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Foram encontradas 80 questões.

586314 Ano: 2018
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
Três amigos – João, Mário e Paulo – têm 1, 2 ou 3 filhos, moram em cidades distintas, sendo Santos, Campinas e Jaú, e cada um tem um animal de estimação devidamente regularizado, sendo gato, cachorro e coelho, não necessariamente nessas ordens. Sabe-se que João tem mais filhos do que Mário e do que o outro amigo, que mora em Santos. Quem mora em Santos tem gato. O morador de Campinas tem menos filhos do que Paulo e do que aquele que tem o coelho. Com base nessas informações, assinale a alternativa que apresenta uma associação correta.
 

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586302 Ano: 2018
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
Considere a seguinte proposição:
Todas as pessoas podem reunir-se pacificamente e têm o direito a receber informações de seu interesse.
Uma negação lógica para essa proposição está contida na alternativa:
 

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586298 Ano: 2018
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP

Considere falsidade a proposição I, e verdade a proposição II:

I. Se Ana é auxiliar de papiloscopista, então Caio é investigador.

II. Caio é investigador ou Monica é escrivã.

Com base no que foi apresentado, é verdade que

 

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586292 Ano: 2018
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
Se Mirian não é formada em Direito ou José não é formado em Psicologia, então Roberto é advogado. Se Valéria é juíza, então Mirian não é formada em Direito. Se José não é formado em Psicologia, então Anderson não é engenheiro e Walter é dentista. Sabendo-se que Roberto não é advogado, é correto afirmar que
 

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586264 Ano: 2018
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
Segundo a Lei Federal nº 12.037/2009, em seu artigo 3º , embora apresentado documento de identificação, poderá ocorrer identificação criminal quando
 

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586263 Ano: 2018
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
De acordo com a Lei Federal nº 12.037/2009, artigo 2º , a identificação civil é atestada, entre outros, pelo seguinte documento:
 

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586262 Ano: 2018
Disciplina: Legislação Federal
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
Segundo a Lei Federal nº 7.116/1983, artigo 3º, a Carteira de Identidade conterá o seguinte elemento:
 

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586257 Ano: 2018
Disciplina: Legislação Federal
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
A Lei Federal nº 9.454/1997 versa sobre
 

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586254 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP

Leia o texto para responder a questão.

Automação vai mudar a carreira de 16 milhões de brasileiros até 2030


A elite política e econômica global está preocupada com o futuro do trabalho.
Além das já conhecidas ameaças geopolíticas e ambientais, as transformações do mercado de trabalho também ganharam lugar de destaque. Só no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores serão afetados pela automação até 2030, segundo estimativa da consultoria McKinsey.
No mundo, no período entre 2015 e 2020, o Fórum Econômico Mundial prevê a perda de 7,1 milhões de empregos, principalmente aqueles relacionados a funções administrativas e industriais.
A avaliação de especialistas da área é que o mercado de trabalho passa por uma grande reestruturação, semelhante à revolução industrial. A diferença é que agora tudo acontece muito mais rápido: desde 2010, o número de robôs industriais cresce a uma taxa de 9% ao ano, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT).
A mudança é positiva na medida em que libera profissionais de tarefas monótonas, que, por sua vez, podem ser feitas com maior rapidez e eficiência quando automatizadas.
“A boa notícia é que fica claro que os trabalhos para humanos terão que envolver qualidades humanas, como criatividade”, afirma José Manuel Salazar-Xirinachs, diretor regional da OIT para a América Latina e Caribe. “Isso soa muito legal, mas a questão é: quantos trabalhos para pessoas criativas serão gerados?”, questiona.
Nesse cenário de grande extinção de trabalhos que exigem pouca qualificação e de criação de um número menor dos que exigem muita, a tendência é de aumento da desigualdade, alerta a OIT.
O fim de funções hoje exercidas pela população de baixa e média renda vai gerar desemprego e pressionar para baixo o salário das que restarem, diante da massa de pessoas buscando trabalho.
“Há uma forte preocupação com os trabalhadores de menor qualificação, em termos do impacto da tecnologia. Essas pessoas não são realmente alfabetizadas digitais, e não terão oportunidade para aprender habilidades específicas. Eles serão deixados para trás e terão uma empregabilidade muito pequena”, diz Salazar-Xirinachs.
(Fernanda Perrin. Folha de S.Paulo. http://www1.folha.uol.com. br/mercado/2018/01/1951904-16-milhoes-de-brasileiros-sofrerao -com-automacao-na-proxima-decada.shtml. 21.01.2018. Adaptado)
Considere a seguinte passagem do texto:
“A boa notícia é que fica claro que os trabalhos para humanos terão que envolver qualidades humanas, como criatividade”, afirma José Manuel Salazar-Xirinachs, diretor regional da OIT para a América Latina e Caribe. “Isso soa muito legal, mas a questão é: quantos trabalhos para pessoas criativas serão gerados?”, questiona.
Nessa passagem, faz-se referência a
 

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586243 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP

Leia o texto para responder a questão.

O padeiro


Levanto cedo, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido” – uma greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o quê do governo.
Está bem. E enquanto tomo meu café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
– Não é ninguém, é o padeiro!
Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
“Então você não é ninguém?”
Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém...
Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu preferi não o deter para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal – e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.
Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou um artigo em meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!”
E assobiava pelas escadas.
(Rubem Braga. Para gostar de ler. Vol. 1 – crônicas. São Paulo: Ática, 1979. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o acréscimo das vírgulas na frase está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
 

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