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Acerca da segurança pública, disciplinada na Constituição da República Federativa do Brasil, assinale a afirmativa INCORRETA.
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- Atos AdministrativosAtributos, Características e Prerrogativas
- Atos AdministrativosElementos, Requisitos e Pressupostos
São elementos do ato administrativo, dentre outros:
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O poder do palavrão
Como insultar e praguejar em português, com a ajuda de um dicionário
Luís Antônio Giron
Qualquer dia é dia de palavrão. Ele é necessário e insubstituível, como disse o sociólogo Gilberto Freyre. Há quem reclame que as palavras de baixo calão invadiram a vida cotidiana de forma irresistível. Jamais se pronunciou tanto palavrão como nos dias de hoje, e com tanta volúpia, afirmam tanto os safados como os guardiões da língua e dos bons costumes. E, de fato, o palavrão (ou "palavrada", "palavra obscena" ou "palavra-cabeluda") intrometeu-se em todos os registros de fala e todo tipo de conversação. Por que o fascínio pelo "submundo", pelos "esgotos" da linguagem? Vou tentar responder ao questionamento, recorrendo primeiramente a um livro.
Em 1974, o folclorista pernambucano Mário Souto Maior (1920-2001) concluiu o seu Dicionário do Palavrão e Termos Afins, agora republicado num caprichado volume da Editora Leitura, de Belo Horizonte.
Após um trabalho de dez anos, Souto Maior levantou 3 mil palavrões, entre vocábulos, locuções e expressões idiomáticas. A obra sofreu censura do regime militar e só foi publicada cinco anos depois, com o início da abertura política brasileira. Segundo o autor, a obra então já se afigurava incompleta, em virtude da criação constante de novos palavrões. Ao vir a público, já se tratava de um título ultrapassado. O que dirá hoje. Mas isso não importa. O dicionário é o flagrante de um tempo, que continua a ter validade trinta anos depois. No entanto, o malfadado Dicionário tornou-se uma espécie de catecismo pornográfico que circulou de mão em mão dos adolescentes no fim dos anos 70.
Talvez tenha chegado o momento de entronizar (sem trocadilhos de segundo sentido) Souto Maior como um pioneiro da lexicografia realista. Como ele próprio disse, os falantes da língua criam palavrões diariamente. É tamanha a produtividade fescenina da população que a criação de palavrões muitas vezes supera a das próprias palavras. Para chegar a seu dicionário, o pesquisador enviou questionários por carta a 3.620 pessoas. Agora seria muito mais fácil — e é curioso que não tenham aparecido desde então obras do mesmo fôlego. O amor pela descoberta era maior quando as dificuldades eram maiores ...
Curiosamente, Souto Maior demonstrou que a língua portuguesa é mais pobre em palavrões que outros idiomas. Ela perde para os palavrões em alemão (9 mil) e em francês (9 mil). Em inglês, palavrões e afins são mais usados do que pelos falantes em português, basta ligar a televisão. É preciso dizer que, quando o Dicionário foi publicado, havia menos palavrões em circulação.
Mesmo assim, o autor concluiu, com base nas respostas a seu questionário: "criança de hoje ganha da de ontem quanto ao uso do palavrão; e o aumento dos meios de comunicação, como a televisão, foi o motivo mais apontado".
Outras conclusões do nosso "folclorista" (termo igualmente fora de moda) merecem comentários e relativizações: "O homem, o jovem e o pobre falam mais palavrão do que a mulher, o velho e o rico". Hoje talvez isso não valha mais. A gente ouve cada palavrão dito por mulheres e ricos ...
"Quase todos falam palavrão; quando não falam, pensam", afirma Souto Maior, não sem razão. "Um palavrão do Nordeste é uma palavra educada no Sul e vice-versa".
