Foram encontradas 60 questões.
Texto
Faroeste
Naquele tempo o mocinho era bom.
Puro do cavalo branco até o chapelão imaculado.
A camisa limpa, com estrela de xerife. Luvas de
couro, tímido e olho baixo. Namorando a mocinha,
cisca nas pedras e espirra estrelinha com a espora
da botina.
Nunca despenteia o cabelo nas brigas. Defende
órfão e viúva. Com os brutos, implacável porém
justo.
Frequenta o boteco pra chatear os bandidos.
Bebe um trago e disfarça a careta. Atira só em
legítima defesa. O mocinho é sempre mocinho,
nunca brinca de bandido.
Ah, o vilão todo de preto, duas pistolas no cinto
prateado e um punhal (escondido) na bota – o
segundo mais rápido do oeste. Bigodinho fino,
risadinha cínica. Bebe, trapaceia no jogo. Cospe no
chão. Mata pelas costas.
Covarde, patético, chora na cadeia. E morre, bem
feito!, na forca.
Qual dos dois é o vilão hoje?
Se um quer roubar o ouro da mina do pai da
mocinha, o outro também.
Sem piscar, um troca a mocinha pelo cavalo do
outro.
Os punhos nus eram a arma do galã. Hoje briga
sujo. Inimigo vencido, a cara no pó? Chuta de letra
o nariz até esguichar sangue.
Costeleta e bigodinho ele também. Sem modos,
entra de chapelão na casa do juiz. Corteja a
heroína, já viu, aparando as unhas? Pífio jogador
de pôquer, o toque na orelha esquerda significa
trinca de sete.
A cada estalido na sombra já tem o dedo no
gatilho – seu lema é atire primeiro e pergunte
depois. Você por acaso fecha o olho do bandido
que matou? Nem ele.
E a mocinha, de cachinho loiro e tudo, que
vergonha!
Começa que moça direita nunca foi. Cantora
fuleira de cabaré, gira a valsa do amor nos braços
de um e de outro.
Por interesse, casa com o chefão do bando. Casa
com o pai do mocinho. Até com o mocinho ela casa.
Deixa estar, guri não é trouxa. Torce pelo
bandido.
(TREVISAN, Dalton. O beijo na nuca. Rio de Janeiro: Record, 2014.
P.66-67)
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Faroeste
Naquele tempo o mocinho era bom.
Puro do cavalo branco até o chapelão imaculado.
A camisa limpa, com estrela de xerife. Luvas de
couro, tímido e olho baixo. Namorando a mocinha,
cisca nas pedras e espirra estrelinha com a espora
da botina.
Nunca despenteia o cabelo nas brigas. Defende
órfão e viúva. Com os brutos, implacável porém
justo.
Frequenta o boteco pra chatear os bandidos.
Bebe um trago e disfarça a careta. Atira só em
legítima defesa. O mocinho é sempre mocinho,
nunca brinca de bandido.
Ah, o vilão todo de preto, duas pistolas no cinto
prateado e um punhal (escondido) na bota – o
segundo mais rápido do oeste. Bigodinho fino,
risadinha cínica. Bebe, trapaceia no jogo. Cospe no
chão. Mata pelas costas.
Covarde, patético, chora na cadeia. E morre, bem
feito!, na forca.
Qual dos dois é o vilão hoje?
Se um quer roubar o ouro da mina do pai da
mocinha, o outro também.
Sem piscar, um troca a mocinha pelo cavalo do
outro.
Os punhos nus eram a arma do galã. Hoje briga
sujo. Inimigo vencido, a cara no pó? Chuta de letra
o nariz até esguichar sangue.
Costeleta e bigodinho ele também. Sem modos,
entra de chapelão na casa do juiz. Corteja a
heroína, já viu, aparando as unhas? Pífio jogador
de pôquer, o toque na orelha esquerda significa
trinca de sete.
A cada estalido na sombra já tem o dedo no
gatilho – seu lema é atire primeiro e pergunte
depois. Você por acaso fecha o olho do bandido
que matou? Nem ele.
E a mocinha, de cachinho loiro e tudo, que
vergonha!
Começa que moça direita nunca foi. Cantora
fuleira de cabaré, gira a valsa do amor nos braços
de um e de outro.
Por interesse, casa com o chefão do bando. Casa
com o pai do mocinho. Até com o mocinho ela casa.
Deixa estar, guri não é trouxa. Torce pelo
bandido.
(TREVISAN, Dalton. O beijo na nuca. Rio de Janeiro: Record, 2014.
