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Foram encontradas 40 questões.

2549788 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Sobre os gêneros textuais, é correto afirmar que 6.
 

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2549787 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Conforme Bechara (2009), a língua apresenta três aspectos fundamentais de diferenças 5.internas, chamados variações. Relacione as colunas abaixo, associando cada tipo de variação à sua respectiva definição:
Coluna 1
1. Variação diatópica
2. Variação diafásica
3. Variação diastrática
Coluna 2
( ) Diferenças no espaço geográfico, constituindo os diferentes dialetos.
( ) Diferenças no nível sociocultural, constituindo os diferentes níveis de língua e camadas socioculturais.
( ) Diferenças no estilo ou aspecto expressivo, isto é, em relação a diferentes situações do falar e estilos de língua.
A sequência correta, de cima para baixo, é
 

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2549786 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Considere o texto a seguir, para responder à questão..
Nacionalismo linguístico?
É uma provocação habitual nas aulas de linguística começar afirmando que as línguas não existem. E é um bom começo! Imediatamente aparecem caras de estranheza, gente coçando a cabeça, olhos arregalados, pequenos protestos e, às vezes, reações indignadas, exigindo maiores explicações.
Rapidamente, enquanto se derrubam em câmera lenta as representações mais robustas que todos temos sobre a linguagem, temos de explicar que, em sentido estrito, só existem enunciados produzidos em situações concretas de interação. A partir desses enunciados, os linguistas deduzem um sistema abstrato de relações entre elementos gramaticais, um código. Os falantes, de modo geral, reconhecem nacionalidades (se a pessoa fala francês, isso deve querer dizer que ela é da França e, se fala alemão, deve ser da Alemanha, regiões ou posições sociais (é um falante de baixa instrução, ou alta, ou do norte do país, ou do sul...) com base em estereótipos. Contudo, como já dizia Saussure no Curso de linguística geral, a língua não é uma pedra, nem uma árvore; não a encontramos inteira, como um objeto material, em parte alguma, nem em uma gramática, nem num dicionário. Mesmo que a gente construa um Museu da Língua (como os que existem em Buenos Aires ou em São Paulo), não vamos encontrar a língua lá. Só enunciados em/sobre ela. As línguas são construções sociais, representações que identificam grupos de falantes, e quando se legisla para reconhecê-las oficialmente, ou para que tenham presença no sistema educativo de um país, se está legislando para que seus falantes possam utilizá-las em determinados âmbitos de uso. Como objetos sociais, as línguas são um “problema” político, objetos de disputa e de debate. Em termos democráticos, as línguas são objetos de/para o diálogo.
É fácil, abstratamente, tecer loas à diversidade linguística. Já apoiar uma língua é, sem o menor equívoco, defender que seus falantes possam utilizá-la. Para os Estados nacionais, construídos com base no monolinguismo social, esse reconhecimento não é fácil. O primeiro passo é decidir quem é o sujeito dos direitos linguísticos que se deseja reconhecer. Para tanto, é necessário levar em consideração que as línguas só existem socialmente quando há comunidades de falantes que se identificam com elas. Não existem falantes isolados, porque falar sempre é falar com alguém. Por isso os Estados nacionais costumam ter problemas com a diversidade linguística, porque assumi-la politicamente supõe reconhecer a existência de comunidades que, por meio da língua que compartilham, se reconhecem como tais, assim como reconhecem que não coincidem com a comunidade imaginada pelo “Estado nacional”.
É nesse sentido que podemos dizer: o Estado espanhol, mesmo oficialmente plurilíngue, é profundamente monoglóssico, ou seja, de ideologia e prática monolíngues. O reconhecimento político da diversidade linguística que ele esboça é exclusivamente territorial,nas comunidades autônomas que se reconhecem como detentoras de língua própria. Fora desses territórios, as “línguas da Espanha” (como as chama tão pomposamente a Constituição de 1978) não circulam, apenas existem, nem nas instituições comuns do Estado, nem em nenhuma outra parte. Tentem comprar um livro em galego, basco ou catalão em Salamanca, por exemplo. E essa territorialidade está limitada pelo dever constitucional de declarar prioritária, em todos os casos, a língua espanhola. Isso supõe eliminar as possibilidades de sustentação das línguas autônomas, que não podem ocupar todos os espaços necessários nas sociedades contemporâneas para garantir seu futuro. Quando, por exemplo, essas línguas são utilizadas de modo prioritário no ensino, surge uma oposição ferrenha, nacionalista, que demonstra como as declarações formais de apoio à diversidade são letra morta, palavras vazias.
