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Foram encontradas 80 questões.

1320853 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IFN-MG
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Viver sozinho na meia-idade agrava risco do Alzheimer, diz estudo Viúvos com falha genética fariam parte do grupo de maior risco de desenvolver a doença.
Um estudo sueco sugere que pessoas que possuem uma variante genética específica e vivem sozinhas na meia-idade estão no grupo de maior risco de sofrer de demência. Dois mil homens e mulheres no leste da Finlândia participaram da pesquisa do instituto Karolinska, em que os estudiosos analisaram o estado conjugal dos participantes e verificaram a presença ou não da variante quatro do gene apolipoproteína E (apoE). A presença dessa variante é considerada o fator genético de risco mais comum para o desenvolvimento de doenças como o mal de Alzheimer.
A primeira observação dos pesquisadores suecos foi feita quando os voluntários tinham cerca de 50 anos e a segunda, 21 anos depois. A conclusão foi que pessoas que vivem sozinhas na meia-idade correm duas vezes mais risco de desenvolver a demência do que aquelas que moravam com seus parceiros. Já para as viúvas e os viúvos, esse risco mostrou ser três vezes maior.
Os pesquisadores concluíram que a chance de desenvolver demência é maior principalmente em pessoas com a variante 4 da apoE que se separaram ou ficaram viúvas antes dos 50 anos de idade e viviam sozinhas.
O estudo foi divulgado em um artigo na versão online da publicação científica "British Medical Journal". Krister Hakannson, que liderou o grupo de pesquisadores, afirmou que os resultados do estudo são importantes para prevenir a demência e a debilidade cognitiva.
"Viver em um relacionamento com um parceiro pode implicar em desafios cognitivos e sociais que têm um efeito de proteção contra a debilidade cognitiva na velhice", disse ele. Segundo Hakannson, a "intervenção de apoio" às pessoas que perdem os parceiros pode ajudar na prevenção da doença.
Em um editorial também publicado no British Medical Journal, a pesquisadora Catherine Helmer, da Universidade Victor Seglen, em Bordeaux, na França, afirma que a hipótese dos efeitos negativos da viuvez ainda não foi provada. Ela acredita que mais estudos precisam ser feitos para provar a vulnerabilidade genética como um elo entre a viuvez e a demência.
Além disso, a pesquisadora afirma ainda que a relação entre demência e a presença da variante 4 do apoE precisa ser tratada com "cautela", já que a pesquisa é um estudo epidemiológico que observou a incidência da doença em apenas um tipo de pessoas e precisa ser confirmada com outras pesquisas.
Em 2005, cerca de 25 milhões de pessoas sofriam de demência ao redor do mundo. Esse número deve subir para 81 milhões até 2040.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1217842 5603,00- VIVER+SOZINHO+NA+MEIAIDADE+AGRAVA+RISCO+DO+ALZHEIM ER+DIZ+ESTUDO.html
Em “...Hakannson, que liderou o grupo de pesquisadores, afirmou que os resultados do estudo são importantes para prevenir a demência e a debilidade cognitiva.”, temos, respectivamente,
 

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1320799 Ano: 2009
Disciplina: Direito Tributário
Banca: AOCP
Orgão: IFN-MG
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O artigo 142 do código tributário nacional estabelece: “Compete privativamente à autoridade administrativa constituir o crédito tributário pelo lançamento, assim entendido o procedimento administrativo tendente a verificar a ocorrência do fato gerador da obrigação correspondente, determinar a matéria tributável, calcular o montante do tributo devido, identificar o sujeito passivo e, sendo o caso, propor a aplicação da penalidade cabível”.
Assinale a alternativa correta que corresponde ao conceito legal estabelecido acima.
 

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1320791 Ano: 2009
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: AOCP
Orgão: IFN-MG
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A remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos da Administração direta, Autárquica e fundacional, não poderão exceder o subsídio mensal em espécie.
 

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1320776 Ano: 2009
Disciplina: Estatística
Banca: AOCP
Orgão: IFN-MG
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Durante os últimos três meses o supermercado ABC fez as seguintes compras:
Compra
Custo por quilo
(R$)
Número de
quilos (kg)
1 3,00 1.200
2 3,40 500
3 2,80 2.750
4 2,90 1.000
5 3,25 800
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a média ponderada das compras do supermercado ABC.
 

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1320773 Ano: 2009
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: AOCP
Orgão: IFN-MG
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Um capital de R$ 10.000,00 foi aplicado a juros simples, durante 5 anos, à taxa de 10% a.a. s.
Assinale a alternativa que obtenha os juros.
 

