Foram encontradas 50 questões.
Sabe-se que cada membro de cada grupo acessa a biblioteca apenas de uma das seguintes duas maneiras: acesso presencial e acesso digital. Com base nessas informações e nos dados do gráfico, considere as afirmações abaixo.
I - Em relação ao total de estudantes que acessaram a biblioteca em maio de 2026, a porcentagem de estudantes que acessaram a biblioteca presencialmente é maior do que 40%.
II - O número de docentes que acessaram presencialmente a biblioteca representa menos de 30% do total de docentes que acessaram a biblioteca em maio de 2026.
III - O total de pessoas que compõem os três grupos, docentes, estudantes e técnicos, que acessaram a biblioteca em maio de 2026 é 460.
Quais são corretas?
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Para corrigir a identificação da cor das bolas contidas em cada caixa é suficiente abrir
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10, 18, 28, 40, ...
Utilizando esse padrão de construção, os números que correspondem ao sétimo termo e ao décimo termo da sequência são, respectivamente,
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- Lógica ProposicionalEquivalências Lógicas
- Lógica ProposicionalNegação de Proposições CompostasLeis de De Morgan
- Lógica ProposicionalProposições
Considere a afirmação abaixo.
Andrade é escritor ou Cecília é estudante.
A negação lógica para a afirmação é
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PRINCÍPIO DA IMPARCIALIDADE
Os agentes públicos, ante a aplicação ____ teoria
do órgão (ou da imputação volitiva), atuam represen-
tando a Administração Pública, vale dizer, a vontade do
agente público se confunde com a do Estado, poder-
dever conferido ____ ele pelo ordenamento jurídico.
Não se trata, portanto, de uma relação de mandato,
haja vista a impossibilidade de o Estado manifestar sua
vontade senão pela atuação do próprio agente público.
Não se trata, de igual modo, de uma relação de repre-
sentação, uma vez que o Estado é sujeito de direito, ou
seja, pessoa jurídica de direito público interno, dotada
de personalidade jurídica, capaz de responder ____
danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a
terceiros, nos termos do art. 37, § 6o, da Constituição
Federal de 1988.
Se o agente público presenta a Administração
Pública, é evidente que sua atuação deve estar alinhada
com o princípio fundamental republicano (art. 1o da
Constituição Federal de 1988), no qual a Administração
Pública deve servir à sociedade, em detrimento de uma
Administração Patrimonial, em que os cargos públicos
são tidos como “propriedade” do soberano, e, conse-
quentemente, os agentes públicos agem para garantir
a proteção e os interesses desse soberano e dos seus
“apadrinhados”, e não o interesse público.
Servir à res publica, assim, significa atuar de modo
impessoal, sem preferências, favoritismos, corporati-
vismos, mas também sem perseguições, sectarismos,
acossamentos.
A expressão “imparcialidade” representa o antônimo
da expressão “parcialidade”. Ser parcial significa possuir
um interesse específico, logo, quem é parcial, natural-
mente terá a tendência a proteger o seu interesse. O
próprio conceito de “parte”, para fins processuais,
indica se tratar de um sujeito parcial, uma vez que
possui interesse específico que a decisão lhe seja favo-
rável.
O agente público, principalmente aquele dotado de
poder de decisão, não pode agir visando a proteger seus
interesses pessoais ou mesmo dos administrados; ao
revés, deve estar interessado, apenas, em aplicar o
ordenamento jurídico e prestar um bom serviço público.
É importante destacar que a imparcialidade não se
confunde com a neutralidade. Ser neutro significa
distanciar-se absolutamente do objeto de análise,
evitando levar em consideração as experiências de
vida, as memórias, ____ é uma utopia.
Adaptado de: PAULA, E. L. N. de. Reforma Administrativa: novos princípios da Administração Pública. Revista do TCU, n. 146, 2020, p. 38-40. Disponível em: https://revista.tcu.gov.br/ojs/index.php/RTCU/issue/view/91. Acesso em: 07 jul. 2026.
