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Foram encontradas 50 questões.

1388192 Ano: 2007
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: INEA-RJ
Text 1
CLIMATE CHANGE GIVES RISE TO A NEW ORDER
Once again, humanity is facing the risk of catastrophe. The terror of destruction by nuclear missiles ready to be launched at the touch of a button has given way to the disturbing possibility of global warming going past the point of no return, and this is turning traditional international coalitions and geopolitical concepts upside down.
Although the seriousness of the threat to human survival has been acknowledged in diplomatic rhetoric, the international powers are still not giving the climate crisis the absolute priority it deserves. The old divisions and disputes arising from strategic, economic, trade and ideological issues continue to predominate.
According to Eduardo Viola, a professor of International Relations at the University of Brasilia, Brazil should join the European Union (EU) in a “virtuous and responsible alliance,” and distance itself from China, the country that now emits the greatest volume of greenhouse gases and has an “irresponsible” attitude to climate.
In the view of this pioneer Brazilian scholar of global climate security, only cooperation between the main greenhouse gas emitters can create the conditions needed to avoid dangerous climate change, which will occur if the average surface temperature of the planet rises by more than two degrees during the course of this century.
Brazil, the sixth largest greenhouse gas emitter after China, the United States, the EU, India and Russia, could contribute to climate-friendly progress by allying itself with European governments and Japan to work for “a transition to a low-carbon economy,” assuming major commitments and recovering the degree of environmental leadership it enjoyed in the 1990s, said Viola.
Together, China and the United States account for 43 percent of global emissions. China has adopted an economic growth model based on heavy environmental and climate impacts, said Viola, who puts both countries in the “irresponsible” category.
Global climate security depends on a “grand agreement” between the 13 largest emitters, which each contribute over 1.5 percent of the world total, to achieve a substantial reduction in global carbon dioxide emissions. by Mario Osava
Inter Press Service News Agency, Dec. 26, 2007
In “…this is turning traditional international coalitions and geopolitical concepts upside down.” the idea of “to turn something upside down” means to
 

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Recentemente foram divulgados casos de morte por febre amarela, doença viral transmitida pela fêmea de dois mosquitos principais, o Aedes aegypti (febre amarela urbana) e o Aedes leucocelaenus (febre amarela selvagem). Assim como outras doenças tropicais, este é um tipo de enfermidade ligada a fatores socioeconômicos, e que, portanto, atinge populações que vivem em condições precárias de saneamento, habitação, saúde, renda e educação e indicam que
 

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A história da transformação do Cerrado é relativamente recente. Tudo começou nos anos 1970. Além da pecuária, a soja, o milho e o algodão são as principais culturas desenvolvidas nas savanas brasileiras hoje. No Estado do Mato Grosso, por exemplo, a soja ocupa 88% do cerrado do Estado, segundo estudos da Universidade de Brasília (UnB). A transformação do uso do solo na savana está diretamente relacionada com o aumento das emissões de carbono.
Disponível em: http://www.folha.uol.com.br (adaptado)
Sobre o bioma cerrado, considere as afirmativas a seguir.
I - Trata-se de uma savana com a maior biodiversidade do mundo.
II - Possui um solo empobrecido, não adequado ao plantio.
III - Sua posição na costa brasileira explica a exploração recente.
É(São) correta(s) a(s) afirmativa(s)
 

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Considere a tabela abaixo sobre o consumo de água em diferentes anos.
Consumo total de água (km3/ano)
Uso total 1970 1975 2000
Suprimento doméstico 120 150 500
Indústria 510 630 1300
Agricultura 1900 2100 3400
Total 2530 2880 5200
Se o consumo continuar a subir seguindo essa tendência, espera-se que
 

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Despejo de esgoto doméstico, hospitalar ou industrial em locais impróprios é considerado crime ambiental, o que, no Estado do Rio de Janeiro, é fiscalizado pela(o)
 

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O lado perigoso do avanço dos computadores

