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730834 Ano: 2008
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: INSS
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Algumas sentenças são chamadas abertas porque são passíveis de interpretação para que possam ser julgadas como verdadeiras (V) ou falsas (F). Se a sentença aberta for uma expressão da forma ∀xP(x), lida como “para todo x, P(x)", em que x é um elemento qualquer de um conjunto U, e P(x) é uma propriedade a respeito dos elementos de U, então é preciso explicitar U e P para que seja possível fazer o julgamento como V ou como F.
Considere-se que U seja o conjunto dos funcionários do INSS, P(x) seja a propriedade "x é funcionário do INSS" e Q(x) seja a propriedade "x tem mais de 35 anos de idade". Desse modo, é correto afirmar que duas das formas apresentadas na lista abaixo simbolizam a proposição Todos os funcionários do INSS têm mais de 35 anos de idade.
enunciado 730834-1
 

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730830 Ano: 2008
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: INSS
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Proposições são sentenças que podem ser julgadas como
verdadeiras ou falsas, mas não admitem ambos os julgamentos. A esse
respeito, considere que A represente a proposição simples "É dever do
servidor apresentar-se ao trabalho com vestimentas adequadas ao
exercício da função", e que B represente a proposição simples "É
permitido ao servidor que presta atendimento ao público solicitar dos
que o procuram ajuda financeira para realizar o cumprimento de sua
missão".

Considerando as proposições A e B acima, julgue os itens
subseqüentes, com respeito ao Código de Ética Profissional do
Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal e às regras
inerentes ao raciocínio lógico.
A proposição composta "Se A então B" é necessariamente verdadeira.
 

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730828 Ano: 2008
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: INSS
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Proposições são sentenças que podem ser julgadas como
verdadeiras ou falsas, mas não admitem ambos os julgamentos. A esse
respeito, considere que A represente a proposição simples "É dever do
servidor apresentar-se ao trabalho com vestimentas adequadas ao
exercício da função", e que B represente a proposição simples "É
permitido ao servidor que presta atendimento ao público solicitar dos
que o procuram ajuda financeira para realizar o cumprimento de sua
missão".

Considerando as proposições A e B acima, julgue os itens
subseqüentes, com respeito ao Código de Ética Profissional do
Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal e às regras
inerentes ao raciocínio lógico.
Represente-se por ¬A a proposição composta que é a negação da proposição A, isto é, ¬A é falso quando A é verdadeiro e ¬A é verdadeiro quando A é falso. Desse modo, as proposições "Se ¬A então ¬B" e "Se A então B" têm valores lógicos iguais.
 

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730826 Ano: 2008
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: INSS
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Proposições são sentenças que podem ser julgadas como
verdadeiras ou falsas, mas não admitem ambos os julgamentos. A esse
respeito, considere que A represente a proposição simples "É dever do
servidor apresentar-se ao trabalho com vestimentas adequadas ao
exercício da função", e que B represente a proposição simples "É
permitido ao servidor que presta atendimento ao público solicitar dos
que o procuram ajuda financeira para realizar o cumprimento de sua
missão".

Considerando as proposições A e B acima, julgue os itens
subseqüentes, com respeito ao Código de Ética Profissional do
Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal e às regras
inerentes ao raciocínio lógico.
Sabe-se que uma proposição na forma "Ou A ou B" tem valor lógico falso quando A e B são ambos falsos; nos demais casos, a proposição é verdadeira. Portanto, a proposição composta "Ou A ou B", em que A e B são as proposições referidas acima, é verdadeira.
 

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730813 Ano: 2008
Disciplina: Estatística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: INSS
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Um dos indicadores de saúde comumente utilizados no
Brasil é a esperança de vida ao nascer, que corresponde ao
número de anos que um indivíduo vai viver, considerando-se a
duração média da vida dos membros da população. O valor desse
índice tem sofrido modificações substanciais no decorrer do
tempo, à medida que as condições sociais melhoram e as
conquistas da ciência e da tecnologia são colocadas a serviço do
homem.
A julgar por estudos procedidos em achados fósseis e em
sítios arqueológicos, a esperança de vida do homem pré-histórico
ao nascer seria extremamente baixa, em torno de 18 anos; na
Grécia e na Roma antigas, estaria entre 20 e 30 anos, pouco tendo
se modificado na Idade Média e na Renascença. Mais
recentemente, têm sido registrados valores progressivamente mais
elevados para a esperança de vida ao nascer. Essa situação está
ilustrada no gráfico abaixo, que mostra a evolução da esperança
de vida do brasileiro ao nascer, de 1940 a 2000.
enunciado 730813-1
Com base nas informações do texto e considerando os temas a
que ele se reporta, julgue os itens seguintes.
Sabendo-se que, em 1910, a esperança de vida do brasileiro ao nascer era de 34 anos, conclui-se que o valor desse indicador aumentou em mais de 100% em 90 anos, isto é, de 1910 a 2000.
 