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PRINCÍPIO DA IMPARCIALIDADE
Os agentes públicos, ante a aplicação ____ teoria
do órgão (ou da imputação volitiva), atuam represen-
tando a Administração Pública, vale dizer, a vontade do
agente público se confunde com a do Estado, poder-
dever conferido ____ ele pelo ordenamento jurídico.
Não se trata, portanto, de uma relação de mandato,
haja vista a impossibilidade de o Estado manifestar sua
vontade senão pela atuação do próprio agente público.
Não se trata, de igual modo, de uma relação de repre-
sentação, uma vez que o Estado é sujeito de direito, ou
seja, pessoa jurídica de direito público interno, dotada
de personalidade jurídica, capaz de responder ____
danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a
terceiros, nos termos do art. 37, § 6o, da Constituição
Federal de 1988.
Se o agente público presenta a Administração
Pública, é evidente que sua atuação deve estar alinhada
com o princípio fundamental republicano (art. 1o da
Constituição Federal de 1988), no qual a Administração
Pública deve servir à sociedade, em detrimento de uma
Administração Patrimonial, em que os cargos públicos
são tidos como “propriedade” do soberano, e, conse-
quentemente, os agentes públicos agem para garantir
a proteção e os interesses desse soberano e dos seus
“apadrinhados”, e não o interesse público.
Servir à res publica, assim, significa atuar de modo
impessoal, sem preferências, favoritismos, corporati-
vismos, mas também sem perseguições, sectarismos,
acossamentos.
A expressão “imparcialidade” representa o antônimo
da expressão “parcialidade”. Ser parcial significa possuir
um interesse específico, logo, quem é parcial, natural-
mente terá a tendência a proteger o seu interesse. O
próprio conceito de “parte”, para fins processuais,
indica se tratar de um sujeito parcial, uma vez que
possui interesse específico que a decisão lhe seja favo-
rável.
O agente público, principalmente aquele dotado de
poder de decisão, não pode agir visando a proteger seus
interesses pessoais ou mesmo dos administrados; ao
revés, deve estar interessado, apenas, em aplicar o
ordenamento jurídico e prestar um bom serviço público.
É importante destacar que a imparcialidade não se
confunde com a neutralidade. Ser neutro significa
distanciar-se absolutamente do objeto de análise,
evitando levar em consideração as experiências de
vida, as memórias, ____ é uma utopia.
Adaptado de: PAULA, E. L. N. de. Reforma Administrativa: novos princípios da Administração Pública. Revista do TCU, n. 146, 2020, p. 38-40. Disponível em: https://revista.tcu.gov.br/ojs/index.php/RTCU/issue/view/91. Acesso em: 07 jul. 2026.
Associe corretamente o bloco inferior ao superior.
( ) poder-dever (l. 04-05)
( ) imparcialidade (l. 30)
( ) ordenamento (l. 42)
( ) absolutamente (l. 45)
(1) Constituída por composição por justaposição, sem alteração significativa dos elementos formadores.
(2) Constituída por prefixo com sentido de negação e por sufixo formador de substantivo abstrato a partir de adjetivo.
(3) Constituída por sufixo formador de substantivo a partir de verbo.
(4) Constituída por sufixo formador de advérbio a partir de adjetivo.
(5) Constituída por composição por aglutinação, com alteração fonética de um dos elementos formadores.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
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PRINCÍPIO DA IMPARCIALIDADE
Os agentes públicos, ante a aplicação ____ teoria
do órgão (ou da imputação volitiva), atuam represen-
tando a Administração Pública, vale dizer, a vontade do
agente público se confunde com a do Estado, poder-
dever conferido ____ ele pelo ordenamento jurídico.
Não se trata, portanto, de uma relação de mandato,
haja vista a impossibilidade de o Estado manifestar sua
vontade senão pela atuação do próprio agente público.
Não se trata, de igual modo, de uma relação de repre-
sentação, uma vez que o Estado é sujeito de direito, ou
seja, pessoa jurídica de direito público interno, dotada
de personalidade jurídica, capaz de responder ____
danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a
terceiros, nos termos do art. 37, § 6o, da Constituição
Federal de 1988.
