Foram encontradas 50 questões.
Com base nos dados do gráfico, considere as afirmações abaixo.
I - O percentual de aumento no valor das vendas de fevereiro para março, em relação ao mês de fevereiro, foi de 200%.
II - O percentual de aumento no valor das vendas de abril para maio, em relação ao mês de abril, foi de 20%.
III - O total das vendas nos seis meses foi de 400 mil reais.
Quais são corretas?
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Sabe-se que
I. Ana é amiga das servidoras designadas para a reitoria e para o patrimônio.
II. Betânia não é amiga de Ana e não foi designada para a infraestrutura.
III. Carla não foi designada para a infraestrutura nem para a informática e é amiga da servidora designada para o patrimônio.
Com essas informações, pode-se afirmar que
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- Lógica ProposicionalEquivalências Lógicas
- Lógica ProposicionalNegação de Proposições CompostasLeis de De Morgan
- Lógica ProposicionalQuantificadores Lógicos
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1, 3, 6, 10, 15, ...
Considerando esse padrão, o valor do oitavo e do décimo primeiro termo dessa sequência são, respectivamente,
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Classificando os resultados P , Q e R como números pares ou ímpares, é correto afirmar que
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O homem de Neandertal tinha uma caixa craniana
maior do que __ nossa e, presumivelmente, um cérebro
mais desenvolvido. Mas não tinha uma linguagem.
Usava instrumentos de pedra, dominava o fogo, enter-
rava seus mortos e vivia em comunidades como as
nossas, talvez um pouco menos selvagens. Mas só se
comunicava com os outros com grunhidos e tapas no
ouvido. Pela aparência, estava mais bem preparado
para dominar o planeta do que nós. Além do crânio
enorme, tinha ombros maiores, mais músculos e ossos
mais fortes. Mas não falava, embora tivesse todo o
equipamento necessário.
Hoje, especula-se que era o cérebro que atrapalhava.
A gestação na mulher de Neandertal durava mais
tempo, o que significava que o cérebro já nascia pronto
e, em vez de ter a infância prolongada e protegida que
literalmente faz __ nossa cabeça, o guri de Neandertal
recebia seu tacape na saída do útero e já ia caçar.
Sabe-se que o embrião humano reproduz, no ventre,
toda a evolução da espécie, e tem um momento na
gestação em que nosso cérebro fica tão completo
quanto o do feto de Neandertal. Mas aí começa um
processo de depuração, de eliminação de células e
modificação de circuitos, que continua no período
pós-natal, e é esta adaptação que nos permite falar.
Ou seja, a linguagem é o produto de uma carência
programada do cérebro, o poder da fala uma compen-
sação pelos neurônios perdidos. O homem de Neandertal
era evoluído demais, tinha o cérebro tão acabado que
não precisava da linguagem, mas sem a linguagem foi
um fracasso social. Não durou nem oitenta mil anos, e
com aqueles ombros.
Foi a linguagem que permitiu ao modelo seguinte
dos pré-homens se organizar, conceitualizar e transmitir
informações – e mentir. Isto é, civilizar-se. Ou então –
se você prefere a tese de que a Natureza sabe o que
quer, e o próprio Darwin estava sendo usado como
despiste quando propôs que tudo era por acaso – o
objetivo da evolução era dar uma voz ao mundo. Dar
um nome __ coisas e uma retórica aos elementos,
que antes da linguagem rugiam de frustração com
a incapacidade da fala. Tudo na Natureza – os vulcões,
os vendavais, os terremotos e as bestas – seria uma
dificuldade de expressão.
Tentando e errando, tudo que a Natureza quer é
que falem por ela, que sejam o poeta que ela, por mais
que se esforce, não consegue ser. No fim é que será a
palavra. Nem que seja a palavra “Fim”.
Adaptado de: VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias da vida pública. 266 crônicas datadas. Porto Alegre: L&PM, 1995.
( ) A vírgula da linha 34 está sendo empregada para separar orações coordenadas.
( ) Os travessões das linhas 42 e 43 estão sendo empregados para inserir uma fala do narrador.
( ) A inserção de vírgula antes de “Fim” (l. 48) não incorre em erro nem em alteração de sentido.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
O homem de Neandertal tinha uma caixa craniana
maior do que __ nossa e, presumivelmente, um cérebro
mais desenvolvido. Mas não tinha uma linguagem.
Usava instrumentos de pedra, dominava o fogo, enter-
rava seus mortos e vivia em comunidades como as
nossas, talvez um pouco menos selvagens. Mas só se
comunicava com os outros com grunhidos e tapas no
ouvido. Pela aparência, estava mais bem preparado
para dominar o planeta do que nós. Além do crânio
enorme, tinha ombros maiores, mais músculos e ossos
mais fortes. Mas não falava, embora tivesse todo o
equipamento necessário.
Hoje, especula-se que era o cérebro que atrapalhava.
A gestação na mulher de Neandertal durava mais
tempo, o que significava que o cérebro já nascia pronto
e, em vez de ter a infância prolongada e protegida que
literalmente faz __ nossa cabeça, o guri de Neandertal
recebia seu tacape na saída do útero e já ia caçar.
