Foram encontradas 40 questões.
- Fundamentos de ProgramaçãoAlgoritmosConstrução de Algoritmos
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de Repetição
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de Seleção
- Fundamentos de ProgramaçãoLógica de Programação
Considere o trecho de algoritmo abaixo:
para I de 1 até 10 faça
para j de 1 até 10 faça
soma := M[ i , j ] + soma;
Fim_para
Fim_se
Fim_para
Sabendo que ele deve realizar a soma da diagonal principal da matriz M, qual linha de comando está faltando para o seu CORRETO funcionamento?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Caso Sean: o clamor do sangue
O que faz de alguém um pai?
Eu não sei se o garoto Sean Bianchi Goldman deve ficar com o pai biológico, David, ou com o padrasto, João. Resolvi, então, pedir licença para expor não minhas certezas, mas minhas dúvidas. Peço desculpas aos leitores que esperam uma sentença, mas não tenho nenhuma. O que tenho são muitas perguntas. E a maior delas é sobre o que faz de alguém um pai.
Me assusta esse clima de jogo de futebol – hoje competindo com os gols do Ronaldo no Corinthians – em torno do destino de uma criança de nove anos. E me surpreende como parece fácil para quase todos julgar o futuro de alguém, apenas com base no que leu, viu ou ouviu na imprensa. Me impressiona como quase todos têm certeza do que é melhor para uma criança que nunca conheceram. E me incomoda essa facilidade de se tornar juiz e dar sentenças incontestáveis sobre o destino de pessoas.
O que me chama mais atenção, porém, é que a maioria dos argumentos em favor da “certeza” de que o menino deve ficar com o pai biológico podem ser resumidos por uma espécie de “clamor do sangue”. David teria mais direito do que João porque é pai. E é pai porque tem o mesmo sangue.
Volto então à pergunta central que proponho aos leitores. O que faz de alguém um pai? A mim, não parece que a resposta seja – apenas – o sangue.
David é um bom pai porque quer a guarda do filho? Ou David é um mau pai porque teria ficado quatro anos sem ver o menino por conselho de advogados espertos? David é um bom pai porque diz que ama o filho em programas de TV de grande audiência? Ou David é um mau pai porque exporia comercialmente o filho de todas as formas, de chaveiros a camisetas?
Sua ex-mulher, Bruna, sequestrou o menino e o carregou para longe de um pai amoroso? Ou fugiu, com seu filho, para o país e a família onde se sentia segura, de um homem que quebrava armários com os punhos? João, o padrasto, é um bom pai? Ou tem interesses escusos para ficar com o filho da mulher que perdeu? Como será para Sean mudar de língua, de país e de família depois de tantos anos? Ou como será ficar?
Não sei. Mas me espanta constatar que todos parecem saber. E não só saber, como ter certeza.
O argumento totalitário do sangue, esgrimado em todos os fóruns como prova incontestável de paternidade, pode ser muito perverso. Já fiz reportagens sobre crianças abusadas, por violação sexual e espancamentos, e ouvi mais de uma vez, de mães e familiares: “Ele machuca, é violento, mas é seu pai. E pai é pai”. Como se “o sangue” desse a esse homem um poder de vida e morte sobre seu filho. Como se o sangue – esse clamor atávico – fosse tudo o que devemos levar em conta para decidir qual é a melhor escolha para uma criança.
David pode ser um ótimo pai, embora alguns sinais possam nos fazer suspeitar de que não. Assim como João pode ser um ótimo pai. O fato de que a família de João tem dinheiro não o transforma imediatamente em carrasco. E o fato de David não ter dinheiro não o converte em vítima. A vida é um pouco mais complexa que isso. E esse é um caso difícil. Qual é a melhor resposta para o menino?
Não sei. Mas eu, que estou longe de achar a Justiça brasileira um modelo de eficiência, espero que os juízes de fato e de direito exerçam sua espinhosa tarefa com mais dúvidas e menos pressa do que aqueles que berram sentenças definitivas tanto aqui como nos Estados Unidos. E que a sentença definitiva seja a melhor possível para Sean, já tão violado no direito de não ter sua vida transformada em polêmica internacional.
