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1009368 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-MA
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Texto CG1A1AAA

A paz não pode ser garantida apenas pelos acordos

políticos, econômicos ou militares. Cada um de nós,

independentemente de idade, sexo, estrato social, crença

religiosa etc. é chamado à criação de um mundo pacificado, um

mundo sob a égide de uma cultura da paz.

Mas, o que significa “cultura da paz”?

Construir uma cultura da paz envolve dotar as crianças

e os adultos da compreensão de princípios como liberdade,

justiça, democracia, direitos humanos, tolerância, igualdade e

solidariedade. Implica uma rejeição, individual e coletiva, da

violência que tem sido percebida na sociedade, em seus mais

variados contextos. A cultura da paz tem de procurar soluções

que advenham de dentro da(s) sociedade(s), que não sejam

impostas do exterior.

Cabe ressaltar que o conceito de paz pode ser

abordado em sentido negativo, quando se traduz em um estado

de não guerra, em ausência de conflito, em passividade e

permissividade, sem dinamismo próprio; em síntese, condenada

a um vazio, a uma não existência palpável, difícil de se

concretizar e de se precisar. Em sua concepção positiva, a paz

não é o contrário da guerra, mas a prática da não violência para

resolver conflitos, a prática do diálogo na relação entre

pessoas, a postura democrática frente à vida, que pressupõe a

dinâmica da cooperação planejada e o movimento constante da

instalação de justiça.

Uma cultura de paz exige esforço para modificar o

pensamento e a ação das pessoas para que se promova a paz.

Falar de violência e de como ela nos assola deixa de ser, então,

a temática principal. Não que ela vá ser esquecida ou abafada;

ela pertence ao nosso dia a dia e temos consciência disso.

Porém, o sentido do discurso, a ideologia que o alimenta,

precisa impregná-lo de palavras e conceitos que anunciem os

valores humanos que decantam a paz, que lhe proclamam e

promovem. A violência já é bastante denunciada, e quanto mais

falamos dela, mais lembramos de sua existência em nosso meio

social. É hora de começarmos a convocar a presença da paz em

nós, entre nós, entre nações, entre povos.

Um dos primeiros passos nesse sentido refere-se à

gestão de conflitos. Ou seja, prevenir os conflitos

potencialmente violentos e reconstruir a paz e a confiança entre

pessoas originárias de situação de guerra é um dos exemplos

mais comuns a serem considerados. Tal missão estende-se às

escolas, instituições públicas e outros locais de trabalho por

todo o mundo, bem como aos parlamentos e centros de

comunicação e associações.

Outro passo é tentar erradicar a pobreza e reduzir as

desigualdades, lutando para atingir um desenvolvimento

sustentado e o respeito pelos direitos humanos, reforçando as

instituições democráticas, promovendo a liberdade de

expressão, preservando a diversidade cultural e o ambiente.

É, então, no entrelaçamento “paz — desenvolvimento

— direitos humanos — democracia” que podemos vislumbrar

a educação para a paz.

Leila Dupret. Cultura de paz e ações sócio-educativas: desafios para a escola contemporânea. In: Psicol. Esc. Educ. (Impr.) v. 6, n.º 1. Campinas, jun./2002 (com adaptações)

Julgue os itens que se seguem, acerca dos aspectos linguísticos do seguinte período do texto CG1A1AAA: “Porém, o sentido do discurso, a ideologia que o alimenta, precisa impregná-lo de palavras e conceitos que anunciem os valores humanos que decantam a paz, que lhe proclamam e promovem” (ℓ. 31 a 34).

I O termo “o sentido do discurso” exerce função de sujeito da forma verbal “precisa”.

II O verbo decantar foi empregado no sentido de purificar.

III O pronome “que” possui o mesmo antecedente nas três ocorrências no trecho “precisa impregná-lo de palavras e conceitos que anunciem os valores humanos que decantam a paz, que lhe proclamam e promovem”.

Assinale a opção correta.

