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Foram encontradas 38 questões.

1731060 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Observe o diagrama abaixo.
Enunciado 1731060-1
O diagrama de esforços cortantes de uma viga biapoiada “AF”, com carga distribuída entre os pontos A e C e cargas concentradas nos pontos B e E, é o representado na figura acima. Considerando as cargas em tf e as medidas em m, qual deve ser o valor numérico da Carga-Momento que está aplicada em D para que o diagrama esteja correto?
 

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1363059 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Uma viga (conforme ilustração) estará submetida a uma variação de temperatura !$ \Delta T=60°C !$. Seu módulo de elasticidade é 2,1 x 104 MPa e os apoios são considerados indeslocáveis e indeformáveis.
Enunciado 1363059-1
Se o coeficiente de dilatação linear é α=1,5 x 10-5 °C-1, o comprimento X da junta de dilatação, para que a tensão de compressão gerada pela dilatação seja de 10 MPa, será
 

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1361611 Ano: 2013
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Num orçamento para determinação dos custos de um serviço de 50m2 de alvenaria com tijolos maciços de 15cm, foram empregadas as quantidades dadas na planilha abaixo, com a hora do pedreiro custando R$ 5,00, a do servente R$ 4,00 e com a incidência de 140% de encargos sociais sobre a mão-de-obra.

Alvenaria de tijolos maciços de 15cm m2
Descrição Un Quant
Tijolos un 75,00
Cimento kg 4,50
Cal hidratada kg 4,50
Areia média m3 0,03
Pedreiro h 1,10
Servente h 0,80
Encargos sociais % 140,00

Sabendo que o milheiro do tijolo custa R$ 220,00, o saco de cimento de 50kg custa R$ 20,00, o saco de cal hidratadas com 20kg custa R$ 8,00 e a carga de areia com 6m3 custa R$ 210,00, quais serão os custos totais de material e mão-de-obra, respectivamente, para a realização deste serviço?

 

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Você é um só

Por Luli Radfahrer

E não é aquele do Facebook. Do Google+. Do instagram. Do WhatsApp. Dos games. Nem de todas essas redes, e outras tantas, combinadas.

Morando sozinho ou se isolando por trás das telas brilhantes de smartphones, tablets, PCs e notebooks, falando pelo Twitter o que não teria coragem de dizer ao vivo, multiplicado por diversos perfis e avatares, você ainda é um só.

Você, que acumula objetos e aparelhos de uso questionável e contribui para a formação do lixo eletrônico, ao mesmo tempo em que reclama da poluição e da exploração do planeta.

Você, que faz passeata contra a corrupção enquanto compra notas frias, que critica o tráfico ao mesmo tempo em que o financia, que reclama do preço do ônibus, mas não deixa o carro nem para ir até a padaria, e que, uma vez nele, não respeita faixa, deficiente, idoso ou limite de velocidade e fala ao celular enquanto guia.

Você, que, via redes sociais, se orgulha de ter atingido uma fusão mágica entre intimidade e distância, quando o máximo que fundiu foi a ilusão de ambas. Sua comunidade se transformou em um mecanismo terceirizado de autoimagem, ao mesmo tempo vaidoso e inseguro, preguiçoso e ansioso, otimista e pragmático.

Imerso na rede, você criou um reflexo psicológico em que precisa saber de tudo no momento em que acontece, posicionando-se o quanto antes, já que cada atualização diz mais respeito à opinião dos outros do que ao que você realmente pensa.

Fascinado pela ideia de se transformar em veículo de informação, você parece ter se esquecido (ou deixado de se importar) de que só há meios se há mensagens e de que, ao reproduzir ser pensar o que ouve dos outros, não gera mais do que microfonia.

Não adianta se esconder nem tentar desafiar seus ritmos biológicos na vã tentativa de acompanhar o mundo simbólico em que vive, evitando qualquer contato com a realidade. O máximo que conseguirá é confundir seus mapas com o território que representam.