Se o agente público presenta a Administração
Pública, é evidente que sua atuação deve estar alinhada
com o princípio fundamental republicano (art. 1o da
Constituição Federal de 1988), no qual a Administração
Pública deve servir à sociedade, em detrimento de uma
Administração Patrimonial, em que os cargos públicos
são tidos como “propriedade” do soberano, e, conse-
quentemente, os agentes públicos agem para garantir
a proteção e os interesses desse soberano e dos seus
“apadrinhados”, e não o interesse público.
Servir à res publica, assim, significa atuar de modo
impessoal, sem preferências, favoritismos, corporati-
vismos, mas também sem perseguições, sectarismos,
acossamentos.
A expressão “imparcialidade” representa o antônimo
da expressão “parcialidade”. Ser parcial significa possuir
um interesse específico, logo, quem é parcial, natural-
mente terá a tendência a proteger o seu interesse. O
próprio conceito de “parte”, para fins processuais,
indica se tratar de um sujeito parcial, uma vez que
possui interesse específico que a decisão lhe seja favo-
rável.
O agente público, principalmente aquele dotado de
poder de decisão, não pode agir visando a proteger seus
interesses pessoais ou mesmo dos administrados; ao
revés, deve estar interessado, apenas, em aplicar o
ordenamento jurídico e prestar um bom serviço público.
É importante destacar que a imparcialidade não se
confunde com a neutralidade. Ser neutro significa
distanciar-se absolutamente do objeto de análise,
evitando levar em consideração as experiências de
vida, as memórias, ____ é uma utopia.
Adaptado de: PAULA, E. L. N. de. Reforma Administrativa: novos princípios da Administração Pública. Revista do TCU, n. 146, 2020, p. 38-40. Disponível em: https://revista.tcu.gov.br/ojs/index.php/RTCU/issue/view/91. Acesso em: 07 jul. 2026.
I - Os verbos atuam (l. 02) e se confunde (l. 04), empregados no primeiro parágrafo, estão conjugados no presente do indicativo.
II - As formas verbais causarem (l. 13) e seja (l. 36) estão conjugadas no mesmo tempo e modo verbal.
III - A forma verbal terá (l. 33) está conjugada no futuro do presente do indicativo.
Quais estão corretas?
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PRINCÍPIO DA IMPARCIALIDADE
Os agentes públicos, ante a aplicação ____ teoria
do órgão (ou da imputação volitiva), atuam represen-
tando a Administração Pública, vale dizer, a vontade do
agente público se confunde com a do Estado, poder-
dever conferido ____ ele pelo ordenamento jurídico.
Não se trata, portanto, de uma relação de mandato,
haja vista a impossibilidade de o Estado manifestar sua
vontade senão pela atuação do próprio agente público.
Não se trata, de igual modo, de uma relação de repre-
sentação, uma vez que o Estado é sujeito de direito, ou
seja, pessoa jurídica de direito público interno, dotada
de personalidade jurídica, capaz de responder ____
danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a
terceiros, nos termos do art. 37, § 6o, da Constituição
Federal de 1988.
Se o agente público presenta a Administração
Pública, é evidente que sua atuação deve estar alinhada
com o princípio fundamental republicano (art. 1o da
Constituição Federal de 1988), no qual a Administração
Pública deve servir à sociedade, em detrimento de uma
Administração Patrimonial, em que os cargos públicos
são tidos como “propriedade” do soberano, e, conse-
quentemente, os agentes públicos agem para garantir
a proteção e os interesses desse soberano e dos seus
“apadrinhados”, e não o interesse público.
Servir à res publica, assim, significa atuar de modo
impessoal, sem preferências, favoritismos, corporati-
vismos, mas também sem perseguições, sectarismos,
acossamentos.
A expressão “imparcialidade” representa o antônimo
da expressão “parcialidade”. Ser parcial significa possuir
um interesse específico, logo, quem é parcial, natural-
mente terá a tendência a proteger o seu interesse. O
próprio conceito de “parte”, para fins processuais,
indica se tratar de um sujeito parcial, uma vez que
possui interesse específico que a decisão lhe seja favo-
rável.
