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4152247 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IME
Orgão: IME

Texto 1

CANÇÃO DO EXPEDICIONÁRIO

Você sabe de onde eu venho?
Venho do morro, do Engenho,
Das selvas, dos cafezais,
Da boa terra do coco,
Da choupana onde um é pouco,
Dois é bom, três é demais,
Venho das praias sedosas,
Das montanhas alterosas,
Dos pampas, do seringal,
Das margens crespas dos rios,
Dos verdes mares bravios
Da minha terra natal.

Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse “V” que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil. 

Eu venho da minha terra,
Da casa branca da serra
E do luar do meu sertão;
Venho da minha Maria
Cujo nome principia
Na palma da minha mão,
Braços morenos de Moema,
Lábios de mel de Iracema
Estendidos para mim.
Ó minha terra querida
Da Senhora Aparecida
E do Senhor do Bonfim!

Você sabe de onde eu venho?
É de uma Pátria que tenho
No bojo do meu violão;
Que de viver em meu peito
Foi até tomando jeito
De um enorme coração.
Deixei lá atrás meu terreno,
Meu limão, meu limoeiro,
Meu pé de jacarandá,
Minha casa pequenina
Lá no alto da colina,
Onde canta o sabiá. 

Venho do além desse monte
Que ainda azula o horizonte,
Onde o nosso amor nasceu;
Do rancho que tinha ao lado
Um coqueiro que, coitado,
De saudade já morreu.
Venho do verde mais belo,
Do mais dourado amarelo,
Do azul mais cheio de luz,
Cheio de estrelas prateadas
Que se ajoelham deslumbradas,
Fazendo o sinal da Cruz! 

Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse “V” que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil. 

Disponível em https://museuvirtualdafab.eb.mil.br/cancao-expedicionario/ (museuvirtualdafab.eb.mil.br in Bing). Acesso em 11 set 25. (texto adaptado) 

CONTEXTUALIZAÇÃO

Há 80 anos, em 8 de maio de 1945, a Europa calava seus canhões. Para o Brasil, essa data vai além da memória global: ela eterniza a Força Expedicionária Brasileira (FEB) como um dos mais nobres símbolos de coragem e amor à pátria - um legado que inspira gerações e honra a história do nosso país. O Dia da Vitória, celebrado mundialmente em 8 de maio, representa a rendição incondicional das forças do Eixo aos Aliados e o fim oficial da Segunda Guerra Mundial na Europa. No Brasil, é também o momento de honrar os 25 mil combatentes da FEB, que levaram o nome da pátria aos campos de batalha italianos e regressaram como heróis da liberdade.

Disponível em https://www.eb.mil .br/web/noticias/w/dia-da-vitoria-80-anos-depois-o-brasil-reverencia-seus-herois-da-liberdade-1. Acesso em 11 set 25. (texto adaptado)

Texto 2

De volta ao básico: soldados finlandeses recorrem a mapas de papel para aprender a lidar com bloqueios de GPS

 Soldados finlandeses estão treinando com mapas de papel e bússolas para garantir que consigam operar em locais onde a atividade inimiga torne o GPS indisponível. O coronel Matti Honko, comandante do Regimento Jaeger da Guarda Finlandesa, destacou que a ferramenta de navegação por satélite, conhecida como Sistema de Posicionamento Global, ou simplesmente GPS, é vulnerável a interferências. As informações são do Business Insider.  

O conflito na Ucrânia tem sido marcado por uma intensa guerra cibernética de ambos os lados.B) Tanto Kiev quanto Moscou utilizam táticas como bloqueio de sinal, falsificação de GPS e outros métodos de interferência remota para confundir e desativar o armamento inimigo. A interferência no GPS, por exemplo, tem causado problemas para os sistemas de combate — desde drones baratos até munições guiadas sofisticadas.

 Para garantir segurança e prontidão em locais onde o GPS não é uma opção, os soldados da Guarda Finlandesa estão usando mapas de papel. “Acho que todos reconheceram o fato de que o GPS pode ser falsificado, e você pode não ser capaz de confiar nele”, afirma Honko.  

Apesar disso, o coronel disse que a Finlândia não está abandonando completamente o uso do GPS.C) Em vez disso, os soldados estão sendo ensinados a não depender exclusivamente dele e a aprender a verificar a veracidade dos dados fornecidos pelo sistema, já que podem ser facilmente falsificados e estar fora de sincronia com a situação real.

 Honko afirma que esse treinamento está sendo realizado em todo o Exército Finlandês, bem como na Marinha e na Força Aérea do país. Segundo ele, a proximidade da Finlândia com a Rússia obriga o país a treinar alternativas, já que o bloqueio de sinal de GPS é uma estratégia comumente usada em áreas de defesa da cidade vizinha de São Petersburgo, na Rússia.  

Os desafios trazidos pelos ataques cibernéticos não são exclusivos da guerra na Ucrânia.A) No Oriente Médio, por exemplo, a interferência de GPS tem ocorrido nos conflitos entre Israel e grupos aliados do Irã. A tática também tem sido um problema no Mar Vermelho, onde forças navais ocidentais passaram mais de um ano e meio defendendo rotas marítimas de ataques de rebeldes houthis no Iêmen.

 Quanto aos militares finlandeses, eles estão monitorando de perto as práticas de guerra eletrônica em constante desenvolvimento e planejando cenários em que essas estratégias possam ser testadas em combate. E não estão sozinhos. Empresas do setor de defesa também estão se certificando de que seus produtos sejam mais resistentes a certos tipos de bloqueios e manipulações. Um exemplo disso é a Saildrone, uma empresa americana que fabrica embarcações de superfície não tripuladas para serviço de forças navais, incluindo a Marinha dos EUA.  

Richard Jenkins, fundador e CEO da Saildrone, explicou que a empresa integrou tecnologia aos seus veículos de superfície não tripulados (USVs), permitindo que eles operem em ambientes onde o GPS e as comunicações estão comprometidos ou indisponíveis. Segundo Jenkins, alguns dos drones da empresa operados pelos militares dos EUA no Oriente Médio têm navegado em áreas com sinal falsificado há meses.