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730811 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: INSS
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Um dos indicadores de saúde comumente utilizados no
Brasil é a esperança de vida ao nascer, que corresponde ao
número de anos que um indivíduo vai viver, considerando-se a
duração média da vida dos membros da população. O valor desse
índice tem sofrido modificações substanciais no decorrer do
tempo, à medida que as condições sociais melhoram e as
conquistas da ciência e da tecnologia são colocadas a serviço do
homem.
A julgar por estudos procedidos em achados fósseis e em
sítios arqueológicos, a esperança de vida do homem pré-histórico
ao nascer seria extremamente baixa, em torno de 18 anos; na
Grécia e na Roma antigas, estaria entre 20 e 30 anos, pouco tendo
se modificado na Idade Média e na Renascença. Mais
recentemente, têm sido registrados valores progressivamente mais
elevados para a esperança de vida ao nascer. Essa situação está
ilustrada no gráfico abaixo, que mostra a evolução da esperança
de vida do brasileiro ao nascer, de 1940 a 2000.
enunciado 730811-1
Com base nas informações do texto e considerando os temas a
que ele se reporta, julgue os itens seguintes.
Se E representa a esperança de vida do brasileiro ao nascer e x representa o tempo, em anos, transcorrido desde 1940, infere-se das informações apresentadas que, para enunciado 730811-2
enunciado 730811-3
 

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730810 Ano: 2008
Disciplina: Estatística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: INSS
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Um dos indicadores de saúde comumente utilizados no
Brasil é a esperança de vida ao nascer, que corresponde ao
número de anos que um indivíduo vai viver, considerando-se a
duração média da vida dos membros da população. O valor desse
índice tem sofrido modificações substanciais no decorrer do
tempo, à medida que as condições sociais melhoram e as
conquistas da ciência e da tecnologia são colocadas a serviço do
homem.
A julgar por estudos procedidos em achados fósseis e em
sítios arqueológicos, a esperança de vida do homem pré-histórico
ao nascer seria extremamente baixa, em torno de 18 anos; na
Grécia e na Roma antigas, estaria entre 20 e 30 anos, pouco tendo
se modificado na Idade Média e na Renascença. Mais
recentemente, têm sido registrados valores progressivamente mais
elevados para a esperança de vida ao nascer. Essa situação está
ilustrada no gráfico abaixo, que mostra a evolução da esperança
de vida do brasileiro ao nascer, de 1940 a 2000.
enunciado 730810-1
Com base nas informações do texto e considerando os temas a
que ele se reporta, julgue os itens seguintes.
Se for mantida, durante o período de 2000-2020, a tendência observada, no gráfico mostrado, no período 1980-2000, a esperança de vida do brasileiro ao nascer será, em 2020, superior a 85 anos.
 

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730806 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: INSS
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Como nasce uma história (fragmento)

Quando cheguei ao edifício, tomei o elevador que serve do primeiro ao décimo quarto andar.

Era pelo menos o que dizia a tabuleta no alto da porta.

— Sétimo — pedi.

A porta se fechou e começamos a subir. Minha atenção se fixou num aviso que dizia:

É expressamente proibido os funcionários, no ato da subida, utilizarem os elevadores para

descerem.

Desde o meu tempo de ginásio sei que se trata de problema complicado, este do infinito

pessoal. Prevaleciam então duas regras mestras que deveriam ser rigorosamente obedecidas. Uma

afirmava que o sujeito, sendo o mesmo, impedia que o verbo se flexionasse. Da outra infelizmente já

não me lembrava.

Mas não foi o emprego pouco castiço do infinito pessoal que me intrigou no tal aviso: foi estar

ele concebido de maneira chocante aos delicados ouvidos de um escritor que se preza.

Qualquer um, não sendo irremediavelmente burro, entenderia o que se pretende dizer neste

aviso. Pois um tijolo de burrice me baixou na compreensão, fazendo com que eu ficasse revirando a

frase na cabeça: descerem, no ato da subida? Que quer dizer isto? E buscava uma forma simples e

correta de formular a proibição:

É proibido subir para depois descer.

É proibido subir no elevador com intenção de descer.

É proibido ficar no elevador com intenção de descer, quando ele estiver subindo.

Se quiser descer, não tome o elevador que esteja subindo.

Mais simples ainda:

Se quiser descer, só tome o elevador que estiver descendo.

De tanta simplicidade, atingi a síntese perfeita do que Nelson Rodrigues chamava de óbvio

ululante, ou seja, a enunciação de algo que não quer dizer absolutamente nada:

Se quiser descer, não suba.

Fernando Sabino. A volta por cima. Rio de Janeiro: Record, 1995, p. 137-140 (com adaptações).



