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586155 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP

Leia o texto para responder a questão.

O aspecto mais perverso da brutal recessão de 2014-16 – e da lenta recuperação que a sucedeu até agora – é o custo desproporcional imposto aos mais pobres.

Como primeiro impacto, o fechamento de vagas no mercado de trabalho e a queda da renda reverteram uma trajetória de avanços sociais que já completava uma década. Durante o longo ciclo de retração, a taxa de desemprego subiu de 6,5% para 13,7%, ou, dito de outro modo, 5,9 milhões de pessoas perderam seus postos de trabalho.

A retomada do crescimento econômico, iniciada no ano passado, tem se mostrado tímida e, embora a desocupação tenha caído um pouco, a qualidade das vagas geradas deixa a desejar.

Não surpreende, pois, que os dados mais recentes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do IBGE mostrem um quadro deteriorado.

A partir deles, a consultoria LCA calculou que em 2017 a pobreza extrema se elevou em 11%. Conforme os números publicados pelo jornal Valor Econômico, 14,8 milhões de brasileiros são miseráveis – considerando uma linha de R$ 136 mensais. O Nordeste abriga 55% desse contingente.

Embora não se possa afirmar com certeza, uma vez que o IBGE alterou a metodologia da Pnad e ainda não divulgou as novas séries históricas, é plausível que também a exorbitante desigualdade social brasileira tenha aumentado com a recessão.

(Miséria brasileira, editorial. Folha de S.Paulo. 14.04.2018. Adaptado)

Considere o último parágrafo do texto para responder a questão.

Embora não se possa afirmar com certeza, uma vez que o IBGE alterou a metodologia da Pnad e ainda não divulgou as novas séries históricas, é plausível que também a exorbitante desigualdade social brasileira tenha aumentado com a recessão.

A expressão “uma vez que”, em destaque, estabelece entre as frases relação com sentido de

 

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586153 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP

Leia o texto para responder a questão.

Automação vai mudar a carreira de 16 milhões de brasileiros até 2030


A elite política e econômica global está preocupada com o futuro do trabalho.
Além das já conhecidas ameaças geopolíticas e ambientais, as transformações do mercado de trabalho também ganharam lugar de destaque. Só no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores serão afetados pela automação até 2030, segundo estimativa da consultoria McKinsey.
No mundo, no período entre 2015 e 2020, o Fórum Econômico Mundial prevê a perda de 7,1 milhões de empregos, principalmente aqueles relacionados a funções administrativas e industriais.
A avaliação de especialistas da área é que o mercado de trabalho passa por uma grande reestruturação, semelhante à revolução industrial. A diferença é que agora tudo acontece muito mais rápido: desde 2010, o número de robôs industriais cresce a uma taxa de 9% ao ano, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT).
A mudança é positiva na medida em que libera profissionais de tarefas monótonas, que, por sua vez, podem ser feitas com maior rapidez e eficiência quando automatizadas.
“A boa notícia é que fica claro que os trabalhos para humanos terão que envolver qualidades humanas, como criatividade”, afirma José Manuel Salazar-Xirinachs, diretor regional da OIT para a América Latina e Caribe. “Isso soa muito legal, mas a questão é: quantos trabalhos para pessoas criativas serão gerados?”, questiona.
Nesse cenário de grande extinção de trabalhos que exigem pouca qualificação e de criação de um número menor dos que exigem muita, a tendência é de aumento da desigualdade, alerta a OIT.
O fim de funções hoje exercidas pela população de baixa e média renda vai gerar desemprego e pressionar para baixo o salário das que restarem, diante da massa de pessoas buscando trabalho.
“Há uma forte preocupação com os trabalhadores de menor qualificação, em termos do impacto da tecnologia. Essas pessoas não são realmente alfabetizadas digitais, e não terão oportunidade para aprender habilidades específicas. Eles serão deixados para trás e terão uma empregabilidade muito pequena”, diz Salazar-Xirinachs.
(Fernanda Perrin. Folha de S.Paulo. http://www1.folha.uol.com. br/mercado/2018/01/1951904-16-milhoes-de-brasileiros-sofrerao -com-automacao-na-proxima-decada.shtml. 21.01.2018. Adaptado)
A expressão destacada na frase “... pressionar para baixo o salário das que restarem, diante da massa de pessoas buscando trabalho.” pode ser substituída, mantendo-se o sentido original do texto e de acordo com a norma-padrão da língua, por
 

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586147 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP

Leia o texto para responder a questão.

