Foram encontradas 80 questões.
3584690
Ano: 2025
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: InoversaSul
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: InoversaSul
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Julgue o item a seguir com base nas disposições da Constituição Federal de 1988 relativa à educação e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).
É dever do estabelecimento de ensino informar ao pai e à mãe do aluno a frequência e o rendimento dele, ainda que aquele(a) não conviva diretamente com o estudante.
É dever do estabelecimento de ensino informar ao pai e à mãe do aluno a frequência e o rendimento dele, ainda que aquele(a) não conviva diretamente com o estudante.
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3584689
Ano: 2025
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: InoversaSul
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: InoversaSul
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Julgue o item a seguir com base nas disposições da Constituição Federal de 1988 relativa à educação e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).
A educação básica obrigatória engloba apenas a pré-escola e os ensinos fundamental e médio.
A educação básica obrigatória engloba apenas a pré-escola e os ensinos fundamental e médio.
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3584688
Ano: 2025
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: InoversaSul
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: InoversaSul
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Julgue o item a seguir com base nas disposições da Constituição Federal de 1988 relativa à educação e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).
Compete exclusivamente à União exercer a ação redistributiva em relação aos estabelecimentos de ensino público.
Compete exclusivamente à União exercer a ação redistributiva em relação aos estabelecimentos de ensino público.
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3584687
Ano: 2025
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: InoversaSul
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: InoversaSul
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Julgue o item a seguir com base nas disposições da Constituição Federal de 1988 relativa à educação e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).
O plano nacional de educação tem prazo de duração definido.
O plano nacional de educação tem prazo de duração definido.
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3584686
Ano: 2025
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: InoversaSul
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: InoversaSul
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Julgue o item a seguir com base nas disposições da Constituição Federal de 1988 relativa à educação e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).
No sistema de ensino público, a educação profissional técnica de nível médio não pode ser oferecida a quem já tenha concluído o ensino médio.
No sistema de ensino público, a educação profissional técnica de nível médio não pode ser oferecida a quem já tenha concluído o ensino médio.
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3584685
Ano: 2025
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: InoversaSul
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: InoversaSul
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Julgue o item a seguir com base nas disposições da Constituição Federal de 1988 relativa à educação e na Lei de Diretrizes e Bases
da Educação Nacional (LDB).
A Base Nacional Comum Curricular do ensino médio está hoje dividida em ensino de linguagens, ensino de matemática e ensino de ciências da natureza e das respectivas tecnologias, sendo as demais matérias, como sociologia e filosofia, integrantes dos itinerários formativos.
A Base Nacional Comum Curricular do ensino médio está hoje dividida em ensino de linguagens, ensino de matemática e ensino de ciências da natureza e das respectivas tecnologias, sendo as demais matérias, como sociologia e filosofia, integrantes dos itinerários formativos.
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Pesquisadores da Universidade Raboud, na Holanda,
analisando cerca de 5.000 participantes de 358 tarefas cognitivas,
chegaram à conclusão de que pensar dói. Não ria. A análise foi
feita com o auxílio de um programa especial da NASA. Pelo que
entendi, certas atividades cerebrais, como fazer cálculos
matemáticos, ler Gertrude Stein ou tomar decisões que envolvam
um sim ou não de vida ou morte, provocam sensações orgânicas
que podem ser classificadas como dolorosas.
Segundo o estudo, quanto maior o esforço mental, maior
o desconforto físico. Não é preciso pensar muito para se chegar
a este óbvio, por definição, ululante. A pesquisa não considera
a hipótese de todo esforço mental ser relativo — para muitos,
calcular uma reles raiz quadrada será uma tarefa intransponível,
enquanto, para outros, discutir a conjectura de Poincaré com
Alfred North Whitehead pode ser tão simples como falar de
futebol no botequim.
O que me espanta é que a conclusão de que pensar dói
tenha vindo de uma instituição da Holanda, país admirado por
produzir pensadores em tantos ramos. Eram holandeses Erasmo
de Roterdão (1466-1536) e Spinoza (1632-1677), dois pilares da
filosofia, atividade cuja única ferramenta é o pensamento. E não
há registro de que os filósofos sofressem de lombalgia ou dor de
dentes por pensar.
Os holandeses inventaram também a fita cassete, o CD e
o DVD, e temos de lhes ser gratos por isso. Mas depois
os desinventaram — e pensar nisso, sim, dói.
Ruy Castro. Pensar dói? Internet: <folha.uol.com.br> (com adaptações).
Dado seu papel na organização argumentativa do texto, o terceiro parágrafo poderia ser iniciado pela conjunção Portanto, da seguinte forma: Portanto, o que me espanta (...).
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Pesquisadores da Universidade Raboud, na Holanda,
analisando cerca de 5.000 participantes de 358 tarefas cognitivas,
chegaram à conclusão de que pensar dói. Não ria. A análise foi
feita com o auxílio de um programa especial da NASA. Pelo que
entendi, certas atividades cerebrais, como fazer cálculos
matemáticos, ler Gertrude Stein ou tomar decisões que envolvam
um sim ou não de vida ou morte, provocam sensações orgânicas
que podem ser classificadas como dolorosas.
