Foram encontradas 50 questões.
INSTRUÇÃO: Leia atentamente o artigo abaixo e responda à questão.
Dentro de casa
Uma das melhores decisões que o atual governo tomou na área da educação, ou talvez em qualquer área, foi a criação, no ano passado, de um programa de bolsas de estudo em universidades estrangeiras para estudantes interessados a aperfeiçoar seus conhecimentos depois de formados no Brasil. Não se trata de mandar gente para Cuba, Moçambique ou coisa parecida; as bolsas se destinam a cursos em universidades dos Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra, França e Itália, nas quais se oferece hoje, de modo geral, o ensino superior mais avançado do mundo. Também não servem para quem queira estudar movimentos sociais, direção de cinema ou gastronomia sustentável. As bolsas, aqui, são reservadas exclusivamente para coisas que têm a ver com a vida real da produção – matemática, física, química, biologia e, num segundo momento, áreas como tecnologia mineral, petróleo, gás natural e outras disciplinas científicas. O Brasil, no momento, tem uma necessidade desesperada de profissionais capacitados em tudo isso. Um vasto leque de atividades essenciais para uma economia moderna depende diretamente deles – sem a sua presença nas empresas, sejam elas privadas ou estatais, brasileiras ou multinacionais que operam no país, simplesmente não é possível executar uma infinidade de novos projetos na indústria, infraestrutura, agricultura, exploração de recursos naturais e virtualmente qualquer área do universo produtivo. Investimentos ficam bloqueados. Perde-se espaço para os competidores estrangeiros. Sofrem a criação de empregos, a melhoria de renda, a arrecadação de impostos.
A iniciativa é um belo exemplo de como utilizar com respeito, inteligência e eficácia o dinheiro público, que pagará diretamente 75% de todas as despesas do programa; é investimento certo, com retorno certo e na hora certa. Serviria, quem sabe, como um contrapeso para as informações desanimadoras que acabam de sair das universidades brasileiras – ao contrário do que a propaganda oficial faz imaginar, o número de alunos diplomados ao fim dos cursos está diminuindo, ao invés de aumentar. Tudo bem, portanto, até aí; mas só até aí. Estamos no Brasil – e no Brasil, é bom lembrar, o governo consegue errar mesmo quando acerta. No caso, está deixando uma parte de sua máquina desmanchar o que outra faz de bom: ao mesmo tempo em que paga para jovens brasileiros aprimorarem seus conhecimentos científicos e tecnológicos nas melhores universidades estrangeiras, empenha-se ao máximo para dificultar, depois que voltam ao Brasil, o reconhecimento dos títulos que obtiveram no exterior. Não é isso que o governo, no seu comando supremo, quer. Mas é o que acontece.
(GUZZO, J. R. In VEJA, 14/03/2012.)
Sobre o artigo, analise as afirmativas.
I - Em Não se trata de mandar gente para Cuba, Moçambique ou coisa parecida, há implícita a ideia de que nesses países o ensino superior não é de excelência.
II - Mesmo louvando a decisão do governo brasileiro de criar um programa de bolsas de estudo em universidades estrangeiras de ponta, o articulista critica esse governo por dificultar o reconhecimento dos títulos obtidos no exterior.
III - Por ter aumentado o número de graduados nas universidades brasileiras, o programa de bolsas visa atender a necessidade de aperfeiçoamento em todas as áreas acadêmicas.
Está correto o que se afirma em
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A figura abaixo ilustra a janela Opções do navegador Firefox 13.0.1, em destaque a aba Geral.

Sobre as configurações existentes na janela apresentada, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para falsas.
( ) A região Iniciar está definida de tal forma que, sempre que o navegador for iniciado, apresentará a página do Firefox.
( ) A região Downloads está configurada de tal forma que, sempre que um download de um arquivo for iniciado, a janela de Downloads será apresentada e será fechada quando todos os downloads forem concluídos.
( ) A região Downloads está configurada de tal forma que sempre irá salvar os arquivos na pasta Downloads do sistema operacional.
( ) A região Complementos é destinada à configuração de complementos, tais como: Extensões, Aparência do Firefox (temas) e Plugins.
Assinale sequência correta.
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INSTRUÇÃO: Leia atentamente a peça publicitária abaixo e responda à questão.

