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Assinale a opção que caracteriza corretamente a posição da
Inglaterra diante da Santa Aliança no contexto da ordem europeia
pós-napoleônica.
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Em uma escala de inteligência, há o mesmo intervalo entre o negro
e o europeu que entre o europeu e o macaco; e a raça negra é a
mais inferior das raças humanas.
Adaptado de GOBINEAU, Arthur de. Ensaio sobre a desigualdade das raças humanas. Paris, 1853-1855.
Com base no trecho, assinale a opção que apresenta corretamente uma corrente científica do século XIX representada.
Adaptado de GOBINEAU, Arthur de. Ensaio sobre a desigualdade das raças humanas. Paris, 1853-1855.
Com base no trecho, assinale a opção que apresenta corretamente uma corrente científica do século XIX representada.
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Leia o trecho a seguir.
A “segunda escravidão” se desenvolveu não como uma premissa histórica do capital produtivo, mas pressupondo sua existência como condição para sua reprodução.
Adaptado de TOMICH, D. Through the Prism of Slavery. Labor, Capital, and World Economy. Lanham, Rowman & Littlefield, 2004, p. 87.
Com base no trecho, é correto afirmar que a “segunda escravidão” conceituada por Dale Tomich consiste em uma
A “segunda escravidão” se desenvolveu não como uma premissa histórica do capital produtivo, mas pressupondo sua existência como condição para sua reprodução.
Adaptado de TOMICH, D. Through the Prism of Slavery. Labor, Capital, and World Economy. Lanham, Rowman & Littlefield, 2004, p. 87.
Com base no trecho, é correto afirmar que a “segunda escravidão” conceituada por Dale Tomich consiste em uma
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Leia o trecho a seguir.
Eu diria que o historiador está em condições muito melhores do que o participante do presente, pela simples razão de que dispõe de um horizonte ampliado. Se o leitor pensa que o passado é uma paisagem, a história é a maneira como a representamos, e é justamente esse ato de representação que nos eleva acima do familiar para permitir-nos ter experiências substitutivas daquilo que não podemos experimentar diretamente: uma visão mais ampla.
Adaptado de GADDIS, John Lewis. El paisaje de la historia: cómo los historiadores representan el pasado. Anagrama, 2004, pp. 21-22.
Considerando a reflexão de John Lewis Gaddis, é correto afirmar que a representação do passado como paisagem
Eu diria que o historiador está em condições muito melhores do que o participante do presente, pela simples razão de que dispõe de um horizonte ampliado. Se o leitor pensa que o passado é uma paisagem, a história é a maneira como a representamos, e é justamente esse ato de representação que nos eleva acima do familiar para permitir-nos ter experiências substitutivas daquilo que não podemos experimentar diretamente: uma visão mais ampla.
Adaptado de GADDIS, John Lewis. El paisaje de la historia: cómo los historiadores representan el pasado. Anagrama, 2004, pp. 21-22.
Considerando a reflexão de John Lewis Gaddis, é correto afirmar que a representação do passado como paisagem
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- Teoria em HistóriaConstrução de Estados e o Absolutismo
- Teoria em HistóriaMercantilismo e a economia de Estados
- História Geral
Leia os fragmentos a seguir.
I. A preparação da guerra, especialmente em grande escala, leva os governantes, inevitavelmente, a extrair recursos da população. Com isso, cria-se uma estrutura de arrecadação, abastecimento e administração que precisa se manter e que muitas vezes cresce mais rápido do que os próprios exércitos e marinhas que sustenta. Os interesses e o poder dessa estrutura acabam limitando de forma significativa o tipo e a intensidade da guerra.
Adaptado de TILLY, Charles. Coerción, capital y los Estados europeos, 990-1990. Madrid: Alianza Editorial, 1992, p. 46.
II. É necessário revisar a ideia de que o desenvolvimento militar na Idade Moderna foi um processo conduzido principalmente pelo Estado, ligado à centralização e ao controle burocrático. Ao analisar as condições relacionadas à prática de fazer guerra por meio de contratantes privados a partir do século XVI, conclui-se que essa forma de organização não foi uma exceção nem resultado de governantes fracos ou irresponsáveis. Pelo contrário, tratava-se de uma solução lógica para mobilizar recursos, considerando as limitações dos governos da Idade Moderna e sua dependência dos recursos e da cooperação das elites.
Adaptado de PARROT, David. “Military Revolution or Military Devolution?” Stud. his., H.ª mod., 35, 2013, p. 33.
Considerando os fragmentos, assinale a opção que apresenta corretamente a interpretação dos autores sobre o desenvolvimento militar na Época Moderna.
I. A preparação da guerra, especialmente em grande escala, leva os governantes, inevitavelmente, a extrair recursos da população. Com isso, cria-se uma estrutura de arrecadação, abastecimento e administração que precisa se manter e que muitas vezes cresce mais rápido do que os próprios exércitos e marinhas que sustenta. Os interesses e o poder dessa estrutura acabam limitando de forma significativa o tipo e a intensidade da guerra.
