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Texto CG1A1AAA
A paz não pode ser garantida apenas pelos acordos
políticos, econômicos ou militares. Cada um de nós,
independentemente de idade, sexo, estrato social, crença
religiosa etc. é chamado à criação de um mundo pacificado, um
mundo sob a égide de uma cultura da paz.
Mas, o que significa “cultura da paz”?
Construir uma cultura da paz envolve dotar as crianças
e os adultos da compreensão de princípios como liberdade,
justiça, democracia, direitos humanos, tolerância, igualdade e
solidariedade. Implica uma rejeição, individual e coletiva, da
violência que tem sido percebida na sociedade, em seus mais
variados contextos. A cultura da paz tem de procurar soluções
que advenham de dentro da(s) sociedade(s), que não sejam
impostas do exterior.
Cabe ressaltar que o conceito de paz pode ser
abordado em sentido negativo, quando se traduz em um estado
de não guerra, em ausência de conflito, em passividade e
permissividade, sem dinamismo próprio; em síntese, condenada
a um vazio, a uma não existência palpável, difícil de se
concretizar e de se precisar. Em sua concepção positiva, a paz
não é o contrário da guerra, mas a prática da não violência para
resolver conflitos, a prática do diálogo na relação entre
pessoas, a postura democrática frente à vida, que pressupõe a
dinâmica da cooperação planejada e o movimento constante da
instalação de justiça.
Uma cultura de paz exige esforço para modificar o
pensamento e a ação das pessoas para que se promova a paz.
Falar de violência e de como ela nos assola deixa de ser, então,
a temática principal. Não que ela vá ser esquecida ou abafada;
ela pertence ao nosso dia a dia e temos consciência disso.
Porém, o sentido do discurso, a ideologia que o alimenta,
precisa impregná-lo de palavras e conceitos que anunciem os
valores humanos que decantam a paz, que lhe proclamam e
promovem. A violência já é bastante denunciada, e quanto mais
falamos dela, mais lembramos de sua existência em nosso meio
social. É hora de começarmos a convocar a presença da paz em
nós, entre nós, entre nações, entre povos.
Um dos primeiros passos nesse sentido refere-se à
gestão de conflitos. Ou seja, prevenir os conflitos
potencialmente violentos e reconstruir a paz e a confiança entre
pessoas originárias de situação de guerra é um dos exemplos
mais comuns a serem considerados. Tal missão estende-se às
escolas, instituições públicas e outros locais de trabalho por
todo o mundo, bem como aos parlamentos e centros de
comunicação e associações.
Outro passo é tentar erradicar a pobreza e reduzir as
desigualdades, lutando para atingir um desenvolvimento
sustentado e o respeito pelos direitos humanos, reforçando as
instituições democráticas, promovendo a liberdade de
expressão, preservando a diversidade cultural e o ambiente.
É, então, no entrelaçamento “paz — desenvolvimento
— direitos humanos — democracia” que podemos vislumbrar
a educação para a paz.
Leila Dupret. Cultura de paz e ações sócio-educativas: desafios para a escola contemporânea. In: Psicol. Esc. Educ. (Impr.) v. 6, n.º 1. Campinas, jun./2002 (com adaptações)
Julgue os itens que se seguem, acerca dos aspectos linguísticos do seguinte período do texto CG1A1AAA: “Porém, o sentido do discurso, a ideologia que o alimenta, precisa impregná-lo de palavras e conceitos que anunciem os valores humanos que decantam a paz, que lhe proclamam e promovem” (ℓ. 31 a 34).
I O termo “o sentido do discurso” exerce função de sujeito da forma verbal “precisa”.
II O verbo decantar foi empregado no sentido de purificar.
III O pronome “que” possui o mesmo antecedente nas três ocorrências no trecho “precisa impregná-lo de palavras e conceitos que anunciem os valores humanos que decantam a paz, que lhe proclamam e promovem”.
Assinale a opção correta.
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Texto CG1A1AAA
A paz não pode ser garantida apenas pelos acordos
políticos, econômicos ou militares. Cada um de nós,
independentemente de idade, sexo, estrato social, crença
religiosa etc. é chamado à criação de um mundo pacificado, um
mundo sob a égide de uma cultura da paz.
Mas, o que significa “cultura da paz”?
Construir uma cultura da paz envolve dotar as crianças
e os adultos da compreensão de princípios como liberdade,
justiça, democracia, direitos humanos, tolerância, igualdade e
solidariedade. Implica uma rejeição, individual e coletiva, da
violência que tem sido percebida na sociedade, em seus mais
variados contextos. A cultura da paz tem de procurar soluções
que advenham de dentro da(s) sociedade(s), que não sejam
impostas do exterior.
