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Foram encontradas 1.080 questões.

O gráfico abaixo representa a distribuição do número de docentes, técnicos e estudantes que acessaram, em maio de 2026, a biblioteca de uma instituição. 


Gráfico de barras da quantidade de pessoas por tipo de acesso (presencial e digital) e grupos (docentes, estudantes e técnicos).

Sabe-se que cada membro de cada grupo acessa a biblioteca apenas de uma das seguintes duas maneiras: acesso presencial e acesso digital. Com base nessas informações e nos dados do gráfico, considere as afirmações abaixo.

I - Em relação ao total de estudantes que acessaram a biblioteca em maio de 2026, a porcentagem de estudantes que acessaram a biblioteca presencialmente é maior do que 40%.
II - O número de docentes que acessaram presencialmente a biblioteca representa menos de 30% do total de docentes que acessaram a biblioteca em maio de 2026.
III - O total de pessoas que compõem os três grupos, docentes, estudantes e técnicos, que acessaram a biblioteca em maio de 2026 é 460.

Quais são corretas?
 

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Em quatro caixas iguais e não transparentes foram colocadas bolas das cores vermelha, amarela e branca da seguinte maneira: uma caixa contém apenas bolas vermelhas; outra caixa contém apenas bolas amarelas; duas caixas contêm apenas bolas brancas. Em seguida as caixas foram fechadas e etiquetadas com a indicação da cor das bolas contidas em cada caixa, sendo uma etiqueta vermelha, uma etiqueta amarela e duas etiquetas brancas. No entanto, ao colocar as etiquetas, todas foram colocadas erradas.

Para corrigir a identificação da cor das bolas contidas em cada caixa é suficiente abrir
 

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Abaixo são apresentados os quatro primeiros termos de uma sequência numérica que possui um padrão de construção.

10, 18, 28, 40, ...

Utilizando esse padrão de construção, os números que correspondem ao sétimo termo e ao décimo termo da sequência são, respectivamente,
 

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Considere a afirmação abaixo.

Andrade é escritor ou Cecília é estudante.

A negação lógica para a afirmação é

 

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Para garantir que, em uma sala de aula, haja pelo menos duas pessoas que aniversariam no mesmo mês do ano de 2027, é condição necessária que nesta sala existam, no mínimo,
 

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PRINCÍPIO DA IMPARCIALIDADE

Os agentes públicos, ante a aplicação ____ teoria

do órgão (ou da imputação volitiva), atuam represen-

tando a Administração Pública, vale dizer, a vontade do

agente público se confunde com a do Estado, poder-

dever conferido ____ ele pelo ordenamento jurídico.

Não se trata, portanto, de uma relação de mandato,

haja vista a impossibilidade de o Estado manifestar sua

vontade senão pela atuação do próprio agente público.

Não se trata, de igual modo, de uma relação de repre-

sentação, uma vez que o Estado é sujeito de direito, ou

seja, pessoa jurídica de direito público interno, dotada

de personalidade jurídica, capaz de responder ____

danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a

terceiros, nos termos do art. 37, § 6o, da Constituição

Federal de 1988.

Se o agente público presenta a Administração

Pública, é evidente que sua atuação deve estar alinhada

com o princípio fundamental republicano (art. 1o da

Constituição Federal de 1988), no qual a Administração

Pública deve servir à sociedade, em detrimento de uma

Administração Patrimonial, em que os cargos públicos

são tidos como “propriedade” do soberano, e, conse-

quentemente, os agentes públicos agem para garantir

a proteção e os interesses desse soberano e dos seus

“apadrinhados”, e não o interesse público.

Servir à res publica, assim, significa atuar de modo

impessoal, sem preferências, favoritismos, corporati-

vismos, mas também sem perseguições, sectarismos,

acossamentos.

A expressão “imparcialidade” representa o antônimo

da expressão “parcialidade”. Ser parcial significa possuir

um interesse específico, logo, quem é parcial, natural-

mente terá a tendência a proteger o seu interesse. O

próprio conceito de “parte”, para fins processuais,

indica se tratar de um sujeito parcial, uma vez que

possui interesse específico que a decisão lhe seja favo-

rável.

O agente público, principalmente aquele dotado de

poder de decisão, não pode agir visando a proteger seus

interesses pessoais ou mesmo dos administrados; ao

revés, deve estar interessado, apenas, em aplicar o

ordenamento jurídico e prestar um bom serviço público.

