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Foram encontradas 50 questões.

1626832 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: IBADE
Orgão: IF-RO

O exame parasitológico de fezes tem como objetivo diagnosticar os parasitos intestinais através da pesquisa das diferentes formas parasitárias que são eliminadas nas fezes. Sobre os métodos de diagnóstico parasitário, é correto afirmar que:

I. O exame direto a fresco é indicado principalmente para pesquisa de trofozoítos de protozoários em fezes diarréicas recém-emitidas. Outras formas parasitárias poderão ser detectadas quando presentes em grande quantidade.

II. Para execução dos métodos de Baermann- Moraes e Rugai as fezes podem ser colhidas no dia anterior do exame e aguardar na refrigeração. Pode ser usada em fezes diarréicas ou coletadas emconservador.

III. O método de Kato, modificado por Katz e Cols, de acordo com a Organização Mundial de Saúde pode ser indicado exclusivamente para ovos de Trichuris trichiura. O método pode ser executado emfezes diarréicas.

São consideradas corretas:

 

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1626831 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: IBADE
Orgão: IF-RO

A inseminação artificial é caracterizada pela deposição mecânica do sêmen no aparelho genital da fêmea. O sucesso desta depende de vários fatores, de ordem técnica e operacional. Sobre a inseminação artificial em vacas, pode-se afirmar que:

I. Vacas que manifestam cio pela manhã são cobertas pela tarde, e vacas que entram no cio à tarde são cobertas na manhã seguinte.

II. Vacas que manifestam cio pela manhã são cobertas na manhã do dia seguinte, e vacas que entram no cio à tarde são cobertas na tarde do dia seguinte.

III. Vacas que manifestam cio pela manhã são cobertas pela noite do mesmo dia, e vacas que entram no cio à tarde são cobertas na noite do dia seguinte.

São consideradas corretas:

 

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1626829 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: IBADE
Orgão: IF-RO

Os órgãos femininos de reprodução incluem dois ovários, duas tubas uterinas, o útero a vagina e vulva. Sobre a anatomia do aparelho reprodutivo da fêmea bovina, pode-se afirmar que:

 

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1626828 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: IBADE
Orgão: IF-RO

A intoxicação alimentar estafilocócica, causada pelo Staphylococcus aureus, é um dos tipos de intoxicação alimentar mais comum. Sobre as características deste microrganismo, pode-se afirmar que:

 

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Numa aula de laboratório o professor dividirá 11 alunos em três bancadas, sendo cinco alunos na primeira, quatro alunos na segunda e dois alunos na terceira. De quantas maneiras ele poderá fazer essa divisão?

 

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Um professor realizará uma dinâmica com oito alunos. Eles deverão dar as mãos e formar uma roda. O número total de rodas, todas contendo os oito alunos, que poderão formar é:

 

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Numa mistura de água com suco de frutas de 2 litros, o percentual de suco de frutas é de 10 %. Mantendo a quantidade de água, a quantidade de suco de frutas, em litros, que devemos acrescentar para que o percentual de suco de frutas na nova mistura seja de 20% é:

 

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Estrangeirismos: in or out?

Para alguns, o uso de estrangeirismos faz parte do nosso cotidiano, já que estamos usando tão frequentemente outras línguas na forma oral ou na forma escrita. Além disso, a língua portuguesa se parece muito com o Brasil cosmopolita, pois nosso país abriga pessoas que já formaram gerações de diversas regiões do mundo – a nossa tão falada miscigenação. [...]

Algumas palavras ou expressões já foram “abrasileiradas”, como é o caso do verbo “deletar”. Outras são usadas do jeito original, como fast-food ou milk-shake, e outras ainda, que facilmente poderiam ser trocadas por uma similar nacional, mas insistem em permanecer como exceções à regra. Pensando sobre “invasões” culturais, além das linguísticas, o português não teria absorvido a palavra hambúrguer, se não tivesse se estabelecido entre nós a rede McDonald's.

Muitos autores acham que estrangeirismo não passa de modismo e que seu uso frequente pode muitas vezes ser atribuído a uma mera imitação de comportamentos linguístico-culturais, reveladora de uma postura acrítica e submissa, principalmente por parte dos jovens, no que se refere a culturas dominantes como a norte-americana. [...]

No entanto, como explicar o uso dessas palavras, expressões e construções vistas correntemente na internet, na publicidade, nos meios de comunicação, no esporte, na música, em serviços bancários? Esses empréstimos de outras línguas a cada dia penetram no português, oriundos das mais diversas procedências, para preencher vazios da nossa língua e, com isso, enriquecer o léxico [...].

Além disso, imaginem as seguintes cenas “traduzidas”: “Cheguei ao restaurante de comida rápida (fast-food), onde esperava pelo meu treinador pessoal (personal-trainer), pois havíamos marcado uma hora feliz (happy hour) para tomarmos um leite batido (milk-shake)”. Ou então: “Liguei o meu livro de anotações (notebook) para acessar o meu endereço eletrônico (e-mail), mas a entreteia (internet) estava com problemas neste sítio (site), então preferi usar o mensageiro (messenger), que era bem mais rápido”.

PAGANOTTO, Emery Marilis Mauro. Disponível em: <http://universidadebrasil.edu.br/portal/estrangeirismos-in-orout/> (adaptado).

A palavra “hambúrguer”, originalmente escrita hamburger, em língua inglesa, é acentuada em função da regra que determina que:

 

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Estrangeirismos: in or out?

