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204257 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Ao longo da década de 30 e na primeira metade da década de 40, a sociedade brasileira conheceu políticas públicas implementadas por um Estado que passou a intervir nas mais diversas dimensões da vida social, utilizando-se de ideologias políticas de caráter autoritário. A partir de 1945, a questão central girava em torno do liberalismo. Retomar a tradição liberal interrompida com a Revolução de 1930 ou dar continuidade às políticas públicas estatais intervencionistas era a questão que dominava nos debates.
Dois grandes projetos passaram a disputar a preferência do eleitorado. Nacionalismo, industrialização com base em bens de capital, fortalecimento do capitalismo nacional, criação de empresas estatais em setores estratégicos e estabelecimento de redes de proteção social davam a tônica do trabalhismo de inspiração getulista. Outro projeto seduziu as elites empresariais, políticas e militares, além das classes médias conservadoras, ao enfatizar o antigetulismo, o moralismo, o anticomunismo e o capitalismo associado aos capitais internacionais.
Três momentos resultaram em situação de grande conflito, entre 1945 e 1964, com a possibilidade real de guerra civil: a crise de agosto de 1954, o golpe preventivo do general Lott em novembro de 1955 e a Campanha da Legalidade, em agosto de 1961. Momentos de grande tensão política, os dois projetos mediram suas forças, resultando em graves crises.

Jorge Ferreira. Crises da República: 1954, 1955 e 1961. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves Delgado (Org.). O Brasil republicano (3). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 303-4 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens subseqüentes, relativos à História brasileira contemporânea.
A criação de uma empresa como a PETROBRAS, em 1953, simboliza o espírito que norteava o projeto nacional- desenvolvimentista, que, inicialmente identificado com Vargas, passou a ser empunhado por seus seguidores e pelas forças políticas que giravam, em larga medida, em torno do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).
 

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204256 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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De 1500 a 1532, a economia brasileira assentava-se em uma série de feitorias costeiras onde se iam acumulando, à espera dos navios, mercadorias pouco numerosas (pau-brasil, pássaros e animais da terra, uns poucos escravos indígenas) obtidas por escambo. A partir de 1532, com o início da colonização efetiva e da economia do açúcar, as exigências de alimentos para a população européia crescente e de mão-de-obra para os engenhos mudaram com rapidez o caráter das relações com os autóctones.
O século XVII foi, de fato, aquele em que o Nordeste do Brasil se transformou, pioneiramente, em relação a outras áreas afro-americanas, em região típica de plantation. Com a insuficiência crescente da disponibilidade de escravos indígenas, uma procura já existente passou a ser atendida pela importação
de africanos. A fuga, a resistência e a revolta foram, desde o início, inseparáveis da escravidão.
Com a mineração de ouro e diamantes no século XVIII, bem como devido à urbanização intensificada, e ainda em função da expansão e diversificação agrícolas, deu-se nesse período uma intensificação da escravidão e, por conseguinte, do tráfico que a alimentava. Um dos efeitos da mineração foi o surgimento de uma rede urbana considerável nas zonas das minas e o crescimento do tamanho e da importância do Rio de Janeiro.

Ciro Flamarion Santana Cardoso. O trabalho na colônia. In: Maria Yedda Linhares (Org.).História Geral do Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 1996, p. 88-94 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos marcantes do processo de colonização do Brasil, julgue os itens seguintes.
A emergência da atividade mineradora retirou do Nordeste sua primazia econômica, mas não foi suficiente para transferir o centro político da Colônia para outra região do Brasil.
 

