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Foram encontradas 60 questões.

2688607 Ano: 2022
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: VUNESP
Orgão: PC-RR

Assinale a alternativa que contempla corretamente uma atribuição do Escrivão de Polícia prevista na Lei Orgânica da Polícia Civil do Estado de Roraima.

 

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2688606 Ano: 2022
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: VUNESP
Orgão: PC-RR

Medusa e Himeneu são servidores públicos do Estado de Roraima, ocupantes de cargos efetivos, e pretendem pedir licença para assumir mandatos classistas em sindicato representativo da sua categoria que possui 250 associados. Nessa situação hipotética, segundo rege o Estatuto dos Servidores Públicos Estaduais, é correto afirmar que

 

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2688605 Ano: 2022
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: VUNESP
Orgão: PC-RR

Artaxerxes é servidor público do Estado de Roraima e estava em disponibilidade, mas agora retornará ao serviço público. Nos termos do que dispõe o Estatuto dos Servidores do referido ente político, o retorno do servidor em questão à atividade se dará mediante

 

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2688538 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-RR

Assinale a alternativa cuja frase está redigida de acordo com a norma-padrão no que se refere à pontuação e a regência.

 

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2688537 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-RR

Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 05.

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Maneira de olhar

-

Recomendaram-lhe que se deitasse cedo, para acordar à hora da passagem do ano. A julgar pela insistência da recomendação, o ano não passa se os garotos ficarem de vigília. E como havia de ser, se não passasse? Era a vida do mundo inteiro que se perturbava. Tudo que estava para acontecer a partir de meia-noite bruscamente ficaria retido em malas, pacotes, na escuridão. Seria complicar tanto a vida dos outros, e a sua própria, que o menino se decidiu a acatar a ordem ingrata. Ou fingir acatamento. Iria deitar-se, que remédio? Fecharia os olhos, pois esse é o testemunho de sono que as mães procuram no rosto dos filhos. Mas dormir de verdade, isso não. Imóvel, como nas ocasiões em que brincava de morrer, continuaria atento ao que ocorresse noite afora, pelo mundo solto. Queria devassar o mistério da passagem do ano, que ninguém sabe explicar.

A babá falara numa faixa de luz, que corta o céu de lado a lado, verdadeiro arco-íris tão intenso que ninguém pode botar-lhe os olhos em cima; corusca, ouve-se um coro de anjos, tudo some de repente: o ano velho se foi, chega o ano novo. Mas seu tio, piloto da Varig, voou numa noite de 31 de dezembro e não confirmou a luz e os anjos; o ano novo desce é de paraquedas, bem no centro da Praça General Osório. Quanto ao ano velho, acaba feito balão que perdeu gás, muito choco.

Como as pessoas são mentirosas. A história certa eles não contam, e cada um vai inventando uma história que desmente outra. Sua mãe, que lhe pede não mentir nunca, sua própria mãe não estaria mentindo? Por mais que lhe perguntasse como é a cara do ano velho e a cara do ano novo, não tivera resposta. Ela respondera com um sorriso, desses de que a gente gosta, mas não esclarecem nada, são modos de esconder: “Você mesmo verá como é. Depende da maneira de olhar”. Conversa com outros garotos a respeito não adianta. Cada qual diz mais bobagem que o outro; aprendem a mentir com os grandes.

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(Carlos Drummond de Andrade. A Bolsa e a vida.

Poesia e Prosa. Adaptado)

A alternativa em que a expressão entre colchetes substitui o trecho destacado de acordo com a norma-padrão no que se refere ao emprego e à colocação do pronome átono é:

 

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2688536 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-RR

Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 05.

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Maneira de olhar

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Recomendaram-lhe que se deitasse cedo, para acordar à hora da passagem do ano. A julgar pela insistência da recomendação, o ano não passa se os garotos ficarem de vigília. E como havia de ser, se não passasse? Era a vida do mundo inteiro que se perturbava. Tudo que estava para acontecer a partir de meia-noite bruscamente ficaria retido em malas, pacotes, na escuridão. Seria complicar tanto a vida dos outros, e a sua própria, que o menino se decidiu a acatar a ordem ingrata. Ou fingir acatamento. Iria deitar-se, que remédio? Fecharia os olhos, pois esse é o testemunho de sono que as mães procuram no rosto dos filhos. Mas dormir de verdade, isso não. Imóvel, como nas ocasiões em que brincava de morrer, continuaria atento ao que ocorresse noite afora, pelo mundo solto. Queria devassar o mistério da passagem do ano, que ninguém sabe explicar.

