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Brasil é a esperança de vida ao nascer, que corresponde ao
número de anos que um indivíduo vai viver, considerando-se a
duração média da vida dos membros da população. O valor desse
índice tem sofrido modificações substanciais no decorrer do
tempo, à medida que as condições sociais melhoram e as
conquistas da ciência e da tecnologia são colocadas a serviço do
homem.
A julgar por estudos procedidos em achados fósseis e em
sítios arqueológicos, a esperança de vida do homem pré-histórico
ao nascer seria extremamente baixa, em torno de 18 anos; na
Grécia e na Roma antigas, estaria entre 20 e 30 anos, pouco tendo
se modificado na Idade Média e na Renascença. Mais
recentemente, têm sido registrados valores progressivamente mais
elevados para a esperança de vida ao nascer. Essa situação está
ilustrada no gráfico abaixo, que mostra a evolução da esperança
de vida do brasileiro ao nascer, de 1940 a 2000.

Com base nas informações do texto e considerando os temas a
que ele se reporta, julgue os itens seguintes.
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Texto I
Envelhecimento, pobreza e proteção social na América Latina
O processo de envelhecimento populacional, no seu
primeiro estágio, resulta em um aumento, pelo menos
relativo, da oferta da força de trabalho. Nas etapas
posteriores, a proporção desse grupo no total da população
diminui e, eventualmente, diminuirá em termos absolutos,
como é a situação atual do Japão e de vários países europeus.
Por outro lado, o segmento com idade avançada passa a ser
o que mais cresce. Esse crescimento acentuado do segmento
que demanda maiores recursos monetários e cuidados
humanos, afetivos e psicológicos, em face da redução do
contingente populacional em idade ativa, fez com que o
envelhecimento populacional entrasse na agenda das
políticas públicas pelo lado negativo, ou seja, ele é visto
como “um problema”.
A. A. Camarano e M.T. Pasinato. Texto para discussão. Brasília: IPEA, 2007.
Texto II
Os impactos sociais da velhice
IdadeAtiva — No caso da previdência, os idosos são o
grande problema?
Ana Amélia Camarano — Eu acho que esse é outro
engano. Claro que você tem mais gente idosa e gente
vivendo mais. Agora, o que acontece é que o nosso modelo
de previdência é o mesmo da Europa Ocidental, dos EUA,
modelos desenhados no pós-guerra, quando havia emprego,
as pessoas se aposentavam e ficavam pouco tempo
aposentadas porque morriam logo. Então, esse modelo está
falido. Esse cenário mudou. Nós não estamos mais no mundo
do trabalho estável, não temos mais o pleno emprego e as
relações de trabalho hoje passam pela flexibilização. E a tão
falada flexibilização significa informalização. A nossa
política social é toda ligada ao trabalho. A Constituição de
1988 mudou um pouco, mas até então só tinha direito ao
benefício da previdência quem trabalhava. Era uma
cidadania ligada ao trabalho e, não, ao benefício do
trabalhador. E isso não é mais possível. Nós estamos
caminhando para um mundo sem trabalho.
Internet: www.techway.com.br (com adaptações)
Com relação aos textos I e II, julgue os itens que se seguem.
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Texto I
Envelhecimento, pobreza e proteção social na América Latina
O processo de envelhecimento populacional, no seu
primeiro estágio, resulta em um aumento, pelo menos
relativo, da oferta da força de trabalho. Nas etapas
posteriores, a proporção desse grupo no total da população
diminui e, eventualmente, diminuirá em termos absolutos,
como é a situação atual do Japão e de vários países europeus.
Por outro lado, o segmento com idade avançada passa a ser
o que mais cresce. Esse crescimento acentuado do segmento
que demanda maiores recursos monetários e cuidados
humanos, afetivos e psicológicos, em face da redução do
contingente populacional em idade ativa, fez com que o
envelhecimento populacional entrasse na agenda das
políticas públicas pelo lado negativo, ou seja, ele é visto
como “um problema”.
A. A. Camarano e M.T. Pasinato. Texto para discussão. Brasília: IPEA, 2007.
Texto II
Os impactos sociais da velhice
IdadeAtiva — No caso da previdência, os idosos são o
grande problema?