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Faroeste
Naquele tempo o mocinho era bom.
Puro do cavalo branco até o chapelão imaculado.
A camisa limpa, com estrela de xerife. Luvas de
couro, tímido e olho baixo. Namorando a mocinha,
cisca nas pedras e espirra estrelinha com a espora
da botina.
Nunca despenteia o cabelo nas brigas. Defende
órfão e viúva. Com os brutos, implacável porém
justo.
Frequenta o boteco pra chatear os bandidos.
Bebe um trago e disfarça a careta. Atira só em
legítima defesa. O mocinho é sempre mocinho,
nunca brinca de bandido.
Ah, o vilão todo de preto, duas pistolas no cinto
prateado e um punhal (escondido) na bota – o
segundo mais rápido do oeste. Bigodinho fino,
risadinha cínica. Bebe, trapaceia no jogo. Cospe no
chão. Mata pelas costas.
Covarde, patético, chora na cadeia. E morre, bem
feito!, na forca.
Qual dos dois é o vilão hoje?
Se um quer roubar o ouro da mina do pai da
mocinha, o outro também.
Sem piscar, um troca a mocinha pelo cavalo do
outro.
Os punhos nus eram a arma do galã. Hoje briga
sujo. Inimigo vencido, a cara no pó? Chuta de letra
o nariz até esguichar sangue.
Costeleta e bigodinho ele também. Sem modos,
entra de chapelão na casa do juiz. Corteja a
heroína, já viu, aparando as unhas? Pífio jogador
de pôquer, o toque na orelha esquerda significa
trinca de sete.
A cada estalido na sombra já tem o dedo no
gatilho – seu lema é atire primeiro e pergunte
depois. Você por acaso fecha o olho do bandido
que matou? Nem ele.
E a mocinha, de cachinho loiro e tudo, que
vergonha!
Começa que moça direita nunca foi. Cantora
fuleira de cabaré, gira a valsa do amor nos braços
de um e de outro.
Por interesse, casa com o chefão do bando. Casa
com o pai do mocinho. Até com o mocinho ela casa.
Deixa estar, guri não é trouxa. Torce pelo
bandido.
(TREVISAN, Dalton. O beijo na nuca. Rio de Janeiro: Record, 2014.
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Faroeste
Naquele tempo o mocinho era bom.
Puro do cavalo branco até o chapelão imaculado.
A camisa limpa, com estrela de xerife. Luvas de
couro, tímido e olho baixo. Namorando a mocinha,
cisca nas pedras e espirra estrelinha com a espora
da botina.
Nunca despenteia o cabelo nas brigas. Defende
órfão e viúva. Com os brutos, implacável porém
justo.
Frequenta o boteco pra chatear os bandidos.
Bebe um trago e disfarça a careta. Atira só em
legítima defesa. O mocinho é sempre mocinho,
nunca brinca de bandido.
Ah, o vilão todo de preto, duas pistolas no cinto
prateado e um punhal (escondido) na bota – o
segundo mais rápido do oeste. Bigodinho fino,
risadinha cínica. Bebe, trapaceia no jogo. Cospe no
chão. Mata pelas costas.
Covarde, patético, chora na cadeia. E morre, bem
feito!, na forca.
Qual dos dois é o vilão hoje?
Se um quer roubar o ouro da mina do pai da
mocinha, o outro também.
Sem piscar, um troca a mocinha pelo cavalo do
outro.
Os punhos nus eram a arma do galã. Hoje briga
sujo. Inimigo vencido, a cara no pó? Chuta de letra
o nariz até esguichar sangue.
Costeleta e bigodinho ele também. Sem modos,
entra de chapelão na casa do juiz. Corteja a
heroína, já viu, aparando as unhas? Pífio jogador
de pôquer, o toque na orelha esquerda significa
trinca de sete.
A cada estalido na sombra já tem o dedo no
gatilho – seu lema é atire primeiro e pergunte
depois. Você por acaso fecha o olho do bandido
que matou? Nem ele.
E a mocinha, de cachinho loiro e tudo, que
vergonha!
Começa que moça direita nunca foi. Cantora
fuleira de cabaré, gira a valsa do amor nos braços
de um e de outro.
Por interesse, casa com o chefão do bando. Casa
com o pai do mocinho. Até com o mocinho ela casa.
Deixa estar, guri não é trouxa. Torce pelo
bandido.
(TREVISAN, Dalton. O beijo na nuca. Rio de Janeiro: Record, 2014.
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Naquele tempo o mocinho era bom.
Puro do cavalo branco até o chapelão imaculado.