Acho difícil apontar o palavrão mais falado. A variedade parece infinita. Afinal, qualquer palavrão hoje não pode mais ser denominado de tabu. Uma exceção é a palavra escrita. Publicação que se preze ainda hoje evita palavrões. Na internet, via blogs e redes sociais, o palavrão virou palavra qualquer — já se banalizou, como se fosse possível dizer assim para um tipo de termo que nasceu da própria banalidade da vida. Antigamente, ele vinha cercado de interditos, o palavrão "dito na hora certa" ostentava certa aura. Foi assim que virou moda na década de 60. O vocábulo grosseiro foi elevado à condição de troféu da contracultura. No Brasil, a moda foi coibida pela censura do regime militar.
Não é necessário abusar dos palavrões, pois eles se desgastam e perdem o valor como qualquer outra palavra demasiadamente empregada. O palavrão veio para ficar, até porque veio antes de qualquer outro vocábulo.
E aqui respondo à pergunta que me fiz no primeiro parágrafo. Ele exerce fascínio por ser inevitável. O usuário da língua vive em um mundo precário e imperfeito, vive situações cotidianas em que as emanações dos corpos, a sujeira, os crimes e as tentações aparecem, mesmo que ele queira evitá-las. Ele sente desprezo, ele é tomado de preconceito, ele tem vontade de dizer palavras que talvez não pronuncie, mas pensa. O palavrão é senhor do nosso inconsciente.
Mesmo assim, apesar de seu carisma, até ele cai em desuso. É para esse aspecto que quero chamar a atenção. O Dicionário de Palavrões e Termos Afins está coalhado de deliciosas expressões que se tornaram arcaísmos. E o desuso as faz soar quase sublimes. No Nordeste se dizia antigamente "Amália chegou", quando uma mulher ficava menstruada., e "roer um couro" quando alguém sentia ciúmes. Os sinônimos para órgãos sexuais abundam no dicionário.
O palavrão é fascinante porque gira historicamente em torno do ato sexual. Pertence ao domínio púbico (sic). Examinado perto, o palavrão é igual a qualquer outro termo de uma determinada língua. Diria mais, é talvez o mais fiel e castiço dos vocábulos de um idioma, porque ele vem do fundo dos tempos. Não por outro motivo, um dos sinônimos para ele é o substantivo "palavra".
(Texto adaptado da revista Época, 13 de julho de 2010.)
Dentre as alternativas abaixo relacionadas, qual delas apresenta o par de palavras em que as respectivas sílabas tônicas estão corretamente sublinhadas?
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O poder do palavrão
Como insultar e praguejar em português, com a ajuda de um dicionário
Luís Antônio Giron
Qualquer dia é dia de palavrão. Ele é necessário e insubstituível, como disse o sociólogo Gilberto Freyre. Há quem reclame que as palavras de baixo calão invadiram a vida cotidiana de forma irresistível. Jamais se pronunciou tanto palavrão como nos dias de hoje, e com tanta volúpia, afirmam tanto os safados como os guardiões da língua e dos bons costumes. E, de fato, o palavrão (ou "palavrada", "palavra obscena" ou "palavra-cabeluda") intrometeu-se em todos os registros de fala e todo tipo de conversação. Por que o fascínio pelo "submundo", pelos "esgotos" da linguagem? Vou tentar responder ao questionamento, recorrendo primeiramente a um livro.
Em 1974, o folclorista pernambucano Mário Souto Maior (1920-2001) concluiu o seu Dicionário do Palavrão e Termos Afins, agora republicado num caprichado volume da Editora Leitura, de Belo Horizonte.
Após um trabalho de dez anos, Souto Maior levantou 3 mil palavrões, entre vocábulos, locuções e expressões idiomáticas. A obra sofreu censura do regime militar e só foi publicada cinco anos depois, com o início da abertura política brasileira. Segundo o autor, a obra então já se afigurava incompleta, em virtude da criação constante de novos palavrões. Ao vir a público, já se tratava de um título ultrapassado. O que dirá hoje. Mas isso não importa. O dicionário é o flagrante de um tempo, que continua a ter validade trinta anos depois. No entanto, o malfadado Dicionário tornou-se uma espécie de catecismo pornográfico que circulou de mão em mão dos adolescentes no fim dos anos 70.