A babá falara numa faixa de luz, que corta o céu de lado a lado, verdadeiro arco-íris tão intenso que ninguém pode botar-lhe os olhos em cima; corusca, ouve-se um coro de anjos, tudo some de repente: o ano velho se foi, chega o ano novo. Mas seu tio, piloto da Varig, voou numa noite de 31 de dezembro e não confirmou a luz e os anjos; o ano novo desce é de paraquedas, bem no centro da Praça General Osório. Quanto ao ano velho, acaba feito balão que perdeu gás, muito choco.

Como as pessoas são mentirosas. A história certa eles não contam, e cada um vai inventando uma história que desmente outra. Sua mãe, que lhe pede não mentir nunca, sua própria mãe não estaria mentindo? Por mais que lhe perguntasse como é a cara do ano velho e a cara do ano novo, não tivera resposta. Ela respondera com um sorriso, desses de que a gente gosta, mas não esclarecem nada, são modos de esconder: “Você mesmo verá como é. Depende da maneira de olhar”. Conversa com outros garotos a respeito não adianta. Cada qual diz mais bobagem que o outro; aprendem a mentir com os grandes.

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(Carlos Drummond de Andrade. A Bolsa e a vida.

Poesia e Prosa. Adaptado)

Assinale a alternativa em que outra redação dada ao trecho do texto está de acordo com a norma-padrão no que se refere à concordância e ao emprego do sinal indicativo de crase.

 

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2688535 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-RR

Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 05.

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Maneira de olhar

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Recomendaram-lhe que se deitasse cedo, para acordar à hora da passagem do ano. A julgar pela insistência da recomendação, o ano não passa se os garotos ficarem de vigília. E como havia de ser, se não passasse? Era a vida do mundo inteiro que se perturbava. Tudo que estava para acontecer a partir de meia-noite bruscamente ficaria retido em malas, pacotes, na escuridão. Seria complicar tanto a vida dos outros, e a sua própria, que o menino se decidiu a acatar a ordem ingrata. Ou fingir acatamento. Iria deitar-se, que remédio? Fecharia os olhos, pois esse é o testemunho de sono que as mães procuram no rosto dos filhos. Mas dormir de verdade, isso não. Imóvel, como nas ocasiões em que brincava de morrer, continuaria atento ao que ocorresse noite afora, pelo mundo solto. Queria devassar o mistério da passagem do ano, que ninguém sabe explicar.

A babá falara numa faixa de luz, que corta o céu de lado a lado, verdadeiro arco-íris tão intenso que ninguém pode botar-lhe os olhos em cima; corusca, ouve-se um coro de anjos, tudo some de repente: o ano velho se foi, chega o ano novo. Mas seu tio, piloto da Varig, voou numa noite de 31 de dezembro e não confirmou a luz e os anjos; o ano novo desce é de paraquedas, bem no centro da Praça General Osório. Quanto ao ano velho, acaba feito balão que perdeu gás, muito choco.

Como as pessoas são mentirosas. A história certa eles não contam, e cada um vai inventando uma história que desmente outra. Sua mãe, que lhe pede não mentir nunca, sua própria mãe não estaria mentindo? Por mais que lhe perguntasse como é a cara do ano velho e a cara do ano novo, não tivera resposta. Ela respondera com um sorriso, desses de que a gente gosta, mas não esclarecem nada, são modos de esconder: “Você mesmo verá como é. Depende da maneira de olhar”. Conversa com outros garotos a respeito não adianta. Cada qual diz mais bobagem que o outro; aprendem a mentir com os grandes.

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(Carlos Drummond de Andrade. A Bolsa e a vida.

Poesia e Prosa. Adaptado)

Para responder a esta questão, observe os trechos destacados nas passagens:

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Seria complicar tanto a vida dos outros, e a sua própria, que o menino se decidiu a acatar a ordem ingrata.

E como havia de ser, se não passasse?

Fecharia os olhos, pois esse é o testemunho de sono que as mães procuram no rosto dos filhos.

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A relação de sentido estabelecida pelos trechos destacados com os contextos que os precedem é, respectivamente, de:

 

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2688534 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-RR

Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 05.