Cabe ressaltar que o conceito de paz pode ser
abordado em sentido negativo, quando se traduz em um estado
de não guerra, em ausência de conflito, em passividade e
permissividade, sem dinamismo próprio; em síntese, condenada
a um vazio, a uma não existência palpável, difícil de se
concretizar e de se precisar. Em sua concepção positiva, a paz
não é o contrário da guerra, mas a prática da não violência para
resolver conflitos, a prática do diálogo na relação entre
pessoas, a postura democrática frente à vida, que pressupõe a
dinâmica da cooperação planejada e o movimento constante da
instalação de justiça.
Uma cultura de paz exige esforço para modificar o
pensamento e a ação das pessoas para que se promova a paz.
Falar de violência e de como ela nos assola deixa de ser, então,
a temática principal. Não que ela vá ser esquecida ou abafada;
ela pertence ao nosso dia a dia e temos consciência disso.
Porém, o sentido do discurso, a ideologia que o alimenta,
precisa impregná-lo de palavras e conceitos que anunciem os
valores humanos que decantam a paz, que lhe proclamam e
promovem. A violência já é bastante denunciada, e quanto mais
falamos dela, mais lembramos de sua existência em nosso meio
social. É hora de começarmos a convocar a presença da paz em
nós, entre nós, entre nações, entre povos.
Um dos primeiros passos nesse sentido refere-se à
gestão de conflitos. Ou seja, prevenir os conflitos
potencialmente violentos e reconstruir a paz e a confiança entre
pessoas originárias de situação de guerra é um dos exemplos
mais comuns a serem considerados. Tal missão estende-se às
escolas, instituições públicas e outros locais de trabalho por
todo o mundo, bem como aos parlamentos e centros de
comunicação e associações.
Outro passo é tentar erradicar a pobreza e reduzir as
desigualdades, lutando para atingir um desenvolvimento
sustentado e o respeito pelos direitos humanos, reforçando as
instituições democráticas, promovendo a liberdade de
expressão, preservando a diversidade cultural e o ambiente.
É, então, no entrelaçamento “paz — desenvolvimento
— direitos humanos — democracia” que podemos vislumbrar
a educação para a paz.
Leila Dupret. Cultura de paz e ações sócio-educativas: desafios para a escola contemporânea. In: Psicol. Esc. Educ. (Impr.) v. 6, n.º 1. Campinas, jun./2002 (com adaptações)
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Texto CG1A1AAA
A paz não pode ser garantida apenas pelos acordos
políticos, econômicos ou militares. Cada um de nós,
independentemente de idade, sexo, estrato social, crença
religiosa etc. é chamado à criação de um mundo pacificado, um
mundo sob a égide de uma cultura da paz.
Mas, o que significa “cultura da paz”?
Construir uma cultura da paz envolve dotar as crianças
e os adultos da compreensão de princípios como liberdade,
justiça, democracia, direitos humanos, tolerância, igualdade e
solidariedade. Implica uma rejeição, individual e coletiva, da
violência que tem sido percebida na sociedade, em seus mais
variados contextos. A cultura da paz tem de procurar soluções
que advenham de dentro da(s) sociedade(s), que não sejam
impostas do exterior.
Cabe ressaltar que o conceito de paz pode ser
abordado em sentido negativo, quando se traduz em um estado
de não guerra, em ausência de conflito, em passividade e
permissividade, sem dinamismo próprio; em síntese, condenada
a um vazio, a uma não existência palpável, difícil de se
concretizar e de se precisar. Em sua concepção positiva, a paz
não é o contrário da guerra, mas a prática da não violência para
resolver conflitos, a prática do diálogo na relação entre
pessoas, a postura democrática frente à vida, que pressupõe a
dinâmica da cooperação planejada e o movimento constante da
instalação de justiça.
Uma cultura de paz exige esforço para modificar o
pensamento e a ação das pessoas para que se promova a paz.
Falar de violência e de como ela nos assola deixa de ser, então,
a temática principal. Não que ela vá ser esquecida ou abafada;
ela pertence ao nosso dia a dia e temos consciência disso.
Porém, o sentido do discurso, a ideologia que o alimenta,
precisa impregná-lo de palavras e conceitos que anunciem os
valores humanos que decantam a paz, que lhe proclamam e
promovem. A violência já é bastante denunciada, e quanto mais
falamos dela, mais lembramos de sua existência em nosso meio
social. É hora de começarmos a convocar a presença da paz em
nós, entre nós, entre nações, entre povos.
Um dos primeiros passos nesse sentido refere-se à
gestão de conflitos. Ou seja, prevenir os conflitos
potencialmente violentos e reconstruir a paz e a confiança entre
pessoas originárias de situação de guerra é um dos exemplos
mais comuns a serem considerados. Tal missão estende-se às
escolas, instituições públicas e outros locais de trabalho por
todo o mundo, bem como aos parlamentos e centros de
comunicação e associações.