 Jenkins disse acreditar que esse é o futuro da guerra. “Acho que, em um conflito real, os satélites serão a primeira coisa a desaparecer completamente.” Ele acrescenta ainda que todos precisam descobrir como sobreviver sem satélites, GPS e comunicações. E, para os militares, isso significa não apenas desenvolver novas tecnologias, mas também garantir que habilidades básicas sejam preservadas.  

Disponível em https://epocanegocios.globo.com/tecnologia/noticia/2025/06/de-volta-ao-basico-soldados-finlandeses-recorrem-a-mapas-de-papel-para-aprender-a-lidar-com-bloqueios-de-gps.ghtml. Acesso em 11 set 25. (texto adaptado)

Considere as afirmações relacionadas aos textos 1 e 2:

I. O texto 1 retrata o soldado brasileiro como símbolo de bravura e sacrifício, destacando a simplicidade, o amor à pátria, o sentimento de pertencimento e o uso de instrumentos básicos de combate no enfrentamento das agruras da guerra.

II. O texto 2 é caracterizado por preterir a eficácia das estratégias “analógicas” frente à vulnerabilidade decorrente da dependência tecnológica nos conflitos armados.

III. Os textos 1 e 2 constroem uma conexão entre o passado e o presente, mostrando que, mesmo com os avanços tecnológicos, a guerra ainda demanda habilidades precípuas e inteligência emocional, por vezes desvinculadas da tecnologia.

Está(ão) CORRETA(S) apenas a(s) assertiva(s):

 

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4152246 Ano: 2025
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Texto 1

CANÇÃO DO EXPEDICIONÁRIO

Você sabe de onde eu venho?
Venho do morro, do Engenho,
Das selvas, dos cafezais,
Da boa terra do coco,
Da choupana onde um é pouco,
Dois é bom, três é demais,
Venho das praias sedosas,
Das montanhas alterosas,
Dos pampas, do seringal,
Das margens crespas dos rios,
Dos verdes mares bravios
Da minha terra natal.

Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse “V” que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil. 

Eu venho da minha terra,
Da casa branca da serra
E do luar do meu sertão;
Venho da minha Maria
Cujo nome principia
Na palma da minha mão,
Braços morenos de Moema,
Lábios de mel de Iracema
Estendidos para mim.
Ó minha terra querida
Da Senhora Aparecida
E do Senhor do Bonfim!

Você sabe de onde eu venho?
É de uma Pátria que tenho
No bojo do meu violão;
Que de viver em meu peito
Foi até tomando jeito
De um enorme coração.
Deixei lá atrás meu terreno,
Meu limão, meu limoeiro,
Meu pé de jacarandá,
Minha casa pequenina
Lá no alto da colina,
Onde canta o sabiá. 

Venho do além desse monte
Que ainda azula o horizonte,
Onde o nosso amor nasceu;
Do rancho que tinha ao lado
Um coqueiro que, coitado,
De saudade já morreu.
Venho do verde mais belo,
Do mais dourado amarelo,
Do azul mais cheio de luz,
Cheio de estrelas prateadas
Que se ajoelham deslumbradas,
Fazendo o sinal da Cruz! 

Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse “V” que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil. 

Disponível em https://museuvirtualdafab.eb.mil.br/cancao-expedicionario/ (museuvirtualdafab.eb.mil.br in Bing). Acesso em 11 set 25. (texto adaptado) 

CONTEXTUALIZAÇÃO

Há 80 anos, em 8 de maio de 1945, a Europa calava seus canhões. Para o Brasil, essa data vai além da memória global: ela eterniza a Força Expedicionária Brasileira (FEB) como um dos mais nobres símbolos de coragem e amor à pátria - um legado que inspira gerações e honra a história do nosso país. O Dia da Vitória, celebrado mundialmente em 8 de maio, representa a rendição incondicional das forças do Eixo aos Aliados e o fim oficial da Segunda Guerra Mundial na Europa. No Brasil, é também o momento de honrar os 25 mil combatentes da FEB, que levaram o nome da pátria aos campos de batalha italianos e regressaram como heróis da liberdade.

Disponível em https://www.eb.mil .br/web/noticias/w/dia-da-vitoria-80-anos-depois-o-brasil-reverencia-seus-herois-da-liberdade-1. Acesso em 11 set 25. (texto adaptado)

Texto 2

De volta ao básico: soldados finlandeses recorrem a mapas de papel para aprender a lidar com bloqueios de GPS

 Soldados finlandeses estão treinando com mapas de papel e bússolas para garantir que consigam operar em locais onde a atividade inimiga torne o GPS indisponível. O coronel Matti Honko, comandante do Regimento Jaeger da Guarda Finlandesa, destacou que a ferramenta de navegação por satélite, conhecida como Sistema de Posicionamento Global, ou simplesmente GPS, é vulnerável a interferências. As informações são do Business Insider.  

O conflito na Ucrânia tem sido marcado por uma intensa guerra cibernética de ambos os lados.B) Tanto Kiev quanto Moscou utilizam táticas como bloqueio de sinal, falsificação de GPS e outros métodos de interferência remota para confundir e desativar o armamento inimigo. A interferência no GPS, por exemplo, tem causado problemas para os sistemas de combate — desde drones baratos até munições guiadas sofisticadas.

 Para garantir segurança e prontidão em locais onde o GPS não é uma opção, os soldados da Guarda Finlandesa estão usando mapas de papel. “Acho que todos reconheceram o fato de que o GPS pode ser falsificado, e você pode não ser capaz de confiar nele”, afirma Honko.  

Apesar disso, o coronel disse que a Finlândia não está abandonando completamente o uso do GPS.C) Em vez disso, os soldados estão sendo ensinados a não depender exclusivamente dele e a aprender a verificar a veracidade dos dados fornecidos pelo sistema, já que podem ser facilmente falsificados e estar fora de sincronia com a situação real.

 Honko afirma que esse treinamento está sendo realizado em todo o Exército Finlandês, bem como na Marinha e na Força Aérea do país. Segundo ele, a proximidade da Finlândia com a Rússia obriga o país a treinar alternativas, já que o bloqueio de sinal de GPS é uma estratégia comumente usada em áreas de defesa da cidade vizinha de São Petersburgo, na Rússia.  

Os desafios trazidos pelos ataques cibernéticos não são exclusivos da guerra na Ucrânia.A) No Oriente Médio, por exemplo, a interferência de GPS tem ocorrido nos conflitos entre Israel e grupos aliados do Irã. A tática também tem sido um problema no Mar Vermelho, onde forças navais ocidentais passaram mais de um ano e meio defendendo rotas marítimas de ataques de rebeldes houthis no Iêmen.

