Foram encontradas 1.080 questões.
- Planejamento e Informatização na EngenhariaProcessos, Softwares e Automatização
- Sistemas MecânicosProcessos de Fabricação
Numere a segunda coluna de acordo com a primeira,
relacionando as funções preparatórias e auxiliares CNC
(Linguagem G/M) aos seus respectivos conceitos
operacionais.
(1) G90
(2) G91
(3) G43
(4) G81
(5) M06
( ) Ciclo fixo de furação simples sem pica-pau (sem quebra de cavaco).
( ) Programação de coordenadas em modo absoluto, onde todas as posições referem-se ao zero-peça.
( ) Troca automática de ferramenta.
( ) Programação de coordenadas em modo incremental, onde as posições referem-se ao ponto atual da ferramenta.
( ) Ativação da compensação do comprimento positivo da ferramenta.
A sequência numérica correta de preenchimento dos parênteses da segunda coluna, de cima para baixo, é
(1) G90
(2) G91
(3) G43
(4) G81
(5) M06
( ) Ciclo fixo de furação simples sem pica-pau (sem quebra de cavaco).
( ) Programação de coordenadas em modo absoluto, onde todas as posições referem-se ao zero-peça.
( ) Troca automática de ferramenta.
( ) Programação de coordenadas em modo incremental, onde as posições referem-se ao ponto atual da ferramenta.
( ) Ativação da compensação do comprimento positivo da ferramenta.
A sequência numérica correta de preenchimento dos parênteses da segunda coluna, de cima para baixo, é
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Durante a programação manual de tornos CNC para
operações de usinagem de eixos e desbaste externo,
utilizam-se frequentemente ciclos fixos de usinagem
(como o ciclo automático de desbaste G71 em comando
FANUC) para otimizar o tempo e reduzir o tamanho do
programa. Em relação ao funcionamento dos ciclos
fixos e aos comandos de programação CNC para torneamento, é INCORRETO afirmar que
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Considere as seguintes afirmações sobre o sistema ISO
de tolerâncias e ajustes para eixos e furos (ABNT NBR
ISO 286).
I - As classes de tolerâncias indicadas por letras maiúsculas referem-se aos eixos, enquanto as letras minúsculas referem-se aos furos no sistema ISO de tolerâncias e ajustes.
II - Em um ajuste rotulado como ⌀50 H7/f6, a combinação das posições de tolerância resulta em um ajuste com folga, assegurando espaço livre para movimentação relativa entre as peças.
III - O sistema de furo-base adota a letra "H" maiúscula para indicar a posição da zona de tolerância do furo, na qual o desvio inferior (EI) é rigorosamente igual a zero.
Quais estão corretas?
I - As classes de tolerâncias indicadas por letras maiúsculas referem-se aos eixos, enquanto as letras minúsculas referem-se aos furos no sistema ISO de tolerâncias e ajustes.
II - Em um ajuste rotulado como ⌀50 H7/f6, a combinação das posições de tolerância resulta em um ajuste com folga, assegurando espaço livre para movimentação relativa entre as peças.
III - O sistema de furo-base adota a letra "H" maiúscula para indicar a posição da zona de tolerância do furo, na qual o desvio inferior (EI) é rigorosamente igual a zero.
Quais estão corretas?
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A integração das diretrizes de DFX (Design for Excellence) no projeto de produtos busca otimizar o ciclo de
vida do componente, destacando-se as abordagens de
Projeto voltadas à Manufatura e Montagem (DFMA –
Design for Manufacture and Assembly). O método de
Boothroyd-Dewhurst para DFMA estabelece princípios
fundamentais para reduzir custos operacionais e
simplificar estruturas mecânicas.
A respeito dos princípios e diretrizes clássicas de DFA (Design for Assembly – Projeto para Montagem), é INCORRETO afirmar que
A respeito dos princípios e diretrizes clássicas de DFA (Design for Assembly – Projeto para Montagem), é INCORRETO afirmar que
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Durante a fase de Projeto Informacional no processo de
Desenvolvimento de Produtos (PDP) de uma máquina
industrial, a equipe de engenharia aplica a matriz QFD
(Quality Function Deployment ou Desdobramento da
Função Qualidade) para traduzir os requisitos dos
clientes em especificações técnicas mensuráveis de
engenharia. Na estrutura da matriz do QFD (conhecida
como "Casa da Qualidade"), o gráfico triangular superior
(o "Teto da Casa da Qualidade") possui um papel analítico
específico no planejamento do produto.
A função técnica do "Teto da Casa da Qualidade" na matriz QFD é
A função técnica do "Teto da Casa da Qualidade" na matriz QFD é
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No processo de retificação plana e cilíndrica, o rebolo
atua como uma ferramenta de corte com geometria
não definida, constituído por grãos abrasivos unidos
por um agente ligante (vitrificado, resinoide ou metálico). A manutenção e a recuperação da capacidade de
corte do rebolo exigem as operações de profilagem e
dressagem (dressing).
Considere as seguintes afirmações sobre os fenômenos e operações no processo de retificação.
I - O fenômeno do "empastamento" (loading) do rebolo ocorre quando os poros da ferramenta ficam impregnados com cavacos metálicos da peça usinada, aumentando o atrito, a geração de calor e o risco de queimaduras térmicas na peça.
II - A dressagem é a operação que visa afiar o rebolo, removendo grãos abrasivos cegos/desgastados e partículas metálicas presas nos poros, restaurando a topografia e a capacidade de corte do rebolo por meio de ferramentas como o dressador de diamante.
III - O ligante vitrificado apresenta alta flexibilidade e imunidade ao choque térmico, sendo o único ligante indicado para operações de corte de chapas finas com discos de corte abrasivos manuais em alta velocidade.
Quais estão corretas?