Em 2008, o número de computadores pessoais (PCs) em funcionamento no mundo deve atingir a astronômica cifra de 1 bilhão. Desde seu surgimento, nos anos 70, até chegar a essa marca, passou-se um pouco mais de três décadas. Porém, para dobrar esse número, serão necessários apenas sete anos. De acordo com estimativa divulgada pela consultoria Forrester Research, em 2015 haverá 2 bilhões de PCs espalhados pelo mundo. A princípio, esse boom no consumo de PCs pode significar o acesso de mais pessoas à tecnologia, o que, sem dúvida, é um avanço positivo. Mas essa expansão tem alguns aspectos preocupantes. O primeiro é que a indústria de computadores e seus periféricos é uma das que, proporcionalmente ao peso de seus produtos, mais consomem recursos naturais, tanto na forma de matéria-prima como em termos de água e energia. Segundo a Universidade das Nações Unidas, um computador comum (de 24 quilos, em média) emprega ao menos dez vezes seu peso em combustíveis fósseis (contribuindo para o aquecimento global) e 1.500 litros de água em seu processo de fabricação. Essa relação supera, por exemplo, a dos automóveis, que utilizam, no máximo, duas vezes seu peso em matéria-prima e insumos. Um único chip de memória RAM consome 1,7 quilo de combustíveis fósseis e substâncias químicas para ser produzido, o que corresponde a cerca de 400 vezes seu peso.

Alta demanda de matéria-prima

Na outra ponta, a indústria de computadores também apresenta um problema muito sério: o descarte desses equipamentos resulta na geração de 50 milhões de toneladas de lixo todos os anos, segundo o Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas. É uma montanha com mais de 200 milhões de PCs completos, que tende a saturar aterros e depósitos, complicando ainda mais a gestão de resíduos. Para agravar a situação, algumas peças de computadores contêm metais pesados, como mercúrio, cádmio, chumbo e cromo, transformando-as em um risco à saúde pública quando descartadas de forma inadequada. [...]

Consumo consciente

Todos sabemos que, hoje em dia, é praticamente inviável prescindir dos computadores. Mas, tomando consciência dos impactos que seu uso causa, o consumidor pode contribuir para que os reflexos positivos dessa tecnologia sejam maiores que os danos ao meio ambiente. A primeira coisa a ser avaliada pelo consumidor é se há mesmo necessidade de comprar um novo computador. Algumas vezes, um upgrade (troca de peças específicas, mantendo a “carcaça”) basta para atender às necessidades do momento. Outro procedimento que deve sempre ser adotado é o de tentar consertar o computador, em vez de aproveitar o primeiro problema para trocar a máquina por outra nova. [...] Outras vezes, as pessoas trocam de equipamento apenas por comodidade ou estética. É sempre bom gastar alguns minutinhos ponderando se é possível adiar a compra de um novo equipamento e, caso não seja, refletir sobre as reais necessidades que devem ser atendidas por esse novo equipamento. Outra questão a ser considerada na hora de trocar de computador é o que fazer com o velho. Uma alternativa é procurar alguma empresa que faça a reciclagem dos equipamentos. [...] Outra possibilidade é doar o computador antigo. Pode ser a algum conhecido ou a entidades que utilizam o computador como está ou comercializam sua sucata com empresas recicladoras.

EcoSpy Brasil – Meio Ambiente, Consciência e Tecnologia. Ano 2 n.12. Nov/Dez 2007.

Considerando o texto, as ações que são seqüenciais e realizadas pelo mesmo agente são

