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Foram encontradas 40 questões.

2539443 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas
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A evolução do Contador: de guarda-livros à consultor de negócios

Publicado 06/04/2015 por Vinicius Roveda na categoria Gestão Tweet

A contabilidade sempre teve um papel fundamental para o progresso da economia nacional. Para entendermos a evolução do contador no Brasil, vamos primeiro fazer um pequeno tour sobre a história da contabilidade brasileira.

Dos “guarda-livros” ao processamento de dados

Os primeiros sinais de registros contábeis datam do ano 8.000 a.C.. No Brasil, cuja história é relativamente recente, a contabilidade surgiu no início do século XX, com a inauguração da Escola de Comércio Álvares Penteado em 1902.

Entre os anos 50 e 60, os contadores e profissionais contábeis no Brasil eram conhecidos como “guarda-livros”, tendo maior reconhecimento a partir dos anos 70, quando a expressão se tornou obsoleta. Muitos profissionais que começaram a trabalhar nesse período devem lembrar das fichas tríplices, das cópias de diário em gelatina, dos sistemas Ruff e Front Feed que as pequenas e médias empresas possuíam na época e, claro, da papelada infinita empilhada sobre a mesa.

Na década de 80, começaram a surgir os primeiros microcomputadores e primeiros sistemas de troca de informações. Foi o início da revolução nas contabilidades. Havia mais velocidade e exatidão em seus números, mas a pilha de papéis continuava sobre as escrivaninhas.

A década de 90 foi um salto para os escritórios contábeis. Com sistemas de gestão de empresa, também conhecido como ERP, mais sofisticados, as contabilidades começaram a ter cada vez mais importância estratégica e passaram a exercer um papel mais efetivo no dia a dia de qualquer empresa.

Tudo é digital, menos a digitação de documentos

Muito mais ativos e participativos no processo financeiro e legal do cliente, hoje os escritórios de contabilidade vivem uma outra realidade. Porém, algo que ainda não mudou e que acaba tomando muito tempo dos contadores brasileiros são os processos manuais. Podemos perceber que a profissão do contador evoluiu muito, mas a pilha de papéis e a mão-de-obra continua sendo, praticamente, a mesma.

Esses problemas são uma das principais razões para os escritórios contábeis não serem mais produtivos. O uso de tecnologia deveria ser um item estratégico para os escritórios. Sem tecnologia não há como crescer de forma sustentável ou até mesmo escalável.

[...]

Consultor de negócios: o nobre papel do contador

A tendência dos escritórios contábeis mundiais é se inserir cada vez mais no meio digital, diminuindo os processos manuais através de automatizações. A profissão do Contador continuará evoluindo, deixando para trás o estigma de “o cara do imposto” para se tornar, cada vez mais, um consultor de gestão, tendo grande influência nas decisões estratégicas de seus clientes.

E você, Contador, diante dessa “linha do tempo”, em qual situação você se vê nesse processo evolutivo? Conte conosco para auxiliá-lo a ter mais produtividade e ser, cada vez mais, um consultor de negócios.

Disponível em: <http://contaazul.com/contabilidade/blog/a-evolucao-do-contador-de-guarda-livros-a-consultor-de-negocios/> Acesso em: 18 dez. 2016. (com adaptações).

Em qual trecho do texto o termo em negrito dá ideia de posse?

 

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2539442 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas
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A evolução do Contador: de guarda-livros à consultor de negócios

Publicado 06/04/2015 por Vinicius Roveda na categoria Gestão Tweet

A contabilidade sempre teve um papel fundamental para o progresso da economia nacional. Para entendermos a evolução do contador no Brasil, vamos primeiro fazer um pequeno tour sobre a história da contabilidade brasileira.

Dos “guarda-livros” ao processamento de dados

Os primeiros sinais de registros contábeis datam do ano 8.000 a.C.. No Brasil, cuja história é relativamente recente, a contabilidade surgiu no início do século XX, com a inauguração da Escola de Comércio Álvares Penteado em 1902.