Adaptado de TILLY, Charles. Coerción, capital y los Estados europeos, 990-1990. Madrid: Alianza Editorial, 1992, p. 46.
II. É necessário revisar a ideia de que o desenvolvimento militar na Idade Moderna foi um processo conduzido principalmente pelo Estado, ligado à centralização e ao controle burocrático. Ao analisar as condições relacionadas à prática de fazer guerra por meio de contratantes privados a partir do século XVI, conclui-se que essa forma de organização não foi uma exceção nem resultado de governantes fracos ou irresponsáveis. Pelo contrário, tratava-se de uma solução lógica para mobilizar recursos, considerando as limitações dos governos da Idade Moderna e sua dependência dos recursos e da cooperação das elites.
Adaptado de PARROT, David. “Military Revolution or Military Devolution?” Stud. his., H.ª mod., 35, 2013, p. 33.
Considerando os fragmentos, assinale a opção que apresenta corretamente a interpretação dos autores sobre o desenvolvimento militar na Época Moderna.
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Leia a situação a seguir.
Uma pintura do século XVIII, atribuída a um artista de destaque do período colonial, foi identificada em uma coleção particular durante a preparação de um leilão internacional. A obra, até então pouco conhecida, despertou o interesse de especialistas e foi submetida à análise técnica, sendo reconhecida por seu elevado valor histórico e artístico para o país. Diante do risco de sua saída definitiva do território nacional, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional instaurou processo de tombamento com vistas à sua preservação, nos termos do Decreto-Lei nº 25/1937. O proprietário passou a questionar os efeitos jurídicos do tombamento sobre o uso, a circulação e a eventual alienação do bem.
Considerando o caso descrito, assinale a opção que apresenta corretamente um efeito do tombamento.
Uma pintura do século XVIII, atribuída a um artista de destaque do período colonial, foi identificada em uma coleção particular durante a preparação de um leilão internacional. A obra, até então pouco conhecida, despertou o interesse de especialistas e foi submetida à análise técnica, sendo reconhecida por seu elevado valor histórico e artístico para o país. Diante do risco de sua saída definitiva do território nacional, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional instaurou processo de tombamento com vistas à sua preservação, nos termos do Decreto-Lei nº 25/1937. O proprietário passou a questionar os efeitos jurídicos do tombamento sobre o uso, a circulação e a eventual alienação do bem.
Considerando o caso descrito, assinale a opção que apresenta corretamente um efeito do tombamento.
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Leia o trecho a seguir.
No início da década de 1960, a paleografia tratou de dispensar os rígidos hábitos que a acompanhavam praticamente desde suas origens e mostrou-se disposta a vestir-se com outras roupagens. A orientação positivista, técnica e auxiliar dos estudos paleográficos, estava incapacitada para resolver os diversos problemas suscitados pela escrita como prática sociocultural. Ao fixar seus objetivos na análise interna das formas gráficas, na datação temporal e tópica e na explicação do processo seguido na redação dos documentos, deixava sem resposta todas as interrogações que diziam respeito às identidades das pessoas que escrevem e as razões e os contextos em que se desenvolvem as práticas do escrito.
Adaptado de GÓMEZ, A. Grafias no cotidiano: escrita e sociedade na História (séculos XVI a XX). RJ: Eduerj; Eduff, 2020, pp. 41-42.
Com base no trecho, assinale a opção que identifica corretamente o processo de renovação da paleografia na segunda metade do século XX.
No início da década de 1960, a paleografia tratou de dispensar os rígidos hábitos que a acompanhavam praticamente desde suas origens e mostrou-se disposta a vestir-se com outras roupagens. A orientação positivista, técnica e auxiliar dos estudos paleográficos, estava incapacitada para resolver os diversos problemas suscitados pela escrita como prática sociocultural. Ao fixar seus objetivos na análise interna das formas gráficas, na datação temporal e tópica e na explicação do processo seguido na redação dos documentos, deixava sem resposta todas as interrogações que diziam respeito às identidades das pessoas que escrevem e as razões e os contextos em que se desenvolvem as práticas do escrito.
Adaptado de GÓMEZ, A. Grafias no cotidiano: escrita e sociedade na História (séculos XVI a XX). RJ: Eduerj; Eduff, 2020, pp. 41-42.
Com base no trecho, assinale a opção que identifica corretamente o processo de renovação da paleografia na segunda metade do século XX.
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Leia os trechos a seguir.
I. O costume de alforriar escravos que apresentassem seu valor era largamente praticado, mas à revelia do Estado; não que o Estado se opusesse, mas porque não lhe era permitido sancioná-lo em lei, pela oposição daqueles mesmos que praticavam essa regra costumeira. Esse direito não existia em lei até 1871. É verdade que, antes dessa data, existiam circunstâncias excepcionais em que o Estado intervinha concedendo alforrias, mas, de qualquer forma, indenizavam-se os senhores, e cabia a estes a concessão da carta de alforria.
Adaptado de CUNHA, Manuela da. Antropologia do Brasil. Mito, história, etnicidade. São Paulo: Brasiliense, 1987, pp.124-125.