A camisa limpa, com estrela de xerife. Luvas de
couro, tímido e olho baixo. Namorando a mocinha,
cisca nas pedras e espirra estrelinha com a espora
da botina.
Nunca despenteia o cabelo nas brigas. Defende
órfão e viúva. Com os brutos, implacável porém
justo.
Frequenta o boteco pra chatear os bandidos.
Bebe um trago e disfarça a careta. Atira só em
legítima defesa. O mocinho é sempre mocinho,
nunca brinca de bandido.
Ah, o vilão todo de preto, duas pistolas no cinto
prateado e um punhal (escondido) na bota – o
segundo mais rápido do oeste. Bigodinho fino,
risadinha cínica. Bebe, trapaceia no jogo. Cospe no
chão. Mata pelas costas.
Covarde, patético, chora na cadeia. E morre, bem
feito!, na forca.
Qual dos dois é o vilão hoje?
Se um quer roubar o ouro da mina do pai da
mocinha, o outro também.
Sem piscar, um troca a mocinha pelo cavalo do
outro.
Os punhos nus eram a arma do galã. Hoje briga
sujo. Inimigo vencido, a cara no pó? Chuta de letra
o nariz até esguichar sangue.
Costeleta e bigodinho ele também. Sem modos,
entra de chapelão na casa do juiz. Corteja a
heroína, já viu, aparando as unhas? Pífio jogador
de pôquer, o toque na orelha esquerda significa
trinca de sete.
A cada estalido na sombra já tem o dedo no
gatilho – seu lema é atire primeiro e pergunte
depois. Você por acaso fecha o olho do bandido
que matou? Nem ele.
E a mocinha, de cachinho loiro e tudo, que
vergonha!
Começa que moça direita nunca foi. Cantora
fuleira de cabaré, gira a valsa do amor nos braços
de um e de outro.
Por interesse, casa com o chefão do bando. Casa
com o pai do mocinho. Até com o mocinho ela casa.
Deixa estar, guri não é trouxa. Torce pelo
bandido.
(TREVISAN, Dalton. O beijo na nuca. Rio de Janeiro: Record, 2014.
P.66-67)
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Assinale a alternativa que apresenta a linha de
frente da defesa na segurança das redes de
computadores, que colocam uma barreira entre
redes internas e redes externas, confiáveis ou
não, como a Internet:
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O navegador (browser) tem a capacidade de ler, de forma nativa, vários tipos ou extensões de arquivos tais como:
(1) JPG (2) GIF (3) PNG
Da relação apresentada:
(1) JPG (2) GIF (3) PNG
Da relação apresentada:
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Quanto aos conceitos básicos sobre Sistemas
Operacionais, software e hardware, analise as
afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V)
ou Falso (F).
( ) Tanto o Windows como o Linux são categorizados como Sistemas Operacionais.
( ) Dentro do software de um computador existem vários hardwares como os antivírus.
( ) Os Sistemas Operacionais são considerados tecnicamente como hardwares puros.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
( ) Tanto o Windows como o Linux são categorizados como Sistemas Operacionais.
( ) Dentro do software de um computador existem vários hardwares como os antivírus.
( ) Os Sistemas Operacionais são considerados tecnicamente como hardwares puros.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
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De acordo com a Lei n° 8.588 de 27 de novembro
de 2006, toda ação ou omissão que leve ao
descumprimento dos preceitos estabelecidos
na lei é considerada uma infração. Sobre o
exposto, assinale a alternativa incorreta.
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Leia abaixo o artigo 17° do Decreto n° 1.652, de
11 de março de 2013.
“Estará apta à ______ e à ______ em todo o Estado de Mato Grosso a semente e a muda identificadas e acompanhadas dos documentos exigidos pela legislação vigente.”
(SEFAZ, 2022, Disponível em http://app1.sefaz.mt.gov.br/Sistema/Legislacao/legislacaotribut.nsf/b 627c5d8a24d8a5003256730004d2e96/c54553de68f3a17384257b2c 007bf4ab?OpenDocument. Acesso em 10 de mai. de 2022).
Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
“Estará apta à ______ e à ______ em todo o Estado de Mato Grosso a semente e a muda identificadas e acompanhadas dos documentos exigidos pela legislação vigente.”
(SEFAZ, 2022, Disponível em http://app1.sefaz.mt.gov.br/Sistema/Legislacao/legislacaotribut.nsf/b 627c5d8a24d8a5003256730004d2e96/c54553de68f3a17384257b2c 007bf4ab?OpenDocument. Acesso em 10 de mai. de 2022).
Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
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