Foram encontradas 40 questões.
Elige la opción que indica la relación entre estos fragmentos que forman un enunciado con voseo:
| A Cuéntale a Rosa que… | 1 …podés salir ganando. |
| B Prometedme que… | 2 …no pretendés que te prepare nada. |
| C Promete que… | 3 …os vais a presentar al examen. |
| D Estate quieto que... | 4 …intentas esforzarte más. |
| E Decime que… | 5 …piensas viajar la semana que viene. |
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Texto 1
Triste Bahia
Triste Bahia, oh, quão dessemelhante…
Estás e estou do nosso antigo estado
Pobre te vejo a ti, tu a mim empenhado
Rico te vejo eu, já tu a mim abundante
Triste Bahia, oh, quão dessemelhante
A ti tocou-te a máquina mercante
Quem tua larga barra tem entrado
A mim vem me trocando e tem trocado
Tanto negócio e tanto negociante
[...]
Triste, oh, quão dessemelhante
ê, ô, galo canta
O galo cantou, camará
ê, cocorocô, ê cocorocô, camará
ê, vamo-nos embora, ê vamo-nos embora
camará
ê, pelo mundo afora, ê pelo mundo afora
camará
ê, triste Bahia, ê, triste Bahia, camará
Bandeira branca enfiada em pau forte…
Afoxé leî, leî, leô…
Bandeira branca, bandeira branca enfiada
em pau forte…
O vapor da cachoeira não navega mais no
Texto 2
À cidade da Bahia
Triste Bahia! Oh quão dessemelhante
Estás, e estou do nosso antigo estado!
Pobre te vejo a ti, tu a mi empenhado,
Rica te vejo eu já, tu a mi abundante.
A ti tocou-te a máquina mercante,
Que em tua larga barra tem entrado,
A mim foi-me trocando, e tem trocado
Tanto negócio, e tanto negociante.
Deste em dar tanto açúcar excelente
Pelas drogas inúteis, que abelhuda
Simples aceitas do sagaz Brichote.
Oh se quisera Deus, que de repente
Um dia amanheceras tão sisuda
Que fora de algodão o teu capote!
GUERRA, Gregório de Matos. Disponível em:
http://www.ufrgs.br/coperse/concurso-
vestibular/vestibular-2014/seleta-gregorio-
de-matos-guerra/view
Acesso em: 19 de março de 2014.
mar…
Triste Recôncavo, oh, quão dessemelhante
Maria pé no mato é hora…
Arriba a saia e vamo-nos embora…
Pé dentro, pé fora, quem tiver pé pequeno
vai embora…
[...]
VELOSO, Caetano. Disponível em:
http://www.caetanoveloso.com.br/discografia.php?
pagina=4 Acesso em: 21 de março de 2014.
Ingedore G. Vilhaça Koch, discorrendo sobre o conceito de “intertextualidade” em seu livro “Introdução à linguística textual”, caracteriza-o como a ocorrência da inserção, em um determinado texto, de “outro texto (intertexto) anteriormente produzido, que faz parte da memória social de uma coletividade ou da memória discursiva dos interlocutores.”
Assim, considerando os textos 1 e 2, e as definições delineadas por Koch na obra referida, é possível afirma-se que
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Cuando afirma en el primer párrafo “la crónica ha perdido las circunstancias y no quiero inventar lo que no sé”, el narrador asume que
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Sua excelência, o leitor
Os livros vivem fechados, capa contra capa, esmagados na estante, às vezes durante décadas - é preciso arrancá-los de lá e abri-los para ver o que têm dentro.
[...]
Já o jornal são folhas escancaradas ao mundo, que gritam para ser lidas desde a primeira página. As mãos do texto puxam o leitor pelo colarinho em cada linha, porque tudo é diretamente para ele. O jornal do dia sabe que tem vida curta e ofegante e depende desse arisco, indócil, que segura as páginas amassando-as, dobrando-as, às vezes indiferente, passando adiante, largando no chão cadernos inteiros, às vezes recortando com a tesoura alguma coisa que o agrada ou o anúncio classificado. Súbito diz em voz alta, ao ler uma notícia grave, “Que absurdo!”, como quem conversa. O jornal se retalha entre dois, três, quatro leitores, cada um com um caderno, já de olho no outro, enquanto bebem café. Nas salas de espera, o jornal é cruelmente dilacerado. Ao contrário do escritor, que se esconde, o cronista vive numa agitada reunião entre textos - todos falam em voz alta ao mesmo tempo, disputam ávidos o olhar do leitor, que logo vira a página, e silenciamos no papel. Renascemos amanhã.