Nesse tema, só tenho uma certeza. Compartilhar o “mesmo sangue” comprova apenas quem era o dono do espermatozóide que gerou aquela criança. Mas não faz de alguém um pai, no sentido mais amplo e complexo do conceito moderno de paternidade.
O que faz de alguém um pai é uma boa pergunta para transformar essa polêmica em algo que nos ajude a ser melhores do que somos. Qual é o melhor pai para Sean Bianchi Goldman é tarefa da Justiça responder. Com todos os defeitos que a Justiça possa ter, a sociedade democrática ainda não encontrou um instrumento melhor para julgar destinos em suspenso.
Por fim, a todos que se apressam a virar juízes, sugiro exercitar o instrumento da dúvida. São as perguntas que nos mostram os caminhos – não as certezas. E cuidado. Um dia vocês também poderão ter seu destino decretado com essa mesma facilidade por pessoas tão sensatas como vocês.
BRUM, Eliane. Caso Sean: o clamor do sangue. Disponível em:< http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI63826- 15230,00.html>. Acesso em: 25 março 2009.
Considere as assertivas a seguir.
I. Pode-se considerar como assunto central do texto a discussão sobre a função e a representatividade da figura paterna e a facilidade com que o ser humano faz julgamentos precipitados, sem deixar espaço para questionamentos.
II. A forma verbal “berram” foi empregada em sentido denotativo, pois, no texto, tem significado equivalente a “gritam”.
III. O uso do futuro do pretérito do modo indicativo destacado no texto (“teria” e “exporia”, respectivamente) indica uma hipótese ou possibilidade.
Estão CORRETAS
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia com ATENÇÃO o texto abaixo para responder a questão.
Uma medida contra o plágio
As universidades estão preocupadas com trabalhos de alunos que, não raro, transplantam parágrafos inteiros da internet. Isso quando não colam o texto completo, do início ao fim, na íntegra, sem mudar uma vírgula nem acrescentar uma única ideia. Ninguém dá números, mas todo mundo diz que um enxame deles nas universidades brasileiras. Por isso, algumas estão fazendo como, tempos, já fazem faculdades americanas e europeias. Elas decidiram usar softwares capazes de certificar se um determinado trabalho é cópia ou não. Os alunos devem enviar o trabalho por meio do mesmo sistema em que o software atua. A partir daí, o programa faz uma varredura na internet, em busca de plágio. Rastreia ainda todos os outros já submetidos (Isso mesmo. Os alunos também copiam trabalhos uns dos outros e até de si próprios, o que resulta numa segunda categoria: a cópia da cópia). Um deserto de ideias.
A Universidade Anhembi-Morumbi, que usa um software desses desde janeiro de 2008, não possui números sobre incidência de plágio, mas sabe que é alto. Quem cuida do “programa de inibição cópia” é a diretora de educação a distância, Cristiane Alperstedt. Ela diz: “Avisamos aos alunos da presença do software, o que por si só já faz boa parte deles desistir da ideia de copiar. E mais: “Um bom trabalho científico deve incluir, sim, descobertas prévias e reflexões alheias. O problema é fazer isso sem citar a fonte – nem acrescentar um pingo de inteligência ao texto.” Sem contar que a internet tem muito lixo. E é esse lixo que os alunos decidem apresentar aos professores como exemplo de iluminação.
(Comentário feito por Monica Weinberg no Blog Educação da revista Veja – 03/04/2009) Disponível em:< http://veja.abril.com.br/40anos/blog/monica-einberg/158717_comentarios.shtml> Acesso em: 23 abr. 2009.
A alternativa que preenche corretamente as lacunas no texto é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Caso Sean: o clamor do sangue
O que faz de alguém um pai?
