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Na SQL, a sublinguagem DCL (Data Control Language) controla os aspectos de autorização de dados e licenças de usuários, verificando quem tem acesso para ver ou manipular dados dentro do banco de dados.
São comandos DCL:
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Analise o seguinte trecho do arquivo de configuração smb.conf, do serviço Samba, instalado em um determinado servidor de rede Linux.
[publico]
path = /mnt/publico
writable = yes
available = no
valid users = +aluno
invalid users = Sergio
Sobre o compartilhamento público, é CORRETO afirmar que
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Assinale a alternativa INCORRETA referente ao equipamento patch panel:
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Referente às vantagens passíveis de pagamento ao servidor dispostas na Lei nº 8.112/90, assinale a alternativa que NÃO se reveste de caráter indenizatório.
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Assinale qual comando se deve executar no Linux Debian quando se deseja remover todos os componentes do pacote do apache, inclusive os arquivos de configuração:
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A linguagem PHP (Hypertext Preprocessor) é uma linguagem open source utilizada principalmente no ambiente web (apesar de existir uma versão desktop). A respeito dessa linguagem, qual das afirmações abaixo está INCORRETA?
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- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de Repetição
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de Seleção
- Fundamentos de ProgramaçãoLógica de Programação
- Fundamentos de ProgramaçãoVariáveis
Analise o seguinte trecho de algoritmo:
A := 0;
B := 5;
X ;= 100;
C := A + B;
Se C < X então
Repita
A := B * A;
B := B – 1;
Até que B = 0;
Senão
Repita
C := C * B;
B := B – 1;
Até que B = 0;
Fim_se
Após a execução deste trecho, é CORRETO afirmar que:
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Caso Sean: o clamor do sangue
O que faz de alguém um pai?
Eu não sei se o garoto Sean Bianchi Goldman deve ficar com o pai biológico, David, ou com o padrasto, João. Resolvi, então, pedir licença para expor não minhas certezas, mas minhas dúvidas. Peço desculpas aos leitores que esperam uma sentença, mas não tenho nenhuma. O que tenho são muitas perguntas. E a maior delas é sobre o que faz de alguém um pai.
Me assusta esse clima de jogo de futebol – hoje competindo com os gols do Ronaldo no Corinthians – em torno do destino de uma criança de nove anos. E me surpreende como parece fácil para quase todos julgar o futuro de alguém, apenas com base no que leu, viu ou ouviu na imprensa. Me impressiona como quase todos têm certeza do que é melhor para uma criança que nunca conheceram. E me incomoda essa facilidade de se tornar juiz e dar sentenças incontestáveis sobre o destino de pessoas.
O que me chama mais atenção, porém, é que a maioria dos argumentos em favor da “certeza” de que o menino deve ficar com o pai biológico podem ser resumidos por uma espécie de “clamor do sangue”. David teria mais direito do que João porque é pai. E é pai porque tem o mesmo sangue.
Volto então à pergunta central que proponho aos leitores. O que faz de alguém um pai? A mim, não parece que a resposta seja – apenas – o sangue.
David é um bom pai porque quer a guarda do filho? Ou David é um mau pai porque teria ficado quatro anos sem ver o menino por conselho de advogados espertos? David é um bom pai porque diz que ama o filho em programas de TV de grande audiência? Ou David é um mau pai porque exporia comercialmente o filho de todas as formas, de chaveiros a camisetas?
Sua ex-mulher, Bruna, sequestrou o menino e o carregou para longe de um pai amoroso? Ou fugiu, com seu filho, para o país e a família onde se sentia segura, de um homem que quebrava armários com os punhos? João, o padrasto, é um bom pai? Ou tem interesses escusos para ficar com o filho da mulher que perdeu? Como será para Sean mudar de língua, de país e de família depois de tantos anos? Ou como será ficar?
Não sei. Mas me espanta constatar que todos parecem saber. E não só saber, como ter certeza.
O argumento totalitário do sangue, esgrimado em todos os fóruns como prova incontestável de paternidade, pode ser muito perverso. Já fiz reportagens sobre crianças abusadas, por violação sexual e espancamentos, e ouvi mais de uma vez, de mães e familiares: “Ele machuca, é violento, mas é seu pai. E pai é pai”. Como se “o sangue” desse a esse homem um poder de vida e morte sobre seu filho. Como se o sangue – esse clamor atávico – fosse tudo o que devemos levar em conta para decidir qual é a melhor escolha para uma criança.
David pode ser um ótimo pai, embora alguns sinais possam nos fazer suspeitar de que não. Assim como João pode ser um ótimo pai. O fato de que a família de João tem dinheiro não o transforma imediatamente em carrasco. E o fato de David não ter dinheiro não o converte em vítima. A vida é um pouco mais complexa que isso. E esse é um caso difícil. Qual é a melhor resposta para o menino?
Não sei. Mas eu, que estou longe de achar a Justiça brasileira um modelo de eficiência, espero que os juízes de fato e de direito exerçam sua espinhosa tarefa com mais dúvidas e menos pressa do que aqueles que berram sentenças definitivas tanto aqui como nos Estados Unidos. E que a sentença definitiva seja a melhor possível para Sean, já tão violado no direito de não ter sua vida transformada em polêmica internacional.