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204248 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Ao longo da década de 30 e na primeira metade da década de 40, a sociedade brasileira conheceu políticas públicas implementadas por um Estado que passou a intervir nas mais diversas dimensões da vida social, utilizando-se de ideologias políticas de caráter autoritário. A partir de 1945, a questão central girava em torno do liberalismo. Retomar a tradição liberal interrompida com a Revolução de 1930 ou dar continuidade às políticas públicas estatais intervencionistas era a questão que dominava nos debates.
Dois grandes projetos passaram a disputar a preferência do eleitorado. Nacionalismo, industrialização com base em bens de capital, fortalecimento do capitalismo nacional, criação de empresas estatais em setores estratégicos e estabelecimento de redes de proteção social davam a tônica do trabalhismo de inspiração getulista. Outro projeto seduziu as elites empresariais, políticas e militares, além das classes médias conservadoras, ao enfatizar o antigetulismo, o moralismo, o anticomunismo e o capitalismo associado aos capitais internacionais.
Três momentos resultaram em situação de grande conflito, entre 1945 e 1964, com a possibilidade real de guerra civil: a crise de agosto de 1954, o golpe preventivo do general Lott em novembro de 1955 e a Campanha da Legalidade, em agosto de 1961. Momentos de grande tensão política, os dois projetos mediram suas forças, resultando em graves crises.

Jorge Ferreira. Crises da República: 1954, 1955 e 1961. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves Delgado (Org.). O Brasil republicano (3). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 303-4 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens subseqüentes, relativos à História brasileira contemporânea.
Denominada constituição cidadã, a Carta de 1988, instrumento jurídico-político que conduziu a nova era democrática vivida pelo país após o regime militar, tem como uma de suas marcas definidoras a ampliação do conceito de cidadania, que se materializa na ampla configuração dos direitos e deveres fundamentais.
 

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204244 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Ao longo da década de 30 e na primeira metade da década de 40, a sociedade brasileira conheceu políticas públicas implementadas por um Estado que passou a intervir nas mais diversas dimensões da vida social, utilizando-se de ideologias políticas de caráter autoritário. A partir de 1945, a questão central girava em torno do liberalismo. Retomar a tradição liberal interrompida com a Revolução de 1930 ou dar continuidade às políticas públicas estatais intervencionistas era a questão que dominava nos debates.
Dois grandes projetos passaram a disputar a preferência do eleitorado. Nacionalismo, industrialização com base em bens de capital, fortalecimento do capitalismo nacional, criação de empresas estatais em setores estratégicos e estabelecimento de redes de proteção social davam a tônica do trabalhismo de inspiração getulista. Outro projeto seduziu as elites empresariais, políticas e militares, além das classes médias conservadoras, ao enfatizar o antigetulismo, o moralismo, o anticomunismo e o capitalismo associado aos capitais internacionais.
Três momentos resultaram em situação de grande conflito, entre 1945 e 1964, com a possibilidade real de guerra civil: a crise de agosto de 1954, o golpe preventivo do general Lott em novembro de 1955 e a Campanha da Legalidade, em agosto de 1961. Momentos de grande tensão política, os dois projetos mediram suas forças, resultando em graves crises.

Jorge Ferreira. Crises da República: 1954, 1955 e 1961. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves Delgado (Org.). O Brasil republicano (3). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 303-4 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens subseqüentes, relativos à História brasileira contemporânea.
Em pouco mais de duas décadas de existência, o regime militar instaurado, no Brasil, em 1964, logrou modernizar a economia brasileira e, ao contrário das demais ditaduras latino-americanas no mesmo período, não chegou a fazer uso de medidas políticas coercitivas ou claramente autoritárias.
 

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204242 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Ao longo da década de 30 e na primeira metade da década de 40, a sociedade brasileira conheceu políticas públicas implementadas por um Estado que passou a intervir nas mais diversas dimensões da vida social, utilizando-se de ideologias políticas de caráter autoritário. A partir de 1945, a questão central girava em torno do liberalismo. Retomar a tradição liberal interrompida com a Revolução de 1930 ou dar continuidade às políticas públicas estatais intervencionistas era a questão que dominava nos debates.
Dois grandes projetos passaram a disputar a preferência do eleitorado. Nacionalismo, industrialização com base em bens de capital, fortalecimento do capitalismo nacional, criação de empresas estatais em setores estratégicos e estabelecimento de redes de proteção social davam a tônica do trabalhismo de inspiração getulista. Outro projeto seduziu as elites empresariais, políticas e militares, além das classes médias conservadoras, ao enfatizar o antigetulismo, o moralismo, o anticomunismo e o capitalismo associado aos capitais internacionais.
Três momentos resultaram em situação de grande conflito, entre 1945 e 1964, com a possibilidade real de guerra civil: a crise de agosto de 1954, o golpe preventivo do general Lott em novembro de 1955 e a Campanha da Legalidade, em agosto de 1961. Momentos de grande tensão política, os dois projetos mediram suas forças, resultando em graves crises.

