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Foram encontradas 40 questões.

1709568 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
Leia o texto a seguir, no qual se baseia a questão.
Texto 1
USE SEU CÉREBRO INTEIRO
Jill Bolte Taylor era uma cientista – uma neurocientista respeitada, chefe de laboratório. Uma mulher racional, responsável, ocupada, cheia de responsabilidades, autora de artigos com nomes indecifráveis, tipo “Colocalização de decarboxilase de glutamato, hidroxilase de tirasina e imunorreatividade de serotonina no córtex pré-frontal médio de ratos”.
Aí, numa certa manhã de 1996, quando tinha 37 anos, ela teve um derrame cerebral que paralisou o lado esquerdo do seu cérebro e mudou sua vida para sempre. Hoje ela é uma celebridade. Tem milhões de fãs – os adolescentes a adoram. Toca violão, faz vitrais coloridos, prega a paz e leva uma vida de artista. Não pesquisa mais com ratos (porque acha que é crueldade), conversa sobre viver em harmonia com o Universo e está seriamente empenhada em “mudar o mundo”. (...)
Em 2008, 250.000 pessoas já haviam assistido a uma palestra de 19 minutos feita por Jill logo depois de ter ido ao ar no site do TED. Seis semanas depois, a revista Time escolheu Jill como uma das 100 pessoas mais influentes da Terra. Em seguida, a apresentadora de TV Oprah Winfrey, talvez a maior celebridade televisiva americana, convidou Jill para uma longa entrevista no seu programa. Seu livro virou um mega best seller, traduzido em dezenas de línguas (no Brasil ele se chama “A cientista que curou seu próprio cérebro”). Hoje ela vive dando palestras, pedindo doações para pesquisas neurológicas, inspirando pacientes de derrames e viajando o mundo.
Perguntei para ela se o derrame a transformou numa hippie. Ela negou enfaticamente. “Hippies tomavam drogas. Eu não defendo drogas. O que eu defendo é que encontremos um equilíbrio entre o lado direito e o esquerdo dos nossos cérebros.”
O lado direito do cérebro é o lado criativo – o lado do aqui e agora, da experiência, o que nos faz sentirmos parte do Universo, o que cria a sensação de que há um fluxo de energia no mundo e que fazemos parte dele. O lado esquerdo é o racional, o analítico – aquele que passa o tempo todo focado no passado e no futuro e que nos dá um senso de individualidade, de que somos seres separados do resto do Universo. O derrame paralisou o lado esquerdo do cérebro de Jill – justo o seu lado dominante, já que ela era uma pessoa imensamente racional. Sua recuperação foi longa e trabalhosa – ela teve até que reaprender a ler. Mas, ao longo do processo, ela teve várias revelações sobre como o cérebro funciona de verdade.
Por exemplo, ela percebeu que a civilização ocidental, supostamente em nome da “racionalidade”, está subjugando o lado direito do cérebro. Achamos “ingênua” qualquer ideia vinda dele. E não tem nada de racional nisso. É na verdade uma burrice: jogamos fora 50% da nossa capacidade cerebral.
Ela me disse: “há muitas divisões no mundo: homens e mulheres, esquerda e direita, brancos e negros. E, enquanto isso, estamos matando o planeta. Precisamos ir além dessas divisões e trabalhar juntos para fazer com que a vida seja melhor.” Parece papo de hippie.Mas é uma neurocientista falando.
BURGIERMAN, Denis Russo. Use seu cérebro inteiro. Disponível em http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/
Acesso em 18 maio de 2010. (texto modificado)Mas é uma neurocientista falando.
No que se refere ao trecho “Há muitas divisões no mundo: homens e mulheres, esquerda e direita, brancos e negros.” , está INCORRETA a seguinte análise:
 