Eu não sei se o garoto Sean Bianchi Goldman deve ficar com o pai biológico, David, ou com o padrasto, João. Resolvi, então, pedir licença para expor não minhas certezas, mas minhas dúvidas. Peço desculpas aos leitores que esperam uma sentença, mas não tenho nenhuma. O que tenho são muitas perguntas. E a maior delas é sobre o que faz de alguém um pai.
Me assusta esse clima de jogo de futebol – hoje competindo com os gols do Ronaldo no Corinthians – em torno do destino de uma criança de nove anos. E me surpreende como parece fácil para quase todos julgar o futuro de alguém, apenas com base no que leu, viu ou ouviu na imprensa. Me impressiona como quase todos têm certeza do que é melhor para uma criança que nunca conheceram. E me incomoda essa facilidade de se tornar juiz e dar sentenças incontestáveis sobre o destino de pessoas.
O que me chama mais atenção, porém, é que a maioria dos argumentos em favor da “certeza” de que o menino deve ficar com o pai biológico podem ser resumidos por uma espécie de “clamor do sangue”. David teria mais direito do que João porque é pai. E é pai porque tem o mesmo sangue.
Volto então à pergunta central que proponho aos leitores. O que faz de alguém um pai? A mim, não parece que a resposta seja – apenas – o sangue.
David é um bom pai porque quer a guarda do filho? Ou David é um mau pai porque teria ficado quatro anos sem ver o menino por conselho de advogados espertos? David é um bom pai porque diz que ama o filho em programas de TV de grande audiência? Ou David é um mau pai porque exporia comercialmente o filho de todas as formas, de chaveiros a camisetas?
Sua ex-mulher, Bruna, sequestrou o menino e o carregou para longe de um pai amoroso? Ou fugiu, com seu filho, para o país e a família onde se sentia segura, de um homem que quebrava armários com os punhos? João, o padrasto, é um bom pai? Ou tem interesses escusos para ficar com o filho da mulher que perdeu? Como será para Sean mudar de língua, de país e de família depois de tantos anos? Ou como será ficar?
Não sei. Mas me espanta constatar que todos parecem saber. E não só saber, como ter certeza.
O argumento totalitário do sangue, esgrimado em todos os fóruns como prova incontestável de paternidade, pode ser muito perverso. Já fiz reportagens sobre crianças abusadas, por violação sexual e espancamentos, e ouvi mais de uma vez, de mães e familiares: “Ele machuca, é violento, mas é seu pai. E pai é pai”. Como se “o sangue” desse a esse homem um poder de vida e morte sobre seu filho. Como se o sangue – esse clamor atávico – fosse tudo o que devemos levar em conta para decidir qual é a melhor escolha para uma criança.
David pode ser um ótimo pai, embora alguns sinais possam nos fazer suspeitar de que não. Assim como João pode ser um ótimo pai. O fato de que a família de João tem dinheiro não o transforma imediatamente em carrasco. E o fato de David não ter dinheiro não o converte em vítima. A vida é um pouco mais complexa que isso. E esse é um caso difícil. Qual é a melhor resposta para o menino?
Não sei. Mas eu, que estou longe de achar a Justiça brasileira um modelo de eficiência, espero que os juízes de fato e de direito exerçam sua espinhosa tarefa com mais dúvidas e menos pressa do que aqueles que berram sentenças definitivas tanto aqui como nos Estados Unidos. E que a sentença definitiva seja a melhor possível para Sean, já tão violado no direito de não ter sua vida transformada em polêmica internacional.
Nesse tema, só tenho uma certeza. Compartilhar o “mesmo sangue” comprova apenas quem era o dono do espermatozóide que gerou aquela criança. Mas não faz de alguém um pai, no sentido mais amplo e complexo do conceito moderno de paternidade.
O que faz de alguém um pai é uma boa pergunta para transformar essa polêmica em algo que nos ajude a ser melhores do que somos. Qual é o melhor pai para Sean Bianchi Goldman é tarefa da Justiça responder. Com todos os defeitos que a Justiça possa ter, a sociedade democrática ainda não encontrou um instrumento melhor para julgar destinos em suspenso.