Outro passo é tentar erradicar a pobreza e reduzir as
desigualdades, lutando para atingir um desenvolvimento
sustentado e o respeito pelos direitos humanos, reforçando as
instituições democráticas, promovendo a liberdade de
expressão, preservando a diversidade cultural e o ambiente.
É, então, no entrelaçamento “paz — desenvolvimento
— direitos humanos — democracia” que podemos vislumbrar
a educação para a paz.
Leila Dupret. Cultura de paz e ações sócio-educativas: desafios para a escola contemporânea. In: Psicol. Esc. Educ. (Impr.) v. 6, n.º 1. Campinas, jun./2002 (com adaptações)
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A paz não pode ser garantida apenas pelos acordos
políticos, econômicos ou militares. Cada um de nós,
independentemente de idade, sexo, estrato social, crença
religiosa etc. é chamado à criação de um mundo pacificado, um
mundo sob a égide de uma cultura da paz.
Mas, o que significa “cultura da paz”?
Construir uma cultura da paz envolve dotar as crianças
e os adultos da compreensão de princípios como liberdade,
justiça, democracia, direitos humanos, tolerância, igualdade e
solidariedade. Implica uma rejeição, individual e coletiva, da
violência que tem sido percebida na sociedade, em seus mais
variados contextos. A cultura da paz tem de procurar soluções
que advenham de dentro da(s) sociedade(s), que não sejam
impostas do exterior.
Cabe ressaltar que o conceito de paz pode ser
abordado em sentido negativo, quando se traduz em um estado
de não guerra, em ausência de conflito, em passividade e
permissividade, sem dinamismo próprio; em síntese, condenada
a um vazio, a uma não existência palpável, difícil de se
concretizar e de se precisar. Em sua concepção positiva, a paz
não é o contrário da guerra, mas a prática da não violência para
resolver conflitos, a prática do diálogo na relação entre
pessoas, a postura democrática frente à vida, que pressupõe a
dinâmica da cooperação planejada e o movimento constante da
instalação de justiça.
Uma cultura de paz exige esforço para modificar o
pensamento e a ação das pessoas para que se promova a paz.
Falar de violência e de como ela nos assola deixa de ser, então,
a temática principal. Não que ela vá ser esquecida ou abafada;
ela pertence ao nosso dia a dia e temos consciência disso.
Porém, o sentido do discurso, a ideologia que o alimenta,
precisa impregná-lo de palavras e conceitos que anunciem os
valores humanos que decantam a paz, que lhe proclamam e
promovem. A violência já é bastante denunciada, e quanto mais
falamos dela, mais lembramos de sua existência em nosso meio
social. É hora de começarmos a convocar a presença da paz em
nós, entre nós, entre nações, entre povos.
Um dos primeiros passos nesse sentido refere-se à
gestão de conflitos. Ou seja, prevenir os conflitos
potencialmente violentos e reconstruir a paz e a confiança entre
pessoas originárias de situação de guerra é um dos exemplos
mais comuns a serem considerados. Tal missão estende-se às
escolas, instituições públicas e outros locais de trabalho por
todo o mundo, bem como aos parlamentos e centros de
comunicação e associações.
Outro passo é tentar erradicar a pobreza e reduzir as
desigualdades, lutando para atingir um desenvolvimento
sustentado e o respeito pelos direitos humanos, reforçando as
instituições democráticas, promovendo a liberdade de
expressão, preservando a diversidade cultural e o ambiente.
É, então, no entrelaçamento “paz — desenvolvimento
— direitos humanos — democracia” que podemos vislumbrar
a educação para a paz.
Leila Dupret. Cultura de paz e ações sócio-educativas: desafios para a escola contemporânea. In: Psicol. Esc. Educ. (Impr.) v. 6, n.º 1. Campinas, jun./2002 (com adaptações)
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Texto CG1A1AAA
A paz não pode ser garantida apenas pelos acordos
políticos, econômicos ou militares. Cada um de nós,
independentemente de idade, sexo, estrato social, crença
religiosa etc. é chamado à criação de um mundo pacificado, um
mundo sob a égide de uma cultura da paz.
Mas, o que significa “cultura da paz”?
Construir uma cultura da paz envolve dotar as crianças
e os adultos da compreensão de princípios como liberdade,
justiça, democracia, direitos humanos, tolerância, igualdade e
solidariedade. Implica uma rejeição, individual e coletiva, da
violência que tem sido percebida na sociedade, em seus mais
variados contextos. A cultura da paz tem de procurar soluções
que advenham de dentro da(s) sociedade(s), que não sejam
impostas do exterior.