 

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1009367 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-MA
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Texto CG1A1AAA

A paz não pode ser garantida apenas pelos acordos

políticos, econômicos ou militares. Cada um de nós,

independentemente de idade, sexo, estrato social, crença

religiosa etc. é chamado à criação de um mundo pacificado, um

mundo sob a égide de uma cultura da paz.

Mas, o que significa “cultura da paz”?

Construir uma cultura da paz envolve dotar as crianças

e os adultos da compreensão de princípios como liberdade,

justiça, democracia, direitos humanos, tolerância, igualdade e

solidariedade. Implica uma rejeição, individual e coletiva, da

violência que tem sido percebida na sociedade, em seus mais

variados contextos. A cultura da paz tem de procurar soluções

que advenham de dentro da(s) sociedade(s), que não sejam

impostas do exterior.

Cabe ressaltar que o conceito de paz pode ser

abordado em sentido negativo, quando se traduz em um estado

de não guerra, em ausência de conflito, em passividade e

permissividade, sem dinamismo próprio; em síntese, condenada

a um vazio, a uma não existência palpável, difícil de se

concretizar e de se precisar. Em sua concepção positiva, a paz

não é o contrário da guerra, mas a prática da não violência para

resolver conflitos, a prática do diálogo na relação entre

pessoas, a postura democrática frente à vida, que pressupõe a

dinâmica da cooperação planejada e o movimento constante da

instalação de justiça.

Uma cultura de paz exige esforço para modificar o

pensamento e a ação das pessoas para que se promova a paz.

Falar de violência e de como ela nos assola deixa de ser, então,

a temática principal. Não que ela vá ser esquecida ou abafada;

ela pertence ao nosso dia a dia e temos consciência disso.

Porém, o sentido do discurso, a ideologia que o alimenta,

precisa impregná-lo de palavras e conceitos que anunciem os

valores humanos que decantam a paz, que lhe proclamam e

promovem. A violência já é bastante denunciada, e quanto mais

falamos dela, mais lembramos de sua existência em nosso meio

social. É hora de começarmos a convocar a presença da paz em

nós, entre nós, entre nações, entre povos.

Um dos primeiros passos nesse sentido refere-se à

gestão de conflitos. Ou seja, prevenir os conflitos

potencialmente violentos e reconstruir a paz e a confiança entre

pessoas originárias de situação de guerra é um dos exemplos

mais comuns a serem considerados. Tal missão estende-se às

escolas, instituições públicas e outros locais de trabalho por

todo o mundo, bem como aos parlamentos e centros de

comunicação e associações.

Outro passo é tentar erradicar a pobreza e reduzir as

desigualdades, lutando para atingir um desenvolvimento

sustentado e o respeito pelos direitos humanos, reforçando as

instituições democráticas, promovendo a liberdade de

expressão, preservando a diversidade cultural e o ambiente.

É, então, no entrelaçamento “paz — desenvolvimento

— direitos humanos — democracia” que podemos vislumbrar

a educação para a paz.

Leila Dupret. Cultura de paz e ações sócio-educativas: desafios para a escola contemporânea. In: Psicol. Esc. Educ. (Impr.) v. 6, n.º 1. Campinas, jun./2002 (com adaptações)

O texto CG1A1AAA, essencialmente expositivo-argumentativo, estrutura-se a partir da
 

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1009366 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-MA
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Texto CG1A1AAA

A paz não pode ser garantida apenas pelos acordos

políticos, econômicos ou militares. Cada um de nós,

independentemente de idade, sexo, estrato social, crença

religiosa etc. é chamado à criação de um mundo pacificado, um

mundo sob a égide de uma cultura da paz.

Mas, o que significa “cultura da paz”?

Construir uma cultura da paz envolve dotar as crianças

e os adultos da compreensão de princípios como liberdade,

justiça, democracia, direitos humanos, tolerância, igualdade e

solidariedade. Implica uma rejeição, individual e coletiva, da

violência que tem sido percebida na sociedade, em seus mais

variados contextos. A cultura da paz tem de procurar soluções

que advenham de dentro da(s) sociedade(s), que não sejam

impostas do exterior.