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1693655 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
Leia o texto a seguir, no qual se baseia a questão.
Texto 1
USE SEU CÉREBRO INTEIRO
Jill Bolte Taylor era uma cientista – uma neurocientista respeitada, chefe de laboratório. Uma mulher racional, responsável, ocupada, cheia de responsabilidades, autora de artigos com nomes indecifráveis, tipo “Colocalização de decarboxilase de glutamato, hidroxilase de tirasina e imunorreatividade de serotonina no córtex pré-frontal médio de ratos”.
Aí, numa certa manhã de 1996, quando tinha 37 anos, ela teve um derrame cerebral que paralisou o lado esquerdo do seu cérebro e mudou sua vida para sempre. Hoje ela é uma celebridade. Tem milhões de fãs – os adolescentes a adoram. Toca violão, faz vitrais coloridos, prega a paz e leva uma vida de artista. Não pesquisa mais com ratos (porque acha que é crueldade), conversa sobre viver em harmonia com o Universo e está seriamente empenhada em “mudar o mundo”. (...)
Em 2008, 250.000 pessoas já haviam assistido a uma palestra de 19 minutos feita por Jill logo depois de ter ido ao ar no site do TED. Seis semanas depois, a revista Time escolheu Jill como uma das 100 pessoas mais influentes da Terra. Em seguida, a apresentadora de TV Oprah Winfrey, talvez a maior celebridade televisiva americana, convidou Jill para uma longa entrevista no seu programa. Seu livro virou um mega best seller, traduzido em dezenas de línguas (no Brasil ele se chama “A cientista que curou seu próprio cérebro”). Hoje ela vive dando palestras, pedindo doações para pesquisas neurológicas, inspirando pacientes de derrames e viajando o mundo.
Perguntei para ela se o derrame a transformou numa hippie. Ela negou enfaticamente. “Hippies tomavam drogas. Eu não defendo drogas. O que eu defendo é que encontremos um equilíbrio entre o lado direito e o esquerdo dos nossos cérebros.”
O lado direito do cérebro é o lado criativo – o lado do aqui e agora, da experiência, o que nos faz sentirmos parte do Universo, o que cria a sensação de que há um fluxo de energia no mundo e que fazemos parte dele. O lado esquerdo é o racional, o analítico – aquele que passa o tempo todo focado no passado e no futuro e que nos dá um senso de individualidade, de que somos seres separados do resto do Universo. O derrame paralisou o lado esquerdo do cérebro de Jill – justo o seu lado dominante, já que ela era uma pessoa imensamente racional. Sua recuperação foi longa e trabalhosa – ela teve até que reaprender a ler. Mas, ao longo do processo, ela teve várias revelações sobre como o cérebro funciona de verdade.
Por exemplo, ela percebeu que a civilização ocidental, supostamente em nome da “racionalidade”, está subjugando o lado direito do cérebro. Achamos “ingênua” qualquer ideia vinda dele. E não tem nada de racional nisso. É na verdade uma burrice: jogamos fora 50% da nossa capacidade cerebral.
Ela me disse: “há muitas divisões no mundo: homens e mulheres, esquerda e direita, brancos e negros. E, enquanto isso, estamos matando o planeta. Precisamos ir além dessas divisões e trabalhar juntos para fazer com que a vida seja melhor.” Parece papo de hippie.
BURGIERMAN, Denis Russo. Use seu cérebro inteiro. Disponível em http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/
Acesso em 18 maio de 2010. (texto modificado)Mas é uma neurocientista falando.
A leitura do texto permite afirmar, EXCETO:
 

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1681372 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
“Ensinar com as novas mídias será uma revolução se mudarmos simultaneamente os paradigmas convencionais do ensino, que mantêm distantes professores e alunos. Caso contrário, conseguiremos dar um verniz de modernidade, sem mexer no essencial” (MORAN, 2000, p. 63).
Considerando o texto apresentado e as discussões de Moran (2000), podemos afirmar sobre a utilização de novas tecnologias e a mediação pedagógica, EXCETO:
 

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1668856 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
O texto a seguir serve de base para responder a questão.
Texto 2
Enunciado 1668856-1
Fonte: http://chadecerebro.files.wordpress.com/2009/08/calvin_hobbes.jpg. Acesso em: 5 de maio de 2010.
Considere as informações acerca do texto em questão.
I- Trata-se de uma charge; ler uma charge exige análise do texto verbal e do texto não-verbal, associação entre ambos e conhecimento de mundo (elementos extralinguísticos).
II- O que provocou a reflexão e fala do personagem Calvin foi o fato de ter se deparado com uma cena de degradação do meio ambiente.
III- O texto pertence a um gênero que frequentemente explora caricaturas do cenário político.
IV- A expressão fisionômica dos personagens demonstra condescendência de ambos diante das atitudes que provocaram a cena com a qual se depararam.
Assinale a alternativa que contempla apenas informações CORRETAS:
 