Você acha que é diferente e, no entanto, é igualzinho aos que critica. Não espanta que espere cada vez mais da tecnologia e cada vez menos das pessoas.

É inegável, você está só. Sua solidão não foi criada pelo mundo digital, mas por suas ações esquizofrênicas. Não adianta mais colocar a sociedade na terceira pessoa, tentando se isentar de qualquer responsabilidade. O mundo “real” tem muito de virtual e vice-versa. É uma relação simbiótica.

Mas conexão não é o mesmo do que vínculo. O budismo (o de verdade, não essa onda chamada de “sabedoria 2.0”, em que a meditação é uma espécie de videogame contemplativo) ensina que todos estão interconectados, que os desafios reais não estão no futuro, mas bem à nossa frente, e que o apego a bens e ideias pode ser muito prejudicial.

Dar à tecnologia um espírito vago, impessoal, que move a sociedade, é uma desculpa esfarrapada. Fruto de um sistema capitalista, a única resposta que a tecnologia pode trazer é mais tecnologia. Ela é só uma ferramenta, não há consciência nela. Tudo o que ela faz é fruto de ideias de gente como você.

Por mais que você ache, como Mário de Andrade, que é trezentos, que é trezentos e cinquenta, não se iluda. Como ele, você é um só. E ainda terá que topar consigo e prestar contas com seu legado.

Apesar de você, diz a música, amanhã há de ser outro dia.

Enunciado 1360747-1

Disponível em: <http://tools.folha.com.br/print?url=http%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fcolu...>

Acesso em: 01 jul. 2013

Considere o trecho abaixo para a resolução desta questão:

“... ao mesmo tempo vaidoso e inseguro, preguiçoso e ansioso, otimista e pragmático.”

Sobre o funcionamento dos adjetivos presentes no trecho, é correto afirmar que

 

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Você é um só
Por Luli Radfahrer
E não é aquele do Facebook. Do Google+. Do instagram. Do WhatsApp. Dos games. Nem de todas essas redes, e outras tantas, combinadas.
Morando sozinho ou se isolando por trás das telas brilhantes de smartphones, tablets, PCs e notebooks, falando pelo Twitter o que não teria coragem de dizer ao vivo, multiplicado por diversos perfis e avatares, você ainda é um só.
Você, que acumula objetos e aparelhos de uso questionável e contribui para a formação do lixo eletrônico, ao mesmo tempo em que reclama da poluição e da exploração do planeta.
Você, que faz passeata contra a corrupção enquanto compra notas frias, que critica o tráfico ao mesmo tempo em que o financia, que reclama do preço do ônibus, mas não deixa o carro nem para ir até a padaria, e que, uma vez nele, não respeita faixa, deficiente, idoso ou limite de velocidade e fala ao celular enquanto guia.
Você, que, via redes sociais, se orgulha de ter atingido uma fusão mágica entre intimidade e distância, quando o máximo que fundiu foi a ilusão de ambas. Sua comunidade se transformou em um mecanismo terceirizado de autoimagem, ao mesmo tempo vaidoso e inseguro, preguiçoso e ansioso, otimista e pragmático.
Imerso na rede, você criou um reflexo psicológico em que precisa saber de tudo no momento em que acontece, posicionando-se o quanto antes, já que cada atualização diz mais respeito à opinião dos outros do que ao que você realmente pensa.
Fascinado pela ideia de se transformar em veículo de informação, você parece ter se esquecido (ou deixado de se importar) de que só há meios se há mensagens e de que, ao reproduzir ser pensar o que ouve dos outros, não gera mais do que microfonia.
Não adianta se esconder nem tentar desafiar seus ritmos biológicos na vã tentativa de acompanhar o mundo simbólico em que vive, evitando qualquer contato com a realidade. O máximo que conseguirá é confundir seus mapas com o território que representam.
Você acha que é diferente e, no entanto, é igualzinho aos que critica. Não espanta que espere cada vez mais da tecnologia e cada vez menos das pessoas.
É inegável, você está só. Sua solidão não foi criada pelo mundo digital, mas por suas ações esquizofrênicas. Não adianta mais colocar a sociedade na terceira pessoa, tentando se isentar de qualquer responsabilidade. O mundo “real” tem muito de virtual e vice-versa. É uma relação simbiótica.
Mas conexão não é o mesmo do que vínculo. O budismo (o de verdade, não essa onda chamada de “sabedoria 2.0”, em que a meditação é uma espécie de videogame contemplativo) ensina que todos estão interconectados, que os desafios reais não estão no futuro, mas bem à nossa frente, e que o apego a bens e ideias pode ser muito prejudicial.
Dar à tecnologia um espírito vago, impessoal, que move a sociedade, é uma desculpa esfarrapada. Fruto de um sistema capitalista, a única resposta que a tecnologia pode trazer é mais tecnologia. Ela é só uma ferramenta, não há consciência nela. Tudo o que ela faz é fruto de ideias de gente como você.
Por mais que você ache, como Mário de Andrade, que é trezentos, que é trezentos e cinquenta, não se iluda. Como ele, você é um só. E ainda terá que topar consigo e prestar contas com seu legado.
Apesar de você, diz a música, amanhã há de ser outro dia.
Enunciado 1360741-1
Disponível em: <http://tools.folha.com.br/print?url=http%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fcolu...>
Acesso em: 01 jul. 2013
A partir da leitura do texto, depreende-se, como uma das principais ideias defendidas pelo autor, que
 