TEZZA, Cristóvão. Disponível em: <http://revistalingua.uol.com.br/textos/98/a-cronica-da-leitura-302588-
1.asp> Acesso em: 20 de março de 2014.
A partir da leitura do texto, depreende-se que
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Sua excelência, o leitor
Os livros vivem fechados, capa contra capa, esmagados na estante, às vezes durante décadas - é preciso arrancá-los de lá e abri-los(a) para ver o que têm dentro.
[...]
Já o jornal são folhas escancaradas ao mundo, que gritam para ser lidas desde a primeira página. As mãos do texto puxam o leitor pelo colarinho em cada linha, porque tudo é diretamente para ele.(b) O jornal do dia sabe que tem vida curta e ofegante e depende desse arisco, indócil, que segura as páginas amassando-as, dobrando-as, às vezes indiferente, passando adiante, largando no chão cadernos inteiros, às vezes recortando com a tesoura alguma coisa que o agrada ou o anúncio classificado. Súbito diz em voz alta, ao ler uma notícia grave, “Que absurdo!”, como quem conversa. O jornal se retalha entre dois, três, quatro leitores, cada um com um caderno, já de olho no outro, enquanto bebem café. Nas salas de espera, o jornal é cruelmente dilacerado. Ao contrário do escritor, que se esconde, o cronista vive numa agitada reunião entre textos - todos falam em voz alta ao mesmo tempo, disputam ávidos o olhar do leitor, que logo vira a página, e silenciamos no papel. Renascemos amanhã.
TEZZA, Cristóvão. Disponível em: <http://revistalingua.uol.com.br/textos/98/a-cronica-da-leitura-302588-
1.asp> Acesso em: 20 de março de 2014.
Segundo Koch (2005), “o conceito de coesão textual diz respeito a todos os processos de sequencialização que asseguram (ou tornam recuperável) uma ligação linguística significativa entre os elementos que ocorrem na superfície textual”.
Com base nos recursos coesivos empregados no texto, indique a alternativa que apresenta informação correta.
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Texto 3
Lusofonia
Escrevo um poema sobre a rapariga que está sentada
no café, em frente da chávena do café, enquanto
alisa os cabelos com a mão. Mas não posso escrever este
poema sobre essa rapariga porque, no brasil, a palavra
rapariga não quer dizer o que ela diz em portugal. Então,
terei de escrever a mulher nova do café, a jovem do café,
a menina do café, para que a reputação da pobre rapariga
que alisa os cabelos com a mão, num café de lisboa, não
fique estragada para sempre quando este poema atravessar
o atlântico para desembarcar no rio de janeiro. E isto tudo
sem pensar em áfrica, porque aí lá terei
de escrever sobre a moça do café, para
evitar o tom demasiado continental da rapariga, que é
uma palavra que já me está a pôr com dores
de cabeça até porque, no fundo, a única coisa que eu queria
era escrever um poema sobre a rapariga do
café. A solução, então, é mudar de café, e limitar-me a
escrever um poema sobre aquele café onde nenhuma rapariga se
pode sentar à mesa porque só servem cafés ao balcão.
rapariga: s.f., fem. de rapaz; mulher nova; moça; menina; (Brasil), meretriz.
JÚDICE, Nuno. Matéria do Poema. Lisboa: D. Quixote, 2008.
Texto 4
Procura da Poesia
[...]
Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intacta.
Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.
Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consume
com seu poder de palavra
e seu poder de silêncio.
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. Aceita-o
como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada
no espaço.
Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma
tem mil faces secretas sob a face neutra
e te pergunta, sem interesse pela resposta,
pobre ou terrível, que lhe deres:
Trouxeste a chave?
Repara:
ermas de melodia e conceito,
elas se refugiaram na noite, as palavras.
Ainda úmidas e impregnadas de sono,
rolam num rio difícil e se transformam em desprezo.
ANDRADE, C. Drummond de. Poesia 1930-62: de Alguma poesia a Lição das coisas. Edição crítica.
São Paulo: Cosac Naif, 2012.