Jorge Ferreira. Crises da República: 1954, 1955 e 1961. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves Delgado (Org.). O Brasil republicano (3). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 303-4 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens subseqüentes, relativos à História brasileira contemporânea.
O esgotamento do regime democrático atingiu seu ápice no governo de João Goulart. Pressionado pelos movimentos sociais, defensores de reformas estruturais imediatas, o presidente aliou-se aos militares, à Igreja Católica e ao empresariado. Todavia, o apoio que deles recebeu não foi suficiente para impedir sua queda em 1964.
 

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204234 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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De 1500 a 1532, a economia brasileira assentava-se em uma série de feitorias costeiras onde se iam acumulando, à espera dos navios, mercadorias pouco numerosas (pau-brasil, pássaros e animais da terra, uns poucos escravos indígenas) obtidas por escambo. A partir de 1532, com o início da colonização efetiva e da economia do açúcar, as exigências de alimentos para a população européia crescente e de mão-de-obra para os engenhos mudaram com rapidez o caráter das relações com os autóctones.
O século XVII foi, de fato, aquele em que o Nordeste do Brasil se transformou, pioneiramente, em relação a outras áreas afro-americanas, em região típica de plantation. Com a insuficiência crescente da disponibilidade de escravos indígenas, uma procura já existente passou a ser atendida pela importação
de africanos. A fuga, a resistência e a revolta foram, desde o início, inseparáveis da escravidão.
Com a mineração de ouro e diamantes no século XVIII, bem como devido à urbanização intensificada, e ainda em função da expansão e diversificação agrícolas, deu-se nesse período uma intensificação da escravidão e, por conseguinte, do tráfico que a alimentava. Um dos efeitos da mineração foi o surgimento de uma rede urbana considerável nas zonas das minas e o crescimento do tamanho e da importância do Rio de Janeiro.

Ciro Flamarion Santana Cardoso. O trabalho na colônia. In: Maria Yedda Linhares (Org.).História Geral do Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 1996, p. 88-94 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos marcantes do processo de colonização do Brasil, julgue os itens seguintes.
Movimentos nativistas e emancipacionistas, a exemplo da Insurreição Pernambucana e da Conjuração (Inconfidência) Mineira, ocorreram em áreas diversas do Brasil colonial, inexistindo diferenças mais significativas entre eles, quer no que se refere aos fatos que os motivaram, quer no que diz respeito aos métodos por eles adotados.
 

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204227 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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De 1500 a 1532, a economia brasileira assentava-se em uma série de feitorias costeiras onde se iam acumulando, à espera dos navios, mercadorias pouco numerosas (pau-brasil, pássaros e animais da terra, uns poucos escravos indígenas) obtidas por escambo. A partir de 1532, com o início da colonização efetiva e da economia do açúcar, as exigências de alimentos para a população européia crescente e de mão-de-obra para os engenhos mudaram com rapidez o caráter das relações com os autóctones.
O século XVII foi, de fato, aquele em que o Nordeste do Brasil se transformou, pioneiramente, em relação a outras áreas afro-americanas, em região típica de plantation. Com a insuficiência crescente da disponibilidade de escravos indígenas, uma procura já existente passou a ser atendida pela importação
de africanos. A fuga, a resistência e a revolta foram, desde o início, inseparáveis da escravidão.
Com a mineração de ouro e diamantes no século XVIII, bem como devido à urbanização intensificada, e ainda em função da expansão e diversificação agrícolas, deu-se nesse período uma intensificação da escravidão e, por conseguinte, do tráfico que a alimentava. Um dos efeitos da mineração foi o surgimento de uma rede urbana considerável nas zonas das minas e o crescimento do tamanho e da importância do Rio de Janeiro.