É importante destacar que a imparcialidade não se

confunde com a neutralidade. Ser neutro significa

distanciar-se absolutamente do objeto de análise,

evitando levar em consideração as experiências de

vida, as memórias, ____ é uma utopia.

Adaptado de: PAULA, E. L. N. de. Reforma Administrativa: novos princípios da Administração Pública. Revista do TCU, n. 146, 2020, p. 38-40. Disponível em: https://revista.tcu.gov.br/ojs/index.php/RTCU/issue/view/91. Acesso em: 07 jul. 2026.

Se a expressão O agente público (l. 38), no penúltimo parágrafo do texto, fosse substituída por Os agentes públicos, quantas outras alterações seriam necessárias, para fins de concordância, até o final desse parágrafo?
 

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PRINCÍPIO DA IMPARCIALIDADE

Os agentes públicos, ante a aplicação ____ teoria

do órgão (ou da imputação volitiva), atuam represen-

tando a Administração Pública, vale dizer, a vontade do

agente público se confunde com a do Estado, poder-

dever conferido ____ ele pelo ordenamento jurídico.

Não se trata, portanto, de uma relação de mandato,

haja vista a impossibilidade de o Estado manifestar sua

vontade senão pela atuação do próprio agente público.

Não se trata, de igual modo, de uma relação de repre-

sentação, uma vez que o Estado é sujeito de direito, ou

seja, pessoa jurídica de direito público interno, dotada

de personalidade jurídica, capaz de responder ____

danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a

terceiros, nos termos do art. 37, § 6o, da Constituição

Federal de 1988.

Se o agente público presenta a Administração

Pública, é evidente que sua atuação deve estar alinhada

com o princípio fundamental republicano (art. 1o da

Constituição Federal de 1988), no qual a Administração

Pública deve servir à sociedade, em detrimento de uma

Administração Patrimonial, em que os cargos públicos

são tidos como “propriedade” do soberano, e, conse-

quentemente, os agentes públicos agem para garantir

a proteção e os interesses desse soberano e dos seus

“apadrinhados”, e não o interesse público.

Servir à res publica, assim, significa atuar de modo

impessoal, sem preferências, favoritismos, corporati-

vismos, mas também sem perseguições, sectarismos,

acossamentos.

A expressão “imparcialidade” representa o antônimo

da expressão “parcialidade”. Ser parcial significa possuir

um interesse específico, logo, quem é parcial, natural-

mente terá a tendência a proteger o seu interesse. O

próprio conceito de “parte”, para fins processuais,

indica se tratar de um sujeito parcial, uma vez que

possui interesse específico que a decisão lhe seja favo-

rável.

O agente público, principalmente aquele dotado de

poder de decisão, não pode agir visando a proteger seus

interesses pessoais ou mesmo dos administrados; ao

revés, deve estar interessado, apenas, em aplicar o

ordenamento jurídico e prestar um bom serviço público.

É importante destacar que a imparcialidade não se

confunde com a neutralidade. Ser neutro significa

distanciar-se absolutamente do objeto de análise,

evitando levar em consideração as experiências de

vida, as memórias, ____ é uma utopia.

Adaptado de: PAULA, E. L. N. de. Reforma Administrativa: novos princípios da Administração Pública. Revista do TCU, n. 146, 2020, p. 38-40. Disponível em: https://revista.tcu.gov.br/ojs/index.php/RTCU/issue/view/91. Acesso em: 07 jul. 2026.

No bloco superior abaixo, estão palavras retiradas do texto; no inferior, descrições relacionadas à formação de palavras.
Associe corretamente o bloco inferior ao superior.

( ) poder-dever (l. 04-05)
( ) imparcialidade (l. 30)
( ) ordenamento (l. 42)
( ) absolutamente (l. 45)

(1) Constituída por composição por justaposição, sem alteração significativa dos elementos formadores.
(2) Constituída por prefixo com sentido de negação e por sufixo formador de substantivo abstrato a partir de adjetivo.
(3) Constituída por sufixo formador de substantivo a partir de verbo.
(4) Constituída por sufixo formador de advérbio a partir de adjetivo.
(5) Constituída por composição por aglutinação, com alteração fonética de um dos elementos formadores.

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
 

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PRINCÍPIO DA IMPARCIALIDADE

Os agentes públicos, ante a aplicação ____ teoria

do órgão (ou da imputação volitiva), atuam represen-

tando a Administração Pública, vale dizer, a vontade do

agente público se confunde com a do Estado, poder-

dever conferido ____ ele pelo ordenamento jurídico.