Nesse tema, só tenho uma certeza. Compartilhar o “mesmo sangue” comprova apenas quem era o dono do espermatozóide que gerou aquela criança. Mas não faz de alguém um pai, no sentido mais amplo e complexo do conceito moderno de paternidade.
O que faz de alguém um pai é uma boa pergunta para transformar essa polêmica em algo que nos ajude a ser melhores do que somos. Qual é o melhor pai para Sean Bianchi Goldman é tarefa da Justiça responder. Com todos os defeitos que a Justiça possa ter, a sociedade democrática ainda não encontrou um instrumento melhor para julgar destinos em suspenso.
Por fim, a todos que se apressam a virar juízes, sugiro exercitar o instrumento da dúvida. São as perguntas que nos mostram os caminhos – não as certezas. E cuidado. Um dia vocês também poderão ter seu destino decretado com essa mesma facilidade por pessoas tão sensatas como vocês.
BRUM, Eliane. Caso Sean: o clamor do sangue. Disponível em:< http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI63826- 15230,00.html>. Acesso em: 25 março 2009.
O texto lido aborda um caso polêmico da justiça brasileira. Trata-se da luta pela guarda de um menino, filho de mãe brasileira e de pai norte-americano, que vivia com a mãe e o padrasto no Brasil. Recentemente o garoto ficou órfão de mãe e, a partir daí, instaurou-se uma luta judicial pela sua tutela entre o pai biológico norte-americano e o padrasto brasileiro. De acordo com a discussão proposta no texto, analise as afirmativas abaixo.
I. A autora é cautelosa ao analisar o caso de Sean e discute a ideia de que ser pai vai além de laços sanguíneos, passando por uma questão social mais complexa.
II. A justiça brasileira, sendo um modelo de eficiência, deve agir com mais dúvidas do que certezas na escolha da sentença de Sean para que essa seja a melhor possível para o menino.
III. O argumento de sangue para justificar o direito de ser pai pode se revelar perverso, pois pais biológicos também espancam e violentam sexualmente seus filhos, como se o laço sanguíneo lhes desse direito de vida e morte sobre os mesmos.
IV. Antes de lançarmos sentenças incontestáveis sobre o destino das pessoas, seria mais adequado exercitarmos o instrumento da dúvida, pois são as perguntas que nos mostram o caminho e não as certezas.
São VERDADEIRAS as assertivas
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- Fundamentos de ProgramaçãoAlgoritmosConstrução de Algoritmos
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de Repetição
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de Seleção
- Fundamentos de ProgramaçãoLógica de Programação
Sabendo que os valores das variáveis A, B e C são, respectivamente, 1, 10 e 3, analise o seguinte trecho de algoritmo.
Enquanto A < B faça
Se A + C < B então
A := A + 2;
B := B – 1;
C := C – 1;
Senão
A := B;
B := C;
C := A;
Fim_se
Fim_enquanto
Os valores finais das variáveis A, B e C, após a execução deste trecho de algoritmo, serão, respectivamente:
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Leia com ATENÇÃO o texto abaixo para responder a questão.
Uma medida contra o plágio
As universidades estão preocupadas com trabalhos de alunos que, não raro, transplantam parágrafos inteiros da internet. Isso quando não colam o texto completo, do início ao fim, na íntegra, sem mudar uma vírgula nem acrescentar uma única ideia. Ninguém dá números, mas todo mundo diz que há um enxame deles nas universidades brasileiras. Por isso, algumas estão fazendo como, há tempos, já fazem faculdades americanas e europeias. Elas decidiram usar softwares capazes de certificar se um determinado trabalho é cópia ou não. Os alunos devem enviar o trabalho por meio do mesmo sistema em que o software atua. A partir daí, o programa faz uma varredura na internet, em busca de plágio. Rastreia ainda todos os outros já submetidos (Isso mesmo. Os alunos também copiam trabalhos uns dos outros e até de si próprios, o que resulta numa segunda categoria: a cópia da cópia). Um deserto de ideias.
A Universidade Anhembi-Morumbi, que usa um software desses desde janeiro de 2008, não possui números sobre a incidência de plágio, mas sabe que é alto. Quem cuida do “programa de inibição à cópia” é a diretora de educação a distância, Cristiane Alperstedt. Ela diz: “Avisamos aos alunos da presença do software, o que por si só já faz boa parte deles desistir da ideia de copiar. E mais: “Um bom trabalho científico deve incluir, sim, descobertas prévias e reflexões alheias. O problema é fazer isso sem citar a fonte – nem acrescentar um pingo de inteligência ao texto.” Sem contar que a internet tem muito lixo. E é esse lixo que os alunos decidem apresentar aos professores como exemplo de iluminação.
(Comentário feito por Monica Weinberg no Blog Educação da revista Veja – 03/04/2009) Disponível em:< http://veja.abril.com.br/40anos/blog/monica-einberg/158717_comentarios.shtml> Acesso em: 23 abr. 2009.
O objetivo principal do comentário lido é
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