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1666312 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
“A escola tem um papel fundamental no processo de transformação da realidade, fundamentado pelo princípio da coletividade e pela possibilidade de intervenção no processo de construção histórica da sociedade. Para tanto, a proposta da escola deve ser democraticamente discutida, implementada, gerida e avaliada, considerando-se alguns indicadores de gestão fundamentais a esse processo” (MELO, 2009).
MELO, Maria Teresa leitão de. Gestão educacional: os desafios do cotidiano escolar. In: FERREIRA, Naura Syria Carapeto. AGUIAR,
Márcia Ângela da S. (orgs.). Gestão da Educação: impasses, perspectivas e compromissos. 7ed. São Paulo: Cortez, 2009, p. 243-254.
Apresentamos a seguir alguns dos indicadores de gestão sugeridos por Melo (2009). Analise cada um deles e marque a alternativa em que a discussão sobre o indicador em questão esteja INCORRETA.
 

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1659667 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
Leia o texto a seguir, no qual se baseia a questão.
Texto 1
USE SEU CÉREBRO INTEIRO
Jill Bolte Taylor era uma cientista – uma neurocientista respeitada, chefe de laboratório. Uma mulher racional, responsável, ocupada, cheia de responsabilidades, autora de artigos com nomes indecifráveis, tipo “Colocalização de decarboxilase de glutamato, hidroxilase de tirasina e imunorreatividade de serotonina no córtex pré-frontal médio de ratos”.
Aí, numa certa manhã de 1996, quando tinha 37 anos, ela teve um derrame cerebral que paralisou o lado esquerdo do seu cérebro e mudou sua vida para sempre. Hoje ela é uma celebridade. Tem milhões de fãs – os adolescentes a adoram. Toca violão, faz vitrais coloridos, prega a paz e leva uma vida de artista. Não pesquisa mais com ratos (porque acha que é crueldade), conversa sobre viver em harmonia com o Universo e está seriamente empenhada em “mudar o mundo”. (...)
Em 2008, 250.000 pessoas já haviam assistido a uma palestra de 19 minutos feita por Jill logo depois de ter ido ao ar no site do TED. Seis semanas depois, a revista Time escolheu Jill como uma das 100 pessoas mais influentes da Terra. Em seguida, a apresentadora de TV Oprah Winfrey, talvez a maior celebridade televisiva americana, convidou Jill para uma longa entrevista no seu programa. Seu livro virou um mega best seller, traduzido em dezenas de línguas (no Brasil ele se chama “A cientista que curou seu próprio cérebro”). Hoje ela vive dando palestras, pedindo doações para pesquisas neurológicas, inspirando pacientes de derrames e viajando o mundo.
Perguntei para ela se o derrame a transformou numa hippie. Ela negou enfaticamente. “Hippies tomavam drogas. Eu não defendo drogas. O que eu defendo é que encontremos um equilíbrio entre o lado direito e o esquerdo dos nossos cérebros.”
O lado direito do cérebro é o lado criativo – o lado do aqui e agora, da experiência, o que nos faz sentirmos parte do Universo, o que cria a sensação de que há um fluxo de energia no mundo e que fazemos parte dele. O lado esquerdo é o racional, o analítico – aquele que passa o tempo todo focado no passado e no futuro e que nos dá um senso de individualidade, de que somos seres separados do resto do Universo. O derrame paralisou o lado esquerdo do cérebro de Jill – justo o seu lado dominante, já que ela era uma pessoa imensamente racional. Sua recuperação foi longa e trabalhosa – ela teve até que reaprender a ler. Mas, ao longo do processo, ela teve várias revelações sobre como o cérebro funciona de verdade.
Por exemplo, ela percebeu que a civilização ocidental, supostamente em nome da “racionalidade”, está subjugando o lado direito do cérebro. Achamos “ingênua” qualquer ideia vinda dele. E não tem nada de racional nisso. É na verdade uma burrice: jogamos fora 50% da nossa capacidade cerebral.
Ela me disse: “há muitas divisões no mundo: homens e mulheres, esquerda e direita, brancos e negros. E, enquanto isso, estamos matando o planeta. Precisamos ir além dessas divisões e trabalhar juntos para fazer com que a vida seja melhor.” Parece papo de hippie.
BURGIERMAN, Denis Russo. Use seu cérebro inteiro. Disponível em http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/
Acesso em 18 maio de 2010. (texto modificado)Mas é uma neurocientista falando.
São recursos de construção do Texto 1:
 