Acerca do gênero textual e das estruturas lingüísticas do texto acima, julgue os itens a seguir.
O trecho das linhas 5 e 6 pode ser reescrito, com correção gramatical, da seguinte maneira: É expressamente proibido a utilização dos elevadores que tiverem subindo pelos funcionários que desejarem descer.
 

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730804 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: INSS
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Como nasce uma história (fragmento)

Quando cheguei ao edifício, tomei o elevador que serve do primeiro ao décimo quarto andar.

Era pelo menos o que dizia a tabuleta no alto da porta.

— Sétimo — pedi.

A porta se fechou e começamos a subir. Minha atenção se fixou num aviso que dizia:

É expressamente proibido os funcionários, no ato da subida, utilizarem os elevadores para

descerem.

Desde o meu tempo de ginásio sei que se trata de problema complicado, este do infinito

pessoal. Prevaleciam então duas regras mestras que deveriam ser rigorosamente obedecidas. Uma

afirmava que o sujeito, sendo o mesmo, impedia que o verbo se flexionasse. Da outra infelizmente já

não me lembrava.

Mas não foi o emprego pouco castiço do infinito pessoal que me intrigou no tal aviso: foi estar

ele concebido de maneira chocante aos delicados ouvidos de um escritor que se preza.

Qualquer um, não sendo irremediavelmente burro, entenderia o que se pretende dizer neste

aviso. Pois um tijolo de burrice me baixou na compreensão, fazendo com que eu ficasse revirando a

frase na cabeça: descerem, no ato da subida? Que quer dizer isto? E buscava uma forma simples e

correta de formular a proibição:

É proibido subir para depois descer.

É proibido subir no elevador com intenção de descer.

É proibido ficar no elevador com intenção de descer, quando ele estiver subindo.

Se quiser descer, não tome o elevador que esteja subindo.

Mais simples ainda:

Se quiser descer, só tome o elevador que estiver descendo.

De tanta simplicidade, atingi a síntese perfeita do que Nelson Rodrigues chamava de óbvio

ululante, ou seja, a enunciação de algo que não quer dizer absolutamente nada:

Se quiser descer, não suba.

Fernando Sabino. A volta por cima. Rio de Janeiro: Record, 1995, p. 137-140 (com adaptações).



Acerca do gênero textual e das estruturas lingüísticas do texto acima, julgue os itens a seguir.
O sentido do período seria mantido, mas a correção gramatical seria prejudicada, caso se substituísse "atingi a síntese perfeita" (L.23) por cheguei à síntese perfeita.
 

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730803 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: INSS
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Texto I

Envelhecimento, pobreza e proteção social na América Latina

O processo de envelhecimento populacional, no seu

primeiro estágio, resulta em um aumento, pelo menos

relativo, da oferta da força de trabalho. Nas etapas

posteriores, a proporção desse grupo no total da população

diminui e, eventualmente, diminuirá em termos absolutos,

como é a situação atual do Japão e de vários países europeus.

Por outro lado, o segmento com idade avançada passa a ser

o que mais cresce. Esse crescimento acentuado do segmento

que demanda maiores recursos monetários e cuidados

humanos, afetivos e psicológicos, em face da redução do

contingente populacional em idade ativa, fez com que o

envelhecimento populacional entrasse na agenda das

políticas públicas pelo lado negativo, ou seja, ele é visto

como “um problema”.

A. A. Camarano e M.T. Pasinato. Texto para discussão. Brasília: IPEA, 2007.


Texto II

Os impactos sociais da velhice

IdadeAtiva — No caso da previdência, os idosos são o

grande problema?

Ana Amélia Camarano — Eu acho que esse é outro

engano. Claro que você tem mais gente idosa e gente

vivendo mais. Agora, o que acontece é que o nosso modelo

de previdência é o mesmo da Europa Ocidental, dos EUA,

modelos desenhados no pós-guerra, quando havia emprego,

as pessoas se aposentavam e ficavam pouco tempo

aposentadas porque morriam logo. Então, esse modelo está

falido. Esse cenário mudou. Nós não estamos mais no mundo

do trabalho estável, não temos mais o pleno emprego e as

relações de trabalho hoje passam pela flexibilização. E a tão

falada flexibilização significa informalização. A nossa

política social é toda ligada ao trabalho. A Constituição de

1988 mudou um pouco, mas até então só tinha direito ao

benefício da previdência quem trabalhava. Era uma

cidadania ligada ao trabalho e, não, ao benefício do

trabalhador. E isso não é mais possível. Nós estamos

caminhando para um mundo sem trabalho.

Internet: www.techway.com.br (com adaptações)


Com relação aos textos I e II, julgue os itens que se seguem.
De acordo com o desenvolvimento e a organização das idéias do texto I, depreende-se que "segmento que demanda maiores recursos monetários e cuidados humanos, afetivos e psicológicos" (L.8-10) e "segmento com idade avançada" (L.7) referem-se ao mesmo conjunto de indivíduos.
 

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