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ENTREVISTA
PERGUNTA – O que nos dá o direito de submeter outros
seres vivos indefesos ao sofrimento em pesquisas médicas?
RESPOSTA – O fato de que existe um meio termo entre
abusar dos animais e acreditar que eles não devem
ser usados em pesquisas de maneira nenhuma. E não é
preciso ser médico, ou estar envolvido nas pesquisas, para
pensar assim. O caso do Dalai Lama, um líder espiritual
que não come carne, é interessante nesse aspecto. Ele
afirma que devemos tratar os animais com respeito e que
não devemos explorá-los. Especificamente em resposta à
experimentação animal, ele já disse que as perdas são de
curto prazo, mas os benefícios de longo prazo são muitos.
Se surgir a necessidade de sacrificar um animal, afirma o
Dalai Lama, devemos fazê-lo com empatia, causando o
mínimo de dor possível. Menciono o Dalai Lama como um
exemplo de que é possível desenvolver um raciocínio ético
a respeito deste assunto, compatível inclusive com outras
formas de respeito à vida animal, como o vegetarianismo.
PERGUNTA – Há quem diga que o único motivo por que os
cientistas se preocupam com o bem-estar dos animais é
porque o estresse e o sofrimento alteram o resultado das
pesquisas. É assim que os cientistas agem?
ENTREVISTADO – Penso que os cientistas são pessoas
extremamente morais. Em nosso laboratório, por exemplo,
os cientistas tratam os animais como indivíduos muito
especiais. Passamos muito tempo cuidando deles, pois
vivemos da pesquisa de animais. Nós nos certificamos de
que eles estão confortáveis e suas necessidades, supridas.
As instalações nas quais a maioria dos animais de pesquisas
são acomodados são muito superiores às dos animais de
estimação.
A entrevista acima é realizada com Michael Conn, que
defende a ideia do uso de cobaias nos laboratórios como
essencial ao progresso da medicina.
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- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
- Interpretação de TextosIntertextualidade
SALTANDO AS MURALHAS DA EUROPA
De um lado está a Europa da abundância econômica e da estabilidade política. De outro, além do Mediterrâneo, uma extensa faixa assolada pela pobreza e por violentos conflitos. O precário equilíbrio rompeu-se de uma vez com o agravamento da guerra civil na Síria. Da Síria, mas também do Iraque e do Afeganistão, puseram-se em marcha os refugiados. Atrás deles, ou junto com eles, marcham os migrantes econômicos da África e da Ásia. No maior fluxo migratório desde a Segunda Guerra Mundial, os desesperados e os deserdados saltam as muralhas da União Europeia.
Muralhas? Em tempos normais, os portais da União Europeia estão abertos para os refugiados, mas fechados para os imigrantes. Não vivemos tempos normais. Os países da Europa Centro-Oriental, Hungria à frente, fazem eco à xenofobia da extrema-direita, levantando as pontes diante dos refugiados. Vergonhosamente, a Grã-Bretanha segue tal exemplo, ainda que com menos impudor.
A Alemanha, seguida hesitantemente pela França, insiste num outro rumo, baseado na lógica demográfica e nos princípios humanitários. Angela Merkel explica a seus parceiros que a Europa precisa agir junta para passar num teste ainda mais difícil que o da crise do euro. “O futuro da União Europeia será moldado pelo que fizermos agora, alerta a primeira-ministra alemã.
(Mundo, outubro 2015)
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SALTANDO AS MURALHAS DA EUROPA
De um lado está a Europa da abundância econômica e da estabilidade política. De outro, além do Mediterrâneo, uma extensa faixa assolada pela pobreza e por violentos conflitos. O precário equilíbrio rompeu-se de uma vez com o agravamento da guerra civil na Síria. Da Síria, mas também do Iraque e do Afeganistão, puseram-se em marcha os refugiados. Atrás deles, ou junto com eles, marcham os migrantes econômicos da África e da Ásia. No maior fluxo migratório desde a Segunda Guerra Mundial, os desesperados e os deserdados saltam as muralhas da União Europeia.
Muralhas? Em tempos normais, os portais da União Europeia estão abertos para os refugiados, mas fechados para os imigrantes. Não vivemos tempos normais. Os países da Europa Centro-Oriental, Hungria à frente, fazem eco à xenofobia da extrema-direita, levantando as pontes diante dos refugiados. Vergonhosamente, a Grã-Bretanha segue tal exemplo, ainda que com menos impudor.
A Alemanha, seguida hesitantemente pela França, insiste num outro rumo, baseado na lógica demográfica e nos princípios humanitários. Angela Merkel explica a seus parceiros que a Europa precisa agir junta para passar num teste ainda mais difícil que o da crise do euro. “O futuro da União Europeia será moldado pelo que fizermos agora, alerta a primeira-ministra alemã.