As línguas são, de qualquer ponto de vista, realidades complexas. Constituem-nos como pessoas, constroem o mundo que habitamos. O nacionalismo espanhol, que despreza outras línguas, que, quando muito, as tolera quando elas assumem um lugar subalterno, fecha portas, elimina possibilidades de entendimento, impede o diálogo. Como falante e estudioso do galego, a língua na qual me reconheço, venho dizendo isso já faz alguns anos. E agora, exatamente agora, sinto a necessidade de recordá-lo.
A partir da problematização do conceito de língua no texto “Nacionalismo linguístico?” e das discussões de Faraco (2009), é correto afirmar:
 

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2549785 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Considere o texto a seguir, para responder à questão..
Nacionalismo linguístico?
É uma provocação habitual nas aulas de linguística começar afirmando que as línguas não existem. E é um bom começo! Imediatamente aparecem caras de estranheza, gente coçando a cabeça, olhos arregalados, pequenos protestos e, às vezes, reações indignadas, exigindo maiores explicações.
Rapidamente, enquanto se derrubam em câmera lenta as representações mais robustas que todos temos sobre a linguagem, temos de explicar que, em sentido estrito, só existem enunciados produzidos em situações concretas de interação. A partir desses enunciados, os linguistas deduzem um sistema abstrato de relações entre elementos gramaticais, um código(D). Os falantes, de modo geral, reconhecem nacionalidades (se a pessoa fala francês, isso(B) deve querer dizer que ela é da França e, se fala alemão, deve ser da Alemanha, regiões ou posições sociais (é um falante de baixa instrução, ou alta, ou do norte do país, ou do sul...) com base em estereótipos. Contudo, como já dizia Saussure no Curso de linguística geral, a língua não é uma pedra, nem uma árvore; não a encontramos inteira, como um objeto material, em parte alguma, nem em uma gramática, nem num dicionário. Mesmo que a gente construa um Museu da Língua (como os que existem em Buenos Aires ou em São Paulo), não vamos encontrar a língua lá. Só enunciados em/sobre ela. As línguas são construções sociais, representações que identificam grupos de falantes, e quando se legisla para reconhecê-las(A) oficialmente, ou para que tenham presença no sistema educativo de um país, se está legislando para que seus falantes possam utilizá-las em determinados âmbitos de uso. Como objetos sociais, as línguas são um “problema” político, objetos de disputa e de debate. Em termos democráticos, as línguas são objetos de/para o diálogo.
É fácil, abstratamente, tecer loas à diversidade linguística. Já apoiar uma língua é, sem o menor equívoco, defender que seus falantes possam utilizá-la. Para os Estados nacionais, construídos com base no monolinguismo social, esse reconhecimento não é fácil. O primeiro passo é decidir quem é o sujeito dos direitos linguísticos que se deseja reconhecer. Para tanto, é necessário levar em consideração que as línguas só existem socialmente quando há comunidades de falantes que se identificam com elas. Não existem falantes isolados, porque falar sempre é falar com alguém. Por isso os Estados nacionais costumam ter problemas com a diversidade linguística, porque(C) assumi-la politicamente supõe reconhecer a existência de comunidades que, por meio da língua que compartilham, se reconhecem como tais, assim como reconhecem que não coincidem com a comunidade imaginada pelo “Estado nacional”.
