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Foram encontradas 70 questões.

877388 Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FGV
Orgão: INEA-RJ
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Em março de 2013, realizou-se a V Cúpula do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), em Durban, na África do Sul.

Assinale a alternativa que identifica corretamente uma decisão tomada nessa reunião.
 

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3477315 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: FGV
Orgão: INEA-RJ
Leia as informações a seguir e responda à questão.
Uma tubulação industrial de diâmetro externo 100 cm e espessura uniforme de 4 cm, com comprimento de 500 m, fornece água para determinada região. Sabe-se que a viscosidade e a massa específica da água são, respectivamente, de 1 stokes e 1000 Kg.m–3 e que a aceleração da gravidade vale 10 m.s–2.
Enunciado 3836488-1
Observação: a fórmula de Darcy para perda de carga é \(J= \dfrac {fLV^2} {2Dg}.\)
A perda de carga nesse trecho, sabendo que a velocidade do fluxo d’água na tubulação de 1 m.s–1, é
Questão Anulada

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3477314 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: FGV
Orgão: INEA-RJ
A corrosão consiste na deterioração dos materiais pela ação química ou eletroquímica do meio, podendo estar ou não associada a esforços mecânicos. Portanto, a taxa de corrosão expressa a velocidade do desgaste verificado na superfície metálica e pode ser medida em milésimos de polegada por ano (mpy).
A esse respeito, assinale a afirmativa correta.
Questão Anulada

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3477313 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: FGV
Orgão: INEA-RJ
Um sistema fluido-mecânico pode ser formado por máquinas ou dispositivos cuja função é extrair ou adicionar energia de um fluido de trabalho.
A respeito das máquinas de fluxo, assinale a afirmativa correta.
Questão Anulada

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3477312 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: FGV
Orgão: INEA-RJ
Temperabilidade é a capacidade do material endurecer. Há diversos fatores que afetam a temperabilidade do aço, afetando as curvas Transformação-Tempo-Temperatura (curvas TTT).
Na posição em C, pode-se aumentar a temperabilidade do aço
Questão Anulada

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3477311 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: FGV
Orgão: INEA-RJ
Um gás a 0,1 kPa a 400ºC é estrangulado a 500 kPa. A variação da energia cinética é desprezível neste processo.
Presume-se que o gás atue como perfeito no ciclo e que a constante R do gás e os seus calores específicos sejam constantes e iguais a 0,30 kJ.kg–1.K–1 e 0,75 kJ.kg–1.K–1 a volume constante e, 1,05 kJ.kg–1.K–1 à pressão constante.
Determine a entalpia final do gás.
Questão Anulada

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3477310 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: FGV
Orgão: INEA-RJ
Um bloco de 50 kg está suspenso pelo arranjo de três molas com constantes de mola k1= 10 N.m–1, k2= 5 N.m–1 e k3= 2 N.m–1.
Se o bloco é deslocado verticalmente para baixo de sua posição de equilíbrio e liberado, então a frequência do movimento é
Questão Anulada

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877442 Ano: 2013
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FGV
Orgão: INEA-RJ
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O Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro, Decreto-Lei n. 220/75, em atenção à exigência constitucional de concurso público para acesso a cargos efetivos como regra geral, dispõe que a nomeação para cargo de provimento efetivo depende de prévia habilitação em concurso público, o qual objetivará avaliar

I. o conhecimento e a qualificação profissional, mediante provas ou provas e títulos.
II. as condições de sanidade físico-mental.
III. o desempenho das atividades do cargo, inclusive condições psicológicas, mediante estágio experimental.

O legislador dispensou a aplicação do item III, ou seja, não se aplica a avaliação de desempenho das atividades do cargo, inclusive condições psicológicas, mediante estágio experimental, para uma determinada hipótese. Assinale a alternativa que apresenta a situação em que é dispensada tal avaliação.
Questão Anulada

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877427 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: INEA-RJ
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Texto I

Só falta a política de redução de riscos

Entre 1990 e 2010, mais de 96 milhões de pessoas foram afetadas por desastres no Brasil, como demonstra o Atlas dos Desastres Naturais do Brasil. Destas, mais de 6 milhões tiveram de deixar suas moradias, cerca de 480 mil sofreram algum agravo ou doença e quase 3,5 mil morreram imediatamente após os mesmos. Desastres como o de Petrópolis, que resultaram em dezenas de óbitos, não existem em um vácuo. Se por um lado exigem a presença de ameaças naturais, como chuvas fortes, por outro não se realizam sem condições de vulnerabilidade, constituídas através dos processos sociais relacionados à dinâmica do desenvolvimento econômico e da proteção social e ambiental. Isto significa que os debates em torno do desastre devem ir além das cobranças que ano após ano ficam restritas à Defesa Civil.