Cabe ressaltar que o conceito de paz pode ser
abordado em sentido negativo, quando se traduz em um estado
de não guerra, em ausência de conflito, em passividade e
permissividade, sem dinamismo próprio; em síntese, condenada
a um vazio, a uma não existência palpável, difícil de se
concretizar e de se precisar. Em sua concepção positiva, a paz
não é o contrário da guerra, mas a prática da não violência para
resolver conflitos, a prática do diálogo na relação entre
pessoas, a postura democrática frente à vida, que pressupõe a
dinâmica da cooperação planejada e o movimento constante da
instalação de justiça.
Uma cultura de paz exige esforço para modificar o
pensamento e a ação das pessoas para que se promova a paz.
Falar de violência e de como ela nos assola deixa de ser, então,
a temática principal. Não que ela vá ser esquecida ou abafada;
ela pertence ao nosso dia a dia e temos consciência disso.
Porém, o sentido do discurso, a ideologia que o alimenta,
precisa impregná-lo de palavras e conceitos que anunciem os
valores humanos que decantam a paz, que lhe proclamam e
promovem. A violência já é bastante denunciada, e quanto mais
falamos dela, mais lembramos de sua existência em nosso meio
social. É hora de começarmos a convocar a presença da paz em
nós, entre nós, entre nações, entre povos.
Um dos primeiros passos nesse sentido refere-se à
gestão de conflitos. Ou seja, prevenir os conflitos
potencialmente violentos e reconstruir a paz e a confiança entre
pessoas originárias de situação de guerra é um dos exemplos
mais comuns a serem considerados. Tal missão estende-se às
escolas, instituições públicas e outros locais de trabalho por
todo o mundo, bem como aos parlamentos e centros de
comunicação e associações.
Outro passo é tentar erradicar a pobreza e reduzir as
desigualdades, lutando para atingir um desenvolvimento
sustentado e o respeito pelos direitos humanos, reforçando as
instituições democráticas, promovendo a liberdade de
expressão, preservando a diversidade cultural e o ambiente.
É, então, no entrelaçamento “paz — desenvolvimento
— direitos humanos — democracia” que podemos vislumbrar
a educação para a paz.
Leila Dupret. Cultura de paz e ações sócio-educativas: desafios para a escola contemporânea. In: Psicol. Esc. Educ. (Impr.) v. 6, n.º 1. Campinas, jun./2002 (com adaptações)
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- A Desapropriação no Direito Agrário - Lei nº 8.629 de 1993 e Lei Complementar nº 76 de 1993
- Leis de Direito AgrárioLei nº 8.629/1993 - Reforma AgráriaNoções Gerais, Sujeitos e Objeto da Desapropriação
De acordo com a Lei n.º 8.629/1993, será suscetível de desapropriação para fins de reforma agrária, ainda que o seu proprietário não possua outra propriedade rural, o
I latifúndio.
II imóvel rural tipificado como média propriedade.
III imóvel rural tipificado como pequena propriedade.
IV imóvel objeto de esbulho possessório.
Estão certos apenas os itens
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Após desentendimento em jantar em sua residência, um deputado estadual esfaqueou um colega, que morreu no local. Para ocultar o ato criminoso, o parlamentar enterrou o corpo da vítima no quintal de sua residência. Após o indiciamento, o MP ofereceu denúncia contra o parlamentar.
Nessa situação hipotética, a competência para julgar os crimes de homicídio e de ocultação de cadáver será do
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- Investigação e inquérito policialInquérito PolicialIndiciamento
- Inquérito Policial - Noções Gerais
- Encerramento do Inquérito Policial
- Inquérito Policial - Características
Após a instauração de inquérito policial para apurar a prática de crime de corrupção passiva em concurso com o de organização criminosa, o promotor de justiça requereu o arquivamento do ato processual por insuficiência de provas, pedido que foi deferido pelo juízo. Contra essa decisão não houve a interposição de recursos.
Nessa situação,
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- Da Prisão e da Liberdade ProvisóriaDa Prisão em Flagrante
- Da Prisão e da Liberdade ProvisóriaDa liberdade provisória, com ou sem fiança
- Da Prisão e da Liberdade ProvisóriaDa Prisão Preventiva
- Medidas cautelares pessoais: normas fundamentais, pressupostos e fundamentos
Julgue os próximos itens, relativos a prisão, medidas cautelares e liberdade provisória.
I A concessão da liberdade provisória pela autoridade policial não impede a decretação da prisão preventiva de ofício pelo juízo, se presentes os seus requisitos.
II Nos crimes hediondos, o tempo da prisão preventiva varia segundo o limite da pena estabelecida para o tipo penal imputado ao indiciado.
III Aplicada medida cautelar diversa da prisão, será vedado ao juiz substituí-la por outra ou impor nova medida cumulativamente.
IV Lavrado o auto de prisão em flagrante por crime de estupro, a autoridade policial poderá conceder ao preso liberdade provisória mediante fiança.
Assinale a opção correta.
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