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1360239 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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A tabela abaixo representa o cronograma físico-financeiro resumido de uma obra. A partir das informações nele contidas, avalie as afirmativas a seguir.
Q(n) = Quantidade de serviços executados no mês “n” (%).
M(n) = Valor mensurado do serviço executado n (R$).
Atividade % Custo Q1 M1 Q2 M2 Q3 M3
Fundação 20 5.000 70 30
Estrutura 20 5.000 25 75
Alvenarias 10 2.500 60 40
Instalações 20 5.000 40 60
Acabamentos 30 7.500 33 67
TOTAL 100 25.000
I. A atividade de alvenaria apresentou o maior custo no mês 3 (M3).
II. O mês 2 (M2) foi o que apresentou maior custo.
III. O mês 1 (M1) foi o que apresentou menor custo.
IV. No mês 2 (M2) foi atingido 70% do custo total.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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1360186 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Observe a planta topográfica abaixo.
Enunciado 1360186-1
A planta topográfica apresenta as curvas de nível de uma determinada região, cujos valores de altitude estão expressos em metros. A escala da planta topográfica é de 1:2500 e as distâncias “x” e “y”, medidas em planta, são, respectivamente, 40mm e 240mm. Sendo assim, quais são os valores dos ângulos verticais entre os pontos A e B e entre os pontos B e C, respectivamente?
 