Por fim, a todos que se apressam a virar juízes, sugiro exercitar o instrumento da dúvida. São as perguntas que nos mostram os caminhos – não as certezas. E cuidado. Um dia vocês também poderão ter seu destino decretado com essa mesma facilidade por pessoas tão sensatas como vocês.
BRUM, Eliane. Caso Sean: o clamor do sangue. Disponível em:< http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI63826- 15230,00.html>. Acesso em: 25 março 2009.
O vocábulo “atávico” assemelha-se semanticamente a
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Analise o trecho de código a seguir, escrito em PHP.
function mais5(&$num1, $num2) {
$num1 += 5;
$num2 += 5;
}
$a = $b = 1;
mais5($a, $b);
Após a execução da função, as variáveis $a e $b contêm, respectivamente, os valores
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Observe o trecho de código abaixo.
algoritmo ALG;
variáveis
X: lógico;
Y: string;
início
Y:='IFET';X:=FALSO;
repetir
imprimir(Y);
X:=NÃO X;
até que (NÃO X);
fim.
Após a execução do código, a quantidade de vezes que a variável Y será impressa é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Caso Sean: o clamor do sangue
O que faz de alguém um pai?
Eu não sei se o garoto Sean Bianchi Goldman deve ficar com o pai biológico, David, ou com o padrasto, João. Resolvi, então, pedir licença para expor não minhas certezas, mas minhas dúvidas. Peço desculpas aos leitores que esperam uma sentença, mas não tenho nenhuma. O que tenho são muitas perguntas. E a maior delas é sobre o que faz de alguém um pai.
Me assusta esse clima de jogo de futebol – hoje competindo com os gols do Ronaldo no Corinthians – em torno do destino de uma criança de nove anos. E me surpreende como parece fácil para quase todos julgar o futuro de alguém, apenas com base no que leu, viu ou ouviu na imprensa. Me impressiona como quase todos têm certeza do que é melhor para uma criança que nunca conheceram. E me incomoda essa facilidade de se tornar juiz e dar sentenças incontestáveis sobre o destino de pessoas.
O que me chama mais atenção, porém, é que a maioria dos argumentos em favor da “certeza” de que o menino deve ficar com o pai biológico podem ser resumidos por uma espécie de “clamor do sangue”. David teria mais direito do que João porque é pai. E é pai porque tem o mesmo sangue.
Volto então à pergunta central que proponho aos leitores. O que faz de alguém um pai? A mim, não parece que a resposta seja – apenas – o sangue.
David é um bom pai porque quer a guarda do filho? Ou David é um mau pai porque teria ficado quatro anos sem ver o menino por conselho de advogados espertos? David é um bom pai porque diz que ama o filho em programas de TV de grande audiência? Ou David é um mau pai porque exporia comercialmente o filho de todas as formas, de chaveiros a camisetas?
Sua ex-mulher, Bruna, sequestrou o menino e o carregou para longe de um pai amoroso? Ou fugiu, com seu filho, para o país e a família onde se sentia segura, de um homem que quebrava armários com os punhos? João, o padrasto, é um bom pai? Ou tem interesses escusos para ficar com o filho da mulher que perdeu? Como será para Sean mudar de língua, de país e de família depois de tantos anos? Ou como será ficar?
Não sei. Mas me espanta constatar que todos parecem saber. E não só saber, como ter certeza.
O argumento totalitário do sangue, esgrimado em todos os fóruns como prova incontestável de paternidade, pode ser muito perverso. Já fiz reportagens sobre crianças abusadas, por violação sexual e espancamentos, e ouvi mais de uma vez, de mães e familiares: “Ele machuca, é violento, mas é seu pai. E pai é pai”. Como se “o sangue” desse a esse homem um poder de vida e morte sobre seu filho. Como se o sangue – esse clamor atávico – fosse tudo o que devemos levar em conta para decidir qual é a melhor escolha para uma criança.
