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Foram encontradas 50 questões.

4131846 Ano: 2026
Disciplina: Direito Eleitoral
Banca: FCC
Orgão: MPE-AP
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Atenção: Para responder à questão, considere a Constituição Federal de 1988.
Juarez foi, por duas vezes consecutivas, Governador de determinado Estado, tendo ficado quatro anos afastado da politica após o término de seu segundo mandato. Pretende, nas próximas eleições, candidatar-se novamente ao mesmo cargo. Já seu vizinho, Fernandez, advogado, brasileiro naturalizado, 40 anos de idade, deseja se candidatar ao cargo de Presidente da República nas próximas eleições. Amélia, também vizinha de Juarez, brasileira nata, 30 anos de idade, analfabeta, deseja se candidatar, nas próximas eleições, ao cargo de Deputada Estadual. Considerando apenas as informações fornecidas, nessas situações, pode(m) se candidatar ao(s) cargo(s) que pretende(m):
 

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4131845 Ano: 2026
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FCC
Orgão: MPE-AP
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Atenção: Para responder à questão, considere a Constituição Federal de 1988.
São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem a melhoria de sua condição social:
 

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4131844 Ano: 2026
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FCC
Orgão: MPE-AP
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Atenção: Para responder à questão, considere a Constituição Federal de 1988.
O Conselho Nacional do Ministério Público
 

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4131843 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: MPE-AP
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Atenção: Para responder à questão, leia o texto abaixo.

           A primeira força 

O tempo voa

descabelado

olhando para chuvas

e paredes esverdeadas.


O tempo é porto

de cidades que

nunca mais se erguerão

depois de janeiros

e fomes de amanhã. 


O tempo é uma tampa

de ferro lançada

violentamente

contra a dor

e a esperança.


O tempo é um livro

anfíbio de saudades

e silabas tonificadas

por dissabor

e quintais incendiados.


O tempo se perde

no tato e olfato

de uma tela arquitetada

para barcos

e beijos de amantes.


O tempo é um canhoto

entardecer iluminado

por solidões

reencharcadas

de frutos, futuros e fins

(Adaptado de: MIRAGAIA Júlio. Disponível

em: https://www.blogderocha.com.br)

O uso reiterado do presente do indicativo em “é”, “voa” e “se perde” confere ao poema:
 

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4131842 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: MPE-AP
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Atenção: Para responder à questão, leia o texto abaixo.

           A primeira força 

O tempo voa

descabelado

olhando para chuvas

e paredes esverdeadas.


O tempo é porto

de cidades que

nunca mais se erguerão

depois de janeiros

e fomes de amanhã. 


O tempo é uma tampa

de ferro lançada

violentamente

contra a dor

e a esperança.


O tempo é um livro

anfíbio de saudades

e silabas tonificadas

por dissabor

e quintais incendiados.


O tempo se perde

no tato e olfato

de uma tela arquitetada

para barcos

e beijos de amantes.


O tempo é um canhoto

entardecer iluminado

por solidões

reencharcadas

de frutos, futuros e fins

(Adaptado de: MIRAGAIA Júlio. Disponível

em: https://www.blogderocha.com.br)

O titulo “A primeira força” relaciona-se com o poema por expressar:
 

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4131841 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: MPE-AP
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Atenção: Para responder à questão, leia o texto abaixo.

A cabeça do caboclo é muito diferente da cabeça de quem mora na cidade e vive exposto aos meios de comunicação de massa. Caboclo é a gente mais real-fantasiosa que há. Ao mesmo tempo que é desconfiado, como seus ancestrais indígenas, é também muito crédulo. Admira a retórica na boca de gente elegante e enganadora. Concebe-se como o matuto não merecedor de privilégios dos entendidos. São sonhadores, mas sabem como ninguém que sonho é só para se sonhar e deve ficar sempre somente na ca- beça. Caboclo gosta mesmo é da orgia da mata, com a excelsa cantoria da passarinhada, de insetos, de répteis e de mamíferos selvagens ou domesticados. Embebeda-se com o cheiro das plantas nativas e capins ou árvores plantadas. Reverencia a água, uma de suas maiores fontes de alimentação. A natureza é sua maior sedutora e musa inspiradora. Caboclo não se casa. Junta-se. E comunga tudo com a(o) companheira(o): trabalho, esperança, sonhos, pesares, ignorâncias, enfados, boia, pirão, alegrias e prazeres caboclos. E nem precisa de cartório para legalizar as coisas. Vale a palavra de honra do caboclo. Cartório é coisa para o citadino, que deve se precaver do calote civilizado. Mas caboclo também não é santo. Mente. E quando mente, jura por todos os santos que está falando a verdade. Cruel é o coração que não lhe acredita. A mulher cabocla não engravida. Embucha. Fica de barriga. Emprenha. No mato, esta não sofre dos melindres da mulher urbana. Tudo o que vier a sentir faz parte da trama da multiplicação.