Cabe ressaltar que o conceito de paz pode ser

abordado em sentido negativo, quando se traduz em um estado

de não guerra, em ausência de conflito, em passividade e

permissividade, sem dinamismo próprio; em síntese, condenada

a um vazio, a uma não existência palpável, difícil de se

concretizar e de se precisar. Em sua concepção positiva, a paz

não é o contrário da guerra, mas a prática da não violência para

resolver conflitos, a prática do diálogo na relação entre

pessoas, a postura democrática frente à vida, que pressupõe a

dinâmica da cooperação planejada e o movimento constante da

instalação de justiça.

Uma cultura de paz exige esforço para modificar o

pensamento e a ação das pessoas para que se promova a paz.

Falar de violência e de como ela nos assola deixa de ser, então,

a temática principal. Não que ela vá ser esquecida ou abafada;

ela pertence ao nosso dia a dia e temos consciência disso.

Porém, o sentido do discurso, a ideologia que o alimenta,

precisa impregná-lo de palavras e conceitos que anunciem os

valores humanos que decantam a paz, que lhe proclamam e

promovem. A violência já é bastante denunciada, e quanto mais

falamos dela, mais lembramos de sua existência em nosso meio

social. É hora de começarmos a convocar a presença da paz em

nós, entre nós, entre nações, entre povos.

Um dos primeiros passos nesse sentido refere-se à

gestão de conflitos. Ou seja, prevenir os conflitos

potencialmente violentos e reconstruir a paz e a confiança entre

pessoas originárias de situação de guerra é um dos exemplos

mais comuns a serem considerados. Tal missão estende-se às

escolas, instituições públicas e outros locais de trabalho por

todo o mundo, bem como aos parlamentos e centros de

comunicação e associações.

Outro passo é tentar erradicar a pobreza e reduzir as

desigualdades, lutando para atingir um desenvolvimento

sustentado e o respeito pelos direitos humanos, reforçando as

instituições democráticas, promovendo a liberdade de

expressão, preservando a diversidade cultural e o ambiente.

É, então, no entrelaçamento “paz — desenvolvimento

— direitos humanos — democracia” que podemos vislumbrar

a educação para a paz.

Leila Dupret. Cultura de paz e ações sócio-educativas: desafios para a escola contemporânea. In: Psicol. Esc. Educ. (Impr.) v. 6, n.º 1. Campinas, jun./2002 (com adaptações)

De acordo com o texto CG1A1AAA, os elementos “gestão de conflitos” (ℓ.39) e “erradicar a pobreza” (ℓ.46) devem ser concebidos como
 

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1009364 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-MA
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Texto CG1A1AAA

A paz não pode ser garantida apenas pelos acordos

políticos, econômicos ou militares. Cada um de nós,

independentemente de idade, sexo, estrato social, crença

religiosa etc. é chamado à criação de um mundo pacificado, um

mundo sob a égide de uma cultura da paz.

Mas, o que significa “cultura da paz”?

Construir uma cultura da paz envolve dotar as crianças

e os adultos da compreensão de princípios como liberdade,

justiça, democracia, direitos humanos, tolerância, igualdade e

solidariedade. Implica uma rejeição, individual e coletiva, da

violência que tem sido percebida na sociedade, em seus mais

variados contextos. A cultura da paz tem de procurar soluções

que advenham de dentro da(s) sociedade(s), que não sejam

impostas do exterior.

Cabe ressaltar que o conceito de paz pode ser

abordado em sentido negativo, quando se traduz em um estado

de não guerra, em ausência de conflito, em passividade e

permissividade, sem dinamismo próprio; em síntese, condenada

a um vazio, a uma não existência palpável, difícil de se

concretizar e de se precisar. Em sua concepção positiva, a paz

não é o contrário da guerra, mas a prática da não violência para

resolver conflitos, a prática do diálogo na relação entre

pessoas, a postura democrática frente à vida, que pressupõe a

dinâmica da cooperação planejada e o movimento constante da

instalação de justiça.