É nesse sentido que podemos dizer: o Estado espanhol, mesmo oficialmente plurilíngue, é profundamente monoglóssico, ou seja, de ideologia e prática monolíngues. O reconhecimento político da diversidade linguística que ele esboça é exclusivamente territorial,nas comunidades autônomas que se reconhecem como detentoras de língua própria. Fora desses territórios, as “línguas da Espanha” (como as chama tão pomposamente a Constituição de 1978) não circulam, apenas existem, nem nas instituições comuns do Estado, nem em nenhuma outra parte. Tentem comprar um livro em galego, basco ou catalão em Salamanca, por exemplo. E essa territorialidade está limitada pelo dever constitucional de declarar prioritária, em todos os casos, a língua espanhola. Isso supõe eliminar as possibilidades de sustentação das línguas autônomas, que não podem ocupar todos os espaços necessários nas sociedades contemporâneas para garantir seu futuro. Quando, por exemplo, essas línguas são utilizadas de modo prioritário no ensino, surge uma oposição ferrenha, nacionalista, que demonstra como as declarações formais de apoio à diversidade são letra morta, palavras vazias.
As línguas são, de qualquer ponto de vista, realidades complexas. Constituem-nos como pessoas, constroem o mundo que habitamos. O nacionalismo espanhol, que despreza outras línguas, que, quando muito, as tolera quando elas assumem um lugar subalterno, fecha portas, elimina possibilidades de entendimento, impede o diálogo. Como falante e estudioso do galego, a língua na qual me reconheço, venho dizendo isso já faz alguns anos. E agora, exatamente agora, sinto a necessidade de recordá-lo.
Sobre o uso dos mecanismos de coesão no texto, é correto afirmar que.
 

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2549784 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Considere o texto a seguir, para responder à questão..
Nacionalismo linguístico?
É uma provocação habitual nas aulas de linguística começar afirmando que as línguas não existem. E é um bom começo! Imediatamente aparecem caras de estranheza, gente coçando a cabeça, olhos arregalados, pequenos protestos e, às vezes, reações indignadas, exigindo maiores explicações.
Rapidamente, enquanto se derrubam em câmera lenta as representações mais robustas que todos temos sobre a linguagem, temos de explicar que, em sentido estrito, só existem enunciados produzidos em situações concretas de interação. A partir desses enunciados, os linguistas deduzem um sistema abstrato de relações entre elementos gramaticais, um código. Os falantes, de modo geral, reconhecem nacionalidades (se a pessoa fala francês, isso deve querer dizer que ela é da França e, se fala alemão, deve ser da Alemanha, regiões ou posições sociais (é um falante de baixa instrução, ou alta, ou do norte do país, ou do sul...) com base em estereótipos. Contudo, como já dizia Saussure no Curso de linguística geral, a língua não é uma pedra, nem uma árvore; não a encontramos inteira, como um objeto material, em parte alguma, nem em uma gramática, nem num dicionário. Mesmo que a gente construa um Museu da Língua (como os que existem em Buenos Aires ou em São Paulo), não vamos encontrar a língua lá. Só enunciados em/sobre ela. As línguas são construções sociais, representações que identificam grupos de falantes, e quando se legisla para reconhecê-las oficialmente, ou para que tenham presença no sistema educativo de um país, se está legislando para que seus falantes possam utilizá-las em determinados âmbitos de uso. Como objetos sociais, as línguas são um “problema” político, objetos de disputa e de debate. Em termos democráticos, as línguas são objetos de/para o diálogo.
É fácil, abstratamente, tecer loas(III) à diversidade linguística. Já apoiar uma língua é, sem o menor equívoco, defender que seus falantes possam utilizá-la. Para os Estados nacionais, construídos com base no monolinguismo social, esse reconhecimento não é fácil. O primeiro passo é decidir quem é o sujeito dos direitos linguísticos que se deseja reconhecer. Para tanto, é necessário levar em consideração que as línguas só existem socialmente quando há comunidades de falantes que se identificam com elas. Não existem falantes isolados, porque falar sempre é falar com alguém. Por isso os Estados nacionais costumam ter problemas com a diversidade linguística, porque assumi-la politicamente supõe(I) reconhecer a existência de comunidades que, por meio da língua que compartilham, se reconhecem como tais, assim como reconhecem que não coincidem com a comunidade imaginada pelo “Estado nacional”.