Roland Barthes, em “Aula”, assim define a literatura:
“Entendo por literatura não um corpo ou uma sequência de obras, nem mesmo um setor de comércio ou de ensino, mas o grafo complexo das pegadas de uma prática: a prática de escrever. Nela viso portanto, essencialmente, o texto, isto é, o tecido dos significantes que constitui a obra, porque o texto é o próprio aflorar da língua, e porque é no interior da língua que a língua deve ser combatida, desviada: não pela mensagem de que ela é o instrumento, mas pelo jogo das palavras de que ela é o teatro”.
Aproximando a proposição barthesiana de literatura à reflexão acerca do fazer literário realizada pelo sujeito poético criado por Drummond em “Procura da Poesia”, é possível afirmar que o verso do poema que mais se coaduna à definição esboçada pelo teórico francês é
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Em relação ao romance “A hora da estrela”, de Clarice Lispector, as seguintes afirmações estão corretas, EXCETO:
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Diversos usos y valores pueden ser atribuidos al tiempo verbal del Pretérito Imperfecto. En la frase del cuento arriba, “al cabo de los años, un soldado que venía de tierra adentro les habló de un indio de ojos celestes que bien podría ser su hijo”, ¿cuál valor/uso que mejor se atribuye al verbo en destaque?
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Texto 3
Lusofonia
Escrevo um poema sobre a rapariga que está sentada
no café, em frente da chávena do café, enquanto
alisa os cabelos com a mão. Mas não posso escrever este
poema sobre essa rapariga porque, no brasil, a palavra
rapariga não quer dizer o que ela diz em portugal. Então,
terei de escrever a mulher nova do café, a jovem do café,
a menina do café, para que a reputação da pobre rapariga
que alisa os cabelos com a mão, num café de lisboa, não
fique estragada para sempre quando este poema atravessar
o atlântico para desembarcar no rio de janeiro. E isto tudo
sem pensar em áfrica, porque aí lá terei
de escrever sobre a moça do café, para
evitar o tom demasiado continental da rapariga, que é
uma palavra que já me está a pôr com dores
de cabeça até porque, no fundo, a única coisa que eu queria
era escrever um poema sobre a rapariga do
café. A solução, então, é mudar de café, e limitar-me a
escrever um poema sobre aquele café onde nenhuma rapariga se
pode sentar à mesa porque só servem cafés ao balcão.
rapariga: s.f., fem. de rapaz; mulher nova; moça; menina; (Brasil), meretriz.
JÚDICE, Nuno. Matéria do Poema. Lisboa: D. Quixote, 2008.
Texto 4
Procura da Poesia
[...]
Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intacta.
Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.
Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consume
com seu poder de palavra
e seu poder de silêncio.
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. Aceita-o
como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada
no espaço.
Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma
tem mil faces secretas sob a face neutra
e te pergunta, sem interesse pela resposta,
pobre ou terrível, que lhe deres:
Trouxeste a chave?
Repara:
ermas de melodia e conceito,
elas se refugiaram na noite, as palavras.
Ainda úmidas e impregnadas de sono,
rolam num rio difícil e se transformam em desprezo.
ANDRADE, C. Drummond de. Poesia 1930-62: de Alguma poesia a Lição das coisas. Edição crítica.
São Paulo: Cosac Naif, 2012.
Em uma de suas questões, o Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM/2013 trouxe o poema de Nuno Júdice, cuja análise sugerida ao candidato recaía sobre o seu caráter metalinguístico. Além desse, outro aspecto importante acolhido pelo texto poético em questão, e que o aluno leitor do Ensino Médio também poderia analisar com o auxílio do professor, é a
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Globalización versus particularismos
A la vez que se hablaba como nunca antes de integración y globalización, fines del siglo XX, el mundo comenzó a vivir un nuevo auge de los particularismos que, hoy, no ha dejado de intensificarse. Identidades étnicas e idiomáticas son reivindicadas en regiones en que los antiguos dialectos que ahora se resucitan ya habían casi desaparecido.
En un proceso análogo, la desconfianza de la gente las estructuras políticas ha contribuido con la expansión de la actividad religiosa, la de sectores fundamentalistas que no disimulan su aversión quienes no comparten su fe.
Disponible en: http://www.sociologia.ufsc.br/cadernos/
Cadernos%20PPGSP%2023.pdf
Elige la opción que completa el texto con “hacia” o “hasta” según corresponda.
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