Ana Amélia Camarano — Eu acho que esse é outro
engano. Claro que você tem mais gente idosa e gente
vivendo mais. Agora, o que acontece é que o nosso modelo
de previdência é o mesmo da Europa Ocidental, dos EUA,
modelos desenhados no pós-guerra, quando havia emprego,
as pessoas se aposentavam e ficavam pouco tempo
aposentadas porque morriam logo. Então, esse modelo está
falido. Esse cenário mudou. Nós não estamos mais no mundo
do trabalho estável, não temos mais o pleno emprego e as
relações de trabalho hoje passam pela flexibilização. E a tão
falada flexibilização significa informalização. A nossa
política social é toda ligada ao trabalho. A Constituição de
1988 mudou um pouco, mas até então só tinha direito ao
benefício da previdência quem trabalhava. Era uma
cidadania ligada ao trabalho e, não, ao benefício do
trabalhador. E isso não é mais possível. Nós estamos
caminhando para um mundo sem trabalho.
Internet: www.techway.com.br (com adaptações)
Com relação aos textos I e II, julgue os itens que se seguem.
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Como nasce uma história (fragmento)
Quando cheguei ao edifício, tomei o elevador que serve do primeiro ao décimo quarto andar.
Era pelo menos o que dizia a tabuleta no alto da porta.
— Sétimo — pedi.
A porta se fechou e começamos a subir. Minha atenção se fixou num aviso que dizia:
É expressamente proibido os funcionários, no ato da subida, utilizarem os elevadores para
descerem.
Desde o meu tempo de ginásio sei que se trata de problema complicado, este do infinito
pessoal. Prevaleciam então duas regras mestras que deveriam ser rigorosamente obedecidas. Uma
afirmava que o sujeito, sendo o mesmo, impedia que o verbo se flexionasse. Da outra infelizmente já
não me lembrava.
Mas não foi o emprego pouco castiço do infinito pessoal que me intrigou no tal aviso: foi estar
ele concebido de maneira chocante aos delicados ouvidos de um escritor que se preza.
Qualquer um, não sendo irremediavelmente burro, entenderia o que se pretende dizer neste
aviso. Pois um tijolo de burrice me baixou na compreensão, fazendo com que eu ficasse revirando a
frase na cabeça: descerem, no ato da subida? Que quer dizer isto? E buscava uma forma simples e
correta de formular a proibição:
É proibido subir para depois descer.
É proibido subir no elevador com intenção de descer.
É proibido ficar no elevador com intenção de descer, quando ele estiver subindo.
Se quiser descer, não tome o elevador que esteja subindo.
Mais simples ainda:
Se quiser descer, só tome o elevador que estiver descendo.
De tanta simplicidade, atingi a síntese perfeita do que Nelson Rodrigues chamava de óbvio
ululante, ou seja, a enunciação de algo que não quer dizer absolutamente nada:
Se quiser descer, não suba.
Fernando Sabino. A volta por cima. Rio de Janeiro: Record, 1995, p. 137-140 (com adaptações).
Acerca do gênero textual e das estruturas lingüísticas do texto acima, julgue os itens a seguir.
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Como nasce uma história (fragmento)
Quando cheguei ao edifício, tomei o elevador que serve do primeiro ao décimo quarto andar.
Era pelo menos o que dizia a tabuleta no alto da porta.
— Sétimo — pedi.
A porta se fechou e começamos a subir. Minha atenção se fixou num aviso que dizia:
É expressamente proibido os funcionários, no ato da subida, utilizarem os elevadores para
descerem.
Desde o meu tempo de ginásio sei que se trata de problema complicado, este do infinito
pessoal. Prevaleciam então duas regras mestras que deveriam ser rigorosamente obedecidas. Uma
afirmava que o sujeito, sendo o mesmo, impedia que o verbo se flexionasse. Da outra infelizmente já
não me lembrava.
Mas não foi o emprego pouco castiço do infinito pessoal que me intrigou no tal aviso: foi estar
ele concebido de maneira chocante aos delicados ouvidos de um escritor que se preza.
Qualquer um, não sendo irremediavelmente burro, entenderia o que se pretende dizer neste
aviso. Pois um tijolo de burrice me baixou na compreensão, fazendo com que eu ficasse revirando a
frase na cabeça: descerem, no ato da subida? Que quer dizer isto? E buscava uma forma simples e
correta de formular a proibição:
É proibido subir para depois descer.
É proibido subir no elevador com intenção de descer.