Ação inicial Ação seguinte
 

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1378050 Ano: 2007
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: INEA-RJ
Text 1
CLIMATE CHANGE GIVES RISE TO A NEW ORDER
Once again, humanity is facing the risk of catastrophe. The terror of destruction by nuclear missiles ready to be launched at the touch of a button has given way to the disturbing(a) possibility of global warming going past the point of no return, and this is turning traditional international coalitions and geopolitical concepts upside down.
Although the seriousness of the threat to human survival has been acknowledged(b) in diplomatic rhetoric, the international powers are still not giving the climate crisis the absolute priority(c) it deserves. The old divisions and disputes arising from strategic, economic, trade and ideological issues continue to predominate.
According to Eduardo Viola, a professor of International Relations at the University of Brasilia, Brazil should join the European Union (EU) in a “virtuous and responsible alliance,” and distance itself from China, the country that now emits the greatest volume of greenhouse gases and has an “irresponsible” attitude to climate.
In the view of this pioneer Brazilian scholar of global climate security, only cooperation between the main greenhouse gas emitters can create the conditions needed to avoid dangerous climate change, which will occur if the average surface temperature of the planet rises(d) by more than two degrees during the course of this century.
Brazil, the sixth largest greenhouse gas emitter after China, the United States, the EU, India and Russia, could contribute to climate-friendly progress by allying itself with European governments and Japan to work for “a transition to a low-carbon economy,” assuming major(e) commitments and recovering the degree of environmental leadership it enjoyed in the 1990s, said Viola.
Together, China and the United States account for 43 percent of global emissions. China has adopted an economic growth model based on heavy environmental and climate impacts, said Viola, who puts both countries in the “irresponsible” category.
Global climate security depends on a “grand agreement” between the 13 largest emitters, which each contribute over 1.5 percent of the world total, to achieve a substantial reduction in global carbon dioxide emissions. by Mario Osava
Inter Press Service News Agency, Dec. 26, 2007
Which option describes accurately the meaning relationship between the pairs of words?
 

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1377609 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: INEA-RJ

O lado perigoso do avanço dos computadores

Em 2008, o número de computadores pessoais (PCs) em funcionamento no mundo deve atingir a astronômica cifra de 1 bilhão. Desde seu surgimento, nos anos 70, até chegar a essa marca, passou-se um pouco mais de três décadas. Porém, para dobrar esse número, serão necessários apenas sete anos. De acordo com estimativa divulgada pela consultoria Forrester Research, em 2015 haverá 2 bilhões de PCs espalhados pelo mundo. A princípio, esse boom no consumo de PCs pode significar o acesso de mais pessoas à tecnologia, o que, sem dúvida, é um avanço positivo. Mas essa expansão tem alguns aspectos preocupantes. O primeiro é que a indústria de computadores e seus periféricos é uma das que, proporcionalmente ao peso de seus produtos, mais consomem recursos naturais, tanto na forma de matéria-prima como em termos de água e energia. Segundo a Universidade das Nações Unidas, um computador comum (de 24 quilos, em média) emprega ao menos dez vezes seu peso em combustíveis fósseis (contribuindo para o aquecimento global) e 1.500 litros de água em seu processo de fabricação. Essa relação supera, por exemplo, a dos automóveis, que utilizam, no máximo, duas vezes seu peso em matéria-prima e insumos. Um único chip de memória RAM consome 1,7 quilo de combustíveis fósseis e substâncias químicas para ser produzido, o que corresponde a cerca de 400 vezes seu peso.

Alta demanda de matéria-prima

Na outra ponta, a indústria de computadores também apresenta um problema muito sério: o descarte desses equipamentos resulta na geração de 50 milhões de toneladas de lixo todos os anos, segundo o Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas. É uma montanha com mais de 200 milhões de PCs completos, que tende a saturar aterros e depósitos, complicando ainda mais a gestão de resíduos. Para agravar a situação, algumas peças de computadores contêm metais pesados, como mercúrio, cádmio, chumbo e cromo, transformando-as em um risco à saúde pública quando descartadas de forma inadequada. [...]