Uma cultura de paz exige esforço para modificar o

pensamento e a ação das pessoas para que se promova a paz.

Falar de violência e de como ela nos assola deixa de ser, então,

a temática principal. Não que ela vá ser esquecida ou abafada;

ela pertence ao nosso dia a dia e temos consciência disso.

Porém, o sentido do discurso, a ideologia que o alimenta,

precisa impregná-lo de palavras e conceitos que anunciem os

valores humanos que decantam a paz, que lhe proclamam e

promovem. A violência já é bastante denunciada, e quanto mais

falamos dela, mais lembramos de sua existência em nosso meio

social. É hora de começarmos a convocar a presença da paz em

nós, entre nós, entre nações, entre povos.

Um dos primeiros passos nesse sentido refere-se à

gestão de conflitos. Ou seja, prevenir os conflitos

potencialmente violentos e reconstruir a paz e a confiança entre

pessoas originárias de situação de guerra é um dos exemplos

mais comuns a serem considerados. Tal missão estende-se às

escolas, instituições públicas e outros locais de trabalho por

todo o mundo, bem como aos parlamentos e centros de

comunicação e associações.

Outro passo é tentar erradicar a pobreza e reduzir as

desigualdades, lutando para atingir um desenvolvimento

sustentado e o respeito pelos direitos humanos, reforçando as

instituições democráticas, promovendo a liberdade de

expressão, preservando a diversidade cultural e o ambiente.

É, então, no entrelaçamento “paz — desenvolvimento

— direitos humanos — democracia” que podemos vislumbrar

a educação para a paz.

Leila Dupret. Cultura de paz e ações sócio-educativas: desafios para a escola contemporânea. In: Psicol. Esc. Educ. (Impr.) v. 6, n.º 1. Campinas, jun./2002 (com adaptações)

De acordo com o texto CG1A1AAA, a cultura da paz depende, entre outras coisas,
 

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1009356 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-MA
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Texto CG1A1AAA

A paz não pode ser garantida apenas pelos acordos

políticos, econômicos ou militares. Cada um de nós,

independentemente de idade, sexo, estrato social, crença

religiosa etc. é chamado à criação de um mundo pacificado, um

mundo sob a égide de uma cultura da paz.

Mas, o que significa “cultura da paz”?

Construir uma cultura da paz envolve dotar as crianças

e os adultos da compreensão de princípios como liberdade,

justiça, democracia, direitos humanos, tolerância, igualdade e

solidariedade. Implica uma rejeição, individual e coletiva, da

violência que tem sido percebida na sociedade, em seus mais

variados contextos. A cultura da paz tem de procurar soluções

que advenham de dentro da(s) sociedade(s), que não sejam

impostas do exterior.

Cabe ressaltar que o conceito de paz pode ser

abordado em sentido negativo, quando se traduz em um estado

de não guerra, em ausência de conflito, em passividade e

permissividade, sem dinamismo próprio; em síntese, condenada

a um vazio, a uma não existência palpável, difícil de se

concretizar e de se precisar. Em sua concepção positiva, a paz

não é o contrário da guerra, mas a prática da não violência para

resolver conflitos, a prática do diálogo na relação entre

pessoas, a postura democrática frente à vida, que pressupõe a

dinâmica da cooperação planejada e o movimento constante da

instalação de justiça.

Uma cultura de paz exige esforço para modificar o

pensamento e a ação das pessoas para que se promova a paz.

Falar de violência e de como ela nos assola deixa de ser, então,

a temática principal. Não que ela vá ser esquecida ou abafada;

ela pertence ao nosso dia a dia e temos consciência disso.