II. O tribunal, seja atuando de acordo com o costume, seja agindo segundo as normas de direito ou a consciência de seus membros, manteve uma posição que realmente interferiu nos destinos de senhores e escravos que a ele recorriam. Ações de liberdade, seus procedimentos e seus resultados, não eram uma prática anormal no Estado imperial brasileiro, mesmo que o acesso de escravos ao sistema judiciário tenha sido tão restrito.
Adaptado de GRINBERG, Keila. Liberata. a lei da ambiguidade - as ações de liberdade da corte de apelação do Rio de Janeiro no século XIX. Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisa Social, 2010, p. 25.
Com base nos trechos, assinale a opção que apresenta corretamente a interpretação dos autores sobre a conquista da liberdade por pessoas escravizadas no Brasil imperial.
I. O costume de alforriar escravos que apresentassem seu valor era largamente praticado, mas à revelia do Estado; não que o Estado se opusesse, mas porque não lhe era permitido sancioná-lo em lei, pela oposição daqueles mesmos que praticavam essa regra costumeira. Esse direito não existia em lei até 1871. É verdade que, antes dessa data, existiam circunstâncias excepcionais em que o Estado intervinha concedendo alforrias, mas, de qualquer forma, indenizavam-se os senhores, e cabia a estes a concessão da carta de alforria.
Adaptado de CUNHA, Manuela da. Antropologia do Brasil. Mito, história, etnicidade. São Paulo: Brasiliense, 1987, pp.124-125.
II. O tribunal, seja atuando de acordo com o costume, seja agindo segundo as normas de direito ou a consciência de seus membros, manteve uma posição que realmente interferiu nos destinos de senhores e escravos que a ele recorriam. Ações de liberdade, seus procedimentos e seus resultados, não eram uma prática anormal no Estado imperial brasileiro, mesmo que o acesso de escravos ao sistema judiciário tenha sido tão restrito.
Adaptado de GRINBERG, Keila. Liberata. a lei da ambiguidade - as ações de liberdade da corte de apelação do Rio de Janeiro no século XIX. Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisa Social, 2010, p. 25.
Com base nos trechos, assinale a opção que apresenta corretamente a interpretação dos autores sobre a conquista da liberdade por pessoas escravizadas no Brasil imperial.
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Trata-se de um processo histórico de constituição de uma nova
coletividade, no qual se redefinem simultaneamente as formas de
pertencimento e as condições materiais de existência, resultando
em uma identidade própria que não corresponde diretamente às
dos grupos de origem.
O trecho caracteriza um processo histórico específico de formação social e cultural.
Assinale a opção que apresenta corretamente o conceito ao qual ele se refere.
O trecho caracteriza um processo histórico específico de formação social e cultural.
Assinale a opção que apresenta corretamente o conceito ao qual ele se refere.
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Leia o trecho a seguir.
Vemos que desde o início os papéis do Conselho das Índias estavam ligados ao poder. Mas não se tratava de um poder que se estendia exclusivamente da metrópole à periferia, e sim de uma dinâmica dialógica, que mantinha íntegro um império em constante expansão. Essas comunicações eram polifônicas, e delas participaram não apenas conquistadores, oficiais régios ou inquisidores, mas muitos outros atores. Essa lógica comunicativa, somada à inesperada novidade das Índias, exigia uma organização maior do que aquela que os ministros podiam oferecer. Isso impediu que o Conselho se convertesse em um centro de poder autoritário. Além disso, conferiu ao Conselho um caráter dialógico que estava longe de ser epistemologicamente absoluto. O arquivo do Conselho, e, portanto, o Arquivo de Índias, nasce como instrumento de poder, sim, mas cocriado, malformado, incompleto, histórico, polifônico.
Adaptado de MASTERS, Adrian. “Cómo usar un archivo colonial”, Memórias Digitais e os Acervos Coloniais, 2024, p. 352.
As opções a seguir descrevem corretamente a interpretação do autor sobre o arquivo colonial, à exceção de uma. Assinale-a.
Vemos que desde o início os papéis do Conselho das Índias estavam ligados ao poder. Mas não se tratava de um poder que se estendia exclusivamente da metrópole à periferia, e sim de uma dinâmica dialógica, que mantinha íntegro um império em constante expansão. Essas comunicações eram polifônicas, e delas participaram não apenas conquistadores, oficiais régios ou inquisidores, mas muitos outros atores. Essa lógica comunicativa, somada à inesperada novidade das Índias, exigia uma organização maior do que aquela que os ministros podiam oferecer. Isso impediu que o Conselho se convertesse em um centro de poder autoritário. Além disso, conferiu ao Conselho um caráter dialógico que estava longe de ser epistemologicamente absoluto. O arquivo do Conselho, e, portanto, o Arquivo de Índias, nasce como instrumento de poder, sim, mas cocriado, malformado, incompleto, histórico, polifônico.
Adaptado de MASTERS, Adrian. “Cómo usar un archivo colonial”, Memórias Digitais e os Acervos Coloniais, 2024, p. 352.
As opções a seguir descrevem corretamente a interpretação do autor sobre o arquivo colonial, à exceção de uma. Assinale-a.
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