Napoleão disse certa vez que “A arte da polícia é não ver o que é inútil que ela veja.”; nesse caso, destaca-se uma característica da atividade policial, que é:
“O resultado foi desastroso e paradoxal: uma polícia envolvida em dinâmicas criminosas e, portanto, impotente diante do próprio crime. (....)” (L.35-37) ; o adjetivo paradoxal significa, nesse contexto, algo:
Sobre o problema do desmatamento, explorado nesse texto, um poeta francês, Jacques Prévert, dizia: “Tantas florestas arrancadas à terra / e trucidadas / acabadas / rotativizadas / Tantas florestas sacrificadas para a pasta de papel de bilhões de jornais chamando anualmente a atenção dos leitores sobre os perigos do desmatamento dos bosques e das florestas”.
A estrutura significativa do texto se baseia num tipo de linguagem figurada denominado:
O terceiro período do texto 2 enumera um conjunto de críticas à atuação policial; entre essas críticas, há uma que, de certo modo, indica uma desculpa para os problemas apontados, atenuando um pouco a atitude de policiais.