É nesse sentido que podemos dizer: o Estado espanhol, mesmo oficialmente plurilíngue, é profundamente monoglóssico, ou seja, de ideologia e prática monolíngues. O reconhecimento político da diversidade linguística que ele esboça é exclusivamente territorial,nas comunidades autônomas que se reconhecem como detentoras de língua própria. Fora desses territórios, as “línguas da Espanha” (como as chama tão pomposamente a Constituição de 1978) não circulam, apenas existem, nem nas instituições comuns do Estado, nem em nenhuma outra parte. Tentem comprar um livro em galego, basco ou catalão em Salamanca, por exemplo. E essa territorialidade está limitada pelo dever constitucional de declarar prioritária, em todos os casos, a língua espanhola. Isso supõe eliminar as possibilidades de sustentação das línguas autônomas, que não podem ocupar todos os espaços necessários nas sociedades contemporâneas para garantir seu futuro. Quando, por exemplo, essas línguas são utilizadas de modo prioritário no ensino, surge uma oposição ferrenha, nacionalista, que demonstra como as declarações formais de apoio à diversidade são letra morta, palavras vazias.
As línguas são, de qualquer ponto de vista, realidades complexas. Constituem-nos como pessoas, constroem o mundo que habitamos. O nacionalismo espanhol, que(II) despreza outras línguas, que, quando muito, as tolera quando elas assumem um lugar subalterno, fecha portas, elimina possibilidades de entendimento, impede o diálogo. Como falante e estudioso do galego, a língua na qual me reconheço, venho dizendo isso já faz alguns anos. E agora, exatamente agora, sinto a necessidade de recordá-lo.
Considere as afirmações a seguir
I. A substituição de supõe, na linha 29, por implica, não alteraria o sentido do texto.
II. A substituição da primeira ocorrência de que, na linha 48, por em que, não é um ajuste gramatical necessário.
III. Se a expressão tecer loas, na linha 22, fosse substituída por elogiar, nenhuma outra alteração seria necessária à frase.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
 

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2549783 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Considere o texto a seguir, para responder à questão..
Nacionalismo linguístico?
É uma provocação habitual nas aulas de linguística começar afirmando que as línguas não existem. E é um bom começo! Imediatamente aparecem caras de estranheza, gente coçando a cabeça, olhos arregalados, pequenos protestos e, às vezes, reações indignadas, exigindo maiores explicações.
Rapidamente, enquanto se derrubam em câmera lenta as representações mais robustas que todos temos sobre a linguagem, temos de explicar que, em sentido estrito, só existem enunciados produzidos em situações concretas de interação. A partir desses enunciados, os linguistas deduzem um sistema abstrato de relações entre elementos gramaticais, um código. Os falantes, de modo geral, reconhecem nacionalidades (se a pessoa fala francês, isso deve querer dizer que ela é da França e, se fala alemão, deve ser da Alemanha, regiões ou posições sociais (é um falante de baixa instrução, ou alta, ou do norte do país, ou do sul...) com base em estereótipos. Contudo, como já dizia Saussure no Curso de linguística geral, a língua não é uma pedra, nem uma árvore; não a encontramos inteira, como um objeto material, em parte alguma, nem em uma gramática, nem num dicionário. Mesmo que a gente construa um Museu da Língua (como os que existem em Buenos Aires ou em São Paulo), não vamos encontrar a língua lá. Só enunciados em/sobre ela. As línguas são construções sociais, representações que identificam grupos de falantes, e quando se legisla para reconhecê-las oficialmente, ou para que tenham presença no sistema educativo de um país, se está legislando para que seus falantes possam utilizá-las em determinados âmbitos de uso. Como objetos sociais, as línguas são um “problema” político, objetos de disputa e de debate. Em termos democráticos, as línguas são objetos de/para o diálogo.