 Quanto aos militares finlandeses, eles estão monitorando de perto as práticas de guerra eletrônica em constante desenvolvimento e planejando cenários em que essas estratégias possam ser testadas em combate. E não estão sozinhos. Empresas do setor de defesa também estão se certificando de que seus produtos sejam mais resistentes a certos tipos de bloqueios e manipulações. Um exemplo disso é a Saildrone, uma empresa americana que fabrica embarcações de superfície não tripuladas para serviço de forças navais, incluindo a Marinha dos EUA.  

Richard Jenkins, fundador e CEO da Saildrone, explicou que a empresa integrou tecnologia aos seus veículos de superfície não tripulados (USVs), permitindo que eles operem em ambientes onde o GPS e as comunicações estão comprometidos ou indisponíveis. Segundo Jenkins, alguns dos drones da empresa operados pelos militares dos EUA no Oriente Médio têm navegado em áreas com sinal falsificado há meses.

 Jenkins disse acreditar que esse é o futuro da guerra. “Acho que, em um conflito real, os satélites serão a primeira coisa a desaparecer completamente.” Ele acrescenta ainda que todos precisam descobrir como sobreviver sem satélites, GPS e comunicações. E, para os militares, isso significa não apenas desenvolver novas tecnologias, mas também garantir que habilidades básicas sejam preservadas.  

Disponível em https://epocanegocios.globo.com/tecnologia/noticia/2025/06/de-volta-ao-basico-soldados-finlandeses-recorrem-a-mapas-de-papel-para-aprender-a-lidar-com-bloqueios-de-gps.ghtml. Acesso em 11 set 25. (texto adaptado)

A metonímia é um recurso estilístico que consiste na substituição de um termo por outro com o qual mantém uma relação de proximidade ou contiguidade. Em “Canção do Expedicionário” (texto 1), a metonímia se faz presente em vários momentos – “Braços mornos de Moema,”; “Venho do verde mais belo,” – numa tentativa de trabalhar com representações simbólicas do Brasil que se quer lembrar e homenagear no texto.

Assinale a alternativa que apresenta um fragmento do texto 2 em que também se tenha utilizado o recurso estilístico da metonímia.

 

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4152245 Ano: 2025
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Texto 2

 

De volta ao básico: soldados finlandeses recorrem a mapas de papel para aprender a lidar com bloqueios de GPS

 

Soldados finlandeses estão treinando com mapas de papel e bússolas para garantir que consigam operar em locais onde a atividade inimiga torne o GPS indisponível. O coronel Matti Honko, comandante do Regimento Jaeger da Guarda Finlandesa, destacou que a ferramenta de navegação por satélite, conhecida como Sistema de Posicionamento Global, ou simplesmente GPS, é vulnerável a interferências. As informações são do Business Insider.

 

O conflito na Ucrânia tem sido marcado por uma intensa guerra cibernética de ambos os lados. Tanto Kiev quanto Moscou utilizam táticas como bloqueio de sinal, falsificação de GPS e outros métodos de interferência remota para confundir e desativar o armamento inimigo. A interferência no GPS, por exemplo, tem causado problemas para os sistemas de combate — desde drones baratos até munições guiadas sofisticadas.

 

Para garantir segurança e prontidão em locais onde o GPS não é uma opção, os soldados da Guarda Finlandesa estão usando mapas de papel. “Acho que todos reconheceram o fato de que o GPS pode ser falsificado, e você pode não ser capaz de confiar nele”, afirma Honko.

 

Apesar disso, o coronel disse que a Finlândia não está abandonando completamente o uso do GPS. Em vez disso, os soldados estão sendo ensinados a não depender exclusivamente dele e a aprender a verificar a veracidade dos dados fornecidos pelo sistema, já que podem ser facilmente falsificados e estar fora de sincronia com a situação real.

 

Honko afirma que esse treinamento está sendo realizado em todo o Exército Finlandês, bem como na Marinha e na Força Aérea do país. Segundo ele, a proximidade da Finlândia com a Rússia obriga o país a treinar alternativas, já que o bloqueio de sinal de GPS é uma estratégia comumente usada em áreas de defesa da cidade vizinha de São Petersburgo, na Rússia.

 

Os desafios trazidos pelos ataques cibernéticos não são exclusivos da guerra na Ucrânia. No Oriente Médio, por exemplo, a interferência de GPS tem ocorrido nos conflitos entre Israel e grupos aliados do Irã. A tática também tem sido um problema no Mar Vermelho, onde forças navais ocidentais passaram mais de um ano e meio defendendo rotas marítimas de ataques de rebeldes houthis no Iêmen.

 

Quanto aos militares finlandeses, eles estão monitorando de perto as práticas de guerra eletrônica em constante desenvolvimento e planejando cenários em que essas estratégias possam ser testadas em combate. E não estão sozinhos. Empresas do setor de defesa também estão se certificando de que seus produtos sejam mais resistentes a certos tipos de bloqueios e manipulações. Um exemplo disso é a Saildrone, uma empresa americana que fabrica embarcações de superfície não tripuladas para serviço de forças navais, incluindo a Marinha dos EUA.

 

Richard Jenkins, fundador e CEO da Saildrone, explicou que a empresa integrou tecnologia aos seus veículos de superfície não tripulados (USVs), permitindo que eles operem em ambientes onde o GPS e as comunicações estão comprometidos ou indisponíveis. Segundo Jenkins, alguns dos drones da empresa operados pelos militares dos EUA no Oriente Médio têm navegado em áreas com sinal falsificado há meses.

 

Jenkins disse acreditar que esse é o futuro da guerra. “Acho que, em um conflito real, os satélites serão a primeira coisa a desaparecer completamente.” Ele acrescenta ainda que todos precisam descobrir como sobreviver sem satélites, GPS e comunicações. E, para os militares, isso significa não apenas desenvolver novas tecnologias, mas também garantir que habilidades básicas sejam preservadas.