É proibido ficar no elevador com intenção de descer, quando ele estiver subindo.
Se quiser descer, não tome o elevador que esteja subindo.
Mais simples ainda:
Se quiser descer, só tome o elevador que estiver descendo.
De tanta simplicidade, atingi a síntese perfeita do que Nelson Rodrigues chamava de óbvio
ululante, ou seja, a enunciação de algo que não quer dizer absolutamente nada:
Se quiser descer, não suba.
Fernando Sabino. A volta por cima. Rio de Janeiro: Record, 1995, p. 137-140 (com adaptações).
Acerca do gênero textual e das estruturas lingüísticas do texto acima, julgue os itens a seguir.
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Texto I
Envelhecimento, pobreza e proteção social na América Latina
O processo de envelhecimento populacional, no seu
primeiro estágio, resulta em um aumento, pelo menos
relativo, da oferta da força de trabalho. Nas etapas
posteriores, a proporção desse grupo no total da população
diminui e, eventualmente, diminuirá em termos absolutos,
como é a situação atual do Japão e de vários países europeus.
Por outro lado, o segmento com idade avançada passa a ser
o que mais cresce. Esse crescimento acentuado do segmento
que demanda maiores recursos monetários e cuidados
humanos, afetivos e psicológicos, em face da redução do
contingente populacional em idade ativa, fez com que o
envelhecimento populacional entrasse na agenda das
políticas públicas pelo lado negativo, ou seja, ele é visto
como “um problema”.
A. A. Camarano e M.T. Pasinato. Texto para discussão. Brasília: IPEA, 2007.
Texto II
Os impactos sociais da velhice
IdadeAtiva — No caso da previdência, os idosos são o
grande problema?
Ana Amélia Camarano — Eu acho que esse é outro
engano. Claro que você tem mais gente idosa e gente
vivendo mais. Agora, o que acontece é que o nosso modelo
de previdência é o mesmo da Europa Ocidental, dos EUA,
modelos desenhados no pós-guerra, quando havia emprego,
as pessoas se aposentavam e ficavam pouco tempo
aposentadas porque morriam logo. Então, esse modelo está
falido. Esse cenário mudou. Nós não estamos mais no mundo
do trabalho estável, não temos mais o pleno emprego e as
relações de trabalho hoje passam pela flexibilização. E a tão
falada flexibilização significa informalização. A nossa
política social é toda ligada ao trabalho. A Constituição de
1988 mudou um pouco, mas até então só tinha direito ao
benefício da previdência quem trabalhava. Era uma
cidadania ligada ao trabalho e, não, ao benefício do
trabalhador. E isso não é mais possível. Nós estamos
caminhando para um mundo sem trabalho.
Internet: www.techway.com.br (com adaptações)
Com relação aos textos I e II, julgue os itens que se seguem.
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Com relação às imagens acima, julgue o item que se segue.
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Brasil é a esperança de vida ao nascer, que corresponde ao
número de anos que um indivíduo vai viver, considerando-se a
duração média da vida dos membros da população. O valor desse
índice tem sofrido modificações substanciais no decorrer do
tempo, à medida que as condições sociais melhoram e as
conquistas da ciência e da tecnologia são colocadas a serviço do
homem.
A julgar por estudos procedidos em achados fósseis e em
sítios arqueológicos, a esperança de vida do homem pré-histórico
ao nascer seria extremamente baixa, em torno de 18 anos; na
Grécia e na Roma antigas, estaria entre 20 e 30 anos, pouco tendo
se modificado na Idade Média e na Renascença. Mais
recentemente, têm sido registrados valores progressivamente mais
elevados para a esperança de vida ao nascer. Essa situação está
ilustrada no gráfico abaixo, que mostra a evolução da esperança
de vida do brasileiro ao nascer, de 1940 a 2000.

Com base nas informações do texto e considerando os temas a
que ele se reporta, julgue os itens seguintes.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: INSS
da população brasileira por grupos etários, de acordo com dados
dos censos demográficos de 1940 a 2000.

Com base nos dados acerca da evolução da população brasileira
apresentados na tabela acima, julgue os itens subseqüentes.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: INSS
da população brasileira por grupos etários, de acordo com dados
dos censos demográficos de 1940 a 2000.

Com base nos dados acerca da evolução da população brasileira
apresentados na tabela acima, julgue os itens subseqüentes.
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