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Foram encontradas 80 questões.

527646 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNCAB
Orgão: IPAJM

Das opções abaixo, a única que representa uma tautologia é:

 

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527504 Ano: 2014
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: FUNCAB
Orgão: IPAJM

Considerando a Lei Complementar nº 282/2004, do Estado do Espírito Santo, assinale a alternativa correta.

 

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520514 Ano: 2014
Disciplina: Administração Pública
Banca: FUNCAB
Orgão: IPAJM
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A prestação de contas dos resultados das ações do agente público para a sociedade com a finalidade de garantir uma maior transparência e controle na gestão das políticas públicas é conhecida como:

 

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510096 Ano: 2014
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: FUNCAB
Orgão: IPAJM

Considerando o tema evolução legislativa da seguridade social, assinale a alternativa correta.

 

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505913 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNCAB
Orgão: IPAJM
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Sabe-se que Júnior viajar é condição necessária para Marcos estudar e condição suficiente para Danilo caminhar com Pedro. Sabe-se, também, que Danilo caminhar com Pedro é condição necessária e suficiente para Sílvio caminhar com Samuel. Assim, quando Sílvio não caminha com Samuel:

 

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504882 Ano: 2014
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: FUNCAB
Orgão: IPAJM

“Impõe que nenhum benefício ou serviço da seguridade social, inclusive o benefício de assistência social, possa ser criado, majorado ou estendido sem a correspondente fonte de custeio total.”Trata-se do princípio da:

 

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502504 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNCAB
Orgão: IPAJM

Ou Cícero compra um celular, ouAntônio vai a Piúma, ou Ricardo vai a Guarapari. Se Antônio vai a Piúma, então Leonardo compra uma carteira. Se Leonardo compra uma carteira, então Ricardo vai a Guarapari. Ora, Ricardo não vai a Guarapari, logo:

 

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502449 Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCAB
Orgão: IPAJM

Em 2014, eclodiu um conflito nacional na região denominada Leste Europeu. Dois países que formavam a antiga União Soviética (Rússia e Ucrânia ) apresentaram divergências político-territoriais que mereceram atenção do Conselho de Segurança da ONU. A crise no Leste Europeu vem repercutindo fortemente no cenário político mundial desde seu início, gerando vários acontecimentos. No mês de março ocorreu o seguinte fato:

 

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495013 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: IPAJM

Leia o texto abaixo e responda a questão.

Utopias e distopias

Todas as utopias imaginadas até hoje acabaram em distopias, ou tinham na sua origem um defeito que as condenava. A primeira, que deu nome às várias fantasias de um mundo perfeito que viriam depois, foi inventada por sir Thomas Morus em 1516. Dizem que ele se inspirou nas descobertas recentes do Novo Mundo, e mais especificamente do Brasil, para descrever sua sociedade ideal, que significaria um renascimento para a humanidade, livre dos vícios do mundo antigo. Na Utopia de Morus o direito à educação e à saúde seria universal, a diversidade religiosa seria tolerada e a propriedade privada, proibida. O governo seria exercido por um príncipe eleito, que poderia ser substituído se mostrasse alguma tendência para a tirania, e as leis seriam tão simples que dispensariam a existência de advogados. Mas para que tudo isto funcionasse Morus prescrevia dois escravos para cada família, recrutados entre criminosos e prisioneiros de guerra. Além disso, o príncipe deveria sempre ser homem e as mulheres teriam menos direitos do que os homens. Morus tirou o nome da sua sociedade perfeita da palavra grega para “lugar nenhum”, o que de saída já significava que ela só poderia existir mesmo na sua imaginação.

Platão imaginou uma república idílica em que os governantes seriam filósofos, ou os filósofos governantes. Nem ele nem os outros filósofos gregos da sua época se importavam muito com o fato de viverem numa sociedade escravocrata. Em “Candide”, Voltaire colocou sua sociedade ideal, onde haveria muitas escolas mas nenhuma prisão, em El Dorado, mas “Candide” é menos uma visão de um mundo perfeito do que uma sátira da ingenuidade humana. Marx e Engels e outros pensadores previram um futuro redentor em que a emancipação da classe trabalhadora traria igualdade e justiça para todos. O sonho acabou no totalitarismo soviético e na sua demolição. Até John Lennon, na canção “Imagine”, propôs sua utopia, na qual não haveria, entre outros atrasos, violência e religião. Ele mesmo foi vítima da violência, enquanto no mundo todo e cada vez mais as pessoas se entregam a religiões e se matam por elas.