 

Disponível em https://epocanegocios.globo.com/tecnologia/noticia/2025/06/de-volta-ao-basico-soldados-finlandeses-recorrem-a-mapas-de-papel-para-aprender-a-lidar-com-bloqueios-de-gps.ghtml. Acesso em 11 set 25. (texto adaptado)

 

“O conflito na Ucrânia tem sido marcado por uma intensa guerra cibernética de ambos os lados. Tanto Kiev quanto Moscou utilizam táticas como bloqueio de sinal, falsificação de GPS e outros métodos de interferência remota para confundir e desativar o armamento inimigo.”

 

No excerto retirado do texto 2, observa-se uma progressão coesiva entre duas frases, mesmo sem o uso de conectivo. Considerando a relação semântica entre essas frases, assinale a alternativa que apresenta uma locução ou conjunção que poderia ser empregada pelo autor, mantendo o mesmo sentido do fragmento.

 

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Texto 2

 

De volta ao básico: soldados finlandeses recorrem a mapas de papel para aprender a lidar com bloqueios de GPS

 

Soldados finlandeses estão treinando com mapas de papel e bússolas para garantir que consigam operar em locais onde a atividade inimiga torne o GPS indisponível. O coronel Matti Honko, comandante do Regimento Jaeger da Guarda Finlandesa, destacou que a ferramenta de navegação por satélite, conhecida como Sistema de Posicionamento Global, ou simplesmente GPS, é vulnerável a interferências. As informações são do Business Insider.

 

O conflito na Ucrânia tem sido marcado por uma intensa guerra cibernética de ambos os lados. Tanto Kiev quanto Moscou utilizam táticas como bloqueio de sinal, falsificação de GPS e outros métodos de interferência remota para confundir e desativar o armamento inimigo. A interferência no GPS, por exemplo, tem causado problemas para os sistemas de combate — desde drones baratos até munições guiadas sofisticadas.

 

Para garantir segurança e prontidão em locais onde o GPS não é uma opção, os soldados da Guarda Finlandesa estão usando mapas de papel. “Acho que todos reconheceram o fato de que o GPS pode ser falsificado, e você pode não ser capaz de confiar nele”, afirma Honko.

 

Apesar disso, o coronel disse que a Finlândia não está abandonando completamente o uso do GPS. Em vez disso, os soldados estão sendo ensinados a não depender exclusivamente dele e a aprender a verificar a veracidade dos dados fornecidos pelo sistema, já que podem ser facilmente falsificados e estar fora de sincronia com a situação real.

 

Honko afirma que esse treinamento está sendo realizado em todo o Exército Finlandês, bem como na Marinha e na Força Aérea do país. Segundo ele, a proximidade da Finlândia com a Rússia obriga o país a treinar alternativas, já que o bloqueio de sinal de GPS é uma estratégia comumente usada em áreas de defesa da cidade vizinha de São Petersburgo, na Rússia.

 

Os desafios trazidos pelos ataques cibernéticos não são exclusivos da guerra na Ucrânia. No Oriente Médio, por exemplo, a interferência de GPS tem ocorrido nos conflitos entre Israel e grupos aliados do Irã. A tática também tem sido um problema no Mar Vermelho, onde forças navais ocidentais passaram mais de um ano e meio defendendo rotas marítimas de ataques de rebeldes houthis no Iêmen.

 

Quanto aos militares finlandeses, eles estão monitorando de perto as práticas de guerra eletrônica em constante desenvolvimento e planejando cenários em que essas estratégias possam ser testadas em combate. E não estão sozinhos. Empresas do setor de defesa também estão se certificando de que seus produtos sejam mais resistentes a certos tipos de bloqueios e manipulações. Um exemplo disso é a Saildrone, uma empresa americana que fabrica embarcações de superfície não tripuladas para serviço de forças navais, incluindo a Marinha dos EUA.

 

Richard Jenkins, fundador e CEO da Saildrone, explicou que a empresa integrou tecnologia aos seus veículos de superfície não tripulados (USVs), permitindo que eles operem em ambientes onde o GPS e as comunicações estão comprometidos ou indisponíveis. Segundo Jenkins, alguns dos drones da empresa operados pelos militares dos EUA no Oriente Médio têm navegado em áreas com sinal falsificado há meses.

 

Jenkins disse acreditar que esse é o futuro da guerra. “Acho que, em um conflito real, os satélites serão a primeira coisa a desaparecer completamente.” Ele acrescenta ainda que todos precisam descobrir como sobreviver sem satélites, GPS e comunicações. E, para os militares, isso significa não apenas desenvolver novas tecnologias, mas também garantir que habilidades básicas sejam preservadas.

 

Disponível em https://epocanegocios.globo.com/tecnologia/noticia/2025/06/de-volta-ao-basico-soldados-finlandeses-recorrem-a-mapas-de-papel-para-aprender-a-lidar-com-bloqueios-de-gps.ghtml. Acesso em 11 set 25. (texto adaptado)

 

Nos trechos do texto 2: "Acho que, em um conflito real [...]" e "Ele acrescenta ainda que todos precisam [...]", as palavras destacadas desempenham, considerado o contexto em que são empregadas, respectivamente, as seguintes funções gramaticais:

 

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Texto 2

 

De volta ao básico: soldados finlandeses recorrem a mapas de papel para aprender a lidar com bloqueios de GPS

 

Soldados finlandeses estão treinando com mapas de papel e bússolas para garantir que consigam operar em locais onde a atividade inimiga torne o GPS indisponível. O coronel Matti Honko, comandante do Regimento Jaeger da Guarda Finlandesa, destacou que a ferramenta de navegação por satélite, conhecida como Sistema de Posicionamento Global, ou simplesmente GPS, é vulnerável a interferências. As informações são do Business Insider.

 

O conflito na Ucrânia tem sido marcado por uma intensa guerra cibernética de ambos os lados. Tanto Kiev quanto Moscou utilizam táticas como bloqueio de sinal, falsificação de GPS e outros métodos de interferência remota para confundir e desativar o armamento inimigo. A interferência no GPS, por exemplo, tem causado problemas para os sistemas de combate — desde drones baratos até munições guiadas sofisticadas.

 

Para garantir segurança e prontidão em locais onde o GPS não é uma opção, os soldados da Guarda Finlandesa estão usando mapas de papel. “Acho que todos reconheceram o fato de que o GPS pode ser falsificado, e você pode não ser capaz de confiar nele”, afirma Honko.