(CEREJA, W. e COCHAR, T. Texto e interação. São Paulo: Atual, 2009.)
Sobre o trecho E, se você suspeitar de que alguém possa estar cometendo esse crime e aliciando mulheres, denuncie., assinale a afirmativa correta.
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A figura abaixo apresenta a tela de uma mensagem de e-mail a ser enviada por um webmail.

De acordo com a figura, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O destinatário beltrano@yahoo.com.br receberá uma cópia da mensagem, entretanto, o destinatário ciclano@gmail.com não terá conhecimento desse fato.
( ) O destinatário ciclano@gmail.com receberá uma cópia da mensagem, mas o destinatário beltrano@yahoo.com.br não terá conhecimento desse fato.
( ) O destinatário fulano@hotmail.com receberá a mensagem e os destinatários ciclano@gmail.com e beltrano@yahoo.com.br não terão conhecimento disso.
( ) Os arquivos DOC1.docx e Artigos.rar constituem anexos da mensagem.
Assinale a sequência correta.
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A figura abaixo apresenta uma planilha do Microsoft Excel 2007 (idioma Português).

Conforme é ilustrado na figura, se o conteúdo da célula D1, que é a fórmula =$A1+$B1*C$1, for arrastado (copiado pela alça de preenchimento) para as células D2, D3 e D4, quais valores seriam exibidos nessas células, respectivamente?
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Apesar da atividade precípua de um órgão público constituir no atendimento das necessidades dos cidadãos, a Gestão de Materiais é essencial, pois
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INSTRUÇÃO: Leia atentamente o artigo abaixo e responda à questão.
Dentro de casa
Uma das melhores decisões que o atual governo tomou na área da educação, ou talvez em qualquer área, foi a criação, no ano passado, de um programa de bolsas de estudo em universidades estrangeiras para estudantes interessados a aperfeiçoar seus conhecimentos depois de formados no Brasil. Não se trata de mandar gente para Cuba, Moçambique ou coisa parecida; as bolsas se destinam a cursos em universidades dos Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra, França e Itália, nas quais se oferece hoje, de modo geral, o ensino superior mais avançado do mundo. Também não servem para quem queira estudar movimentos sociais, direção de cinema ou gastronomia sustentável. As bolsas, aqui, são reservadas exclusivamente para coisas que têm a ver com a vida real da produção – matemática, física, química, biologia e, num segundo momento, áreas como tecnologia mineral, petróleo, gás natural e outras disciplinas científicas. O Brasil, no momento, tem uma necessidade desesperada de profissionais capacitados em tudo isso. Um vasto leque de atividades essenciais para uma economia moderna depende diretamente deles – sem a sua presença nas empresas, sejam elas privadas ou estatais, brasileiras ou multinacionais que operam no país, simplesmente não é possível executar uma infinidade de novos projetos na indústria, infraestrutura, agricultura, exploração de recursos naturais e virtualmente qualquer área do universo produtivo. Investimentos ficam bloqueados. Perde-se espaço para os competidores estrangeiros. Sofrem a criação de empregos, a melhoria de renda, a arrecadação de impostos.
A iniciativa é um belo exemplo de como utilizar com respeito, inteligência e eficácia o dinheiro público, que pagará diretamente 75% de todas as despesas do programa; é investimento certo, com retorno certo e na hora certa. Serviria, quem sabe, como um contrapeso para as informações desanimadoras que acabam de sair das universidades brasileiras – ao contrário do que a propaganda oficial faz imaginar, o número de alunos diplomados ao fim dos cursos está diminuindo, ao invés de aumentar. Tudo bem, portanto, até aí; mas só até aí. Estamos no Brasil – e no Brasil, é bom lembrar, o governo consegue errar mesmo quando acerta. No caso, está deixando uma parte de sua máquina desmanchar o que outra faz de bom: ao mesmo tempo em que paga para jovens brasileiros aprimorarem seus conhecimentos científicos e tecnológicos nas melhores universidades estrangeiras, empenha-se ao máximo para dificultar, depois que voltam ao Brasil, o reconhecimento dos títulos que obtiveram no exterior. Não é isso que o governo, no seu comando supremo, quer. Mas é o que acontece.
(GUZZO, J. R. In VEJA, 14/03/2012.)
O texto, artigo de opinião, traz marcas da subjetividade do articulista.
Assinale a alternativa que NÃO apresenta exemplo dessa marca.
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Analise o mapa abaixo.