Entre os anos 50 e 60, os contadores e profissionais contábeis no Brasil eram conhecidos como “guarda-livros”, tendo maior reconhecimento a partir dos anos 70, quando a expressão se tornou obsoleta. Muitos profissionais que começaram a trabalhar nesse período devem lembrar das fichas tríplices, das cópias de diário em gelatina, dos sistemas Ruff e Front Feed que as pequenas e médias empresas possuíam na época e, claro, da papelada infinita empilhada sobre a mesa.

Na década de 80, começaram a surgir os primeiros microcomputadores e primeiros sistemas de troca de informações. Foi o início da revolução nas contabilidades. Havia mais velocidade e exatidão em seus números, mas a pilha de papéis continuava sobre as escrivaninhas.

A década de 90 foi um salto para os escritórios contábeis. Com sistemas de gestão de empresa, também conhecido como ERP, mais sofisticados, as contabilidades começaram a ter cada vez mais importância estratégica e passaram a exercer um papel mais efetivo no dia a dia de qualquer empresa.

Tudo é digital, menos a digitação de documentos

Muito mais ativos e participativos no processo financeiro e legal do cliente, hoje os escritórios de contabilidade vivem uma outra realidade. Porém, algo que ainda não mudou e que acaba tomando muito tempo dos contadores brasileiros são os processos manuais. Podemos perceber que a profissão do contador evoluiu muito, mas a pilha de papéis e a mão-de-obra continua sendo, praticamente, a mesma.

Esses problemas são uma das principais razões para os escritórios contábeis não serem mais produtivos. O uso de tecnologia deveria ser um item estratégico para os escritórios. Sem tecnologia não há como crescer de forma sustentável ou até mesmo escalável.

[...]

Consultor de negócios: o nobre papel do contador

A tendência dos escritórios contábeis mundiais é se inserir cada vez mais no meio digital, diminuindo os processos manuais através de automatizações. A profissão do Contador continuará evoluindo, deixando para trás o estigma de “o cara do imposto” para se tornar, cada vez mais, um consultor de gestão, tendo grande influência nas decisões estratégicas de seus clientes.

E você, Contador, diante dessa “linha do tempo”, em qual situação você se vê nesse processo evolutivo? Conte conosco para auxiliá-lo a ter mais produtividade e ser, cada vez mais, um consultor de negócios.

Disponível em: <http://contaazul.com/contabilidade/blog/a-evolucao-do-contador-de-guarda-livros-a-consultor-de-negocios/> Acesso em: 18 dez. 2016. (com adaptações).

No Setor Público, em especial, o uso da culta da língua portuguesa contribui para a construção de uma imagem positiva da instituição. Em relação a esse uso, observa-se que o autor:

 

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2539441 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas
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A evolução do Contador: de guarda-livros à consultor de negócios

Publicado 06/04/2015 por Vinicius Roveda na categoria Gestão Tweet

A contabilidade sempre teve um papel fundamental para o progresso da economia nacional. Para entendermos a evolução do contador no Brasil, vamos primeiro fazer um pequeno tour sobre a história da contabilidade brasileira.

Dos “guarda-livros” ao processamento de dados

Os primeiros sinais de registros contábeis datam do ano 8.000 a.C.. No Brasil, cuja história é relativamente recente, a contabilidade surgiu no início do século XX, com a inauguração da Escola de Comércio Álvares Penteado em 1902.

Entre os anos 50 e 60, os contadores e profissionais contábeis no Brasil eram conhecidos como “guarda-livros”, tendo maior reconhecimento a partir dos anos 70, quando a expressão se tornou obsoleta. Muitos profissionais que começaram a trabalhar nesse período devem lembrar das fichas tríplices, das cópias de diário em gelatina, dos sistemas Ruff e Front Feed que as pequenas e médias empresas possuíam na época e, claro, da papelada infinita empilhada sobre a mesa.