É fácil, abstratamente, tecer loas à diversidade linguística. Já apoiar uma língua é, sem o menor equívoco, defender que seus falantes possam utilizá-la. Para os Estados nacionais, construídos com base no monolinguismo social, esse reconhecimento não é fácil. O primeiro passo é decidir quem é o sujeito dos direitos linguísticos que se deseja reconhecer. Para tanto, é necessário levar em consideração que as línguas só existem socialmente quando há comunidades de falantes que se identificam com elas. Não existem falantes isolados, porque falar sempre é falar com alguém. Por isso os Estados nacionais costumam ter problemas com a diversidade linguística, porque assumi-la politicamente supõe reconhecer a existência de comunidades que, por meio da língua que compartilham, se reconhecem como tais, assim como reconhecem que não coincidem com a comunidade imaginada pelo “Estado nacional”.
É nesse sentido que podemos dizer: o Estado espanhol, mesmo oficialmente plurilíngue, é profundamente monoglóssico, ou seja, de ideologia e prática monolíngues. O reconhecimento político da diversidade linguística que ele esboça é exclusivamente territorial,nas comunidades autônomas que se reconhecem como detentoras de língua própria. Fora desses territórios, as “línguas da Espanha” (como as chama tão pomposamente a Constituição de 1978) não circulam, apenas existem, nem nas instituições comuns do Estado, nem em nenhuma outra parte. Tentem comprar um livro em galego, basco ou catalão em Salamanca, por exemplo. E essa territorialidade está limitada pelo dever constitucional de declarar prioritária, em todos os casos, a língua espanhola. Isso supõe eliminar as possibilidades de sustentação das línguas autônomas, que não podem ocupar todos os espaços necessários nas sociedades contemporâneas para garantir seu futuro. Quando, por exemplo, essas línguas são utilizadas de modo prioritário no ensino, surge uma oposição ferrenha, nacionalista, que demonstra como as declarações formais de apoio à diversidade são letra morta, palavras vazias.
As línguas são, de qualquer ponto de vista, realidades complexas. Constituem-nos como pessoas, constroem o mundo que habitamos. O nacionalismo espanhol, que despreza outras línguas, que, quando muito, as tolera quando elas assumem um lugar subalterno, fecha portas, elimina possibilidades de entendimento, impede o diálogo. Como falante e estudioso do galego, a língua na qual me reconheço, venho dizendo isso já faz alguns anos. E agora, exatamente agora, sinto a necessidade de recordá-lo.
Sobre o texto acima, é correto afimar que o.
 

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2549810 Ano: 2017
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Lea el texto a continuación para contestar la pregunta.
EL HOMBRE DE HIELO SALE DEL ARMARIO, O ESO PARECE
La versión juvenil de uno de los miembros originales de la Patrulla X es gay ENEKO RUIZ JIMÉNEZ
Madrid 23 ABR 2015 - 07:54 BRT
Enunciado 3563630-1
Viñeta de 'El hombre de hielo'.
Hasta hace unos años, los superhéroes homosexuales se podían contar con los dedos de una mano. Ninguno de los que salía del armario lograba saltar al primer plano. Hablaban de su sexualidad solo para contentar a un segmento de público y así acallar los comentarios. Pero las cosas parecen estar cambiando. En el último número de All-New X-4 men, El Hombre de Hielo, uno de los mutantes originales de la Patrulla X, ha reconocido ser gay. La historia, eso sí, tiene trampa: el que ha hecho la confesión no es el Bobby Drake adulto que los lectores han conocido durante cinco décadas (que sigue siendo heterosexual), sino una versión juvenil de sus primeros tiempos que ha decidido quedarse a vivir en el presente después de un accidentado viaje en el tiempo.
Pese a la confirmación oficial, esta no es la primera vez que se cuestiona la sexualidad de Bobby Drake, que al contrario que sus muchos compañeros nunca ha tenido una relación estable y reconocible con algunas de sus colegas de equipos. Muchos de los lectores lo tenían claro y hasta varios de los guionistas que han pasado por las cabeceras mutantes se han tomado a broma la falta de claridad en su orientación sexual. El escritor Chuck Austen hizo que el abiertamente homosexual Shatterstar (Estrella Rota), por ejemplo, se enloqueciera por este joven transparente. Incluso la serie de televisión Padre de Familia lo convirtió en un chiste. Desde que el Drake cinematográfico se reveló como el galán que conquistaba a Pícara y a Gata Sombra, sin embargo, las dudas desaparecieron también de las viñetas.