Disponível em http://eco4u.wordpress.com/2011/11/16/usina-de-belo-monte-
algumas-vantagens-e-muitas-desvantagens-em-sua-realizacao/. Acesso em 12/08/2012.)
Uma das questões polêmicas da atualidade brasileira é a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.
Sobre o assunto, analise as afirmativas.
I - Será construída no Rio Amazonas, afluente do Rio Xingu, no Estado do Pará.
II - A obra vai exigir a realocação de moradores locais, além disso, migrantes serão atraídos para a região e os municípios terão que aumentar a infraestrutura em relação à saúde, habitação e educação.
III - O aumento da vazão do rio contribuirá para a multiplicação das espécies de peixes gerando renda através de empregos diretos e indiretos na pesca artesanal.
IV - O projeto tem grande oposição de ambientalistas, que consideram que os impactos para o meio ambiente e para as comunidades tradicionais da região serão irreversíveis.
Estão corretas as afirmativas
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INSTRUÇÃO: Leia atentamente a peça publicitária abaixo e responda à questão.

(CEREJA, W. e COCHAR, T. Texto e interação. São Paulo: Atual, 2009.)
Em relação à linguagem verbal utilizada na propaganda, assinale a afirmativa correta.
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir e responda à questão.
Nem a burocracia aguenta a burocracia
Regras mal desenhadas, excesso de controles, falta de motivação e medo – sim, medo de ser envolvido em suspeitas de corrupção. É assim o dia a dia dos funcionários públicos responsáveis por tocar a máquina estatal brasileira.
[...]
No dia a dia do setor público, o exagero de exigências para cumprir regras muitas vezes arcaicas atravanca o trabalho dos mais diversos órgãos. A quantidade de papel produzida pela concorrência para a construção de um hospital na cidade capixaba de Serra, vizinha a Vitória, dá ideia do grau de formalismo da administração pública brasileira. Cada uma das quatro construtoras concorrentes apresentou entre 500 e 1 000 páginas só de documentos de habilitação, ou seja, papéis para provar que não devem nada ao Fisco, que não estão à beira da falência e que possuem capacidade técnica para realizar o trabalho.
[...]
“As regras do Serviço Público brasileiro tentam matar a figura do administrador, reduzindo ao mínimo seu espaço de análise e intervenção”, afirma Carlos Ari Sundfeld, professor da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas. Ocorre que não é possível prever todas as situações.
[...]
Além do excesso de controles, processos mal desenhados tiram velocidade e qualidade da burocracia brasileira. Um caso que desafia a lógica é a sequência de passos das contratações de serviços como obras de construção civil. É preciso analisar a papelada de todas as empresas concorrentes – calhamaços que não raro chegam a milhares de páginas – para só então ver o preço que cada uma propõe. [...] A tensão entre instrumentos de controle e agilidade sempre será uma questão delicada na área pública. Estados e empresas não podem ser administrados da mesma forma porque possuem natureza diferente. O dinheiro de uma empresa é gasto e vigiado pelos acionistas. Já o dinheiro do Estado, pertencente a todos os contribuintes, tem de ser usado para o bem comum. Na impossibilidade de os contribuintes fiscalizarem o destino dos impostos, órgãos como tribunais de contas são vitais. “O que se espera é que a atuação dos fiscais seja mais eficiente”, afirma Maurício Endo, sócio da KPMG e especialista em parcerias público-privadas. O Brasil se perde em um legalismo extremado - que torna mais importante seguir as regras do que gastar bem o dinheiro.
[...]
No Brasil, a possibilidade de ter problemas com órgãos de controle provoca medo e, muitas vezes, desestimula o gestor público a decidir pelo que considera mais eficiente.
[...]
Ao fim, tudo se resume à ação de seres humanos, que precisam ser não apenas cobrados, mas também motivados, desafiados e reconhecidos [...].
(Revista Exame, disponível em: http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0962/
noticias/nem-burocracia-aguenta-burocracia-533968?page=2. Acesso em: 04/08/2012).
As características da burocracia apresentadas no texto, de acordo com os estudos da Teoria da Burocracia realizados por Weber e Merton, referem-se
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