Na década de 80, começaram a surgir os primeiros microcomputadores e primeiros sistemas de troca de informações. Foi o início da revolução nas contabilidades. Havia mais velocidade e exatidão em seus números, mas a pilha de papéis continuava sobre as escrivaninhas.

A década de 90 foi um salto para os escritórios contábeis. Com sistemas de gestão de empresa, também conhecido como ERP, mais sofisticados, as contabilidades começaram a ter cada vez mais importância estratégica e passaram a exercer um papel mais efetivo no dia a dia de qualquer empresa.

Tudo é digital, menos a digitação de documentos

Muito mais ativos e participativos no processo financeiro e legal do cliente, hoje os escritórios de contabilidade vivem uma outra realidade. Porém, algo que ainda não mudou e que acaba tomando muito tempo dos contadores brasileiros são os processos manuais. Podemos perceber que a profissão do contador evoluiu muito, mas a pilha de papéis e a mão-de-obra continua sendo, praticamente, a mesma.

Esses problemas são uma das principais razões para os escritórios contábeis não serem mais produtivos. O uso de tecnologia deveria ser um item estratégico para os escritórios. Sem tecnologia não há como crescer de forma sustentável ou até mesmo escalável.

[...]

Consultor de negócios: o nobre papel do contador

A tendência dos escritórios contábeis mundiais é se inserir cada vez mais no meio digital, diminuindo os processos manuais através de automatizações. A profissão do Contador continuará evoluindo, deixando para trás o estigma de “o cara do imposto” para se tornar, cada vez mais, um consultor de gestão, tendo grande influência nas decisões estratégicas de seus clientes.

E você, Contador, diante dessa “linha do tempo”, em qual situação você se vê nesse processo evolutivo? Conte conosco para auxiliá-lo a ter mais produtividade e ser, cada vez mais, um consultor de negócios.

Disponível em: <http://contaazul.com/contabilidade/blog/a-evolucao-do-contador-de-guarda-livros-a-consultor-de-negocios/> Acesso em: 18 dez. 2016. (com adaptações).

Em qual dos fragmentos há um erro de concordância verbal?

 

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2539440 Ano: 2016
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas
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Antônio Roberto, servidor do IFSULDEMINAS, ao elaborar um ofício respondendo a uma Universidade Federal do Sul de Minas Gerais se haveria datas disponíveis para aplicação de provas do vestibular dessa universidade, observou a norma gramatical citada ao escrever:

 

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2539439 Ano: 2016
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas
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O fecho das comunicações oficiais possui, além da finalidade óbvia de arrematar o texto, a de saudar o destinatário. O Manual de Redação da Presidência da República estabelece o emprego de somente dois fechos diferentes para todas as modalidades de comunicação oficial. Essa definição se refere a:

 

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2539438 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas
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No Serviço Público, o e-mail é bastante usado. Em se tratando de comunicação oficial, recomenda-se a utilização de:

 

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2539436 Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas
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Quanto aos créditos adicionais, estes são autorizações de despesas que eventualmente não foram computadas ou, ainda sendo, foram mensuradas em valor insuficiente, conforme previsão na Lei Orçamentária Anual. Sobre os créditos Suplementares, Especiais e Extraordinários, pode-se afirmar que:

 

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2539435 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas
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As superveniências e insubsistências ativas e passivas, nos termos do art. 100, da Lei nº 4.320/1964, constituirão elementos da conta patrimonial. No que se referem às Insubsistências Passivas, estas devem ser reconhecidas, independentes da execução orçamentária, influenciando o resultado apurado na Demonstração das Variações Patrimoniais. São consideradas ocorrências que ocasionam Insubsistências Passivas:

 

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2539432 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas
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Sobre o empenho, que, segundo o art. 58, da Lei nº 4.320/1964, é o ato emanado de autoridade competente que cria para o Estado obrigação de pagamento pendente ou não de implemento de condição, pode-se afirmar que:

 

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2539431 Ano: 2016
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas
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São consideradas provisões:

 

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