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Você é um só
Por Luli Radfahrer
E não é aquele do Facebook. Do Google+. Do instagram. Do WhatsApp. Dos games. Nem de todas essas redes!$ ^{A)} !$, e outras tantas, combinadas.
Morando sozinho ou se isolando por trás das telas brilhantes de smartphones, tablets, PCs e notebooks, falando pelo Twitter o que não teria coragem de dizer ao vivo, multiplicado por diversos perfis e avatares, você ainda é um só.
Você, que acumula objetos e aparelhos de uso questionável e contribui para a formação do lixo eletrônico, ao mesmo tempo em que reclama da poluição e da exploração do planeta.
Você, que faz passeata contra a corrupção enquanto compra notas frias, que critica o tráfico ao mesmo tempo em que o financia, que reclama do preço do ônibus, mas não deixa o carro nem para ir até a padaria, e que, uma vez nele, não respeita faixa, deficiente, idoso ou limite de velocidade e fala ao celular enquanto guia.
Você, que, via redes sociais, se orgulha de ter atingido uma fusão mágica entre intimidade e distância, quando o máximo que fundiu foi a ilusão de ambas!$ ^{B)} !$. Sua comunidade se transformou em um mecanismo terceirizado de autoimagem, ao mesmo tempo vaidoso e inseguro, preguiçoso e ansioso, otimista e pragmático.
Imerso na rede, você criou um reflexo psicológico em que precisa saber de tudo no momento em que acontece, posicionando-se o quanto antes, já que cada atualização diz!$ ^{C)} !$ mais respeito à opinião dos outros do que ao que você realmente pensa.
Fascinado pela ideia de se transformar em veículo de informação, você parece ter se esquecido (ou deixado de se importar) de que só há meios se há mensagens e de que, ao reproduzir ser pensar o que ouve dos outros, não gera mais do que microfonia.
Não adianta se esconder!$ ^{D)} !$ nem tentar desafiar seus ritmos biológicos na vã tentativa de acompanhar o mundo simbólico em que vive, evitando qualquer contato com a realidade. O máximo que conseguirá é confundir seus mapas com o território que representam.
Você acha que é diferente e, no entanto, é igualzinho aos que critica. Não espanta que espere cada vez mais da tecnologia e cada vez menos das pessoas.
É inegável, você está só. Sua solidão não foi criada pelo mundo digital, mas por suas ações esquizofrênicas. Não adianta mais colocar a sociedade na terceira pessoa, tentando se isentar de qualquer responsabilidade. O mundo “real” tem muito de virtual e vice-versa. É uma relação simbiótica.
Mas conexão não é o mesmo do que vínculo. O budismo (o de verdade, não essa onda chamada de “sabedoria 2.0”, em que a meditação é uma espécie de videogame contemplativo) ensina que todos estão interconectados, que os desafios reais não estão no futuro, mas bem à nossa frente, e que o apego a bens e ideias pode ser muito prejudicial.
Dar à tecnologia um espírito vago, impessoal, que move a sociedade, é uma desculpa esfarrapada. Fruto de um sistema capitalista, a única resposta que a tecnologia pode trazer é mais tecnologia. Ela é só uma ferramenta, não há consciência nela. Tudo o que ela faz é fruto de ideias de gente como você.
Por mais que você ache, como Mário de Andrade, que é trezentos, que é trezentos e cinquenta, não se iluda. Como ele, você é um só. E ainda terá que topar consigo e prestar contas com seu legado.
Apesar de você, diz a música, amanhã há de ser outro dia.
Enunciado 1359741-1
Disponível em: <http://tools.folha.com.br/print?url=http%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fcolu...>
Acesso em: 01 jul. 2013
Em que alternativa o elemento sublinhado está contribuindo para a progressão temática do texto?
 

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Em matéria de licitação, afirmam-se:
I. O fato de, em uma licitação sob a modalidade convite, acudir apenas 1 (um) interessado a torna deserta, mas não enseja a dispensa de licitação para contratar.
II. A diferença básica entre dispensa e inexigibilidade de licitação está no fato de que, na primeira, há possibilidade de competição, enquanto, na segunda, inexiste essa possibilidade.
III. A licitação deserta não se confunde com a licitação fracassada, em que aparecem interessados, mas nenhum é selecionado, em decorrência da inabilitação ou de desclassificação.
IV. Quando permitida a participação de empresas em consórcio, a firma-lider representa juridicamente as demais integrantes do consórcio, posto que possui personalidade própria.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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1344935 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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O solo de uma jazida para uso de uma obra de terra, da qual você é o engenheiro responsável, apresenta o limite de liquidez de 50% e o limite de plasticidade de 26%. Sabendo-se que o teor de umidade natural do solo é de 32%, afirma-se que seu índice de plasticidade e seu índice de consistência são, respectivamente,
 

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