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1320756 Ano: 2009
Disciplina: Auditoria
Banca: AOCP
Orgão: IFN-MG
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As normas de parecer dos auditores independentes determinados pela Resolução CFC n. 700/91, indicam que o parecer classifica-se, segundo a natureza da opinião. Assinale a alternativa que representa essa classificação.
 

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1320746 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IFN-MG
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Viver sozinho na meia-idade agrava risco do Alzheimer, diz estudo Viúvos com falha genética fariam parte do grupo de maior risco de desenvolver a doença.
Um estudo sueco sugere que pessoas que possuem uma variante genética específica e vivem sozinhas na meia-idade estão no grupo de maior risco de sofrer de demência. Dois mil homens e mulheres no leste da Finlândia participaram da pesquisa do instituto Karolinska, em que os estudiosos analisaram o estado conjugal dos participantes e verificaram a presença ou não da variante quatro do gene apolipoproteína E (apoE). A presença dessa variante é considerada o fator genético de risco mais comum para o desenvolvimento de doenças como o mal de Alzheimer.
A primeira observação dos pesquisadores suecos foi feita quando os voluntários tinham cerca de 50 anos e a segunda, 21 anos depois. A conclusão foi que pessoas que vivem sozinhas na meia-idade correm duas vezes mais risco de desenvolver a demência do que aquelas que moravam com seus parceiros. Já para as viúvas e os viúvos, esse risco mostrou ser três vezes maior.
Os pesquisadores concluíram que a chance de desenvolver demência é maior principalmente em pessoas com a variante 4 da apoE que se separaram ou ficaram viúvas antes dos 50 anos de idade e viviam sozinhas.
O estudo foi divulgado em um artigo na versão online da publicação científica "British Medical Journal". Krister Hakannson, que liderou o grupo de pesquisadores, afirmou que os resultados do estudo são importantes para prevenir a demência e a debilidade cognitiva.
"Viver em um relacionamento com um parceiro pode implicar em desafios cognitivos e sociais que têm um efeito de proteção contra a debilidade cognitiva na velhice", disse ele. Segundo Hakannson, a "intervenção de apoio" às pessoas que perdem os parceiros pode ajudar na prevenção da doença.
Em um editorial também publicado no British Medical Journal, a pesquisadora Catherine Helmer, da Universidade Victor Seglen, em Bordeaux, na França, afirma que a hipótese dos efeitos negativos da viuvez ainda não foi provada. Ela acredita que mais estudos precisam ser feitos para provar a vulnerabilidade genética como um elo entre a viuvez e a demência.
Além disso, a pesquisadora afirma ainda que a relação entre demência e a presença da variante 4 do apoE precisa ser tratada com "cautela", já que a pesquisa é um estudo epidemiológico que observou a incidência da doença em apenas um tipo de pessoas e precisa ser confirmada com outras pesquisas.
Em 2005, cerca de 25 milhões de pessoas sofriam de demência ao redor do mundo. Esse número deve subir para 81 milhões até 2040.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1217842 5603,00- VIVER+SOZINHO+NA+MEIAIDADE+AGRAVA+RISCO+DO+ALZHEIM ER+DIZ+ESTUDO.html
Em “...têm um efeito de proteção contra a debilidade cognitiva”, a expressão destacada desempenha função de
 

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1320743 Ano: 2009
Disciplina: Auditoria
Banca: AOCP
Orgão: IFN-MG
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Qual é a técnica de auditoria utilizada para a constatação da veracidade das informações contábeis? É também o procedimento de auditoria usado para o levantamento de análises, composições de saldo, conciliações, etc. Assinale a alternativa correta.
 