Talvez tenha chegado o momento de entronizar (sem trocadilhos de segundo sentido) Souto Maior como um pioneiro da lexicografia realista. Como ele próprio disse, os falantes da língua criam palavrões diariamente. É tamanha a produtividade fescenina da população que a criação de palavrões muitas vezes supera a das próprias palavras. Para chegar a seu dicionário, o pesquisador enviou questionários por carta a 3.620 pessoas. Agora seria muito mais fácil — e é curioso que não tenham aparecido desde então obras do mesmo fôlego. O amor pela descoberta era maior quando as dificuldades eram maiores ...
Curiosamente, Souto Maior demonstrou que a língua portuguesa é mais pobre em palavrões que outros idiomas. Ela perde para os palavrões em alemão (9 mil) e em francês (9 mil). Em inglês, palavrões e afins são mais usados do que pelos falantes em português, basta ligar a televisão. É preciso dizer que, quando o Dicionário foi publicado, havia menos palavrões em circulação.
Mesmo assim, o autor concluiu, com base nas respostas a seu questionário: "criança de hoje ganha da de ontem quanto ao uso do palavrão; e o aumento dos meios de comunicação, como a televisão, foi o motivo mais apontado".
Outras conclusões do nosso "folclorista" (termo igualmente fora de moda) merecem comentários e relativizações: "O homem, o jovem e o pobre falam mais palavrão do que a mulher, o velho e o rico". Hoje talvez isso não valha mais. A gente ouve cada palavrão dito por mulheres e ricos ...
"Quase todos falam palavrão; quando não falam, pensam", afirma Souto Maior, não sem razão. "Um palavrão do Nordeste é uma palavra educada no Sul e vice-versa".
Acho difícil apontar o palavrão mais falado. A variedade parece infinita. Afinal, qualquer palavrão hoje não pode mais ser denominado de tabu. Uma exceção é a palavra escrita. Publicação que se preze ainda hoje evita palavrões. Na internet, via blogs e redes sociais, o palavrão virou palavra qualquer — já se banalizou, como se fosse possível dizer assim para um tipo de termo que nasceu da própria banalidade da vida. Antigamente, ele vinha cercado de interditos, o palavrão "dito na hora certa" ostentava certa aura. Foi assim que virou moda na década de 60. O vocábulo grosseiro foi elevado à condição de troféu da contracultura. No Brasil, a moda foi coibida pela censura do regime militar.
Não é necessário abusar dos palavrões, pois eles se desgastam e perdem o valor como qualquer outra palavra demasiadamente empregada. O palavrão veio para ficar, até porque veio antes de qualquer outro vocábulo.
E aqui respondo à pergunta que me fiz no primeiro parágrafo. Ele exerce fascínio por ser inevitável. O usuário da língua vive em um mundo precário e imperfeito, vive situações cotidianas em que as emanações dos corpos, a sujeira, os crimes e as tentações aparecem, mesmo que ele queira evitá-las. Ele sente desprezo, ele é tomado de preconceito, ele tem vontade de dizer palavras que talvez não pronuncie, mas pensa. O palavrão é senhor do nosso inconsciente.
Mesmo assim, apesar de seu carisma, até ele cai em desuso. É para esse aspecto que quero chamar a atenção. O Dicionário de Palavrões e Termos Afins está coalhado de deliciosas expressões que se tornaram arcaísmos. E o desuso as faz soar quase sublimes. No Nordeste se dizia antigamente "Amália chegou", quando uma mulher ficava menstruada., e "roer um couro" quando alguém sentia ciúmes. Os sinônimos para órgãos sexuais abundam no dicionário.
O palavrão é fascinante porque gira historicamente em torno do ato sexual. Pertence ao domínio púbico (sic). Examinado perto, o palavrão é igual a qualquer outro termo de uma determinada língua. Diria mais, é talvez o mais fiel e castiço dos vocábulos de um idioma, porque ele vem do fundo dos tempos. Não por outro motivo, um dos sinônimos para ele é o substantivo "palavra".
(Texto adaptado da revista Época, 13 de julho de 2010.)