Y entonces la editorial Marvel, en otra estrategia de marketing, decidió devolver a aquellos jóvenes, inocentes e inexpertos cinco originales al presente, donde han decidido afincarse y romper para siempre la coherencia de su línea temporal. En estos tres años nadie se había vuelto a cuestionar la sexualidad de Drake. Hasta ahora, cuando el guionista Brian Michael Bendis ha decidido abandonar el título de los jóvenes X-men (uno de los más vendidos del mercado) en su número y con un golpe de efecto. "Bobby eres gay", le señala su compañera Jean Grey, por la que se habían rendido el resto de los miembros. Su homónimo adulto, hoy más poderoso que nunca, aun así, sigue siendo heterosexual. Una maniobra que no ha estado exenta de críticas... ¿Se replanteará el mayor su sexualidad también o quiere imponer Marvel la desestimada (y peligrosa) teoría de que la sexualidad se elige? Si no hay ideas, buena es la efectividad. […]
(JIMÉNEZ, Eneko Ruiz. El Hombre de hielo sale del
armario, o eso parece (adaptado). El país. Disponible en: <https://elpais.com/cultura/2015/04/22/actualidad/ 1429723336_937109.html>. Accedido en: 16 nov. 2017.)
Sobre aspectos lingüísticos del texto arriba, se hacen las siguientes afirmaciones:
I. Los verbos subrayados en el texto de Jiménez, si hubieran sido conjugados en indefinido, estarían de la siguiente forma: hizo, decidieron, estuvo.
II. Para atender a las normas de la gramática española, la conjunción adversativa sino (línea 08) debería ser cambiada por sino que, ya que la oración que sigue contiene un verbo conjugado en el modo indicativo.
III. La conjunción adversativa sin embargo podría ser cambiada por la conjunción adversativa “pero”, sin que sea necesario alterar la estructura de la frase.
Están las afirmaciones
Questão Anulada e Desatualizada

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2549809 Ano: 2017
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Lea el texto a continuación para contestar la pregunta.
EL HOMBRE DE HIELO SALE DEL ARMARIO, O ESO PARECE
La versión juvenil de uno de los miembros originales de la Patrulla X es gay ENEKO RUIZ JIMÉNEZ
Madrid 23 ABR 2015 - 07:54 BRT
Enunciado 3563629-1
Viñeta de 'El hombre de hielo'.
Hasta hace unos años, los superhéroes homosexuales se podían contar con los dedos de una mano. Ninguno de los que salía del armario lograba saltar al primer plano. Hablaban de su sexualidad solo para contentar a un segmento de público y así acallar los comentarios. Pero las cosas parecen estar cambiando. En el último número de All-New X-4 men, El Hombre de Hielo, uno de los mutantes originales de la Patrulla X, ha reconocido ser gay. La historia, eso sí, tiene trampa: el que ha hecho la confesión no es el Bobby Drake adulto que los lectores han conocido durante cinco décadas (que sigue siendo heterosexual), sino una versión juvenil de sus primeros tiempos que ha decidido quedarse a vivir en el presente después de un accidentado viaje en el tiempo.
Pese a la confirmación oficial, esta no es la primera vez que se cuestiona la sexualidad de Bobby Drake, que al contrario que sus muchos compañeros nunca ha tenido una relación estable y reconocible con algunas de sus colegas de equipos. Muchos de los lectores lo tenían claro y hasta varios de los guionistas que han pasado por las cabeceras mutantes se han tomado a broma la falta de claridad en su orientación sexual. El escritor Chuck Austen hizo que el abiertamente homosexual Shatterstar (Estrella Rota), por ejemplo, se enloqueciera por este joven transparente. Incluso la serie de televisión Padre de Familia lo convirtió en un chiste. Desde que el Drake cinematográfico se reveló como el galán que conquistaba a Pícara y a Gata Sombra, sin embargo, las dudas desaparecieron también de las viñetas.
