo, según señala la escala de edadismo, los medios de comunicación suelen reflejar a los séniors como personas frágiles, dependientes o aisladas, "invisibilizando su diversidad y sus contribuciones sociales".
Efectos clínicos y emocionales

Pese a ello, en términos generales, los mayores de 65 años suelen estar orgullosos de su edad, su trayectoria vital y sus logros, aunque el edadismo afecta a la autoestima, la salud y el bienestar de las personas que lo sufren. Así, el estudio detecta que quienes padecen más discriminación por edad tiene peor estado de salud, más soledad y menor satisfacción con la vida, por lo que se trata de una problemática que tiene efectos clínicos y emocionales. De ahí que el estudio, desarrollado por el Observatorio del Edadismo de HelpAge International España con la financiación del Instituto de Mayores y Servicios Sociales (Imserso), proponga que las administraciones lo traten como un "problema de salud pública".


Fuente: MARTÍN, Patricia. España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo... El Periódico, Madrid, 10 mar. 2026. Disponible en: https://www.elperiodico.com/es/sociedad/20260310/espana-valida-escala-edadismo-mayores-127734812. Acceso el: 27 abr. 2026.
El Texto I “España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo…”, está organizado de una manera específica que determina la discursividad del texto en la L2. Considerando la función social y la estructura textual, señala la alternativa correcta.

Fuente: Marcuschi, L. A. Produção Textual, Análise de Gêneros e Compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
 

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