 

Apesar disso, o coronel disse que a Finlândia não está abandonando completamente o uso do GPS. Em vez disso, os soldados estão sendo ensinados a não depender exclusivamente dele e a aprender a verificar a veracidade dos dados fornecidos pelo sistema, já que podem ser facilmente falsificados e estar fora de sincronia com a situação real.

 

Honko afirma que esse treinamento está sendo realizado em todo o Exército Finlandês, bem como na Marinha e na Força Aérea do país. Segundo ele, a proximidade da Finlândia com a Rússia obriga o país a treinar alternativas, já que o bloqueio de sinal de GPS é uma estratégia comumente usada em áreas de defesa da cidade vizinha de São Petersburgo, na Rússia.

 

Os desafios trazidos pelos ataques cibernéticos não são exclusivos da guerra na Ucrânia. No Oriente Médio, por exemplo, a interferência de GPS tem ocorrido nos conflitos entre Israel e grupos aliados do Irã. A tática também tem sido um problema no Mar Vermelho, onde forças navais ocidentais passaram mais de um ano e meio defendendo rotas marítimas de ataques de rebeldes houthis no Iêmen.

 

Quanto aos militares finlandeses, eles estão monitorando de perto as práticas de guerra eletrônica em constante desenvolvimento e planejando cenários em que essas estratégias possam ser testadas em combate. E não estão sozinhos. Empresas do setor de defesa também estão se certificando de que seus produtos sejam mais resistentes a certos tipos de bloqueios e manipulações. Um exemplo disso é a Saildrone, uma empresa americana que fabrica embarcações de superfície não tripuladas para serviço de forças navais, incluindo a Marinha dos EUA.

 

Richard Jenkins, fundador e CEO da Saildrone, explicou que a empresa integrou tecnologia aos seus veículos de superfície não tripulados (USVs), permitindo que eles operem em ambientes onde o GPS e as comunicações estão comprometidos ou indisponíveis. Segundo Jenkins, alguns dos drones da empresa operados pelos militares dos EUA no Oriente Médio têm navegado em áreas com sinal falsificado há meses.

 

Jenkins disse acreditar que esse é o futuro da guerra. “Acho que, em um conflito real, os satélites serão a primeira coisa a desaparecer completamente.” Ele acrescenta ainda que todos precisam descobrir como sobreviver sem satélites, GPS e comunicações. E, para os militares, isso significa não apenas desenvolver novas tecnologias, mas também garantir que habilidades básicas sejam preservadas.

 

Disponível em https://epocanegocios.globo.com/tecnologia/noticia/2025/06/de-volta-ao-basico-soldados-finlandeses-recorrem-a-mapas-de-papel-para-aprender-a-lidar-com-bloqueios-de-gps.ghtml. Acesso em 11 set 25. (texto adaptado)

 

"Os gêneros se constituem a partir do uso prático da língua em situação comunicativa. Eles se diferenciam pelos conteúdos específicos que veiculam, pelas características particulares dos textos produzidos nas diferentes situações e pelas configurações específicas de linguagem utilizadas neste ou naquele texto."

 

TERRA, Ernani. Práticas de linguagem: leitura & produção de textos - ensino médio. Volume único. São Paulo: Scipione, 2001. P.91.

 

Considerando o tipo de discurso e de composição, como se deve analisar a tipologia e o gênero do texto 2?

 

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De volta ao básico: soldados finlandeses recorrem a mapas de papel para aprender a lidar com bloqueios de GPS

 

Soldados finlandeses estão treinando com mapas de papel e bússolas para garantir que consigam operar em locais onde a atividade inimiga torne o GPS indisponível. O coronel Matti Honko, comandante do Regimento Jaeger da Guarda Finlandesa, destacou que a ferramenta de navegação por satélite,C) conhecida como Sistema de Posicionamento Global, ou simplesmente GPS, é vulnerável a interferências. As informações são do Business Insider.

 

O conflito na Ucrânia tem sido marcado por uma intensa guerra cibernética de ambos os lados. Tanto Kiev quanto Moscou utilizam táticas como bloqueio de sinal, falsificação de GPS e outros métodos de interferência remotaA) para confundir e desativar o armamento inimigo. A interferência no GPS, por exemplo, tem causado problemas para os sistemas de combateB) — desde drones baratos até munições guiadas sofisticadas.

 

Para garantir segurança e prontidão em locais onde o GPS não é uma opção, os soldados da Guarda Finlandesa estão usando mapas de papel. “Acho que todos reconheceram o fato de que o GPS pode ser falsificado, e você pode não ser capaz de confiar nele”, afirma Honko.

 

Apesar disso, o coronel disse que a Finlândia não está abandonando completamente o uso do GPS. Em vez disso, os soldados estão sendo ensinados a não depender exclusivamente dele e a aprender a verificar a veracidade dos dados fornecidos pelo sistema, já que podem ser facilmente falsificados e estar fora de sincronia com a situação real.

 

Honko afirma que esse treinamento está sendo realizado em todo o Exército Finlandês, bem como na Marinha e na Força Aérea do país. Segundo ele, a proximidade da Finlândia com a Rússia obriga o país a treinar alternativas, já que o bloqueio de sinal de GPS é uma estratégia comumente usada em áreas de defesa da cidade vizinha de São Petersburgo, na Rússia.

 

Os desafios trazidos pelos ataques cibernéticos não são exclusivos da guerra na Ucrânia. No Oriente Médio, por exemplo, a interferência de GPS tem ocorrido nos conflitos entre Israel e grupos aliados do Irã. A tática também tem sido um problema no Mar Vermelho, onde forças navais ocidentais passaram mais de um ano e meio defendendo rotas marítimas de ataques de rebeldes houthis no Iêmen.

 

Quanto aos militares finlandeses, eles estão monitorando de perto as práticas de guerra eletrônica em constante desenvolvimentoE) e planejando cenários em que essas estratégias possam ser testadas em combate. E não estão sozinhos. Empresas do setor de defesa também estão se certificando de que seus produtos sejam mais resistentes a certos tipos de bloqueios e manipulações. Um exemplo disso é a Saildrone, uma empresa americana que fabrica embarcações de superfície não tripuladas para serviço de forças navais, incluindo a Marinha dos EUA.