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Maneira de olhar

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Recomendaram-lhe que se deitasse cedo, para acordar à hora da passagem do ano. A julgar pela insistência da recomendação, o ano não passa se os garotos ficarem de vigília. E como havia de ser, se não passasse? Era a vida do mundo inteiro que se perturbava. Tudo que estava para acontecer a partir de meia-noite bruscamente ficaria retido em malas, pacotes, na escuridão. Seria complicar tanto a vida dos outros, e a sua própria, que o menino se decidiu a acatar a ordem ingrata. Ou fingir acatamento. Iria deitar-se, que remédio? Fecharia os olhos, pois esse é o testemunho de sono que as mães procuram no rosto dos filhos. Mas dormir de verdade, isso não. Imóvel, como nas ocasiões em que brincava de morrer, continuaria atento ao que ocorresse noite afora, pelo mundo solto. Queria devassar o mistério da passagem do ano, que ninguém sabe explicar.

A babá falara numa faixa de luz, que corta o céu de lado a lado, verdadeiro arco-íris tão intenso que ninguém pode botar-lhe os olhos em cima; corusca, ouve-se um coro de anjos, tudo some de repente: o ano velho se foi, chega o ano novo. Mas seu tio, piloto da Varig, voou numa noite de 31 de dezembro e não confirmou a luz e os anjos; o ano novo desce é de paraquedas, bem no centro da Praça General Osório. Quanto ao ano velho, acaba feito balão que perdeu gás, muito choco.

Como as pessoas são mentirosas. A história certa eles não contam, e cada um vai inventando uma história que desmente outra. Sua mãe, que lhe pede não mentir nunca, sua própria mãe não estaria mentindo? Por mais que lhe perguntasse como é a cara do ano velho e a cara do ano novo, não tivera resposta. Ela respondera com um sorriso, desses de que a gente gosta, mas não esclarecem nada, são modos de esconder: “Você mesmo verá como é. Depende da maneira de olhar”. Conversa com outros garotos a respeito não adianta. Cada qual diz mais bobagem que o outro; aprendem a mentir com os grandes.

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(Carlos Drummond de Andrade. A Bolsa e a vida.

Poesia e Prosa. Adaptado)

Assinale a alternativa em que se identificam, correta e respectivamente, o antônimo de vigília e o sinônimo de devassar, termos em destaque no primeiro parágrafo.

 

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Questão presente nas seguintes provas
2688533 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-RR

Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 05.

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Maneira de olhar

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Recomendaram-lhe que se deitasse cedo, para acordar à hora da passagem do ano. A julgar pela insistência da recomendação, o ano não passa se os garotos ficarem de vigília. E como havia de ser, se não passasse? Era a vida do mundo inteiro que se perturbava. Tudo que estava para acontecer a partir de meia-noite bruscamente ficaria retido em malas, pacotes, na escuridão. Seria complicar tanto a vida dos outros, e a sua própria, que o menino se decidiu a acatar a ordem ingrata. Ou fingir acatamento. Iria deitar-se, que remédio? Fecharia os olhos, pois esse é o testemunho de sono que as mães procuram no rosto dos filhos. Mas dormir de verdade, isso não. Imóvel, como nas ocasiões em que brincava de morrer, continuaria atento ao que ocorresse noite afora, pelo mundo solto. Queria devassar o mistério da passagem do ano, que ninguém sabe explicar.

A babá falara numa faixa de luz, que corta o céu de lado a lado, verdadeiro arco-íris tão intenso que ninguém pode botar-lhe os olhos em cima; corusca, ouve-se um coro de anjos, tudo some de repente: o ano velho se foi, chega o ano novo. Mas seu tio, piloto da Varig, voou numa noite de 31 de dezembro e não confirmou a luz e os anjos; o ano novo desce é de paraquedas, bem no centro da Praça General Osório. Quanto ao ano velho, acaba feito balão que perdeu gás, muito choco.

Como as pessoas são mentirosas. A história certa eles não contam, e cada um vai inventando uma história que desmente outra. Sua mãe, que lhe pede não mentir nunca, sua própria mãe não estaria mentindo? Por mais que lhe perguntasse como é a cara do ano velho e a cara do ano novo, não tivera resposta. Ela respondera com um sorriso, desses de que a gente gosta, mas não esclarecem nada, são modos de esconder: “Você mesmo verá como é. Depende da maneira de olhar”. Conversa com outros garotos a respeito não adianta. Cada qual diz mais bobagem que o outro; aprendem a mentir com os grandes.

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(Carlos Drummond de Andrade. A Bolsa e a vida.

Poesia e Prosa. Adaptado)

É correto afirmar que o narrador

 

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2688668 Ano: 2022
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: VUNESP
Orgão: PC-RR

Consoante a doutrina administrativista, a denominada omissão específica do administrador, descumprindo um dever de agir face a uma situação determinada, configura

Questão Desatualizada

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