Sabe-se que o embrião humano reproduz, no ventre,
toda a evolução da espécie, e tem um momento na
gestação em que nosso cérebro fica tão completo
quanto o do feto de Neandertal. Mas aí começa um
processo de depuração, de eliminação de células e
modificação de circuitos, que continua no período
pós-natal, e é esta adaptação que nos permite falar.
Ou seja, a linguagem é o produto de uma carência
programada do cérebro, o poder da fala uma compen-
sação pelos neurônios perdidos. O homem de Neandertal
era evoluído demais, tinha o cérebro tão acabado que
não precisava da linguagem, mas sem a linguagem foi
um fracasso social. Não durou nem oitenta mil anos, e
com aqueles ombros.
Foi a linguagem que permitiu ao modelo seguinte
dos pré-homens se organizar, conceitualizar e transmitir
informações – e mentir. Isto é, civilizar-se. Ou então –
se você prefere a tese de que a Natureza sabe o que
quer, e o próprio Darwin estava sendo usado como
despiste quando propôs que tudo era por acaso – o
objetivo da evolução era dar uma voz ao mundo. Dar
um nome __ coisas e uma retórica aos elementos,
que antes da linguagem rugiam de frustração com
a incapacidade da fala. Tudo na Natureza – os vulcões,
os vendavais, os terremotos e as bestas – seria uma
dificuldade de expressão.
Tentando e errando, tudo que a Natureza quer é
que falem por ela, que sejam o poeta que ela, por mais
que se esforce, não consegue ser. No fim é que será a
palavra. Nem que seja a palavra “Fim”.
Adaptado de: VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias da vida pública. 266 crônicas datadas. Porto Alegre: L&PM, 1995.
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O homem de Neandertal tinha uma caixa craniana
maior do que __ nossa e, presumivelmente, um cérebro
mais desenvolvido. Mas não tinha uma linguagem.
Usava instrumentos de pedra, dominava o fogo, enter-
rava seus mortos e vivia em comunidades como as
nossas, talvez um pouco menos selvagens. Mas só se
comunicava com os outros com grunhidos e tapas no
ouvido. Pela aparência, estava mais bem preparado
para dominar o planeta do que nós. Além do crânio
enorme, tinha ombros maiores, mais músculos e ossos
mais fortes. Mas não falava, embora tivesse todo o
equipamento necessário.
Hoje, especula-se que era o cérebro que atrapalhava.
A gestação na mulher de Neandertal durava mais
tempo, o que significava que o cérebro já nascia pronto
e, em vez de ter a infância prolongada e protegida que
literalmente faz __ nossa cabeça, o guri de Neandertal
recebia seu tacape na saída do útero e já ia caçar.
Sabe-se que o embrião humano reproduz, no ventre,
toda a evolução da espécie, e tem um momento na
gestação em que nosso cérebro fica tão completo
quanto o do feto de Neandertal. Mas aí começa um
processo de depuração, de eliminação de células e
modificação de circuitos, que continua no período
pós-natal, e é esta adaptação que nos permite falar.
Ou seja, a linguagem é o produto de uma carência
programada do cérebro, o poder da fala uma compen-
sação pelos neurônios perdidos. O homem de Neandertal
era evoluído demais, tinha o cérebro tão acabado que
não precisava da linguagem, mas sem a linguagem foi
um fracasso social. Não durou nem oitenta mil anos, e
com aqueles ombros.
Foi a linguagem que permitiu ao modelo seguinte
dos pré-homens se organizar, conceitualizar e transmitir
informações – e mentir. Isto é, civilizar-se. Ou então –
se você prefere a tese de que a Natureza sabe o que
quer, e o próprio Darwin estava sendo usado como
despiste quando propôs que tudo era por acaso – o
objetivo da evolução era dar uma voz ao mundo. Dar
um nome __ coisas e uma retórica aos elementos,
que antes da linguagem rugiam de frustração com
a incapacidade da fala. Tudo na Natureza – os vulcões,
os vendavais, os terremotos e as bestas – seria uma
dificuldade de expressão.
Tentando e errando, tudo que a Natureza quer é
que falem por ela, que sejam o poeta que ela, por mais
que se esforce, não consegue ser. No fim é que será a
palavra. Nem que seja a palavra “Fim”.
Adaptado de: VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias da vida pública. 266 crônicas datadas. Porto Alegre: L&PM, 1995.
Provas
O homem de Neandertal tinha uma caixa craniana
maior do que __ nossa e, presumivelmente, um cérebro
mais desenvolvido. Mas não tinha uma linguagem.
Usava instrumentos de pedra, dominava o fogo, enter-
rava seus mortos e vivia em comunidades como as
nossas, talvez um pouco menos selvagens. Mas só se
comunicava com os outros com grunhidos e tapas no
ouvido. Pela aparência, estava mais bem preparado
para dominar o planeta do que nós. Além do crânio
enorme, tinha ombros maiores, mais músculos e ossos
mais fortes. Mas não falava, embora tivesse todo o
equipamento necessário.