 

Richard Jenkins, fundador e CEO da Saildrone, explicou que a empresa integrou tecnologia aos seus veículos de superfície não tripulados (USVs), permitindo que eles operem em ambientes onde o GPS e as comunicações estão comprometidos ou indisponíveis. Segundo Jenkins, alguns dos drones da empresa operados pelos militares dos EUA no Oriente Médio têm navegado em áreas com sinal falsificado há meses.

 

Jenkins disse acreditar que esse é o futuro da guerra. “Acho que, em um conflito real, os satélites serão a primeira coisa a desaparecer completamente.”D) Ele acrescenta ainda que todos precisam descobrir como sobreviver sem satélites, GPS e comunicações. E, para os militares, isso significa não apenas desenvolver novas tecnologias, mas também garantir que habilidades básicas sejam preservadas.

 

Disponível em https://epocanegocios.globo.com/tecnologia/noticia/2025/06/de-volta-ao-basico-soldados-finlandeses-recorrem-a-mapas-de-papel-para-aprender-a-lidar-com-bloqueios-de-gps.ghtml. Acesso em 11 set 25. (texto adaptado)

 

Leia o excerto do texto 2:

 

“O coronel Matti Honko, comandante do Regimento Jaeger da Guarda Finlandesa, destacou que a ferramenta de navegação por satélite, conhecida como Sistema de Posicionamento Global, ou simplesmente GPS, é vulnerável a interferências.”

 

Assinale a alternativa em que o uso da vírgula se dá pelo mesmo motivo que justifica a pontuação empregada no trecho destacado em negrito

 

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4152241 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IME
Orgão: IME

Texto 2

 

De volta ao básico: soldados finlandeses recorrem a mapas de papel para aprender a lidar com bloqueios de GPS

 

Soldados finlandeses estão treinando com mapas de papel e bússolas para garantir que consigam operar em locais onde a atividade inimiga torne o GPS indisponível. O coronel Matti Honko, comandante do Regimento Jaeger da Guarda Finlandesa, destacou que a ferramenta de navegação por satélite, conhecida como Sistema de Posicionamento Global, ou simplesmente GPS, é vulnerável a interferências. As informações são do Business Insider.

 

O conflito na Ucrânia tem sido marcado por uma intensa guerra cibernética de ambos os lados.A) Tanto Kiev quanto Moscou utilizam táticas como bloqueio de sinal, falsificação de GPS e outros métodos de interferência remota para confundir e desativar o armamento inimigo. A interferência no GPS, por exemplo, tem causado problemas para os sistemas de combateB) — desde drones baratos até munições guiadas sofisticadas.

 

Para garantir segurança e prontidão em locais onde o GPS não é uma opção, os soldados da Guarda Finlandesa estão usando mapas de papel.C) “Acho que todos reconheceram o fato de que o GPS pode ser falsificado, e você pode não ser capaz de confiar nele”, afirma Honko.

 

Apesar disso, o coronel disse que a Finlândia não está abandonando completamente o uso do GPS. Em vez disso, os soldados estão sendo ensinados a não depender exclusivamente dele e a aprender a verificar a veracidade dos dados fornecidos pelo sistema, já que podem ser facilmente falsificados e estar fora de sincronia com a situação real.

 

Honko afirma que esse treinamento está sendo realizado em todo o Exército Finlandês, bem como na Marinha e na Força Aérea do país. Segundo ele, a proximidade da Finlândia com a Rússia obriga o país a treinar alternativas, já que o bloqueio de sinal de GPS é uma estratégia comumente usada em áreas de defesa da cidade vizinha de São Petersburgo, na Rússia.

 

Os desafios trazidos pelos ataques cibernéticos não são exclusivos da guerra na Ucrânia. No Oriente Médio, por exemplo, a interferência de GPS tem ocorrido nos conflitos entre Israel e grupos aliados do Irã. A tática também tem sido um problema no Mar Vermelho, onde forças navais ocidentais passaram mais de um ano e meio defendendo rotas marítimas de ataques de rebeldes houthis no Iêmen.

 

Quanto aos militares finlandeses, eles estão monitorando de perto as práticas de guerra eletrônica em constante desenvolvimento e planejando cenários em que essas estratégias possam ser testadas em combate. E não estão sozinhos. Empresas do setor de defesa também estão se certificandoD) de que seus produtos sejam mais resistentes a certos tipos de bloqueios e manipulações. Um exemplo disso é a Saildrone, uma empresa americana que fabrica embarcações de superfície não tripuladas para serviço de forças navais, incluindo a Marinha dos EUA.

 

Richard Jenkins, fundador e CEO da Saildrone, explicou que a empresa integrou tecnologia aos seus veículos de superfície não tripulados (USVs), permitindo que eles operem em ambientes onde o GPS e as comunicações estão comprometidos ou indisponíveis.E) Segundo Jenkins, alguns dos drones da empresa operados pelos militares dos EUA no Oriente Médio têm navegado em áreas com sinal falsificado há meses.

 

Jenkins disse acreditar que esse é o futuro da guerra. “Acho que, em um conflito real, os satélites serão a primeira coisa a desaparecer completamente.” Ele acrescenta ainda que todos precisam descobrir como sobreviver sem satélites, GPS e comunicações. E, para os militares, isso significa não apenas desenvolver novas tecnologias, mas também garantir que habilidades básicas sejam preservadas.

 

Disponível em https://epocanegocios.globo.com/tecnologia/noticia/2025/06/de-volta-ao-basico-soldados-finlandeses-recorrem-a-mapas-de-papel-para-aprender-a-lidar-com-bloqueios-de-gps.ghtml. Acesso em 11 set 25. (texto adaptado)

 

Por se tratar de um gênero informativo do âmbito jornalístico, a linguagem do texto 2 é marcada pela objetividade e pela impessoalidade. Um dos traços típicos desse tipo de linguagem é o uso da voz passiva, como se observa em:

 

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4152240 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IME
Orgão: IME

Texto 2

 

De volta ao básico: soldados finlandeses recorrem a mapas de papel para aprender a lidar com bloqueios de GPS

 

Soldados finlandeses estão treinando com mapas de papel e bússolas para garantir que consigam operar em locais onde a atividade inimiga torne o GPS indisponível. O coronel Matti Honko, comandante do Regimento Jaeger da Guarda Finlandesa, destacou que a ferramenta de navegação por satélite, conhecida como Sistema de Posicionamento Global, ou simplesmente GPS, é vulnerável a interferências. As informações são do Business Insider.