Considere as seguintes afirmações sobre os fenômenos e operações no processo de retificação.
I - O fenômeno do "empastamento" (loading) do rebolo ocorre quando os poros da ferramenta ficam impregnados com cavacos metálicos da peça usinada, aumentando o atrito, a geração de calor e o risco de queimaduras térmicas na peça.
II - A dressagem é a operação que visa afiar o rebolo, removendo grãos abrasivos cegos/desgastados e partículas metálicas presas nos poros, restaurando a topografia e a capacidade de corte do rebolo por meio de ferramentas como o dressador de diamante.
III - O ligante vitrificado apresenta alta flexibilidade e imunidade ao choque térmico, sendo o único ligante indicado para operações de corte de chapas finas com discos de corte abrasivos manuais em alta velocidade.
Quais estão corretas?
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No processo de fresamento cilíndrico periférico de
superfícies planas, a cinemática de corte pode ocorrer
no modo concordante (climb milling) ou discordante
(conventional milling), variando a direção do movimento
de avanço da peça em relação ao sentido de rotação
da fresa.
Sobre as características cinemáticas, forças de corte e qualidade superficial resultantes desses dois modos de fresamento, é INCORRETO afirmar
Sobre as características cinemáticas, forças de corte e qualidade superficial resultantes desses dois modos de fresamento, é INCORRETO afirmar
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Na usinagem por Eletroerosão por Penetração (EDM –
Electrical Discharge Machining), a remoção de material
do bloco metálico ocorre através de sucessivas descargas
elétricas de curta duração geradas em um canal de
plasma, no qual a ferramenta (eletrodo) e a peça estão
imersas em um fluido dielétrico mantido sob um gap
elétrico.
A respeito do papel do fluido dielétrico e dos parâmetros de descarga na Eletroerosão por Penetração, a taxa de remoção de material e a integridade da camada alterada (camada branca ou recristalizada) são influenciadas primariamente pelo fato de que o fluido dielétrico
A respeito do papel do fluido dielétrico e dos parâmetros de descarga na Eletroerosão por Penetração, a taxa de remoção de material e a integridade da camada alterada (camada branca ou recristalizada) são influenciadas primariamente pelo fato de que o fluido dielétrico
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Numere a segunda coluna de acordo com a primeira,
relacionando as classes de materiais para ferramentas
de corte às suas respetivas características microestruturais e propriedades operacionais dominantes.
(1) Cerâmicas à base de Alumina (Al2O3)
(2) Nitreto Cúbico de Boro (CBN)
(3) Carbeto Metálico / Metal Duro (WC-Co)
(4) Diamante Policristalino (PCD)
( ) Maior dureza conhecida entre os materiais de ferramenta; excelente condutividade térmica e resistência ao desgaste por abrasão; contudo, apresenta alta afinidade química com o ferro em altas temperaturas, sendo inadequado para usinar aços.
( ) Matriz sinterizada constituída de grãos duros de carbeto de tungstênio ligados por uma fase tenaz de cobalto; combina boa dureza a quente, alta rigidez e ampla faixa de aplicação industrial.
( ) Segunda maior dureza após o diamante; excelente estabilidade química em temperaturas elevadas e extrema resistência ao desgaste sintético; ideal para o torneamento duro de aços temperados (>45HRC).
( ) Elevada refratariedade e inércia química; alta dureza em temperaturas superiores a 1000ºC; contudo, possui baixa tenacidade à fratura e alta sensibilidade ao choque térmico e mecânico.
A sequência numérica correta de preenchimento dos parênteses da segunda coluna, de cima para baixo, é
(1) Cerâmicas à base de Alumina (Al2O3)
(2) Nitreto Cúbico de Boro (CBN)
(3) Carbeto Metálico / Metal Duro (WC-Co)
(4) Diamante Policristalino (PCD)
( ) Maior dureza conhecida entre os materiais de ferramenta; excelente condutividade térmica e resistência ao desgaste por abrasão; contudo, apresenta alta afinidade química com o ferro em altas temperaturas, sendo inadequado para usinar aços.
( ) Matriz sinterizada constituída de grãos duros de carbeto de tungstênio ligados por uma fase tenaz de cobalto; combina boa dureza a quente, alta rigidez e ampla faixa de aplicação industrial.
( ) Segunda maior dureza após o diamante; excelente estabilidade química em temperaturas elevadas e extrema resistência ao desgaste sintético; ideal para o torneamento duro de aços temperados (>45HRC).
( ) Elevada refratariedade e inércia química; alta dureza em temperaturas superiores a 1000ºC; contudo, possui baixa tenacidade à fratura e alta sensibilidade ao choque térmico e mecânico.
A sequência numérica correta de preenchimento dos parênteses da segunda coluna, de cima para baixo, é
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- Materiais de Construção MecânicaPropriedades e Comportamentos dos Materiais
- Sistemas MecânicosProcessos de Fabricação
- Sistemas MecânicosLubrificação e Desgaste
No estudo da usinabilidade dos materiais e da vida útil
das ferramentas de corte, o modelo empírico proposto
por Frederick Winslow Taylor estabelece a Relação de
Taylor para o desgaste da ferramenta: Vc
.
Tn
= C, onde
Vc é a velocidade de corte (m/min), T é a vida útil da
ferramenta (min), n é o expoente de Taylor (dependente do material da ferramenta e do processo) e C é
uma constante característica da dupla material da
ferramenta/material da peça.
Sobre a aplicação da Equação de Taylor, os mecanismos de desgaste de ferramentas de corte e os fatores de usinabilidade, é INCORRETO afirmar que
Sobre a aplicação da Equação de Taylor, os mecanismos de desgaste de ferramentas de corte e os fatores de usinabilidade, é INCORRETO afirmar que
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