Automação vai mudar a carreira de 16 milhões de brasileiros até 2030


A elite política e econômica global está preocupada com o futuro do trabalho.
Além das já conhecidas ameaças geopolíticas e ambientais, as transformações do mercado de trabalho também ganharam lugar de destaque. Só no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores serão afetados pela automação até 2030, segundo estimativa da consultoria McKinsey.
No mundo, no período entre 2015 e 2020, o Fórum Econômico Mundial prevê a perda de 7,1 milhões de empregos, principalmente aqueles relacionados a funções administrativas e industriais.
A avaliação de especialistas da área é que o mercado de trabalho passa por uma grande reestruturação, semelhante à revolução industrial. A diferença é que agora tudo acontece muito mais rápido: desde 2010, o número de robôs industriais cresce a uma taxa de 9% ao ano, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT).
A mudança é positiva na medida em que libera profissionais de tarefas monótonas, que, por sua vez, podem ser feitas com maior rapidez e eficiência quando automatizadas.
“A boa notícia é que fica claro que os trabalhos para humanos terão que envolver qualidades humanas, como criatividade”, afirma José Manuel Salazar-Xirinachs, diretor regional da OIT para a América Latina e Caribe. “Isso soa muito legal, mas a questão é: quantos trabalhos para pessoas criativas serão gerados?”, questiona.
Nesse cenário de grande extinção de trabalhos que exigem pouca qualificação e de criação de um número menor dos que exigem muita, a tendência é de aumento da desigualdade, alerta a OIT.
O fim de funções hoje exercidas pela população de baixa e média renda vai gerar desemprego e pressionar para baixo o salário das que restarem, diante da massa de pessoas buscando trabalho.
“Há uma forte preocupação com os trabalhadores de menor qualificação, em termos do impacto da tecnologia. Essas pessoas não são realmente alfabetizadas digitais, e não terão oportunidade para aprender habilidades específicas. Eles serão deixados para trás e terão uma empregabilidade muito pequena”, diz Salazar-Xirinachs.
(Fernanda Perrin. Folha de S.Paulo. http://www1.folha.uol.com. br/mercado/2018/01/1951904-16-milhoes-de-brasileiros-sofrerao -com-automacao-na-proxima-decada.shtml. 21.01.2018. Adaptado)
A correspondência entre as formas verbais, na frase escrita a partir do texto, está em conformidade com a norma-padrão da língua em:
 

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586146 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP

Leia o texto para responder a questão.

Automação vai mudar a carreira de 16 milhões de brasileiros até 2030


A elite política e econômica global está preocupada com o futuro do trabalho.
Além das já conhecidas ameaças geopolíticas e ambientais, as transformações do mercado de trabalho também ganharam lugar de destaque. Só no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores serão afetados pela automação até 2030, segundo estimativa da consultoria McKinsey.
No mundo, no período entre 2015 e 2020, o Fórum Econômico Mundial prevê a perda de 7,1 milhões de empregos, principalmente aqueles relacionados a funções administrativas e industriais.
A avaliação de especialistas da área é que o mercado de trabalho passa por uma grande reestruturação, semelhante à revolução industrial. A diferença é que agora tudo acontece muito mais rápido: desde 2010, o número de robôs industriais cresce a uma taxa de 9% ao ano, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT).
A mudança é positiva na medida em que libera profissionais de tarefas monótonas, que, por sua vez, podem ser feitas com maior rapidez e eficiência quando automatizadas.
“A boa notícia é que fica claro que os trabalhos para humanos terão que envolver qualidades humanas, como criatividade”, afirma José Manuel Salazar-Xirinachs, diretor regional da OIT para a América Latina e Caribe. “Isso soa muito legal, mas a questão é: quantos trabalhos para pessoas criativas serão gerados?”, questiona.
Nesse cenário de grande extinção de trabalhos que exigem pouca qualificação e de criação de um número menor dos que exigem muita, a tendência é de aumento da desigualdade, alerta a OIT.
O fim de funções hoje exercidas pela população de baixa e média renda vai gerar desemprego e pressionar para baixo o salário das que restarem, diante da massa de pessoas buscando trabalho.
“Há uma forte preocupação com os trabalhadores de menor qualificação, em termos do impacto da tecnologia. Essas pessoas não são realmente alfabetizadas digitais, e não terão oportunidade para aprender habilidades específicas. Eles serão deixados para trás e terão uma empregabilidade muito pequena”, diz Salazar-Xirinachs.
(Fernanda Perrin. Folha de S.Paulo. http://www1.folha.uol.com. br/mercado/2018/01/1951904-16-milhoes-de-brasileiros-sofrerao -com-automacao-na-proxima-decada.shtml. 21.01.2018. Adaptado)
Os dois-pontos na frase “A diferença é que agora tudo acontece muito mais rápido: desde 2010, o número de robôs industriais cresce a uma taxa de 9% ao ano” introduzem uma
 