 

O conflito na Ucrânia tem sido marcado por uma intensa guerra cibernética de ambos os lados. Tanto Kiev quanto Moscou utilizam táticas como bloqueio de sinal, falsificação de GPS e outros métodos de interferência remota para confundir e desativar o armamento inimigo. A interferência no GPS, por exemplo, tem causado problemas para os sistemas de combate — desde drones baratos até munições guiadas sofisticadas.

 

Para garantir segurança e prontidão em locais onde o GPS não é uma opção, os soldados da Guarda Finlandesa estão usando mapas de papel. “Acho que todos reconheceram o fato de que o GPS pode ser falsificado, e você pode não ser capaz de confiar nele”, afirma Honko.

 

Apesar disso, o coronel disse que a Finlândia não está abandonando completamente o uso do GPS. Em vez disso, os soldados estão sendo ensinados a não depender exclusivamente dele e a aprender a verificar a veracidade dos dados fornecidos pelo sistema, já que podem ser facilmente falsificados e estar fora de sincronia com a situação real.

 

Honko afirma que esse treinamento está sendo realizado em todo o Exército Finlandês, bem como na Marinha e na Força Aérea do país. Segundo ele, a proximidade da Finlândia com a Rússia obriga o país a treinar alternativas, já que o bloqueio de sinal de GPS é uma estratégia comumente usada em áreas de defesa da cidade vizinha de São Petersburgo, na Rússia.

 

Os desafios trazidos pelos ataques cibernéticos não são exclusivos da guerra na Ucrânia. No Oriente Médio, por exemplo, a interferência de GPS tem ocorrido nos conflitos entre Israel e grupos aliados do Irã. A tática também tem sido um problema no Mar Vermelho, onde forças navais ocidentais passaram mais de um ano e meio defendendo rotas marítimas de ataques de rebeldes houthis no Iêmen.

 

Quanto aos militares finlandeses, eles estão monitorando de perto as práticas de guerra eletrônica em constante desenvolvimento e planejando cenários em que essas estratégias possam ser testadas em combate. E não estão sozinhos. Empresas do setor de defesa também estão se certificando de que seus produtos sejam mais resistentes a certos tipos de bloqueios e manipulações. Um exemplo disso é a Saildrone, uma empresa americana que fabrica embarcações de superfície não tripuladas para serviço de forças navais, incluindo a Marinha dos EUA.

 

Richard Jenkins, fundador e CEO da Saildrone, explicou que a empresa integrou tecnologia aos seus veículos de superfície não tripulados (USVs), permitindo que eles operem em ambientes onde o GPS e as comunicações estão comprometidos ou indisponíveis. Segundo Jenkins, alguns dos drones da empresa operados pelos militares dos EUA no Oriente Médio têm navegado em áreas com sinal falsificado há meses.

 

Jenkins disse acreditar que esse é o futuro da guerra. “Acho que, em um conflito real, os satélites serão a primeira coisa a desaparecer completamente.” Ele acrescenta ainda que todos precisam descobrir como sobreviver sem satélites, GPS e comunicações. E, para os militares, isso significa não apenas desenvolver novas tecnologias, mas também garantir que habilidades básicas sejam preservadas.

 

Disponível em https://epocanegocios.globo.com/tecnologia/noticia/2025/06/de-volta-ao-basico-soldados-finlandeses-recorrem-a-mapas-de-papel-para-aprender-a-lidar-com-bloqueios-de-gps.ghtml. Acesso em 11 set 25. (texto adaptado)

 

Sobre a estruturação do primeiro período do texto, é INCORRETO afirmar que:

 

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4152239 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IME
Orgão: IME

Texto 2

 

De volta ao básico: soldados finlandeses recorrem a mapas de papel para aprender a lidar com bloqueios de GPS

 

Soldados finlandeses estão treinando com mapas de papel e bússolas para garantir que consigam operar em locais onde a atividade inimiga torne o GPS indisponível. O coronel Matti Honko, comandante do Regimento Jaeger da Guarda Finlandesa, destacou que a ferramenta de navegação por satélite, conhecida como Sistema de Posicionamento Global, ou simplesmente GPS, é vulnerável a interferências. As informações são do Business Insider.

 

O conflito na Ucrânia tem sido marcado por uma intensa guerra cibernética de ambos os lados. Tanto Kiev quanto Moscou utilizam táticas como bloqueio de sinal, falsificação de GPS e outros métodos de interferência remota para confundir e desativar o armamento inimigo. A interferência no GPS, por exemplo, tem causado problemas para os sistemas de combate — desde drones baratos até munições guiadas sofisticadas.

 

Para garantir segurança e prontidãoI) em locais onde o GPS não é uma opção, os soldados da Guarda Finlandesa estão usando mapas de papel. “Acho que todos reconheceram o fato de que o GPS pode ser falsificado, e você pode não ser capaz de confiar nele”, afirma Honko.

 

Apesar disso, o coronel disseII) que a Finlândia não está abandonando completamente o uso do GPS. Em vez disso, os soldados estão sendo ensinados a não depender exclusivamente dele e a aprender a verificar a veracidade dos dados fornecidos pelo sistema, já que podem ser facilmente falsificadosIII) e estar fora de sincronia com a situação real.

 

Honko afirma que esse treinamento está sendo realizado em todo o Exército Finlandês, bem como na Marinha e na Força Aérea do país.IV) Segundo ele, a proximidade da Finlândia com a Rússia obriga o país a treinar alternativas, já que o bloqueio de sinal de GPS é uma estratégia comumente usada em áreas de defesa da cidade vizinha de São Petersburgo, na Rússia.

 

Os desafios trazidos pelos ataques cibernéticos não são exclusivos da guerra na Ucrânia. No Oriente Médio, por exemplo, a interferência de GPS tem ocorrido nos conflitos entre Israel e grupos aliados do Irã. A tática também tem sido um problema no Mar Vermelho, onde forças navais ocidentais passaram mais de um ano e meio defendendo rotas marítimas de ataques de rebeldes houthis no Iêmen.