Y entonces la editorial Marvel, en otra estrategia de marketing, decidió devolver a aquellos jóvenes, inocentes e inexpertos cinco originales al presente, donde han decidido afincarse y romper para siempre la coherencia de su línea temporal. En estos tres años nadie se había vuelto a cuestionar la sexualidad de Drake. Hasta ahora, cuando el guionista Brian Michael Bendis ha decidido abandonar el título de los jóvenes X-men (uno de los más vendidos del mercado) en su número y con un golpe de efecto. "Bobby eres gay", le señala su compañera Jean Grey, por la que se habían rendido el resto de los miembros. Su homónimo adulto, hoy más poderoso que nunca, aun así, sigue siendo heterosexual. Una maniobra que no ha estado exenta de críticas... ¿Se replanteará el mayor su sexualidad también o quiere imponer Marvel la desestimada (y peligrosa) teoría de que la sexualidad se elige? Si no hay ideas, buena es la efectividad. […]
(JIMÉNEZ, Eneko Ruiz. El Hombre de hielo sale del
armario, o eso parece (adaptado). El país. Disponible en: <https://elpais.com/cultura/2015/04/22/actualidad/ 1429723336_937109.html>. Accedido en: 16 nov. 2017.)
A partir de la lectura del texto arriba, es correcto afirmar que:
Questão Anulada e Desatualizada

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2549807 Ano: 2017
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Sobre a leitura literária na escola, é INCORRETO, afirmar que.
Questão Anulada e Desatualizada

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2549804 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia os textos abaixo, para responder à questão.
Texto 1
I
Aflição de ser terra
Em meio às águas

PÉRICLES E. DA SILVA RAMOS
Aflição de ser eu e não ser outra.
Aflição de não ser, amor, aquela
Que muitas filhas te deu, casou donzela
E à noite se prepara e se adivinha
Objeto de amor, atenta e bela,
Aflição de não ser a grande ilha
Que te retém e não te desespera
(A noite como fera se avizinha)
Aflição de ser água em meio à terra
E ter a face conturbada e móvel.
E a um só tempo múltipla e imóvel
Não saber se se ausenta ou se te espera.
Aflição de te amar... se te comove.
E sendo água, amor, querer ser terra.
(HILST, Hilda. Roteiro do silêncio (1959) In: . Da poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2017. p.60.)
Texto 2
K.O.
Seu amor me pegou
Cê bateu tão forte com o teu amor
Nocauteou, me tonteou
Veio à tona, fui à lona, foi K.O.
Sempre fui guerreira, mas foi de primeira
Me vi indefesa, coração perdeu a luta, sim
Adeus bebedeira, vida de solteira, quero
[sexta-feira Estar contigo na minha cama, juntos,
[coladin
Me beija a noite inteira, sexy na banheira
Vou te dar canseira, quero do início até o fim
E fixa o olhar, fico a te olhar Vou te falar, fui à lona com o seu
Seu amor me pegou
Cê bateu tão forte com o teu amor
Nocauteou, me tonteou
Veio à tona, fui à lona, foi K.O.
(GORKY, Rodrigo; MAFFALDA; BISPO, Pablo.
K.O. Intérprete: Pabllo Vittar.) Disponível em: <https://www.letras.mus.br/pabllo-vittar/ko/>. Acesso em: 14 nov. 2017.
Ainda sobre os textos poéticos acima, considere as seguintes afirmações:
I. Em ambos os textos, é perceptível a instauração de um sujeito lírico feminino que não se enquadra nos moldes de comportamento esperados/determinados pela sociedade patriarcal em que vivemos.
II. Em ambos os textos, há um sujeito lírico que deseja modificar-se devido ao arrebatamento amoroso por que passa.
III. No texto 1, a constante utilização do oxímoro como figura de linguagem contribui para o estabelecimento de uma oposição entre o sujeito que se é e o que se deseja ser.
Estão corretas as afirmativas
Questão Anulada e Desatualizada

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