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1636213 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
Vasconcellos (2008) apresenta um conceito integral de planejamento, que consista em “antecipar mentalmente uma ação a ser realizada e agir de acordo com o previsto”(p. 79). Dessa forma, planejar não consiste apenas em algo que se faz antes de agir, mas também é agir em função daquilo que se pensou. Trata-se do resgate da intencionalidade da ação, da perspectiva de transformação da realidade, da mediação teórico-metodológica para a ação, que por sua vez deve ser consciente e intencional.
Diante da breve reflexão sobre o processo de planejamento e algumas de suas finalidades, marque V (verdadeiro) e F (falso) para as afirmativas a seguir:
I- ( ) O planejamento é apenas um instrumento teórico-metodológico, depende de sujeitos que o assumam. Por isso, é relativamente complexo, exigente e falível.
II- ( ) O plano é um produto do processo de reflexão e tomada de decisão inerente ao planejamento. Este, enquanto processo, é permanente; e o plano, enquanto produto, é provisório.
III-( ) Diferentemente do planejamento em outras áreas, na educação o objeto ou o campo sobre o qual incidirá a ação planejada não é passivo.
IV- ( ) Planejar é elaborar o plano de mediação, de intervenção na realidade; um processo composto por dois momentos distintos: o momento da reflexão e o momento da ação.
V- ( ) Uma das finalidades do planejamento é dar coerência à ação da instituição, integrando e mobilizando a comunidade escolar em torno das determinações.
A sequência CORRETA é:
 

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Ocorrerá vacância em cargo público, EXCETO:
 

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1634710 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
“A avaliação institucional não é instrumento de medida de atividades de indivíduos isolados, nem de trabalhos descolados de seus meios de produção; não é mecanismo para exposição pública de fragilidades ou ineficiência de profissionais individualizados. A avaliação institucional deve ser promovida como um processo de caráter essencialmente pedagógico”(SOBRINHO, 2005, p. 61).
“A avaliação institucional deve ser uma ação sistemática e global, que ultrapasse amplamente as avaliações pontuais e corriqueiras da vida escolar. Não se restringe às testagens de conhecimentos ou a medidas de produção, nem mesmo se completa com a elaboração de bancos de dados”(Ibid, p. 63).
SOBRINHO, J.D. Avaliação institucional, instrumento da qualidade educativa: a experiência da Unicamp. In: BALZAN, N.C. ______
SOBRINHO, J.D. (Orgs.). Avaliação Institucional: teoria e experiências. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2005, p. 53-86.
Considerando as finalidades da avaliação institucional e os textos em questão, é CORRETO afirmar que:
 

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1628871 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
O Texto 3, publicado em 17 de outubro de 2004, serve de base para responder a questão.
Texto 3
Cérebro vive conflito constante entre razão e emoção, diz estudo.
O cérebro humano enfrenta um conflito permanente entre seu centro de emoção, que procura a satisfação imediata, e a zona da razão, que privilegia os objetivos em longo prazo, revela uma pesquisa publicada nesta sexta-feira pela revista americana "Science".
Os pesquisadores de quatro universidades, entre elas Harvard e Carnegie Mellon, descobriram que duas áreas do cérebro disputam permanentemente o controle do comportamento de uma pessoa avaliando as decisões entre a satisfação imediata e os objetivos em longo prazo.
O estudo faz parte da "neuroeconomia", uma disciplina emergente que analisa os processos mentais e neurológicos ligados às decisões micro-econômicas do consumidor.
"Esta pesquisa, como as precedentes, mostra que raramente agimos apenas por um impulso", destacou Jonathan Cohen, professor da Universidade de Pittsburgh (Pensilvânia).
"Temos diferentes sistemas neurológicos que entram em ação para resolver diversos tipos de problemas e nosso comportamento é ditado pela competição ou cooperação entre eles".
Os cientistas examinaram particularmente as opções de consumo, onde as escolhas de curto prazo são menos racionais que as decisões em longo prazo.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u12557.shtml. Acesso em 12 de maio de 2010.
Com base no que se sabe a respeito de Variação Linguística, de Níveis de Fala e Norma Culta, é CORRETO afirmar a respeito da linguagem utilizada no Texto 3:
 

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