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586139 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP

Leia a tira para responder a questão.

enunciado 586139-1

(Bill Watterson, Existem tesouros em todo lugar: as aventuras de Calvin e Haroldo. 1a ed. São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2013)
A reescrita de “... ninguém diz para ele o que fazer.” e “... as pessoas devem expressar sua individualidade...”, com as expressões destacadas substituídas por pronomes, em conformidade com a norma-padrão da língua, resulta, respectivamente, em:
 

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586130 Ano: 2018
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
O presidente da Petrobras, Pedro Parente, pediu demissão na manhã desta sexta-feira (1ºde junho de 2018) em caráter “irrevogável e irretratável”. Parente ficou exatamente dois anos no comando da Petrobras, já que tomou posse no dia 1º de junho de 2016.
(G1, 1 jun.18. Disponível em: <https://goo.gl/empsJR>. Adaptado)
A decisão de Pedro Parente, ocorrida após a paralisação dos caminhoneiros, teve como fundamento
 

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586128 Ano: 2018
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
Um turista desavisado pode achar que é pegadinha ao ser atendido na portaria de um hotel em Tóquio por um robô com rosto e roupa de mulher. Mas a cena é real. É uma pequena amostra de um gigantesco experimento em curso no Japão: a criação da chamada Sociedade 5.0, em que boa parte do trabalho humano será substituída por computadores e robôs. O Japão decidiu transformar sua sociedade em um laboratório tecnológico por um motivo extremo.
(Estadão. https://link.estadao.com.br. 28.01.2018. Adaptado)
O “motivo extremo” apontado pela reportagem para os vultosos investimentos japoneses na robotização de sua sociedade consiste
 

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586125 Ano: 2018
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
O supremo líder do Irã, aiatolá Ali Khamenei, afirmou nesta segunda-feira (4 de junho de 2018) que qualquer um que lançar um míssil contra o país “será atingido por dez” em resposta. Além disso, Khamenei minimizou os temores de um eventual ataque, qualificando isso apenas como “propaganda” do Ocidente.
(Exame, 4 jun.18. Disponível em: <https://goo.gl/G79PRa>. Adaptado)
As tensões entre o Irã e o Ocidente ressurgiram desde que
 

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586124 Ano: 2018
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
A comunidade mais abalada pelo vulcão foi isolada após a decretação de uma nova retirada obrigatória na quinta-feira (31 de maio de 2018), quando a erupção chegou à sua quarta semana sem fim à vista. Autoridades da Defesa Civil haviam dito que cerca de dois mil moradores foram retirados no início da erupção atual, que começou no dia 3 de maio. Mas a estimativa é de que o número total de deslocados tenha subido para cerca de 2500. A erupção de vulcão chegou à 4a semana.
(UOL, 1 jun.18. Disponível em: <https://goo.gl/r1DP58>. Adaptado)
Pelo menos 62 pessoas morreram e 300 ficaram feridas após a erupção do Vulcão de Fogo neste domingo (3 de junho de 2018), que provocou uma nuvem de pequenas pedras e cinzas que cobriu a região da capital do país. A expectativa oficial é de que o saldo de mortes aumente. A maioria das vítimas morreu queimada devido aos rios de lava e à avalanche de detritos que chegaram a temperaturas perto de 700 ºC, atingindo o vilarejo mais próximo do vulcão.
(Folha de S. Paulo, 3 jun.18. Disponível em: <https://goo.gl/pdmi46>. Adaptado)
As duas erupções ocorreram, respectivamente, no
 

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586121 Ano: 2018
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
A audiência de conciliação designada pela ministra do Supremo Tribunal Federal Rosa Weber durou cerca de três horas e reuniu representantes do governo federal, do governo de Roraima, da Defensoria Pública da União e de organizações de defesa dos direitos humanos. A governadora de Roraima, Suely Campos, apresentou uma proposta que prevê ressarcimento, por parte do governo federal, de R$ 184 milhões de reais aos cofres do estado. O valor, segundo ela, é referente a recursos gastos desde 2016 nas áreas de saúde, educação e segurança por causa da migração de venezuelanos.
(EBC, 18 mai.18. Disponível em: <https://goo.gl/E9CciM>. Adaptado)
Antes da proposta de ressarcimento, a demanda originalmente apresentada pelo governo de Roraima estava relacionada
 

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