Ciro Flamarion Santana Cardoso. O trabalho na colônia. In: Maria Yedda Linhares (Org.).História Geral do Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 1996, p. 88-94 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos marcantes do processo de colonização do Brasil, julgue os itens seguintes.
Infere-se do texto que a resistência à escravidão foi reduzida enquanto prevaleceu a hegemonia da agroindústria açucareira, revelando-se vigorosa quando a mineração adquiriu maior relevância.
 

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204220 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Na transição da Colônia ao Estado independente, é óbvio que se refletiram internamente as transformações que ocorriam no exterior. O tema da liberdade será sempre recorrente em todo o século XIX, aparecendo por ocasião da Constituinte de 1823, das revoluções que explodiram por toda a parte, de 1817 ao final da década de 40 e, sobretudo, na discussão do maior de todos os problemas, o do trabalho, ou seja, a extinção da escravidão cuja continuidade começava a afetar a unidade do país, constituindo-se no mais forte obstáculo à modernização da sociedade, do sistema econômico e de suas instituições.

Maria Yedda Linhares. Introdução. In: Maria Yedda Linhares. História Geral do Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 1996, p. 5-6 (com adaptações).

Considerando as informações contidas no texto e o processo histórico brasileiro ao longo do século XIX, julgue os itens que se seguem.
O texto indica não ter sido pacífico o clima político vivido pelo Brasil nas primeiras décadas pós-independência, situação que se agravou sobremaneira no período regencial, quando múltiplos movimentos armados chegaram a colocar em risco a unidade do país.
 

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204211 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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De 1500 a 1532, a economia brasileira assentava-se em uma série de feitorias costeiras onde se iam acumulando, à espera dos navios, mercadorias pouco numerosas (pau-brasil, pássaros e animais da terra, uns poucos escravos indígenas) obtidas por escambo. A partir de 1532, com o início da colonização efetiva e da economia do açúcar, as exigências de alimentos para a população européia crescente e de mão-de-obra para os engenhos mudaram com rapidez o caráter das relações com os autóctones.
O século XVII foi, de fato, aquele em que o Nordeste do Brasil se transformou, pioneiramente, em relação a outras áreas afro-americanas, em região típica de plantation. Com a insuficiência crescente da disponibilidade de escravos indígenas, uma procura já existente passou a ser atendida pela importação
de africanos. A fuga, a resistência e a revolta foram, desde o início, inseparáveis da escravidão.
Com a mineração de ouro e diamantes no século XVIII, bem como devido à urbanização intensificada, e ainda em função da expansão e diversificação agrícolas, deu-se nesse período uma intensificação da escravidão e, por conseguinte, do tráfico que a alimentava. Um dos efeitos da mineração foi o surgimento de uma rede urbana considerável nas zonas das minas e o crescimento do tamanho e da importância do Rio de Janeiro.

Ciro Flamarion Santana Cardoso. O trabalho na colônia. In: Maria Yedda Linhares (Org.).História Geral do Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 1996, p. 88-94 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos marcantes do processo de colonização do Brasil, julgue os itens seguintes.
A presença do latifúndio no Brasil tem suas origens históricas mais remotas nos mecanismos de distribuição de terras adotados pela metrópole portuguesa desde os primórdios da colonização, entre os quais são exemplos marcantes as capitanias hereditárias e as sesmarias.
 

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204207 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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enunciado 204207-1
enunciado 204207-2

Essas duas charges, publicadas na revista Careta nos anos de 1925 (I) e 1927 (II), focalizam, com o olhar crítico que é próprio desse tipo de ilustração, algumas das mais significativas características da Primeira República (1889-1930). A partir dessas charges e considerando o cenário político brasileiro no
período, julgue os itens que se seguem.
Na década de 20, o tenentismo emergiu como força de contestação aos mecanismos políticos vigentes na República brasileira. Homogêneo, com nitidez ideológica e tendo contado com a adesão das massas populares, esse movimento foi decisivo para a vitória da Revolução de 1930.
 

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