David pode ser um ótimo pai, embora alguns sinais possam nos fazer suspeitar de que não. Assim como João pode ser um ótimo pai. O fato de que a família de João tem dinheiro não o transforma imediatamente em carrasco. E o fato de David não ter dinheiro não o converte em vítima. A vida é um pouco mais complexa que isso. E esse é um caso difícil. Qual é a melhor resposta para o menino?
Não sei. Mas eu, que estou longe de achar a Justiça brasileira um modelo de eficiência, espero que os juízes de fato e de direito exerçam sua espinhosa tarefa com mais dúvidas e menos pressa do que aqueles que berram sentenças definitivas tanto aqui como nos Estados Unidos. E que a sentença definitiva seja a melhor possível para Sean, já tão violado no direito de não ter sua vida transformada em polêmica internacional.
Nesse tema, só tenho uma certeza. Compartilhar o “mesmo sangue” comprova apenas quem era o dono do espermatozóide que gerou aquela criança. Mas não faz de alguém um pai, no sentido mais amplo e complexo do conceito moderno de paternidade.
O que faz de alguém um pai é uma boa pergunta para transformar essa polêmica em algo que nos ajude a ser melhores do que somos. Qual é o melhor pai para Sean Bianchi Goldman é tarefa da Justiça responder. Com todos os defeitos que a Justiça possa ter, a sociedade democrática ainda não encontrou um instrumento melhor para julgar destinos em suspenso.
Por fim, a todos que se apressam a virar juízes, sugiro exercitar o instrumento da dúvida. São as perguntas que nos mostram os caminhos – não as certezas. E cuidado. Um dia vocês também poderão ter seu destino decretado com essa mesma facilidade por pessoas tão sensatas como vocês.
BRUM, Eliane. Caso Sean: o clamor do sangue. Disponível em:< http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI63826- 15230,00.html>. Acesso em: 25 março 2009.
Em relação ao uso de pontuação no texto, analise as proposições.
I. O uso de travessões para isolar a expressão “hoje competindo com os gols do Ronaldo no Corinthians” acrescenta um comentário em surdina ao assunto discutido no texto.
II. O uso de aspas em expressões como “certeza” e “clamor do sangue” acusa ironia por parte da autora que as utiliza para indicar que a palavra foi empregada em sentido figurado.
III. O uso reiterado dos pontos de interrogação nos parágrafos 5 e 6 denota uma estratégia argumentativa utilizada pela autora, estimulando a consciência reflexiva do leitor.
IV. As vírgulas que isolam a expressão “o padrasto” justificam-se por se tratar de aposto explicativo de termo que antecede essa expressão.
A(s) proposição(ões) INCORRETA(S) é(são)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Banco de Dados RelacionalFundamentos de Banco de Dados Relacionais
- Banco de Dados RelacionalRestrições de Integridade
- Banco de Dados RelacionalTipos de ChavesChave Estrangeira
- Banco de Dados RelacionalTipos de ChavesChave Primária
Analise as seguintes afirmações
I. O modelo relacional usa uma coleção de tabelas para representar os dados e as relações entre eles.
II. Uma assertiva é qualquer condição que o banco de dados precisa satisfazer.
III. Uma chave estrangeira obrigatoriamente referencia uma chave primária, já o contrário não é verdadeiro.
Estão CORRETAS as afirmativas
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre as políticas de grupo, no Windows Server 2003, É INCORRETO afirmar que, através delas, pode-se
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Analise as seguintes afirmações sobre o serviço DHCP:
I. Ele transmite, para máquinas clientes de uma rede, informações como endereços DNS, máscara de rede e compartilhamentos.
II. Para configurá-lo corretamente é obrigatório conhecer o endereço MAC das placas de rede das máquinas cliente.
III. Ele permite atribuir endereços IP dinâmicos ou fixos para máquinas clientes de uma rede. É possível determinar uma faixa de endereços IP que serão distribuídos pelo servidor.
Assinale a alternativa com a(s) afirmação(ões) CORRETA(S).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container