A redução de riscos de desastres deve hoje constituir o cerne da política brasileira para os desastres. Isto significa combinar um conjunto de políticas não só para o durante os riscos e situações de desastres, o que avançamos bem, mas também e principalmente para o antes e o depois dos mesmos.

Particularmente, após o desastre da Região Serrana (RJ) em 2011, uma série de iniciativas importantes ocorreu. Criou-se o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, a Força-Tarefa de Apoio Técnico e Emergência, a Força Nacional do SUS e reestruturou-se o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos de Desastres. Estas iniciativas ainda estão concentradas no monitoramento, alerta e respostas aos desastres. Faltam políticas integradas para redução de riscos.

Dados do IBGE revelam que apenas 1,2% dos municípios possuíam plano municipal de redução de riscos em 2011. Nos municípios maiores, com mais de 500 mil habitantes, que não ultrapassam quatro dezenas, este percentual superava 50%. De modo inverso, nos municípios menores, com menos de 20 mil habitantes, em torno de quatro mil, este percentual era de 3,3%. É uma situação bastante preocupante relacionada aos municípios de grande porte e drástica nos municípios de pequeno porte.

Há necessidade urgente de se investir em políticas integradas. E que ofereçam suporte aos municípios de menor porte. Na outra ponta, políticas de recuperação e reconstrução após desastres deveriam permitir o retorno à normalidade da vida "cotidiana", não prolongando os efeitos dos desastres, como temos visto.

(Carlos Machado - O Globo, 01/04/2013)
A partir do fragmento a seguir, responda às questões 01, 02, 03 e 04.

"Entre 1990 e 2010, mais de 96 milhões de pessoas foram afetadas por desastres no Brasil, como demonstra o Atlas dos Desastres Naturais do Brasil. Destas, mais de 6 milhões tiveram de deixar suas moradias, cerca de 480 mil sofreram algum agravo ou doença e quase 3,5 mil morreram imediatamente após os mesmos".


Sobre as expressões que envolvem numerais nesse segmento do texto, assinale a afirmativa incorreta.
Questão Anulada

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877408 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: INEA-RJ
Provas:
Texto I

Só falta a política de redução de riscos

Entre 1990 e 2010, mais de 96 milhões de pessoas foram afetadas por desastres no Brasil, como demonstra o Atlas dos Desastres Naturais do Brasil. Destas, mais de 6 milhões tiveram de deixar suas moradias, cerca de 480 mil sofreram algum agravo ou doença e quase 3,5 mil morreram imediatamente após os mesmos. Desastres como o de Petrópolis, que resultaram em dezenas de óbitos, não existem em um vácuo. Se por um lado exigem a presença de ameaças naturais, como chuvas fortes, por outro não se realizam sem condições de vulnerabilidade, constituídas através dos processos sociais relacionados à dinâmica do desenvolvimento econômico e da proteção social e ambiental. Isto significa que os debates em torno do desastre devem ir além das cobranças que ano após ano ficam restritas à Defesa Civil.

A redução de riscos de desastres deve hoje constituir o cerne da política brasileira para os desastres. Isto significa combinar um conjunto de políticas não só para o durante os riscos e situações de desastres, o que avançamos bem, mas também e principalmente para o antes e o depois dos mesmos.

Particularmente, após o desastre da Região Serrana (RJ) em 2011, uma série de iniciativas importantes ocorreu. Criou-se o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, a Força-Tarefa de Apoio Técnico e Emergência, a Força Nacional do SUS e reestruturou-se o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos de Desastres. Estas iniciativas ainda estão concentradas no monitoramento, alerta e respostas aos desastres. Faltam políticas integradas para redução de riscos.

Dados do IBGE revelam que apenas 1,2% dos municípios possuíam plano municipal de redução de riscos em 2011. Nos municípios maiores, com mais de 500 mil habitantes, que não ultrapassam quatro dezenas, este percentual superava 50%. De modo inverso, nos municípios menores, com menos de 20 mil habitantes, em torno de quatro mil, este percentual era de 3,3%. É uma situação bastante preocupante relacionada aos municípios de grande porte e drástica nos municípios de pequeno porte.

Há necessidade urgente de se investir em políticas integradas. E que ofereçam suporte aos municípios de menor porte. Na outra ponta, políticas de recuperação e reconstrução após desastres deveriam permitir o retorno à normalidade da vida "cotidiana", não prolongando os efeitos dos desastres, como temos visto.

(Carlos Machado - O Globo, 01/04/2013)
Assinale a alternativa que indica os vocábulos do texto que não são acentuados pela mesma regra de acentuação gráfica.
Questão Anulada

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