Hoje, especula-se que era o cérebro que atrapalhava.
A gestação na mulher de Neandertal durava mais
tempo, o que significava que o cérebro já nascia pronto
e, em vez de ter a infância prolongada e protegida que
literalmente faz __ nossa cabeça, o guri de Neandertal
recebia seu tacape na saída do útero e já ia caçar.
Sabe-se que o embrião humano reproduz, no ventre,
toda a evolução da espécie, e tem um momento na
gestação em que nosso cérebro fica tão completo
quanto o do feto de Neandertal. Mas aí começa um
processo de depuração, de eliminação de células e
modificação de circuitos, que continua no período
pós-natal, e é esta adaptação que nos permite falar.
Ou seja, a linguagem é o produto de uma carência
programada do cérebro, o poder da fala uma compen-
sação pelos neurônios perdidos. O homem de Neandertal
era evoluído demais, tinha o cérebro tão acabado que
não precisava da linguagem, mas sem a linguagem foi
um fracasso social. Não durou nem oitenta mil anos, e
com aqueles ombros.
Foi a linguagem que permitiu ao modelo seguinte
dos pré-homens se organizar, conceitualizar e transmitir
informações – e mentir. Isto é, civilizar-se. Ou então –
se você prefere a tese de que a Natureza sabe o que
quer, e o próprio Darwin estava sendo usado como
despiste quando propôs que tudo era por acaso – o
objetivo da evolução era dar uma voz ao mundo. Dar
um nome __ coisas e uma retórica aos elementos,
que antes da linguagem rugiam de frustração com
a incapacidade da fala. Tudo na Natureza – os vulcões,
os vendavais, os terremotos e as bestas – seria uma
dificuldade de expressão.
Tentando e errando, tudo que a Natureza quer é
que falem por ela, que sejam o poeta que ela, por mais
que se esforce, não consegue ser. No fim é que será a
palavra. Nem que seja a palavra “Fim”.
Adaptado de: VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias da vida pública. 266 crônicas datadas. Porto Alegre: L&PM, 1995.
Provas
O homem de Neandertal tinha uma caixa craniana
maior do que __ nossa e, presumivelmente, um cérebro
mais desenvolvido. Mas não tinha uma linguagem.
Usava instrumentos de pedra, dominava o fogo, enter-
rava seus mortos e vivia em comunidades como as
nossas, talvez um pouco menos selvagens. Mas só se
comunicava com os outros com grunhidos e tapas no
ouvido. Pela aparência, estava mais bem preparado
para dominar o planeta do que nós. Além do crânio
enorme, tinha ombros maiores, mais músculos e ossos
mais fortes. Mas não falava, embora tivesse todo o
equipamento necessário.
Hoje, especula-se que era o cérebro que atrapalhava.
A gestação na mulher de Neandertal durava mais
tempo, o que significava que o cérebro já nascia pronto
e, em vez de ter a infância prolongada e protegida que
literalmente faz __ nossa cabeça, o guri de Neandertal
recebia seu tacape na saída do útero e já ia caçar.
Sabe-se que o embrião humano reproduz, no ventre,
toda a evolução da espécie, e tem um momento na
gestação em que nosso cérebro fica tão completo
quanto o do feto de Neandertal. Mas aí começa um
processo de depuração, de eliminação de células e
modificação de circuitos, que continua no período
pós-natal, e é esta adaptação que nos permite falar.
Ou seja, a linguagem é o produto de uma carência
programada do cérebro, o poder da fala uma compen-
sação pelos neurônios perdidos. O homem de Neandertal
era evoluído demais, tinha o cérebro tão acabado que
não precisava da linguagem, mas sem a linguagem foi
um fracasso social. Não durou nem oitenta mil anos, e
com aqueles ombros.
Foi a linguagem que permitiu ao modelo seguinte
dos pré-homens se organizar, conceitualizar e transmitir
informações – e mentir. Isto é, civilizar-se. Ou então –
se você prefere a tese de que a Natureza sabe o que
quer, e o próprio Darwin estava sendo usado como
despiste quando propôs que tudo era por acaso – o
objetivo da evolução era dar uma voz ao mundo. Dar
um nome __ coisas e uma retórica aos elementos,
que antes da linguagem rugiam de frustração com
a incapacidade da fala. Tudo na Natureza – os vulcões,
os vendavais, os terremotos e as bestas – seria uma
dificuldade de expressão.
Tentando e errando, tudo que a Natureza quer é
que falem por ela, que sejam o poeta que ela, por mais
que se esforce, não consegue ser. No fim é que será a
palavra. Nem que seja a palavra “Fim”.
Adaptado de: VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias da vida pública. 266 crônicas datadas. Porto Alegre: L&PM, 1995.
I - Os homens de Neandertal eram seres dotados de uma comunicação rudimentar, o que desfavoreceu sua linhagem em comparação com a nossa.
II - A falta de linguagem teve um papel central na história evolutiva relativamente curta dos Neandertais.
III - Os Neandertais foram extintos quando passaram a interagir com os humanos modernos em comunidades mais organizadas do que as suas.
Quais estão corretas?
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