Quanto à separação silábica das palavras citadas, assinale, nos parênteses, com C as afirmativas corretas e com I as incorretas.
( ) Separam-se corretamente as sílabas das palavras insubstituível e obscena da seguinte forma: "in-su-bs-ti-tu-í-vel" e "o-bs-ce-na".
( ) As palavras linguagem e concluiu estariam corretamente separadas em sílabas se aparecessem assim: "lin-gua-gem" e "con-clu-iu".
( ) As palavras Afins e Após não podem ser separadas em sílabas porque a vogal inicial não pode ficar isolada.
( ) Estaria correto separar as sílabas das palavras exceção e ainda da seguinte maneira: "ex-ce-ção" e "a-in-da".
( ) As palavras via e roer são monossílabas, por isso não podem ser separadas em sílabas.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
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Sobre os crimes patrimoniais, assinale a assertiva INCORRETA.
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A respeito do Windows Explorer, é INCORRETO afirmar que,
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O poder do palavrão
Como insultar e praguejar em português, com a ajuda de um dicionário
Luís Antônio Giron
Qualquer dia é dia de palavrão. Ele é necessário e insubstituível, como disse o sociólogo Gilberto Freyre. Há quem reclame que as palavras de baixo calão invadiram a vida cotidiana de forma irresistível. Jamais se pronunciou tanto palavrão como nos dias de hoje, e com tanta volúpia, afirmam tanto os safados como os guardiões da língua e dos bons costumes. E, de fato, o palavrão (ou "palavrada", "palavra obscena" ou "palavra-cabeluda") intrometeu-se em todos os registros de fala e todo tipo de conversação. Por que o fascínio pelo "submundo", pelos "esgotos" da linguagem? Vou tentar responder ao questionamento, recorrendo primeiramente a um livro.
Em 1974, o folclorista pernambucano Mário Souto Maior (1920-2001) concluiu o seu Dicionário do Palavrão e Termos Afins, agora republicado num caprichado volume da Editora Leitura, de Belo Horizonte.
Após um trabalho de dez anos, Souto Maior levantou 3 mil palavrões, entre vocábulos, locuções e expressões idiomáticas. A obra sofreu censura do regime militar e só foi publicada cinco anos depois, com o início da abertura política brasileira. Segundo o autor, a obra então já se afigurava incompleta, em virtude da criação constante de novos palavrões. Ao vir a público, já se tratava de um título ultrapassado. O que dirá hoje. Mas isso não importa. O dicionário é o flagrante de um tempo, que continua a ter validade trinta anos depois. No entanto, o malfadado Dicionário tornou-se uma espécie de catecismo pornográfico que circulou de mão em mão dos adolescentes no fim dos anos 70.
Talvez tenha chegado o momento de entronizar (sem trocadilhos de segundo sentido) Souto Maior como um pioneiro da lexicografia realista. Como ele próprio disse, os falantes da língua criam palavrões diariamente. É tamanha a produtividade fescenina da população que a criação de palavrões muitas vezes supera a das próprias palavras. Para chegar a seu dicionário, o pesquisador enviou questionários por carta a 3.620 pessoas. Agora seria muito mais fácil — e é curioso que não tenham aparecido desde então obras do mesmo fôlego. O amor pela descoberta era maior quando as dificuldades eram maiores ...
Curiosamente, Souto Maior demonstrou que a língua portuguesa é mais pobre em palavrões que outros idiomas. Ela perde para os palavrões em alemão (9 mil) e em francês (9 mil). Em inglês, palavrões e afins são mais usados do que pelos falantes em português, basta ligar a televisão. É preciso dizer que, quando o Dicionário foi publicado, havia menos palavrões em circulação.
Mesmo assim, o autor concluiu, com base nas respostas a seu questionário: "criança de hoje ganha da de ontem quanto ao uso do palavrão; e o aumento dos meios de comunicação, como a televisão, foi o motivo mais apontado".
Outras conclusões do nosso "folclorista" (termo igualmente fora de moda) merecem comentários e relativizações: "O homem, o jovem e o pobre falam mais palavrão do que a mulher, o velho e o rico". Hoje talvez isso não valha mais. A gente ouve cada palavrão dito por mulheres e ricos ...