Não se trata, portanto, de uma relação de mandato,

haja vista a impossibilidade de o Estado manifestar sua

vontade senão pela atuação do próprio agente público.

Não se trata, de igual modo, de uma relação de repre-

sentação, uma vez que o Estado é sujeito de direito, ou

seja, pessoa jurídica de direito público interno, dotada

de personalidade jurídica, capaz de responder ____

danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a

terceiros, nos termos do art. 37, § 6o, da Constituição

Federal de 1988.

Se o agente público presenta a Administração

Pública, é evidente que sua atuação deve estar alinhada

com o princípio fundamental republicano (art. 1o da

Constituição Federal de 1988), no qual a Administração

Pública deve servir à sociedade, em detrimento de uma

Administração Patrimonial, em que os cargos públicos

são tidos como “propriedade” do soberano, e, conse-

quentemente, os agentes públicos agem para garantir

a proteção e os interesses desse soberano e dos seus

“apadrinhados”, e não o interesse público.

Servir à res publica, assim, significa atuar de modo

impessoal, sem preferências, favoritismos, corporati-

vismos, mas também sem perseguições, sectarismos,

acossamentos.

A expressão “imparcialidade” representa o antônimo

da expressão “parcialidade”. Ser parcial significa possuir

um interesse específico, logo, quem é parcial, natural-

mente terá a tendência a proteger o seu interesse. O

próprio conceito de “parte”, para fins processuais,

indica se tratar de um sujeito parcial, uma vez que

possui interesse específico que a decisão lhe seja favo-

rável.

O agente público, principalmente aquele dotado de

poder de decisão, não pode agir visando a proteger seus

interesses pessoais ou mesmo dos administrados; ao

revés, deve estar interessado, apenas, em aplicar o

ordenamento jurídico e prestar um bom serviço público.

É importante destacar que a imparcialidade não se

confunde com a neutralidade. Ser neutro significa

distanciar-se absolutamente do objeto de análise,

evitando levar em consideração as experiências de

vida, as memórias, ____ é uma utopia.

Adaptado de: PAULA, E. L. N. de. Reforma Administrativa: novos princípios da Administração Pública. Revista do TCU, n. 146, 2020, p. 38-40. Disponível em: https://revista.tcu.gov.br/ojs/index.php/RTCU/issue/view/91. Acesso em: 07 jul. 2026.

Considere as afirmações abaixo a respeito dos tempos e modos verbais utilizados no texto.

I - Os verbos atuam (l. 02) e se confunde (l. 04), empregados no primeiro parágrafo, estão conjugados no presente do indicativo.
II - As formas verbais causarem (l. 13) e seja (l. 36) estão conjugadas no mesmo tempo e modo verbal.
III - A forma verbal terá (l. 33) está conjugada no futuro do presente do indicativo.

Quais estão corretas?
 

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PRINCÍPIO DA IMPARCIALIDADE

Os agentes públicos, ante a aplicação ____ teoria

do órgão (ou da imputação volitiva), atuam represen-

tando a Administração Pública, vale dizer, a vontade do

agente público se confunde com a do Estado, poder-

dever conferido ____ ele pelo ordenamento jurídico.

Não se trata, portanto, de uma relação de mandato,

haja vista a impossibilidade de o Estado manifestar sua

vontade senão pela atuação do próprio agente público.

Não se trata, de igual modo, de uma relação de repre-

sentação, uma vez que o Estado é sujeito de direito, ou

seja, pessoa jurídica de direito público interno, dotada

de personalidade jurídica, capaz de responder ____

danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a

terceiros, nos termos do art. 37, § 6o, da Constituição

Federal de 1988.

Se o agente público presenta a Administração

Pública, é evidente que sua atuação deve estar alinhada

com o princípio fundamental republicano (art. 1o da

Constituição Federal de 1988), no qual a Administração

Pública deve servir à sociedade, em detrimento de uma

Administração Patrimonial, em que os cargos públicos

são tidos como “propriedade” do soberano, e, conse-

quentemente, os agentes públicos agem para garantir

a proteção e os interesses desse soberano e dos seus

“apadrinhados”, e não o interesse público.

Servir à res publica, assim, significa atuar de modo

impessoal, sem preferências, favoritismos, corporati-

vismos, mas também sem perseguições, sectarismos,

acossamentos.