Para alguns, o uso de estrangeirismos faz parte do nosso cotidiano, já que estamos usando tão frequentemente outras línguas na forma oral ou na forma escrita. Além disso, a língua portuguesa se parece muito com o Brasil cosmopolita, pois nosso país abriga pessoas que já formaram gerações de diversas regiões do mundo – a nossa tão falada miscigenação. [...]

Algumas palavras ou expressões já foram “abrasileiradas”, como é o caso do verbo “deletar”. Outras são usadas do jeito original, como fast-food ou milk-shake, e outras ainda, que facilmente poderiam ser trocadas por uma similar nacional, mas insistem em permanecer como exceções à regra. Pensando sobre “invasões” culturais, além das linguísticas, o português não teria absorvido a palavra hambúrguer, se não tivesse se estabelecido entre nós a rede McDonald's.

Muitos autores acham que estrangeirismo não passa de modismo e que seu uso frequente pode muitas vezes ser atribuído a uma mera imitação de comportamentos linguístico-culturais, reveladora de uma postura acrítica e submissa, principalmente por parte dos jovens, no que se refere a culturas dominantes como a norte-americana. [...]

No entanto, como explicar o uso dessas palavras, expressões e construções vistas correntemente na internet, na publicidade, nos meios de comunicação, no esporte, na música, em serviços bancários? Esses empréstimos de outras línguas a cada dia penetram no português, oriundos das mais diversas procedências, para preencher vazios da nossa língua e, com isso, enriquecer o léxico [...].

Além disso, imaginem as seguintes cenas “traduzidas”: “Cheguei ao restaurante de comida rápida (fast-food), onde esperava pelo meu treinador pessoal (personal-trainer), pois havíamos marcado uma hora feliz (happy hour) para tomarmos um leite batido (milk-shake)”. Ou então: “Liguei o meu livro de anotações (notebook) para acessar o meu endereço eletrônico (e-mail), mas a entreteia (internet) estava com problemas neste sítio (site), então preferi usar o mensageiro (messenger), que era bem mais rápido”.

PAGANOTTO, Emery Marilis Mauro. Disponível em: <http://universidadebrasil.edu.br/portal/estrangeirismos-in-orout/> (adaptado).

Observe o trecho abaixo.

“Algumas palavras ou expressões já foram 'abrasileiradas', como é o caso do verbo 'deletar'. Outras são usadas do jeito original, como fast-food ou milk-shake, e outras ainda, que facilmente poderiam ser trocadas por uma similar nacional, mas insistem em permanecer como exceções à regra”.

Comparando as palavras “fast-food” e “milk-shake” às palavras “deletar” e “internet”, todas oriundas de outras línguas, indique a alternativa que explica corretamente o porquê de se usar itálico em algumas palavras, mas não em outras:

 

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Estrangeirismos: in or out?

Para alguns, o uso de estrangeirismos faz parte do nosso cotidiano, já que estamos usando tão frequentemente outras línguas na forma oral ou na forma escrita. Além disso, a língua portuguesa se parece muito com o Brasil cosmopolita, pois nosso país abriga pessoas que já formaram gerações de diversas regiões do mundo – a nossa tão falada miscigenação. [...]

Algumas palavras ou expressões já foram “abrasileiradas”, como é o caso do verbo “deletar”. Outras são usadas do jeito original, como fast-food ou milk-shake, e outras ainda, que facilmente poderiam ser trocadas por uma similar nacional, mas insistem em permanecer como exceções à regra. Pensando sobre “invasões” culturais, além das linguísticas, o português não teria absorvido a palavra hambúrguer, se não tivesse se estabelecido entre nós a rede McDonald's.

Muitos autores acham que estrangeirismo não passa de modismo e que seu uso frequente pode muitas vezes ser atribuído a uma mera imitação de comportamentos linguístico-culturais, reveladora de uma postura acrítica e submissa, principalmente por parte dos jovens, no que se refere a culturas dominantes como a norte-americana. [...]

No entanto, como explicar o uso dessas palavras, expressões e construções vistas correntemente na internet, na publicidade, nos meios de comunicação, no esporte, na música, em serviços bancários? Esses empréstimos de outras línguas a cada dia penetram no português, oriundos das mais diversas procedências, para preencher vazios da nossa língua e, com isso, enriquecer o léxico [...].

Além disso, imaginem as seguintes cenas “traduzidas”: “Cheguei ao restaurante de comida rápida (fast-food), onde esperava pelo meu treinador pessoal (personal-trainer), pois havíamos marcado uma hora feliz (happy hour) para tomarmos um leite batido (milk-shake)”. Ou então: “Liguei o meu livro de anotações (notebook) para acessar o meu endereço eletrônico (e-mail), mas a entreteia (internet) estava com problemas neste sítio (site), então preferi usar o mensageiro (messenger), que era bem mais rápido”.

PAGANOTTO, Emery Marilis Mauro. Disponível em: <http://universidadebrasil.edu.br/portal/estrangeirismos-in-orout/> (adaptado).

Analise o trecho abaixo.

“Outras são usadas do jeito original, como fast-food ou milk-shake, e outras ainda, que facilmente poderiam ser trocadas por uma similar nacional, MAS insistemempermanecer como exceções à regra.”

O vocábulo destacado, “mas”, classifica-se como conjunção coordenativa adversativa e poderia ser substituído, sem prejuízo de sentido, por:

 

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