Consumo consciente

Todos sabemos que, hoje em dia, é praticamente inviável prescindir dos computadores. Mas, tomando consciência dos impactos que seu uso causa, o consumidor pode contribuir para que os reflexos positivos dessa tecnologia sejam maiores que os danos ao meio ambiente. A primeira coisa a ser avaliada pelo consumidor é se há mesmo necessidade de comprar um novo computador. Algumas vezes, um upgrade (troca de peças específicas, mantendo a “carcaça”) basta para atender às necessidades do momento. Outro procedimento que deve sempre ser adotado é o de tentar consertar o computador, em vez de aproveitar o primeiro problema para trocar a máquina por outra nova. [...] Outras vezes, as pessoas trocam de equipamento apenas por comodidade ou estética. É sempre bom gastar alguns minutinhos ponderando se é possível adiar a compra de um novo equipamento e, caso não seja, refletir sobre as reais necessidades que devem ser atendidas por esse novo equipamento. Outra questão a ser considerada na hora de trocar de computador é o que fazer com o velho. Uma alternativa é procurar alguma empresa que faça a reciclagem dos equipamentos. [...] Outra possibilidade é doar o computador antigo. Pode ser a algum conhecido ou a entidades que utilizam o computador como está ou comercializam sua sucata com empresas recicladoras.

EcoSpy Brasil – Meio Ambiente, Consciência e Tecnologia. Ano 2 n.12. Nov/Dez 2007.

A sentença em que a palavra sempre indica a mesma circunstância expressa em “É sempre bom gastar alguns minutinhos ponderando se é possível...” é:

 

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1377489 Ano: 2007
Disciplina: Redação Oficial
Banca: CESGRANRIO
Orgão: INEA-RJ
Observe a ata a seguir.
Ata da reunião do Conselho Administrativo.
Aos quinze dias de janeiro de 2008, às dez horas, no Auditório da Empresa XXX, reuniu-se o Conselho Administrativo para discutir sobre economia de energia na empresa. Os presentes discutiram formas de poupar energia, mostrando argumentos favoráveis ou contrários a cada estratégia apresentada. Após os debates, decidiu-se desligar os aparelhos de ar condicionado na parte da manhã. Sem mais a tratar, eu, Maria da Silva, secretária, lavrei, transcrevi e assino a presente ata.
Assinado: Enunciado 1377489-1
Secretária
A ata acima está incompleta. Dentre as partes necessárias que não estão presentes, faltou incluir
 

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1376490 Ano: 2007
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: INEA-RJ
Text 1
CLIMATE CHANGE GIVES RISE TO A NEW ORDER
Once again, humanity is facing the risk of catastrophe. The terror of destruction by nuclear missiles ready to be launched at the touch of a button has given way to the disturbing possibility of global warming going past the point of no return, and this is turning traditional international coalitions and geopolitical concepts upside down.
Although the seriousness of the threat to human survival has been acknowledged in diplomatic rhetoric, the international powers are still not giving the climate crisis the absolute priority it deserves. The old divisions and disputes arising from strategic, economic, trade and ideological issues continue to predominate.
According to Eduardo Viola, a professor of International Relations at the University of Brasilia, Brazil should join the European Union (EU) in a “virtuous and responsible alliance,” and distance itself from China, the country that now emits the greatest volume of greenhouse gases and has an “irresponsible” attitude to climate.
In the view of this pioneer Brazilian scholar of global climate security, only cooperation between the main greenhouse gas emitters can create the conditions needed to avoid dangerous climate change, which will occur if the average surface temperature of the planet rises by more than two degrees during the course of this century.
Brazil, the sixth largest greenhouse gas emitter after China, the United States, the EU, India and Russia, could contribute to climate-friendly progress by allying itself with European governments and Japan to work for “a transition to a low-carbon economy,” assuming major commitments and recovering the degree of environmental leadership it enjoyed in the 1990s, said Viola.
Together, China and the United States account for 43 percent of global emissions. China has adopted an economic growth model based on heavy environmental and climate impacts, said Viola, who puts both countries in the “irresponsible” category.
Global climate security depends on a “grand agreement” between the 13 largest emitters, which each contribute over 1.5 percent of the world total, to achieve a substantial reduction in global carbon dioxide emissions. by Mario Osava
Inter Press Service News Agency, Dec. 26, 2007
According to the author, all the circumstances below are responsible for dangerous climate change EXCEPT one. Mark it.
 

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