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1320733 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IFN-MG
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Viver sozinho na meia-idade agrava risco do Alzheimer, diz estudo Viúvos com falha genética fariam parte do grupo de maior risco de desenvolver a doença.
Um estudo sueco sugere que pessoas que possuem uma variante genética específica e vivem sozinhas na meia-idade estão no grupo de maior risco de sofrer de demência. Dois mil homens e mulheres no leste da Finlândia participaram da pesquisa do instituto Karolinska, em que os estudiosos analisaram o estado conjugal dos participantes e verificaram a presença ou não da variante quatro do gene apolipoproteína E (apoE). A presença dessa variante é considerada o fator genético de risco mais comum para o desenvolvimento de doenças como o mal de Alzheimer.
A primeira observação dos pesquisadores suecos foi feita quando os voluntários tinham cerca de 50 anos e a segunda, 21 anos depois. A conclusão foi que pessoas que vivem sozinhas na meia-idade correm duas vezes mais risco de desenvolver a demência do que aquelas que moravam com seus parceiros. Já para as viúvas e os viúvos, esse risco mostrou ser três vezes maior.
Os pesquisadores concluíram que a chance de desenvolver demência é maior principalmente em pessoas com a variante 4 da apoE que se separaram ou ficaram viúvas antes dos 50 anos de idade e viviam sozinhas.
O estudo foi divulgado em um artigo na versão online da publicação científica "British Medical Journal". Krister Hakannson, que liderou o grupo de pesquisadores, afirmou que os resultados do estudo são importantes para prevenir a demência e a debilidade cognitiva.
"Viver em um relacionamento com um parceiro pode implicar em desafios cognitivos e sociais que têm um efeito de proteção contra a debilidade cognitiva na velhice", disse ele. Segundo Hakannson, a "intervenção de apoio" às pessoas que perdem os parceiros pode ajudar na prevenção da doença.
Em um editorial também publicado no British Medical Journal, a pesquisadora Catherine Helmer, da Universidade Victor Seglen, em Bordeaux, na França, afirma que a hipótese dos efeitos negativos da viuvez ainda não foi provada. Ela acredita que mais estudos precisam ser feitos para provar a vulnerabilidade genética como um elo entre a viuvez e a demência.
Além disso, a pesquisadora afirma ainda que a relação entre demência e a presença da variante 4 do apoE precisa ser tratada com "cautela", já que a pesquisa é um estudo epidemiológico que observou a incidência da doença em apenas um tipo de pessoas e precisa ser confirmada com outras pesquisas.
Em 2005, cerca de 25 milhões de pessoas sofriam de demência ao redor do mundo. Esse número deve subir para 81 milhões até 2040.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1217842 5603,00- VIVER+SOZINHO+NA+MEIAIDADE+AGRAVA+RISCO+DO+ALZHEIM ER+DIZ+ESTUDO.html
De acordo com o texto, o estudo sueco baseou-se em vários fatores, EXCETO
 

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1320666 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IFN-MG
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Viver sozinho na meia-idade agrava risco do Alzheimer, diz estudo Viúvos com falha genética fariam parte do grupo de maior risco de desenvolver a doença.
Um estudo sueco sugere que pessoas que possuem uma variante genética específica e vivem sozinhas na meia-idade estão no grupo de maior risco de sofrer de demência. Dois mil homens e mulheres no leste da Finlândia participaram da pesquisa do instituto Karolinska, em que os estudiosos analisaram o estado conjugal dos participantes e verificaram a presença ou não da variante quatro do gene apolipoproteína E (apoE). A presença dessa variante é considerada o fator genético de risco mais comum para o desenvolvimento de doenças como o mal de Alzheimer.
A primeira observação dos pesquisadores suecos foi feita quando os voluntários tinham cerca de 50 anos e a segunda, 21 anos depois. A conclusão foi que pessoas que vivem sozinhas na meia-idade correm duas vezes mais risco de desenvolver a demência do que aquelas que moravam com seus parceiros. Já para as viúvas e os viúvos, esse risco mostrou ser três vezes maior.
Os pesquisadores concluíram que a chance de desenvolver demência é maior principalmente em pessoas com a variante 4 da apoE que se separaram ou ficaram viúvas antes dos 50 anos de idade e viviam sozinhas.
O estudo foi divulgado em um artigo na versão online da publicação científica "British Medical Journal". Krister Hakannson, que liderou o grupo de pesquisadores, afirmou que os resultados do estudo são importantes para prevenir a demência e a debilidade cognitiva.
"Viver em um relacionamento com um parceiro pode implicar em desafios cognitivos e sociais que têm um efeito de proteção contra a debilidade cognitiva na velhice", disse ele. Segundo Hakannson, a "intervenção de apoio" às pessoas que perdem os parceiros pode ajudar na prevenção da doença.
Em um editorial também publicado no British Medical Journal, a pesquisadora Catherine Helmer, da Universidade Victor Seglen, em Bordeaux, na França, afirma que a hipótese dos efeitos negativos da viuvez ainda não foi provada. Ela acredita que mais estudos precisam ser feitos para provar a vulnerabilidade genética como um elo entre a viuvez e a demência.
Além disso, a pesquisadora afirma ainda que a relação entre demência e a presença da variante 4 do apoE precisa ser tratada com "cautela", já que a pesquisa é um estudo epidemiológico que observou a incidência da doença em apenas um tipo de pessoas e precisa ser confirmada com outras pesquisas.
Em 2005, cerca de 25 milhões de pessoas sofriam de demência ao redor do mundo. Esse número deve subir para 81 milhões até 2040.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1217842 5603,00- VIVER+SOZINHO+NA+MEIAIDADE+AGRAVA+RISCO+DO+ALZHEIM ER+DIZ+ESTUDO.html
Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam um dígrafo.
 

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