 

Quanto aos militares finlandeses, eles estão monitorando de perto as práticas de guerra eletrônica em constante desenvolvimento e planejando cenários em que essas estratégias possam ser testadas em combate. E não estão sozinhos. Empresas do setor de defesa também estão se certificando de que seus produtos sejam mais resistentes a certos tipos de bloqueios e manipulações. Um exemplo disso é a Saildrone, uma empresa americana que fabrica embarcações de superfície não tripuladas para serviço de forças navais, incluindo a Marinha dos EUA.

 

Richard Jenkins, fundador e CEO da Saildrone, explicou que a empresa integrou tecnologia aos seus veículos de superfície não tripulados (USVs), permitindo que eles operem em ambientes onde o GPS e as comunicações estão comprometidos ou indisponíveis. Segundo Jenkins, alguns dos drones da empresa operados pelos militares dos EUA no Oriente Médio têm navegado em áreas com sinal falsificado há meses.

 

Jenkins disse acreditar que esse é o futuro da guerra. “Acho que, em um conflito real, os satélites serão a primeira coisa a desaparecer completamente.” Ele acrescenta ainda que todos precisam descobrir como sobreviver sem satélites, GPS e comunicações. E, para os militares, isso significa não apenas desenvolver novas tecnologias, mas também garantir que habilidades básicas sejam preservadas.

 

Disponível em https://epocanegocios.globo.com/tecnologia/noticia/2025/06/de-volta-ao-basico-soldados-finlandeses-recorrem-a-mapas-de-papel-para-aprender-a-lidar-com-bloqueios-de-gps.ghtml. Acesso em 11 set 25. (texto adaptado)

 

Ao longo de um texto dissertativo, vários recursos coesivos são utilizados, com o intuito, por exemplo, de promover fluidez discursiva e progressão semântica. Assim, considerando os contextos em que estão inseridos, assinale a alternativa que traga a devida correspondência entre os enunciados a seguir e seus respectivos valores semânticos encontrados no texto 2.

 

I. “Para garantir segurança e prontidão [...]”

 

II. “Apesar disso, o coronel disse [...]”

 

III. “[...] já que podem ser facilmente falsificados [...]”

 

IV. “[...] bem como na Marinha e na Força Aérea do país.”

 

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4152238 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IME
Orgão: IME

Texto 2

 

De volta ao básico: soldados finlandeses recorrem a mapas de papel para aprender a lidar com bloqueios de GPS

 

Soldados finlandeses estão treinando com mapas de papel e bússolas para garantir que consigam operar em locais onde a atividade inimiga torne o GPS indisponível. O coronel Matti Honko, comandante do Regimento Jaeger da Guarda Finlandesa, destacou que a ferramenta de navegação por satélite, conhecida como Sistema de Posicionamento Global, ou simplesmente GPS, é vulnerável a interferências. As informações são do Business Insider.

 

O conflito na Ucrânia tem sido marcado por uma intensa guerra cibernética de ambos os lados. Tanto Kiev quanto Moscou utilizam táticas como bloqueio de sinal, falsificação de GPS e outros métodos de interferência remota para confundir e desativar o armamento inimigo. A interferência no GPS, por exemplo, tem causado problemas para os sistemas de combate — desde drones baratos até munições guiadas sofisticadas.

 

Para garantir segurança e prontidão em locais onde o GPS não é uma opção, os soldados da Guarda Finlandesa estão usando mapas de papel. “Acho que todos reconheceram o fato de que o GPS pode ser falsificado, e você pode não ser capaz de confiar nele”, afirma Honko.

 

Apesar disso, o coronel disse que a Finlândia não está abandonando completamente o uso do GPS. Em vez disso, os soldados estão sendo ensinados a não depender exclusivamente dele e a aprender a verificar a veracidade dos dados fornecidos pelo sistema, já que podem ser facilmente falsificados e estar fora de sincronia com a situação real.

 

Honko afirma que esse treinamento está sendo realizado em todo o Exército Finlandês, bem como na Marinha e na Força Aérea do país. Segundo ele, a proximidade da Finlândia com a Rússia obriga o país a treinar alternativas, já que o bloqueio de sinal de GPS é uma estratégia comumente usada em áreas de defesa da cidade vizinha de São Petersburgo, na Rússia.

 

Os desafios trazidos pelos ataques cibernéticos não são exclusivos da guerra na Ucrânia. No Oriente Médio, por exemplo, a interferência de GPS tem ocorrido nos conflitos entre Israel e grupos aliados do Irã. A tática também tem sido um problema no Mar Vermelho, onde forças navais ocidentais passaram mais de um ano e meio defendendo rotas marítimas de ataques de rebeldes houthis no Iêmen.

 

Quanto aos militares finlandeses, eles estão monitorando de perto as práticas de guerra eletrônica em constante desenvolvimento e planejando cenários em que essas estratégias possam ser testadas em combate. E não estão sozinhos. Empresas do setor de defesa também estão se certificando de que seus produtos sejam mais resistentes a certos tipos de bloqueios e manipulações. Um exemplo disso é a Saildrone, uma empresa americana que fabrica embarcações de superfície não tripuladas para serviço de forças navais, incluindo a Marinha dos EUA.

 

Richard Jenkins, fundador e CEO da Saildrone, explicou que a empresa integrou tecnologia aos seus veículos de superfície não tripulados (USVs), permitindo que eles operem em ambientes onde o GPS e as comunicações estão comprometidos ou indisponíveis. Segundo Jenkins, alguns dos drones da empresa operados pelos militares dos EUA no Oriente Médio têm navegado em áreas com sinal falsificado há meses.

 

Jenkins disse acreditar que esse é o futuro da guerra. “Acho que, em um conflito real, os satélites serão a primeira coisa a desaparecer completamente.” Ele acrescenta ainda que todos precisam descobrir como sobreviver sem satélites, GPS e comunicações. E, para os militares, isso significa não apenas desenvolver novas tecnologias, mas também garantir que habilidades básicas sejam preservadas.

 

Disponível em https://epocanegocios.globo.com/tecnologia/noticia/2025/06/de-volta-ao-basico-soldados-finlandeses-recorrem-a-mapas-de-papel-para-aprender-a-lidar-com-bloqueios-de-gps.ghtml. Acesso em 11 set 25. (texto adaptado)

 

A expressão “De volta ao básico”, encontrada no título do texto 2, faz referência:

 

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