"Quase todos falam palavrão; quando não falam, pensam", afirma Souto Maior, não sem razão. "Um palavrão do Nordeste é uma palavra educada no Sul e vice-versa".
Acho difícil apontar o palavrão mais falado. A variedade parece infinita. Afinal, qualquer palavrão hoje não pode mais ser denominado de tabu. Uma exceção é a palavra escrita. Publicação que se preze ainda hoje evita palavrões. Na internet, via blogs e redes sociais, o palavrão virou palavra qualquer — já se banalizou, como se fosse possível dizer assim para um tipo de termo que nasceu da própria banalidade da vida. Antigamente, ele vinha cercado de interditos, o palavrão "dito na hora certa" ostentava certa aura. Foi assim que virou moda na década de 60. O vocábulo grosseiro foi elevado à condição de troféu da contracultura. No Brasil, a moda foi coibida pela censura do regime militar.
Não é necessário abusar dos palavrões, pois eles se desgastam e perdem o valor como qualquer outra palavra demasiadamente empregada. O palavrão veio para ficar, até porque veio antes de qualquer outro vocábulo.
E aqui respondo à pergunta que me fiz no primeiro parágrafo. Ele exerce fascínio por ser inevitável. O usuário da língua vive em um mundo precário e imperfeito, vive situações cotidianas em que as emanações dos corpos, a sujeira, os crimes e as tentações aparecem, mesmo que ele queira evitá-las. Ele sente desprezo, ele é tomado de preconceito, ele tem vontade de dizer palavras que talvez não pronuncie, mas pensa. O palavrão é senhor do nosso inconsciente.
Mesmo assim, apesar de seu carisma, até ele cai em desuso. É para esse aspecto que quero chamar a atenção. O Dicionário de Palavrões e Termos Afins está coalhado de deliciosas expressões que se tornaram arcaísmos. E o desuso as faz soar quase sublimes. No Nordeste se dizia antigamente "Amália chegou", quando uma mulher ficava menstruada., e "roer um couro" quando alguém sentia ciúmes. Os sinônimos para órgãos sexuais abundam no dicionário.
O palavrão é fascinante porque gira historicamente em torno do ato sexual. Pertence ao domínio púbico (sic). Examinado perto, o palavrão é igual a qualquer outro termo de uma determinada língua. Diria mais, é talvez o mais fiel e castiço dos vocábulos de um idioma, porque ele vem do fundo dos tempos. Não por outro motivo, um dos sinônimos para ele é o substantivo "palavra".
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O par de palavras em que o número de letras é igual ao de fonemas é
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Os brasileiros que migraram, na década de 80 do século XX, para o Paraguai, em busca de terras para a realização da prática agrícola, e que hoje se sentem ameaçados pelas reivindicações dos camponeses paraguaios, na luta pela posse da terra, são denominados
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Se o agente prevê o resultado lesivo, todavia não o aceita como possível, esperando, sinceramente, que tal resultado não venha a ocorrer, estará agindo com
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Com relação à organização territorial brasileira, apontam-se distintos momentos relevantes e suas decorrências.
Considere as afirmações abaixo a respeito desses momentos.
I - O primeiro momento, da colonização até a Segunda Guerra Mundial, caracterizou-se por uma economia fragmentada, constituindo ilhas de povoamento.
II - O segundo momento, a partir da Segunda Guerra Mundial até os anos 70, caracterizou-se por uma economia cuja dinâmica ainda estava sustentada no setor primário, embora a industrialização fosse presente.
III - O terceiro momento, dos anos 70 até hoje, caracterizou-se pela supremacia da informação e dos serviços resultantes do processo de globalização.
IV - Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília apresentaram, ao longo do tempo, uma condição de centralidade que se reduziu em razão de as tomadas de decisão no mundo globalizado, muitas vezes, estarem fora de suas competências territoriais, reduzindo as margens de escolha.
Quais estão corretas?
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