(Adaptado de: SANTOS Janete. Ideologia cabloca. 61 cronistas do Amapá, 2020)

No trecho “Tudo o que vier a sentir faz parte da trama da multiplicação”, o verbo “vier está empregado no modo subjuntivo para:
 

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4131840 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: MPE-AP
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Atenção: Para responder à questão, leia o texto abaixo.

A cabeça do caboclo é muito diferente da cabeça de quem mora na cidade e vive exposto aos meios de comunicação de massa. Caboclo é a gente mais real-fantasiosa que há. Ao mesmo tempo que é desconfiado, como seus ancestrais indígenas, é também muito crédulo. Admira a retórica na boca de gente elegante e enganadora. Concebe-se como o matuto não merecedor de privilégios dos entendidos. São sonhadores, mas sabem como ninguém que sonho é só para se sonhar e deve ficar sempre somente na ca- beça. Caboclo gosta mesmo é da orgia da mata, com a excelsa cantoria da passarinhada, de insetos, de répteis e de mamíferos selvagens ou domesticados. Embebeda-se com o cheiro das plantas nativas e capins ou árvores plantadas. Reverencia a água, uma de suas maiores fontes de alimentação. A natureza é sua maior sedutora e musa inspiradora. Caboclo não se casa. Junta-se. E comunga tudo com a(o) companheira(o): trabalho, esperança, sonhos, pesares, ignorâncias, enfados, boia, pirão, alegrias e prazeres caboclos. E nem precisa de cartório para legalizar as coisas. Vale a palavra de honra do caboclo. Cartório é coisa para o citadino, que deve se precaver do calote civilizado. Mas caboclo também não é santo. Mente. E quando mente, jura por todos os santos que está falando a verdade. Cruel é o coração que não lhe acredita. A mulher cabocla não engravida. Embucha. Fica de barriga. Emprenha. No mato, esta não sofre dos melindres da mulher urbana. Tudo o que vier a sentir faz parte da trama da multiplicação.

(Adaptado de: SANTOS Janete. Ideologia cabloca. 61 cronistas do Amapá, 2020)

Na frase “Caboclo gosta mesmo é da orgia da mata”, a linguagem assume um tom de:
 

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4131839 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: MPE-AP
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Atenção: Para responder à questão, leia o texto abaixo.

A cabeça do caboclo é muito diferente da cabeça de quem mora na cidade e vive exposto aos meios de comunicação de massa. Caboclo é a gente mais real-fantasiosa que há. Ao mesmo tempo que é desconfiado, como seus ancestrais indígenas, é também muito crédulo. Admira a retórica na boca de gente elegante e enganadora. Concebe-se como o matuto não merecedor de privilégios dos entendidos. São sonhadores, mas sabem como ninguém que sonho é só para se sonhar e deve ficar sempre somente na ca- beça. Caboclo gosta mesmo é da orgia da mata, com a excelsa cantoria da passarinhada, de insetos, de répteis e de mamíferos selvagens ou domesticados. Embebeda-se com o cheiro das plantas nativas e capins ou árvores plantadas. Reverencia a água, uma de suas maiores fontes de alimentação. A natureza é sua maior sedutora e musa inspiradora. Caboclo não se casa. Junta-se. E comunga tudo com a(o) companheira(o): trabalho, esperança, sonhos, pesares, ignorâncias, enfados, boia, pirão, alegrias e prazeres caboclos. E nem precisa de cartório para legalizar as coisas. Vale a palavra de honra do caboclo. Cartório é coisa para o citadino, que deve se precaver do calote civilizado. Mas caboclo também não é santo. Mente. E quando mente, jura por todos os santos que está falando a verdade. Cruel é o coração que não lhe acredita. A mulher cabocla não engravida. Embucha. Fica de barriga. Emprenha. No mato, esta não sofre dos melindres da mulher urbana. Tudo o que vier a sentir faz parte da trama da multiplicação.