O agente público, principalmente aquele dotado de
poder de decisão, não pode agir visando a proteger seus
interesses pessoais ou mesmo dos administrados; ao
revés, deve estar interessado, apenas, em aplicar o
ordenamento jurídico e prestar um bom serviço público.
É importante destacar que a imparcialidade não se
confunde com a neutralidade. Ser neutro significa
distanciar-se absolutamente do objeto de análise,
evitando levar em consideração as experiências de
vida, as memórias, ____ é uma utopia.
Adaptado de: PAULA, E. L. N. de. Reforma Administrativa: novos princípios da Administração Pública. Revista do TCU, n. 146, 2020, p. 38-40. Disponível em: https://revista.tcu.gov.br/ojs/index.php/RTCU/issue/view/91. Acesso em: 07 jul. 2026.
I - Segundo o texto, com base na teoria do órgão, a vontade do agente público, quando atua nessa qualidade, confunde-se com a vontade do Estado.
II - Segundo o texto, a imparcialidade exige que o agente público se afaste completamente de suas experiências de vida e de suas memórias ao tomar decisões.
III - Segundo o texto, servir à res publica implica atuar em prol de favoritismos, corporativismos, perseguições ou sectarismos.
Quais estão corretas?
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PRINCÍPIO DA IMPARCIALIDADE
Os agentes públicos, ante a aplicação ____ teoria
do órgão (ou da imputação volitiva), atuam represen-
tando a Administração Pública, vale dizer, a vontade do
agente público se confunde com a do Estado, poder-
dever conferido ____ ele pelo ordenamento jurídico.
Não se trata, portanto, de uma relação de mandato,
haja vista a impossibilidade de o Estado manifestar sua
vontade senão pela atuação do próprio agente público.
Não se trata, de igual modo, de uma relação de repre-
sentação, uma vez que o Estado é sujeito de direito, ou
seja, pessoa jurídica de direito público interno, dotada
de personalidade jurídica, capaz de responder ____
danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a
terceiros, nos termos do art. 37, § 6o, da Constituição
Federal de 1988.
Se o agente público presenta a Administração
Pública, é evidente que sua atuação deve estar alinhada
com o princípio fundamental republicano (art. 1o da
Constituição Federal de 1988), no qual a Administração
Pública deve servir à sociedade, em detrimento de uma
Administração Patrimonial, em que os cargos públicos
são tidos como “propriedade” do soberano, e, conse-
quentemente, os agentes públicos agem para garantir
a proteção e os interesses desse soberano e dos seus
“apadrinhados”, e não o interesse público.
Servir à res publica, assim, significa atuar de modo
impessoal, sem preferências, favoritismos, corporati-
vismos, mas também sem perseguições, sectarismos,
acossamentos.
A expressão “imparcialidade” representa o antônimo
da expressão “parcialidade”. Ser parcial significa possuir
um interesse específico, logo, quem é parcial, natural-
mente terá a tendência a proteger o seu interesse. O
próprio conceito de “parte”, para fins processuais,
indica se tratar de um sujeito parcial, uma vez que
possui interesse específico que a decisão lhe seja favo-
rável.
O agente público, principalmente aquele dotado de
poder de decisão, não pode agir visando a proteger seus
interesses pessoais ou mesmo dos administrados; ao
revés, deve estar interessado, apenas, em aplicar o
ordenamento jurídico e prestar um bom serviço público.
É importante destacar que a imparcialidade não se
confunde com a neutralidade. Ser neutro significa
distanciar-se absolutamente do objeto de análise,
evitando levar em consideração as experiências de
vida, as memórias, ____ é uma utopia.
Adaptado de: PAULA, E. L. N. de. Reforma Administrativa: novos princípios da Administração Pública. Revista do TCU, n. 146, 2020, p. 38-40. Disponível em: https://revista.tcu.gov.br/ojs/index.php/RTCU/issue/view/91. Acesso em: 07 jul. 2026.
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