A expressão “imparcialidade” representa o antônimo

da expressão “parcialidade”. Ser parcial significa possuir

um interesse específico, logo, quem é parcial, natural-

mente terá a tendência a proteger o seu interesse. O

próprio conceito de “parte”, para fins processuais,

indica se tratar de um sujeito parcial, uma vez que

possui interesse específico que a decisão lhe seja favo-

rável.

O agente público, principalmente aquele dotado de

poder de decisão, não pode agir visando a proteger seus

interesses pessoais ou mesmo dos administrados; ao

revés, deve estar interessado, apenas, em aplicar o

ordenamento jurídico e prestar um bom serviço público.

É importante destacar que a imparcialidade não se

confunde com a neutralidade. Ser neutro significa

distanciar-se absolutamente do objeto de análise,

evitando levar em consideração as experiências de

vida, as memórias, ____ é uma utopia.

Adaptado de: PAULA, E. L. N. de. Reforma Administrativa: novos princípios da Administração Pública. Revista do TCU, n. 146, 2020, p. 38-40. Disponível em: https://revista.tcu.gov.br/ojs/index.php/RTCU/issue/view/91. Acesso em: 07 jul. 2026.

Abaixo são feitas algumas afirmações acerca de ideias veiculadas pelo texto.

I - Segundo o texto, com base na teoria do órgão, a vontade do agente público, quando atua nessa qualidade, confunde-se com a vontade do Estado.
II - Segundo o texto, a imparcialidade exige que o agente público se afaste completamente de suas experiências de vida e de suas memórias ao tomar decisões.
III - Segundo o texto, servir à res publica implica atuar em prol de favoritismos, corporativismos, perseguições ou sectarismos.

Quais estão corretas?
 

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Os agentes públicos, ante a aplicação ____ teoria

do órgão (ou da imputação volitiva), atuam represen-

tando a Administração Pública, vale dizer, a vontade do

agente público se confunde com a do Estado, poder-

dever conferido ____ ele pelo ordenamento jurídico.

Não se trata, portanto, de uma relação de mandato,

haja vista a impossibilidade de o Estado manifestar sua

vontade senão pela atuação do próprio agente público.

Não se trata, de igual modo, de uma relação de repre-

sentação, uma vez que o Estado é sujeito de direito, ou

seja, pessoa jurídica de direito público interno, dotada

de personalidade jurídica, capaz de responder ____

danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a

terceiros, nos termos do art. 37, § 6o, da Constituição

Federal de 1988.

Se o agente público presenta a Administração

Pública, é evidente que sua atuação deve estar alinhada

com o princípio fundamental republicano (art. 1o da

Constituição Federal de 1988), no qual a Administração

Pública deve servir à sociedade, em detrimento de uma

Administração Patrimonial, em que os cargos públicos

são tidos como “propriedade” do soberano, e, conse-

quentemente, os agentes públicos agem para garantir

a proteção e os interesses desse soberano e dos seus

“apadrinhados”, e não o interesse público.

Servir à res publica, assim, significa atuar de modo

impessoal, sem preferências, favoritismos, corporati-

vismos, mas também sem perseguições, sectarismos,

acossamentos.

A expressão “imparcialidade” representa o antônimo

da expressão “parcialidade”. Ser parcial significa possuir

um interesse específico, logo, quem é parcial, natural-

mente terá a tendência a proteger o seu interesse. O

próprio conceito de “parte”, para fins processuais,

indica se tratar de um sujeito parcial, uma vez que

possui interesse específico que a decisão lhe seja favo-

rável.

O agente público, principalmente aquele dotado de

poder de decisão, não pode agir visando a proteger seus

interesses pessoais ou mesmo dos administrados; ao

revés, deve estar interessado, apenas, em aplicar o

ordenamento jurídico e prestar um bom serviço público.

É importante destacar que a imparcialidade não se

confunde com a neutralidade. Ser neutro significa

distanciar-se absolutamente do objeto de análise,

evitando levar em consideração as experiências de

vida, as memórias, ____ é uma utopia.

Adaptado de: PAULA, E. L. N. de. Reforma Administrativa: novos princípios da Administração Pública. Revista do TCU, n. 146, 2020, p. 38-40. Disponível em: https://revista.tcu.gov.br/ojs/index.php/RTCU/issue/view/91. Acesso em: 07 jul. 2026.

Assinale a alternativa que preenche adequadamente as lacunas das linhas 01, 05, 12 e 47, nesta ordem.
 

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