(Adaptado de: SANTOS Janete. Ideologia cabloca. 61 cronistas do Amapá, 2020)

Na expressão “gente mais real-fantasiosa que há”, o autor
 

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4131838 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: MPE-AP
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Atenção: Para responder à questão, leia o texto abaixo.

A cabeça do caboclo é muito diferente da cabeça de quem mora na cidade e vive exposto aos meios de comunicação de massa. Caboclo é a gente mais real-fantasiosa que há. Ao mesmo tempo que é desconfiado, como seus ancestrais indígenas, é também muito crédulo. Admira a retórica na boca de gente elegante e enganadora. Concebe-se como o matuto não merecedor de privilégios dos entendidos. São sonhadores, mas sabem como ninguém que sonho é só para se sonhar e deve ficar sempre somente na ca- beça. Caboclo gosta mesmo é da orgia da mata, com a excelsa cantoria da passarinhada, de insetos, de répteis e de mamíferos selvagens ou domesticados. Embebeda-se com o cheiro das plantas nativas e capins ou árvores plantadas. Reverencia a água, uma de suas maiores fontes de alimentação. A natureza é sua maior sedutora e musa inspiradora. Caboclo não se casa. Junta-se. E comunga tudo com a(o) companheira(o): trabalho, esperança, sonhos, pesares, ignorâncias, enfados, boia, pirão, alegrias e prazeres caboclos. E nem precisa de cartório para legalizar as coisas. Vale a palavra de honra do caboclo. Cartório é coisa para o citadino, que deve se precaver do calote civilizado. Mas caboclo também não é santo. Mente. E quando mente, jura por todos os santos que está falando a verdade. Cruel é o coração que não lhe acredita. A mulher cabocla não engravida. Embucha. Fica de barriga. Emprenha. No mato, esta não sofre dos melindres da mulher urbana. Tudo o que vier a sentir faz parte da trama da multiplicação.

(Adaptado de: SANTOS Janete. Ideologia cabloca. 61 cronistas do Amapá, 2020)

A caracterização do caboclo no texto revela uma construção identitária que:
 

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4131837 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: MPE-AP
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Atenção: Para responder à questão, leia o texto abaixo.

A cabeça do caboclo é muito diferente da cabeça de quem mora na cidade e vive exposto aos meios de comunicação de massa. Caboclo é a gente mais real-fantasiosa que há. Ao mesmo tempo que é desconfiado, como seus ancestrais indígenas, é também muito crédulo. Admira a retórica na boca de gente elegante e enganadora. Concebe-se como o matuto não merecedor de privilégios dos entendidos. São sonhadores, mas sabem como ninguém que sonho é só para se sonhar e deve ficar sempre somente na ca- beça. Caboclo gosta mesmo é da orgia da mata, com a excelsa cantoria da passarinhada, de insetos, de répteis e de mamíferos selvagens ou domesticados. Embebeda-se com o cheiro das plantas nativas e capins ou árvores plantadas. Reverencia a água, uma de suas maiores fontes de alimentação. A natureza é sua maior sedutora e musa inspiradora. Caboclo não se casa. Junta-se. E comunga tudo com a(o) companheira(o): trabalho, esperança, sonhos, pesares, ignorâncias, enfados, boia, pirão, alegrias e prazeres caboclos. E nem precisa de cartório para legalizar as coisas. Vale a palavra de honra do caboclo. Cartório é coisa para o citadino, que deve se precaver do calote civilizado. Mas caboclo também não é santo. Mente. E quando mente, jura por todos os santos que está falando a verdade. Cruel é o coração que não lhe acredita. A mulher cabocla não engravida. Embucha. Fica de barriga. Emprenha. No mato, esta não sofre dos melindres da mulher urbana. Tudo o que vier a sentir faz parte da trama da multiplicação.

(Adaptado de: SANTOS Janete. Ideologia cabloca. 61 cronistas do Amapá, 2020)

A inversão sintática em “Cruel é o coração que não lhe acredita" tem como efeito principal:
 

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