Segundo o estudo, quanto maior o esforço mental, maior
o desconforto físico. Não é preciso pensar muito para se chegar
a este óbvio, por definição, ululante. A pesquisa não considera
a hipótese de todo esforço mental ser relativo — para muitos,
calcular uma reles raiz quadrada será uma tarefa intransponível,
enquanto, para outros, discutir a conjectura de Poincaré com
Alfred North Whitehead pode ser tão simples como falar de
futebol no botequim.
O que me espanta é que a conclusão de que pensar dói
tenha vindo de uma instituição da Holanda, país admirado por
produzir pensadores em tantos ramos. Eram holandeses Erasmo
de Roterdão (1466-1536) e Spinoza (1632-1677), dois pilares da
filosofia, atividade cuja única ferramenta é o pensamento. E não
há registro de que os filósofos sofressem de lombalgia ou dor de
dentes por pensar.
Os holandeses inventaram também a fita cassete, o CD e
o DVD, e temos de lhes ser gratos por isso. Mas depois
os desinventaram — e pensar nisso, sim, dói.
Ruy Castro. Pensar dói? Internet: <folha.uol.com.br> (com adaptações).
No segundo parágrafo, a expressão “este óbvio” (segundo período) refere-se a “quanto maior o esforço mental, maior o desconforto físico” (primeiro período).
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Pesquisadores da Universidade Raboud, na Holanda,
analisando cerca de 5.000 participantes de 358 tarefas cognitivas,
chegaram à conclusão de que pensar dói. Não ria. A análise foi
feita com o auxílio de um programa especial da NASA. Pelo que
entendi, certas atividades cerebrais, como fazer cálculos
matemáticos, ler Gertrude Stein ou tomar decisões que envolvam
um sim ou não de vida ou morte, provocam sensações orgânicas
que podem ser classificadas como dolorosas.
Segundo o estudo, quanto maior o esforço mental, maior
o desconforto físico. Não é preciso pensar muito para se chegar
a este óbvio, por definição, ululante. A pesquisa não considera
a hipótese de todo esforço mental ser relativo — para muitos,
calcular uma reles raiz quadrada será uma tarefa intransponível,
enquanto, para outros, discutir a conjectura de Poincaré com
Alfred North Whitehead pode ser tão simples como falar de
futebol no botequim.
O que me espanta é que a conclusão de que pensar dói
tenha vindo de uma instituição da Holanda, país admirado por
produzir pensadores em tantos ramos. Eram holandeses Erasmo
de Roterdão (1466-1536) e Spinoza (1632-1677), dois pilares da
filosofia, atividade cuja única ferramenta é o pensamento. E não
há registro de que os filósofos sofressem de lombalgia ou dor de
dentes por pensar.
Os holandeses inventaram também a fita cassete, o CD e
o DVD, e temos de lhes ser gratos por isso. Mas depois
os desinventaram — e pensar nisso, sim, dói.
Ruy Castro. Pensar dói? Internet: <folha.uol.com.br> (com adaptações).
Ao declarar “Não ria” (segundo período do primeiro parágrafo), o autor direciona-se ao público leitor do texto, partindo do pressuposto de que seria risível a ideia de que pensar dói.
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Questão presente nas seguintes provas
Pesquisadores da Universidade Raboud, na Holanda,
analisando cerca de 5.000 participantes de 358 tarefas cognitivas,
chegaram à conclusão de que pensar dói. Não ria. A análise foi
feita com o auxílio de um programa especial da NASA. Pelo que
entendi, certas atividades cerebrais, como fazer cálculos
matemáticos, ler Gertrude Stein ou tomar decisões que envolvam
um sim ou não de vida ou morte, provocam sensações orgânicas
que podem ser classificadas como dolorosas.
Segundo o estudo, quanto maior o esforço mental, maior
o desconforto físico. Não é preciso pensar muito para se chegar
a este óbvio, por definição, ululante. A pesquisa não considera
a hipótese de todo esforço mental ser relativo — para muitos,
calcular uma reles raiz quadrada será uma tarefa intransponível,
enquanto, para outros, discutir a conjectura de Poincaré com
Alfred North Whitehead pode ser tão simples como falar de
futebol no botequim.
O que me espanta é que a conclusão de que pensar dói
tenha vindo de uma instituição da Holanda, país admirado por
produzir pensadores em tantos ramos. Eram holandeses Erasmo
de Roterdão (1466-1536) e Spinoza (1632-1677), dois pilares da
filosofia, atividade cuja única ferramenta é o pensamento. E não
há registro de que os filósofos sofressem de lombalgia ou dor de
dentes por pensar.
Os holandeses inventaram também a fita cassete, o CD e
o DVD, e temos de lhes ser gratos por isso. Mas depois
os desinventaram — e pensar nisso, sim, dói.
Ruy Castro. Pensar dói? Internet: <folha.uol.com.br> (com adaptações).
No último parágrafo do texto, o autor culpa os holandeses de terem criado e, depois, destruído a fita cassete, o CD e o DVD.
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