Porém, o sentido do discurso, a ideologia que o alimenta,

precisa impregná-lo de palavras e conceitos que anunciem os

valores humanos que decantam a paz, que lhe proclamam e

promovem. A violência já é bastante denunciada, e quanto mais

falamos dela, mais lembramos de sua existência em nosso meio

social. É hora de começarmos a convocar a presença da paz em

nós, entre nós, entre nações, entre povos.

Um dos primeiros passos nesse sentido refere-se à

gestão de conflitos. Ou seja, prevenir os conflitos

potencialmente violentos e reconstruir a paz e a confiança entre

pessoas originárias de situação de guerra é um dos exemplos

mais comuns a serem considerados. Tal missão estende-se às

escolas, instituições públicas e outros locais de trabalho por

todo o mundo, bem como aos parlamentos e centros de

comunicação e associações.

Outro passo é tentar erradicar a pobreza e reduzir as

desigualdades, lutando para atingir um desenvolvimento

sustentado e o respeito pelos direitos humanos, reforçando as

instituições democráticas, promovendo a liberdade de

expressão, preservando a diversidade cultural e o ambiente.

É, então, no entrelaçamento “paz — desenvolvimento

— direitos humanos — democracia” que podemos vislumbrar

a educação para a paz.

Leila Dupret. Cultura de paz e ações sócio-educativas: desafios para a escola contemporânea. In: Psicol. Esc. Educ. (Impr.) v. 6, n.º 1. Campinas, jun./2002 (com adaptações)

No texto CG1A1AAA, em “É, então, no entrelaçamento ‘paz — desenvolvimento — direitos humanos — democracia’ que podemos vislumbrar a educação para a paz” (. 51 a 53), o vocábulo “então” expressa uma ideia de
 

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1009685 Ano: 2018
Disciplina: Direito Agrário
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-MA
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De acordo com a Lei n.º 8.629/1993, será suscetível de desapropriação para fins de reforma agrária, ainda que o seu proprietário não possua outra propriedade rural, o

I latifúndio.

II imóvel rural tipificado como média propriedade.

III imóvel rural tipificado como pequena propriedade.

IV imóvel objeto de esbulho possessório.

Estão certos apenas os itens

Questão Anulada

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1009680 Ano: 2018
Disciplina: Criminologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-MA
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De acordo com a teoria das atividades rotineiras,
Questão Anulada

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1009655 Ano: 2018
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-MA
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Após desentendimento em jantar em sua residência, um deputado estadual esfaqueou um colega, que morreu no local. Para ocultar o ato criminoso, o parlamentar enterrou o corpo da vítima no quintal de sua residência. Após o indiciamento, o MP ofereceu denúncia contra o parlamentar.

Nessa situação hipotética, a competência para julgar os crimes de homicídio e de ocultação de cadáver será do

Questão Anulada

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1009650 Ano: 2018
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-MA
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Após a instauração de inquérito policial para apurar a prática de crime de corrupção passiva em concurso com o de organização criminosa, o promotor de justiça requereu o arquivamento do ato processual por insuficiência de provas, pedido que foi deferido pelo juízo. Contra essa decisão não houve a interposição de recursos.

Nessa situação,

Questão Anulada

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1009630 Ano: 2018
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-MA
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Julgue os próximos itens, relativos a prisão, medidas cautelares e liberdade provisória.

I A concessão da liberdade provisória pela autoridade policial não impede a decretação da prisão preventiva de ofício pelo juízo, se presentes os seus requisitos.

II Nos crimes hediondos, o tempo da prisão preventiva varia segundo o limite da pena estabelecida para o tipo penal imputado ao indiciado.

III Aplicada medida cautelar diversa da prisão, será vedado ao juiz substituí-la por outra ou impor nova medida cumulativamente.

IV Lavrado o auto de prisão em flagrante por crime de estupro, a autoridade policial poderá conceder ao preso liberdade provisória mediante fiança.

Assinale a opção correta.

Questão Anulada

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