(Mundo, outubro 2015)
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TEXTO
SALTANDO AS MURALHAS DA EUROPA
De um lado está a Europa da abundância econômica e da estabilidade política. De outro, além do Mediterrâneo, uma extensa faixa assolada pela pobreza e por violentos conflitos. O precário equilíbrio rompeu-se de uma vez com o agravamento da guerra civil na Síria. Da Síria, mas também do Iraque e do Afeganistão, puseram-se em marcha os refugiados. Atrás deles, ou junto com eles, marcham os migrantes econômicos da África e da Ásia. No maior fluxo migratório desde a Segunda Guerra Mundial, os desesperados e os deserdados saltam as muralhas da União Europeia.
Muralhas? Em tempos normais, os portais da União Europeia estão abertos para os refugiados, mas fechados para os imigrantes. Não vivemos tempos normais. Os países da Europa Centro-Oriental, Hungria à frente, fazem eco à xenofobia da extrema-direita, levantando as pontes diante dos refugiados. Vergonhosamente, a Grã-Bretanha segue tal exemplo, ainda que com menos impudor.
A Alemanha, seguida hesitantemente pela França, insiste num outro rumo, baseado na lógica demográfica e nos princípios humanitários. Angela Merkel explica a seus parceiros que a Europa precisa agir junta para passar num teste ainda mais difícil que o da crise do euro. “O futuro da União Europeia será moldado pelo que fizermos agora, alerta a primeira-ministra alemã.
(Mundo, outubro 2015)
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SALTANDO AS MURALHAS DA EUROPA
De um lado está a Europa da abundância econômica e da estabilidade política. De outro, além do Mediterrâneo, uma extensa faixa assolada pela pobreza e por violentos conflitos. O precário equilíbrio rompeu-se de uma vez com o agravamento da guerra civil na Síria. Da Síria, mas também do Iraque e do Afeganistão, puseram-se em marcha os refugiados. Atrás deles, ou junto com eles, marcham os migrantes econômicos da África e da Ásia. No maior fluxo migratório desde a Segunda Guerra Mundial, os desesperados e os deserdados saltam as muralhas da União Europeia.
Muralhas? Em tempos normais, os portais da União Europeia estão abertos para os refugiados, mas fechados para os imigrantes. Não vivemos tempos normais. Os países da Europa Centro-Oriental, Hungria à frente, fazem eco à xenofobia da extrema-direita, levantando as pontes diante dos refugiados. Vergonhosamente, a Grã-Bretanha segue tal exemplo, ainda que com menos impudor.
A Alemanha, seguida hesitantemente pela França, insiste num outro rumo, baseado na lógica demográfica e nos princípios humanitários. Angela Merkel explica a seus parceiros que a Europa precisa agir junta para passar num teste ainda mais difícil que o da crise do euro. “O futuro da União Europeia será moldado pelo que fizermos agora, alerta a primeira-ministra alemã.
(Mundo, outubro 2015)
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ADOTAR É O BICHO!
Will só pisou a grama aos 13 anos. Nina e Kaco
estavam abandonados. Primavera sofria nas mãos do
dono. A vida desses animais só mudou graças a um
nobre gesto: a adoção.
O leão Will se move de lado a lado,
incessantemente, dentro da pequena jaula. De
repente, a porta é aberta. Resfolegante, ele derrapa
no piso escorregadio de metal e atira-se em direção ao
chão de terra e grama. Num trote curto, oscila entre a
vontade de disparar correndo e de experimentar com
calma o contato direto com o solo. Então para, olha
fixo na grama e esfrega as patas contra a vegetação
rasteira, num gesto instintivo de afiar as garras, que
só nesse dia, aos 13 anos de idade, ele pôde realizar.
(Revista Sorria. São Paulo: 13 abril 2010.)
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Quando a incidência de juro ocorre em mais (ou menos) de uma vez em cada período a que se refere uma determinada taxa de jutos, isto é, a unidade de referência do tempo desta não coincide com a unidade de referência do tempo dos períodos de capitalização, então essa taxa não representa o custo efetivo de uma operação financeira, sedo esse o caso da taxa:
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Quando uma taxa pressupõe incidência de juro apenas uma única vez em cada período a que se refere esta taxa, isto é, a unidade de referência de seu tempo coincide com a unidade de referência do tempo dos períodos de capitalização, esse é o caso da taxa:
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Com a inflação, mês passado um comerciante aumentou o
preço de seus produtos em 20%. Agora ele está arrependido
porque as vendas caíram muito. Assim, ele resolveu baixar os
preços atuais em 20%. Dessa forma, o preço final a ser cobrado
depois desse desconto, comparado com o preço inicial, de
antes do aumento, será:
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- Conceitos Fundamentais
- Análise de InvestimentosEquivalência de Capitais
- Juros (Capitalização)Relação entre Juros Simples e CompostosTaxa Efetiva e Taxa Nominal
Uma taxa linear de 10% ao mês é:
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