Quando surgiu e se popularizou o automóvel anunciou-se uma utopia possível. No futuro previsto os carros ofereceriam transporte rápido e lazer inédito em estradas magnetizadas para guiá-los mesmo sem motorista. Isso se os carros não voassem, ou se não houvesse um helicóptero em cada garagem. Nada disso aconteceu. Foi outra utopia que pifou. Hoje vivemos em meio à sua negação, em engarrafamentos intermináveis, em chacinas nas estradas e num caos que só aumenta, sem solução à vista. Mais uma vez, deu distopia.

(VERÍSSIMO, L. Fernando. O Globo, 12/12/2013, p. 19.)

“[...] e as leis seriam tão simples que dispensariam a existência de advogados.”

No fragmento acima, pode-se depreender entre as duas orações uma relação de sentido que pode ser definida como de:

 

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484443 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: IPAJM

Leia o texto abaixo e responda a questão.

Utopias e distopias

Todas as utopias imaginadas até hoje acabaram em distopias, ou tinham na sua origem um defeito que as condenava. A primeira, que deu nome às várias fantasias de um mundo perfeito que viriam depois, foi inventada por sir Thomas Morus em 1516. Dizem que ele se inspirou nas descobertas recentes do Novo Mundo, e mais especificamente do Brasil, para descrever sua sociedade ideal, que significaria um renascimento para a humanidade, livre dos vícios do mundo antigo. Na Utopia de Morus o direito à educação e à saúde seria universal, a diversidade religiosa seria tolerada e a propriedade privada, proibida. O governo seria exercido por um príncipe eleito, que poderia ser substituído se mostrasse alguma tendência para a tirania, e as leis seriam tão simples que dispensariam a existência de advogados. Mas para que tudo isto funcionasse Morus prescrevia dois escravos para cada família, recrutados entre criminosos e prisioneiros de guerra. Além disso, o príncipe deveria sempre ser homem e as mulheres teriam menos direitos do que os homens. Morus tirou o nome da sua sociedade perfeita da palavra grega para “lugar nenhum”, o que de saída já significava que ela só poderia existir mesmo na sua imaginação.

Platão imaginou uma república idílica em que os governantes seriam filósofos, ou os filósofos governantes. Nem ele nem os outros filósofos gregos da sua época se importavam muito com o fato de viverem numa sociedade escravocrata. Em “Candide”, Voltaire colocou sua sociedade ideal, onde haveria muitas escolas mas nenhuma prisão, em El Dorado, mas “Candide” é menos uma visão de um mundo perfeito do que uma sátira da ingenuidade humana. Marx e Engels e outros pensadores previram um futuro redentor em que a emancipação da classe trabalhadora traria igualdade e justiça para todos. O sonho acabou no totalitarismo soviético e na sua demolição. Até John Lennon, na canção “Imagine”, propôs sua utopia, na qual não haveria, entre outros atrasos, violência e religião. Ele mesmo foi vítima da violência, enquanto no mundo todo e cada vez mais as pessoas se entregam a religiões e se matam por elas.

Quando surgiu e se popularizou o automóvel anunciou-se uma utopia possível. No futuro previsto os carros ofereceriam transporte rápido e lazer inédito em estradas magnetizadas para guiá-los mesmo sem motorista. Isso se os carros não voassem, ou se não houvesse um helicóptero em cada garagem. Nada disso aconteceu. Foi outra utopia que pifou. Hoje vivemos em meio à sua negação, em engarrafamentos intermináveis, em chacinas nas estradas e num caos que só aumenta, sem solução à vista. Mais uma vez, deu distopia.

(VERÍSSIMO, L. Fernando. O Globo, 12/12/2013, p. 19.)

“[...] mas ‘Candide’ é menos uma visão de um mundo perfeito do que uma sátira da ingenuidade humana.” (§ 2)

Como leitura correta do trecho acima, pode-se afirmar que “Candide” é:

 

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